Fiat Tipo 2016

Uma carrinha faz falta por ex. Vejo mais Astras carrinha do que carro. O Astra 3 portas vai chegar num feitio marcadamente mais desportivo e diferenciador do modelo de 5 portas, a Fiat poderia ter apostado num estilo idêntico no Bravo como fez com o anterior Bravo/Brava. O Giulietta não precisa de 3 portas porque as duas traseiras já estão disfarçadas com a velha técnica dos puxadores escondidos.

A gama de modelos da Fiat é muito limitada, nem monovolumes tem.

Tens a Doblo
 
Segundo o que tenho lido ultimamente, parece mesmo que a Fiat vai mesmo deixar o bravo para trás... Que más noticias...
 
Empresa que não investe ou fica estagnada nos seus mercados será sempre uma empresa que corre o risco de não resultar! No lado positivo o exemplo da Mercedes ou BMW que ampliam as suas gamas e exploram novos mercados/gamas e no lado negativo a Suzuki que tem uma gama limitadíssima e já nem tem os jipes para lhe assegurar o futuro uma vez que o segmento está "morto"!
 
Segundo o que tenho lido ultimamente, parece mesmo que a Fiat vai mesmo deixar o bravo para trás... Que más noticias...

Excelente, assim fico com o ultimo modelo e não corro o risco de amanhã sair um novo do carro que tenho !!!
 
É mau para a Fiat desistir do segmento C. Investir nos compactos é uma boa ideia mas faz sempre falta na marca modelos de gama superior para dar algum crédito. Se desistir do segmento C ou tentar subsitituir um segmento C tradicional por algo diferente vai correr grandes riscos.

Falaram aqui no Qashqai ter sido uma boa aposta mas com a Nissan foi diferente. Para além de o Qashqai ter sido um novo conceito no seu segmento ainda tirava partido da boa história da Nissan no todo o terreno e na fiabilidade. Mas apesar disso vê-se que a partir daí a Nissan foi quase obrigada a apostar nesses conceitos para a Europa, mesmo sabendo que no futuro estes não irão ter grande viabilidade.

No próprio grupo da Fiat temos o caso da Lância que lançou o Delta um pouco diferente do segmento C tradicional e não vingou. E o Bravo para mim só não teve mais sucesso por mau planeamento da gama. Bastava lançar a carrinha ou um três portas e motorizações mais baratas que faria mais sucesso. Quem não se lembra do Stilo? Era inferior como produto e não vendia muito mas as versões mais vendidas eram motorizadas por um 1.2. de 80cv.
 
Pelo menos dos egmento C tradicional (ulgo Mégane, Golf ou Astra) parece que sim! Tudo indica que a sua estratégia poderá ser mais alternativa: tal como a Nissan o fez com enorme sucesso...mas conseguirá a FIAT fazê-lo também?
 
Eu nao chamaria isso desistir do segmento, temos que ver as coisas da seguinte forma, o Bravo, apesar de ser um bom carro (aos meus olhos e já o tive nas mãos por um boa quantidade de tempo..) nao teve sucesso, nao vale a pena estar agora a discutir o porque, ja que ta em fim de vida. Ora vejamos assim, a Alfa lançou à 2 anos o Giulietta, e está a progredir bem, se agora a Fiat em 2013 fizesse o Bravo II, ou seja um Bravo com mecanica igual ao Giulietta, iria certamente roubar vendas ao mesmo. Tendo em conta a situação do grupo realmente não será a melhor opção dai a ideia de fazerem algo "diferente"

Não gosto da "solução" ate porque sou um fã do Bravo, e gostava de ver uma evolução do mesmo, mas tendo em conta a historia do grupo infelizmente..
 
Sim, não pensei no Giulietta. Ainda hoje não me mentalizei que a Alfa concorre no segmento C generalista. Se pensarmos assim o que falta ao segmento C no grupo é uma carrinha (que o Delta tenta encarnar em parte) e um monovolume (parece-me que o Freemont não encarna muito bem essa função). E o Dart pode ser transformado num segmento C de 3 volumes. Ficam assim várias alternativas para o segmento C.
 
Eu por exemplo gostava de ver algo idêntico ao cruze, acho que seria uma ideia interessante, a própria Audi no novo A3 vai lançar uma versão sedan, portanto acho que o novo Bravo ser um sedan, era algo diferente e interessante.
 
Portanto uma abordagem value for money? Uma estética minimamente atraente, uma habitalidade bem acima da média do segmento, um motor forte (o Cruze tem um 2.0 diesel de cerca de 150cv por um preço inacreditável), qualidade justa e preço muito competitivo! Há espaço no mercado! Há espaço para as pessoas que querem levar muito mais pelo mesmo dinheiro e por isso concordo com uma solução tipo Cruze ou Octávia!
 
Portanto uma abordagem value for money? Uma estética minimamente atraente, uma habitalidade bem acima da média do segmento, um motor forte (o Cruze tem um 2.0 diesel de cerca de 150cv por um preço inacreditável), qualidade justa e preço muito competitivo! Há espaço no mercado! Há espaço para as pessoas que querem levar muito mais pelo mesmo dinheiro e por isso concordo com uma solução tipo Cruze ou Octávia!

Exacto, seria um solução capaz de agradar a gregos e troianos.
 
Empresa que não investe ou fica estagnada nos seus mercados será sempre uma empresa que corre o risco de não resultar! No lado positivo o exemplo da Mercedes ou BMW que ampliam as suas gamas e exploram novos mercados/gamas e no lado negativo a Suzuki que tem uma gama limitadíssima e já nem tem os jipes para lhe assegurar o futuro uma vez que o segmento está "morto"!

A Suzuki até se recomenda
A "praia" da Suzuki é mesmo a Ásia. Nº1 na India e em 3º no Japão e bem colocada na generalidade dos mercados asiáticos. A brincar a brincar, é um construtor que produz quase 2 milhões automóveis / ano, e ainda tem a sua divisão de duas rodas.

Na Europa fica basicamente resumida ao Swift, e sim, é uma gama curta, mas a Europa deve ser o mercado mais dificil de vingar. Se conseguem buscar o lucro necessário a outro lado, para quê enterrar dinheiro na Europa?

ALém disso, a parceria com a Fiat, no fornecimento de motores diesel e até os clones Sx4/Sedici poderia evoluir para uma partilha mais profunda no desenvolvimento de plataformas para carros do género Swift/Punto. Conseguiriam atacar os principais mercados do planeta, garantindo facilmente os volumes necessários para cobrir os custos de desenvolvimento.
Não é À toa que a VW quis juntar-se a este construtor, mesmo que tenha dado bacorada.
A Suzuki está posicionada de forma excelente em mercados chave...
 
Uma lástima, tenho q ver q carro comprar para suceder ao meu, por outro lado, como já foi dito, pelo menos n tenho de ir "a correr" comprar carro novo...
 
Tanto um como outro a aceitação foi horrível.
A FIAT é marca dos pequenos segmentos.

Não estás a usar bem a palavra horrível.
Aceitação horrível, quem ler parece quem não vendeu quase nada, perto do zero, tipo Daihatsu Sirion.

Os FIAT "C" não têm desde o 128 e depois durante uns tempos com os Tipos vendido ao nível dos Renault, Opel, etc, mas sempre se vão vendendo e vais vendo nas ruas e estradas.

Mas a coisa com os segmento C FIAT é um bocado diferente: normalmente vendem bem nos dois primeiros anos de comercialização e depois vão abaixo.
No caso do Bravo até o 1.4 T-Jet tiraram da gama.

O Stilo foi um pouco diferente pois os Comercias 115 e depois 140cv venderam bem, assim como a versão de 5 lugares Sport 1.2 16v.
Nada que se pareça com Meganes ou Astras, mas ainda vendiam.

O antigo Bravo foi um sucesso a nível das "carrinhas" comerciais e foi uma carrinha à época absolutamente espetacular, nos anos 90.
Foram carrinhas destas que levaram (puxaram) a que o mercado estivesse tipo 50/50 entre ligeiros de passageiros e de mercadorias.
Nos jovens, os anos 90 foram anos em que quase só tinham comerciais.
 
Last edited:
Confesso que não é "horrível" a melhor palavra para descrever as vendas do Stilo e Bravo II mas comparando com o Seg. A (Panda e 500) e Seg. B (Punto e Linea) a diferença é enorme nas vendas, isto para não meter Croma ao barulho [:D].
 
Curiosamente, embora em Portugal não pareça, o Croma vendeu mais do que os manos Thema e Alfa 164.
É preciso lembrar que no Thema e no Alfa 164, apesar de já existirem Diesel, as vendas foram residuais; ao passo que o Croma teve muita força com Diesel, até porque foi o 1º carro ligeiro com i.d.

Mas a FIAT, sempre vendeu mais carros citadinos do que maiores, sempre.
Topolinos, 500, 600, 850, 127, Panda, Uno, Punto sempre foram os maiores sucessos.
(Existe o caso especial da derivação do 124 para o Leste, com os Ladas)

Apesar de modelos como os 1100, 1500, 124, 131 terem tido bastante sucesso.
Mas de facto os anos 60 e 70 foram de "ouro", com uma gama gigantesca, quando chegou a maior construtor Europeu no final dos anos 60.
Tinha inclusivamente a FIAT praticamente um Cabrio e um Coupé em cada segmento, para além das derivações de pequenos construtores tipo Giannini, Viotti, OSI, Moretti, Vignale, etc.
 
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