Fiat Tipo 2016

Pelo que se tem vindo a revelar, os novos segmentos C da FIAT para a Europa não serão derivados dos do mercado Sino.
Mas..
 
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Fotos espia do novo Bravo, segundo a AlVolante.

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O problema de vendas do Bravo tem somente a ver com a mudança radicar de visual e de nome, quando em 2001 acabaram como o nome Bravo ( que até tinha vendido bem na altura) e deram lugar ao Stilo foi um tiro no pé, em 2010 quando voltaram ao nome Bravo das duas uma, ou não o faziam e continuavam com o nome Stilo ou então nunca devia ter existido o Stilo. Foi aqui que perderam vendas e o seguimento do que tinham vindo a fazer, os clientes querem continuidade veja-se o que acontece com o Golf.
 
Parece-me que a aposta da FIAT para o segmento C vai ser o 500X...


Deviam era apontar armas para o sucessor do Punto, o segmento B é o mais forte da marca italiana.
 
O problema de vendas do Bravo tem somente a ver com a mudança radicar de visual e de nome, quando em 2001 acabaram como o nome Bravo ( que até tinha vendido bem na altura) e deram lugar ao Stilo foi um tiro no pé, em 2010 quando voltaram ao nome Bravo das duas uma, ou não o faziam e continuavam com o nome Stilo ou então nunca devia ter existido o Stilo. Foi aqui que perderam vendas e o seguimento do que tinham vindo a fazer, os clientes querem continuidade veja-se o que acontece com o Golf.


Tudo isso pode ser válido, ou não, veja-se casos como o CAscais, boa aceitação pela diferença, por outro lado, não se vendem só Golfs neste segmento.
 
O Golf foi apenas um caso vivo de popularidade, continuidade, filosofia. Mas podia ter dado outros Astra, Focus, Megane, Leon todos estes segmento C. O segmento C para mim continua a ser o pilar do mercado automovel ou se arrisca como fez a Nissan com o Qashqai e se dá bem ou então dá-se um passo em frente como a Fiat e dois atrás no lançamento do Stilo.

Mas atenção todo o merito para a Fiat no revivalismo do 500, estamos apenas a constatar factos
 
O problema de vendas do Bravo tem somente a ver com a mudança radicar de visual e de nome, quando em 2001 acabaram como o nome Bravo ( que até tinha vendido bem na altura) e deram lugar ao Stilo foi um tiro no pé, em 2010 quando voltaram ao nome Bravo das duas uma, ou não o faziam e continuavam com o nome Stilo ou então nunca devia ter existido o Stilo. Foi aqui que perderam vendas e o seguimento do que tinham vindo a fazer, os clientes querem continuidade veja-se o que acontece com o Golf.

Acho que não tem tanto a ver com a mudança de nome, ou até uma questão de continuidade, mas mais com outras questões comerciais e até de design. O Bravo e o Brava já demonstravam o declinio comercial da marca no segmento, quando comparado com o Tipo. Para reverter a situação colaram-se à referência do segmento, o Golf, para criar o seu sucessor. E acho que esse foi o principal problema do Stilo. Criar um Golf italiano.
E não resultou, mesmo não sendo objectivamente um mau produto.

E apesar do nome Stilo, as versões de 5 portas e carrinha deixavam muito a desejar. Além disso, comparando com os muito italianos Bravo/Brava, o Stilo apresentava-se excessivamente germânico. O Bravo que o sucedeu, conseguia um equilibrio muito maior entre um estilo marcadamente italiano e aprovação consensual das suas linhas.
O Stilo 5p seguiu as pisadas do Peugeot 307, oferencendo uma arquitectura bastante mais elevada que a norma na altura, aproximando-se de alguns MPV.
O que deu origem a um automóvel de formato algo cúbico e não muito agradável.

Curiosamente, o Brava também era visualmente polémico, devido à carroçaria de 2 volumes e meio e as peculiares óticas traseiras.
Em conversa com um revendedor da Fiat, dizia que o desenho do Brava afastava muitos clientes, e o que era necessário era um Bravo de 5p. Acabou por ter o mesmo tipo de argumentos com o Stilo.
O 3p era bastante apelativo e até conheceu um sucesso razoável, no meio do flop que foi a restante gama, e por isso, era compreensivel o desejo de adicionar 2 portas extra à carroçaria do 3p.

O tombo foi grande. Um carro que deveria vender 380 mil unidades ano ficou-se, no seu melhor ano por 175 mil.

E com o Bravo, acho que a imagem da marca no segmento já estava no lixo mesmo, e para mais, a começar a carreira comercial ao mesmo tempo que se dava uma crise económica de proporções épicas.
Até compreendo o desinvestimento. Não ia dar guito, por mais volta que se desse ao problema.
De qualquer forma, acho que a presença de uma carrinha poderia ter atenuado a catástrofe. Algo que deveria ter sido projectado ao mesmo tempo que o carro.
Foi a Magna-Steyr que desenvolveu em apenas 18 meses, de fio a pavio, o Bravo. Certamente adicionar uma segunda carroçaria no plano, que na Europa gera tanto volume, seria uma decisão sensata.

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Considerando essas mulas e as dimensões do 500L e 500X (4.27m de comprimento para 1.8m de largura são medidas de segmento C), parece-me que a plataforma Small Wide (baseada na do Punto) vai ser bico para toda a obra na Fiat, cobrindo a oferta da marca no segmento C.
É estratégia semelhante à que a Nissan usou para o Pulsar. Combate no segmento C, mas as entranhas derivam da plataforma do segmento abaixo.
 
Na minha opinião a FIAT sofrerá sempre o estigma do carro frágil, com portas de "lata", tipo Fiat Uno e Panda antigos.
Tive um Punto TD que tinha um motor soberbo, mas o carro dava uma sensação de insegurança brutal. Os materiais, também, é melhor nem falar.
Por outro lado, o Bravo era um carro muito interessante, mas apesar da qualidade geral ter aumentado brutalmente face a gerações anteriores, era um carro muito caro quando comprado novo. Cheguei a andar atrás de um Bravo usado, por causa da enorme desvalorização.

O que a FIAT está a desperdiçar é a grande oportunidade que tem para tirar os low-cost do seu caminho. A FIAT tem de apostar forte em carros do segmento B e C que não custem mais de 20000€ novos. Carros do tipo C-Elysée, Sandero, Rapid, Toledo...
Acredito que o Bravo iria vender muito mais se tivesse um preço mais baixo do que teve.

Agora se a FIAT quer tirar os coreanos do caminho é bom que comece a fazer carros melhores do que eles, porque ultimamente os coreanos estão num nível muito alto!
 
Bravo que não vendeu pelo preço demasiado elevado(não concordo), um 500 que vende, apesar do preço elevado, estamos em presença do preconceito do preço elevado, ou do preconceito do carro barato?
 
Bravo que não vendeu pelo preço demasiado elevado(não concordo), um 500 que vende, apesar do preço elevado, estamos em presença do preconceito do preço elevado, ou do preconceito do carro barato?


Barato,e se for Fiat ainda mais menosprezado vai ser,seguindo a ideia do jplacebo isso ia desafamar ainda mais a marca ao fazer um carro barato de segmento c ia torna lo frágil afastando clientes. Façam carros bons no seu segmento e terão sucesso!
 
Barato,e se for Fiat ainda mais menosprezado vai ser,seguindo a ideia do jplacebo isso ia desafamar ainda mais a marca ao fazer um carro barato de segmento c ia torna lo frágil afastando clientes. Façam carros bons no seu segmento e terão sucesso!
Uhmm... Lê lá outra vez o que foi escrito.
 
Nos tempos que correm e com o 500X a bombar, um " Bravo " não vai ter grandes hipóteses assim como os 500L que vão ter vendas residuais a partir de agora.
 
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