Fiat Tipo 2016

O FIAT Bravo 198 teve vendas (RELATIVAS) muito boas no ano de lançamento e no ano seguinte.

Principal razão: motor sem rival.
Foi durante algum tempo o único segmento C 5 Portas, pequeno familiar portanto, da classe 1400, com um motor que se podia considerar minimamente prestacional.
Situando a questão: superar facilmente 200 km/h; chegar a 100km/h em menos de 10 segundos (em menos de 9 segundos até).
Fazer 400 m em cerca de 16 segundos e 1000 m em cerca de 30 segundos.
Como veículos capazes de concorrer em morfologia com ele, nenhum se aproximava deste tipo de prestações, muita gente comprou o carro por esse motivo como central.
Houve mais motivos (como a estética), mas para a versão em particular foi essa a questão central.

Agora vou ao que disse no início,o RELATIVO.
O relativo é que o peso dos carros a gasolina no segmento C em 2008-2009 já era pequeno.
Mas é um facto que dentro das vendas de C a gasolina vendeu muito bem.

Se, repito se o carro tem sido lançado ao mesmo tempo com um "imaginário" 1.6 Mjet não de 105cv mas de 150cv, talvez fosse até líder do segmento C nessa altura.
De facto havia Diesel de 150cv, mas 1.9, com um preço muito mais elevado, fora da zona de volume de vendas.

Mesmo o 1.6 Mjet 120cv podia ter ajudado um pouco mais o modelo.

Puxando a memória a antepassados, não se podem separar períodos de tempo onde alguns FIAT venderam muitas unidades, com o facto de nesse momento terem um superioridade mecânica durante um espaço de tempo.
Existe o exemplo do 1.2 16v 86cv em 1997
Existe o exemplo em 1985 do FIRE 1000 (aqui não por apresentar só potência acima, mas sim relação desempenho, resistência, despesas).
Existe o exemplo no final dos anos 60 e início dos anos 70 com os motores 1600 Twin Cam de elevado rendimento a um preço médio, etc.
(Venderam-se imensos 124 1600 Special T, berlina familiar média).
 
Comparas o incomparável, mas como dizer, tens uma visão curiosa do assunto, vendas não significam que as pessoas gostam, está bem.

Muitas das vezes as pessoas não compram os carros porque gostam mas sim porque são os mais baratos [;)]

Por exemplo, e pegando num dos carros segmento C que provavelmente é o que mais vende em Portugal, o Mégane. Achas que se carros como A3, Classe A, Série 1 estivessem ao mesmo preço do Renault, o Renault ainda era líder de vendas?
 
Muitas das vezes as pessoas não compram os carros porque gostam mas sim porque são os mais baratos [;)]

Por exemplo, e pegando num dos carros segmento C que provavelmente é o que mais vende em Portugal, o Mégane. Achas que se carros como A3, Classe A, Série 1 estivessem ao mesmo preço do Renault, o Renault ainda era líder de vendas?

Essa é uma realidade relativa, que certamente não se aplica ao exemplo que usaste, pois quem quer um meio de transporte não compra um Juke, pois pode adquirir um Micra ou um Note, que por sinal até vendem bastante menos e são mais baratos.
 
Mais importante do que o preço é a concorrencialidade do preço.

Quantos Bravos 198 conhecem em Portugal nestas duas versões:
- 1400 16v 90cv
- 1400 16v Turbo 120cv

?
 

Há muito poucos mesmo.
Isto porque o 1.4 T-Jet 150cv é que apresentava SUPERIORIDADE num aspecto factual.
Quando apareceu tinha um motor destacadamente acima de qualquer concorrente.

(Estamos a restringir a conversa a carros a gasolina, recordo já na época uma pequena parte do segmento C).

O 1.4 120cv, ninguém por meia dúzia de trocos ia abdicar dos 150cv.
Sendo que na pratica o 120cv esse sim, tinha concorrência.

O 1.4 90cv para além de não ser barato é um motor (90cv) que qualquer carro do segmento C podia ter nessa altura. Equivalente ou até melhor.
 
O FIAT Bravo 198 teve vendas (RELATIVAS) muito boas no ano de lançamento e no ano seguinte.

Principal razão: motor sem rival.
Foi durante algum tempo o único segmento C 5 Portas, pequeno familiar portanto, da classe 1400, com um motor que se podia considerar minimamente prestacional.
Situando a questão: superar facilmente 200 km/h; chegar a 100km/h em menos de 10 segundos (em menos de 9 segundos até).
Fazer 400 m em cerca de 16 segundos e 1000 m em cerca de 30 segundos.
Como veículos capazes de concorrer em morfologia com ele, nenhum se aproximava deste tipo de prestações, muita gente comprou o carro por esse motivo como central.
Houve mais motivos (como a estética), mas para a versão em particular foi essa a questão central.

Agora vou ao que disse no início,o RELATIVO.
O relativo é que o peso dos carros a gasolina no segmento C em 2008-2009 já era pequeno.
Mas é um facto que dentro das vendas de C a gasolina vendeu muito bem.

Se, repito se o carro tem sido lançado ao mesmo tempo com um "imaginário" 1.6 Mjet não de 105cv mas de 150cv, talvez fosse até líder do segmento C nessa altura.
De facto havia Diesel de 150cv, mas 1.9, com um preço muito mais elevado, fora da zona de volume de vendas.

Mesmo o 1.6 Mjet 120cv podia ter ajudado um pouco mais o modelo.

Puxando a memória a antepassados, não se podem separar períodos de tempo onde alguns FIAT venderam muitas unidades, com o facto de nesse momento terem um superioridade mecânica durante um espaço de tempo.
Existe o exemplo do 1.2 16v 86cv em 1997
Existe o exemplo em 1985 do FIRE 1000 (aqui não por apresentar só potência acima, mas sim relação desempenho, resistência, despesas).
Existe o exemplo no final dos anos 60 e início dos anos 70 com os motores 1600 Twin Cam de elevado rendimento a um preço médio, etc.
(Venderam-se imensos 124 1600 Special T, berlina familiar média).

Porque não há em concreto oferta maior da mecânica TBi?, redução de cc e aumento de potência?, (exemplo rival de forte impacto comercial em produto A/B/C e D de mecânica THP/TSI/EcoBoost por mero exemplo).

O Bravo como o Guilieta e MiTo sofreram de uma forte desaceleração de investimento interno via FIAT (os números de venda comprovam tal coisa perante a concorrência directa), erro crasso, a justificação foi a questão da absorção da Chrysler à época, no entanto não há STOP no mercado automóvel mundial.


Três produtos fortemente subvalorizados comercialmente por inoperância interna da FIAT na leitura do mercado europeu, a dinâmica comercial derreteu hipótese de mantê-los no activo, a excepção continua a ser o MiTo.
 
Há muito poucos mesmo.
Isto porque o 1.4 T-Jet 150cv é que apresentava SUPERIORIDADE num aspecto factual.
Quando apareceu tinha um motor destacadamente acima de qualquer concorrente.

(Estamos a restringir a conversa a carros a gasolina, recordo já na época uma pequena parte do segmento C).

O 1.4 120cv, ninguém por meia dúzia de trocos ia abdicar dos 150cv.
Sendo que na pratica o 120cv esse sim, tinha concorrência.

O 1.4 90cv para além de não ser barato é um motor (90cv) que qualquer carro do segmento C podia ter nessa altura. Equivalente ou até melhor.

A questão de fundo foi a não renovação da mecânica para o TBi (injecção directa a benzina), a par da mecânica diesel, havendo este acompanhar da concorrência talvez o Bravo não desaparecesse de tabela de venda europeia.

Com o B/C da Alfa Romeo foi idêntica coisa a excepção é a linha 500 FIAT/Jeep e Chrysler no EUA (reparar que por coincidência aqui é aplicado todo o moderno downsizing mecânico da FCA).
 
Questão mais do que pertinente, pelo histórico já relembrado uns posts atrás.

Ver texto da Auto Hoje na altura que aborda o tal motor.
Era sem rival nestes carros na altura:
Autohoje - Fiat Bravo 1.4 T-jet 16v Sport 150cv

No entanto, caríssimo "Turbo", existe de facto um "problema" e as coisas não são sempre iguais.
Hoje o segmento C tem em Portugal praticamente todo o volume de vendas nos 1600 Diesel dos banais e todos "iguais" "105-110-115cv" ou o que sejam.
O factor prestacional, a importância do motor no produto final é quase sempre neste momento de desprezar para os compradores porque essa parte esta imensamente nivelada.
Nos 763464364364634 segmentos C 1600 Diesel, tens de facto um motor Honda que é uns pozinhos menos aborrecido, tens o Série 1 que tem uma filosofia desportiva do conjunto e oferta alternativa com RWD, o Focus, Giulietta, etc que se "agarram" mais do que os outros... mas a mecânica em si é ultra nivelada!!!
Passa a elemento neutro!

Os compradores do Bravo 1.4 150cv em 2008-2009 foram pessoas que gostaram e quiseram as prestações que o carro oferecia.
Hoje o impacto não seria o mesmo.
Impacto que já na altura não foi grande coisa, pois como já se disse já saia pouco carro a gasolina do segmento C.

E em Diesel, o Bravo 1600 ainda vendeu alguma coisa porque o 105cv era dos melhores motores na altura e depois ainda houve com o 120cv um espaço de tempo em que era o mais potente salvo erro.

Em concreto o Bravo 198, tirando uma ou outra pessoa que se apaixonou pela estética, tinha como principal característica de aquisição, o motor.
 
A FIAT descurou o produto entre um arranque comercial promissor e a actualidade (a tal recheada de pequena e média cc a diesel e benzina em A/B/C e inclusive D).

E a questão estratégica mantém-se onde pára a resposta da FCA a um 1.0 (mil) TFSI para a panóplia de carro e segmento da VW?, aos três cilindros da BMW a serem aplicados na gama em modo transversal a curto prazo?

O próximo carro a sofrer pressão é o Punto ou há arranque de projecto ambicioso ou vai ceder como o Bravo, e questão de não haver venda não é argumento.
 
Tudo da mesma.

Previsão para os próximos anos Fiat: acabam com tudo menos as versões do 500, e surgirá um 600 para o segmento C e respectivos derivados. O Panda deverá ficar.

Panda/Punto e 500&Derivado seria uma aposta séria perante o actual quadro competitivo do mercado, há histórico e tecnologia para ocupar quota de mercado significativa na Europa.

Fazer diferente exige tempo e investimento, ambas raras na FIAT em tempo recente.

 
A FIAT descurou o produto entre um arranque comercial promissor e a actualidade (a tal recheada de pequena e média cc a diesel e benzina em A/B/C e inclusive D).

E a questão estratégica mantém-se onde pára a resposta da FCA a um 1.0 (mil) TFSI para a panóplia de carro e segmento da VW?, aos três cilindros da BMW a serem aplicados na gama em modo transversal a curto prazo?

O próximo carro a sofrer pressão é o Punto ou há arranque de projecto ambicioso ou vai ceder como o Bravo, e questão de não haver venda não é argumento.

Atenção ao que tenho escrito.
Eu começo precisamente por lembrar que é com MOTOR de destaque que a FIAT historicamente faz picos de vendas.

A parte mecânica é evidente que não pode ser descurada e com curvas temporais (como em tudo e todos, mesmo o topo dos topos, Ferraris) é preciso ter sempre mecânicas de ponta.
É histórico e genético da FIAT, outras marcas do grupo FIAT, Italianos em geral, constante invenção e produção de mecânicas / componentes de destaque.
 
Qual é a justificação maior para a não existência de um moderno TBi de cc no intervalo 1000 a 1400 em carro de venda chave na Europa?

TwinAir adapta-se à família FIAT por norma compacta (Panda/Punto e 500).
 
Qual é a justificação maior para a não existência de um moderno TBi de cc no intervalo 1000 a 1400 em carro de venda chave na Europa?

TwinAir adapta-se à família FIAT por norma compacta (Panda/Punto e 500).

É uma grande questão.
Sem dúvida que um 1400 era importante.
180cv
200cv

Por ai.

Mas a questão tem barbas.
Era eu adolescente e no caso da FIAT irritou-me solenemente porque carga de água quando lançaram o Tipo e depois o Tempra não fizeram algo tão "simples" como meter o motor do Uno Turbo lá?
Achava eu que esses familiares apinocados e com 120cv seriam quase como as últimas coca colas no deserto.
E nunca apareceram.
Venderam os carros com o mesmo motor mas aspirado e carburado, com 76cv.
Mais tarde descidos com injecções simples e catalisadores para 70-72cv.
 
Também partilho desta opinião.
O 500L dominou o segmento o ano passado, vendendo quase 95 mil unidades na Europa. Nos EUA, por outro lado, o 500L não gera muito interesse. Pouco mais de 12 mil unidades foram vendidas.

Acho que o 500X vai ser o principal inimigo do 500L.
Aliás, acho que a chegada dos novos crossovers compactos como o 500X, Renegade, HR-V e CX-3, vai arruinar de vez o segmento dos mini-MPV's.

Minivans have fans

Top-selling compact minivans in Europe. 2014 sales with % change from 2013.
1. Citroen C4 Picasso/Grand Picasso: 118,367, +36
2. Renault Scenic/Grand Scenic: 108,982, -3
3. Ford C-Max/Grand C-Max: 89,824, -9
4. VW Touran: 89,213, -2
5. Mercedes B class: 83,194, -17
Source: JATO Dynamics
 
É uma grande questão.
Sem dúvida que um 1400 era importante.
180cv
200cv

Por ai.

Mas a questão tem barbas.
Era eu adolescente e no caso da FIAT irritou-me solenemente porque carga de água quando lançaram o Tipo e depois o Tempra não fizeram algo tão "simples" como meter o motor do Uno Turbo lá?
Achava eu que esses familiares apinocados e com 120cv seriam quase como as últimas coca colas no deserto.
E nunca apareceram.
Venderam os carros com o mesmo motor mas aspirado e carburado, com 76cv.
Mais tarde descidos com injecções simples e catalisadores para 70-72cv.

Repara que a mecânica existe na cc 1.7 (reduzi-la e configurar potência não é nada de extraordinário em termo técnico), e como só observo mecânica de cc elevada para o futuro D da Alfa Romeo no EUA, a pergunta é como vai vender na Europa?

Sempre escrevi que a Alfa devia era avançar no imediato para a RPC e com SUV, o que é irreal é manter em o quadro do EUA na Europa em termo de mecânica.

A única mecânica viável atmosférica de pequena cc a prazo da FIAT é o TwinAir (65) para oferta actual.
 
Já o 159, só na parte final (tarde demais) recebeu o 1750. [s)]

Em Portugal 159 é quase totalmente Diesel.
 
Rosmano:

Eu discordo contigo. Acredito que um Bravo será rentáel embora não tanto como um 500X e essencial para o futuro e continuidade da FIAT como marca generalista e não como marca de carros de nicho que quando passarem de moda lá vai a FIAT ao ar.E a própria FIAT reconhece isso porque existe um sucessor do Bravo e Linea agendado. Resta ver é se vai ter um salto qualitativo suficiente para ser competitivo e se o público associará a qualidade da linha 500 a esse modelo ou se o vai associar á má imagem da FIAT. E isso dependerá de como a FIAT posicionar o modelo e de como estruturar o marketing.Tendo em conta que a Alfa agora estará posicionada como marca premium e a Lancia acabou a FIAT pode muito bem subir um patamar na qualidade e ocupar o espaço deixado vazio por essas duas marcas. - See more at: http://forum.autohoje.com/forum-geral/95918-fiat-bravo-2015-2016-a-5.html#sthash.13VtECSy.dpuf

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Que esteja agendado não significa que vá ser rentável como se viu pelo ultimo Bravo, entre outros.

Dentro do grupo já temos um Giulietta com PVP competitivo, com um emblema glamouroso e com vendas medíocres pelo que não acredito que resolvam melhor com um FIAT ( fora da linha 500 ) nesse segm.
 
Last edited:
Minivans have fans

Top-selling compact minivans in Europe. 2014 sales with % change from 2013.
1. Citroen C4 Picasso/Grand Picasso: 118,367, +36
2. Renault Scenic/Grand Scenic: 108,982, -3
3. Ford C-Max/Grand C-Max: 89,824, -9
4. VW Touran: 89,213, -2
5. Mercedes B class: 83,194, -17
Source: JATO Dynamics

Apesar de ter referido a situação um segmento abaixo, podemos olhar para o segmento que referes.
Em 2014 a venda de MPV segmento C baixou 2-3% relativamente a 2013
Os SUVs do mesmo segmento já vendem em maiores números absolutos e as vendas subiram 10% de 2013 para 2014 e cerca de 24% nos premium!
Agora acrescentemos este ano renovados pretendentes como o Tucson (ix35 foi 4º mais vendido na europa) ou entradas novas como o Kadjar.
Não acredito que a nova Touran vá salvar o segmento.

Na classe do 500X e do 500L ainda é mais avassalador:
de 2013 para 2014, vendas dos MPV ainda conseguiram uma ligeira subida de 2%
Mas os SUV compactos explodiram em mais de 50%. E já vendem quase o dobro por ano dos MPV.
E este ano tens que adicionar as vendas do Renegade, 500X, CX-3 e HR-V.

MPV's devem dar um grande tombo em 2015.
E a salvação desta classe deverá vir no formato crossover/suv. A nova Renault Espace deverá ser a primeira de muitas.
A Opel já anunciou sucessores para o Meriva e Zafira no mesmo estilo da Espace. Um mix de genes.

Mas a questão tem barbas.
Era eu adolescente e no caso da FIAT irritou-me solenemente porque carga de água quando lançaram o Tipo e depois o Tempra não fizeram algo tão "simples" como meter o motor do Uno Turbo lá?
Achava eu que esses familiares apinocados e com 120cv seriam quase como as últimas coca colas no deserto.
E nunca apareceram.
Venderam os carros com o mesmo motor mas aspirado e carburado, com 76cv.
Mais tarde descidos com injecções simples e catalisadores para 70-72cv. - See more at: http://forum.autohoje.com/forum-geral/95918-fiat-bravo-2015-2016-a-6.html#sthash.wVDsGnhr.dpuf

Não concordo com essa opção. Turbos anos 80 do género on-off, bêbados como tudo associados a uma carroçaria familiar para ser o best-seller?
Também sempre achei os 1.4 da Fiat na altura asmáticos para os carros em questão. Mas daí a colocar-lhe um motor como o do Uno Turbo vai uma grande distância.
Mas repare-se que mesmo nas versões de topo do Tipo, tinhamos lá o belo do 2.0 atmosférico.
Turbo era mesmo para versões desportivas.
Mesmo nos Croma e Thema da altura, os tax-friendly 2.0 Turbo eram carros com demasiada personalidade![:D]
Acho que só nos anos 90 é que vi pela primeira vez um turbo a gasolina a ser usado com outro propósito que não o da performance pura.
Lembram-se dos C.T. (Constant Torque) do grupo PSA?
 
Mais importante do que o preço é a concorrencialidade do preço.

Quantos Bravos 198 conhecem em Portugal nestas duas versões:
- 1400 16v 90cv
- 1400 16v Turbo 120cv

?

Também não conheço Grande Puntos com motores que não sejam "corta-relvas".. Um Grande Punto com um 1.9 m-jet (até mesmo o 1.6) ou um 1.4 t-jet andam bastante bem e no entanto praticamente não se vêem cá em PT. Já 1.2 fire e 1.3 m-jet, são às paletes.
 
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