gtabarth
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O FIAT Bravo 198 teve vendas (RELATIVAS) muito boas no ano de lançamento e no ano seguinte.
Principal razão: motor sem rival.
Foi durante algum tempo o único segmento C 5 Portas, pequeno familiar portanto, da classe 1400, com um motor que se podia considerar minimamente prestacional.
Situando a questão: superar facilmente 200 km/h; chegar a 100km/h em menos de 10 segundos (em menos de 9 segundos até).
Fazer 400 m em cerca de 16 segundos e 1000 m em cerca de 30 segundos.
Como veículos capazes de concorrer em morfologia com ele, nenhum se aproximava deste tipo de prestações, muita gente comprou o carro por esse motivo como central.
Houve mais motivos (como a estética), mas para a versão em particular foi essa a questão central.
Agora vou ao que disse no início,o RELATIVO.
O relativo é que o peso dos carros a gasolina no segmento C em 2008-2009 já era pequeno.
Mas é um facto que dentro das vendas de C a gasolina vendeu muito bem.
Se, repito se o carro tem sido lançado ao mesmo tempo com um "imaginário" 1.6 Mjet não de 105cv mas de 150cv, talvez fosse até líder do segmento C nessa altura.
De facto havia Diesel de 150cv, mas 1.9, com um preço muito mais elevado, fora da zona de volume de vendas.
Mesmo o 1.6 Mjet 120cv podia ter ajudado um pouco mais o modelo.
Puxando a memória a antepassados, não se podem separar períodos de tempo onde alguns FIAT venderam muitas unidades, com o facto de nesse momento terem um superioridade mecânica durante um espaço de tempo.
Existe o exemplo do 1.2 16v 86cv em 1997
Existe o exemplo em 1985 do FIRE 1000 (aqui não por apresentar só potência acima, mas sim relação desempenho, resistência, despesas).
Existe o exemplo no final dos anos 60 e início dos anos 70 com os motores 1600 Twin Cam de elevado rendimento a um preço médio, etc.
(Venderam-se imensos 124 1600 Special T, berlina familiar média).
Principal razão: motor sem rival.
Foi durante algum tempo o único segmento C 5 Portas, pequeno familiar portanto, da classe 1400, com um motor que se podia considerar minimamente prestacional.
Situando a questão: superar facilmente 200 km/h; chegar a 100km/h em menos de 10 segundos (em menos de 9 segundos até).
Fazer 400 m em cerca de 16 segundos e 1000 m em cerca de 30 segundos.
Como veículos capazes de concorrer em morfologia com ele, nenhum se aproximava deste tipo de prestações, muita gente comprou o carro por esse motivo como central.
Houve mais motivos (como a estética), mas para a versão em particular foi essa a questão central.
Agora vou ao que disse no início,o RELATIVO.
O relativo é que o peso dos carros a gasolina no segmento C em 2008-2009 já era pequeno.
Mas é um facto que dentro das vendas de C a gasolina vendeu muito bem.
Se, repito se o carro tem sido lançado ao mesmo tempo com um "imaginário" 1.6 Mjet não de 105cv mas de 150cv, talvez fosse até líder do segmento C nessa altura.
De facto havia Diesel de 150cv, mas 1.9, com um preço muito mais elevado, fora da zona de volume de vendas.
Mesmo o 1.6 Mjet 120cv podia ter ajudado um pouco mais o modelo.
Puxando a memória a antepassados, não se podem separar períodos de tempo onde alguns FIAT venderam muitas unidades, com o facto de nesse momento terem um superioridade mecânica durante um espaço de tempo.
Existe o exemplo do 1.2 16v 86cv em 1997
Existe o exemplo em 1985 do FIRE 1000 (aqui não por apresentar só potência acima, mas sim relação desempenho, resistência, despesas).
Existe o exemplo no final dos anos 60 e início dos anos 70 com os motores 1600 Twin Cam de elevado rendimento a um preço médio, etc.
(Venderam-se imensos 124 1600 Special T, berlina familiar média).