Flexisegurança .... Até Soares desconfia dela...

o desemprego vai subeir isso é garantido, portanto essa parte esta resolida.
agora vamos tratar de criar condiçoes para que ele volte a descer mas com outro paradigma.
não vale a pena ser saudosista, temos a aglobalizaçao é porta e ela vai entrar gostes ou não.

poartanto vamos é por estaa gente preparada para o futuro.
a irlanda tem a resposta as tuas questão.
uma democracia liberal é o caminho a seguir.
e tambem pssou pelo desemprego alto muito mais alto que nos
Não há nenhum saudosimo, caro amigo, mas, em vez disso, a percepção de que todos seremos poucos, exactamente por causa dos desafios que aí vêm!

O que tu defendes é um hiato de tempo maior entre desemprego e novo emprego do que aquilo que eu defendo, logo é nesse período de tempo que está, convenhamos, a verdadeira discordância e é no mesmo que se deve laborar!

Desemprego não gera produtividade, gera mais "peso morto" para ser sustentado por quem ficar a trabalhar, patrões e empregados, quer queiras quer não... Por isso é dispensável!
 
Não há nenhum saudosimo, caro amigo, mas, em vez disso, a percepção de que todos seremos poucos, exactamente por causa dos desafios que aí vêm!

O que tu defendes é um hiato de tempo maior entre desemprego e novo emprego do que aquilo que eu defendo, logo é nesse período de tempo que está, convenhamos, a verdadeira discordância e é no mesmo que se deve laborar!

Desemprego não gera produtividade, gera mais "peso morto" para ser sustentado por quem ficar a trabalhar, patrões e empregados, quer queiras quer não... Por isso é dispensável!

pe leve eu percebo o que queres dizer mas repara.
tu nã podes obrihgar ninguem a contratar, alem disso senão arranjas formas de ser facil contratar e despedir, as empresa vão embora.
e tão simples quanto isso.
existe concorrencia laboral entre paises.
get used to .
percebes.
quanto mais depressa percebermos isso mais depressa nos centraos no essencial.

e o essencial e desfazernos deste tipo de empregoe tratar depreprar as pessoas para os novos paradigmas .

quanto a este hiato de tempo todos os paises passaram por ele e nos tabem vamos passar..
e a vida
 
pe leve eu percebo o que queres dizer mas repara.
tu nã podes obrihgar ninguem a contratar, alem disso senão arranjas formas de ser facil contratar e despedir, as empresa vão embora.
e tão simples quanto isso.
existe concorrencia laboral entre paises.
get used to .
percebes.
quanto mais depressa percebermos isso mais depressa nos centraos no essencial.

e o essencial e desfazernos deste tipo de empregoe tratar depreprar as pessoas para os novos paradigmas .

quanto a este hiato de tempo todos os paises passaram por ele e nos tabem vamos passar..
e a vida
Já devíamos ter começado há muito a preparar as pessoas, para trabalhar, em vez de as "prepararmos" para o desemprego! Claro que não se pode obrigar ninguém a contratar, nem é esse o propósito do que eu digo. Acho é que as relações instituidas quando se celebra um contrato (um CIT, como tanto gostam agora... [:p] ) devem assentar em pergaminhos de maior solidez e consideração recíprocos e não nas regras "descartáveis" que agora se diz serem o caminho!

Quanto ao hiato de tempo continuo a achar que pode e deve ser curto, quando tenha de existir em ultima ratio! Toda a vida ouvi dizer que "as cadelas apressadas têm os cachorros cegos"! [;)]
 
É um pau de 2 bicos, concordo que é necessário fazer algo para "forçar" a produtividade...

...mas armar empresas com o despedimento sem justa-causa não me parece o caminho no momento, senão reparem:

Exemplo 1 - todos sabemos que existem pessoas acomodadas ao seu posto de trabalho e pouco produtivas, que ocupam cargos para os quais não tem vocação e deixam provavelmente no desemprego outros mais aptos. Aqui a flexigurança seria boa ideia.

Exemplo 2 - o trabalhador do exemplo 1 está neste estado porque se encontra desmotivado, a sua chefia não tem um rumo estrategico e gere o serviço aos gritos, obrigando ao improviso do dia-a-dia. Tem contas para pagar e uma familia a sustentar. Um dia a sua chefia decide apoiar-se na flexigurança para o despedir. Má ideia a flexigurança.


Todos sabemos que a má produtividade está directamente ligada a falta de regras e a chefias incompetentes. Um bom chefe, é um ider que sabe retirar o melhor dos seus colaboradores, conjugando dentro do serviço as virtudes de uns com as fraquezas de outros, distribuindo-os pelas funções às quais se adequam.

Devemos 1º trabalhar e formar chefias, dar-lhes ferramentas para motivar equipas, porque nem todos nascem lideres, mas podem aprender liderança.


Com a flexigurança estamos a apoiar gestões incompetentes, viradas para o lucro facil e sem rumo estrategico. Com esta ferramenta, todos quererão despedir para ir buscar/procurar melhores, que se adaptem ao rumo desenfreado dos gritos e do charuto... todos irão despedir os idosos para contratar jovens mais produtivos e ambiciosos.

Não se pode jogar só com craques, porque com os melhores até eu sou campeão do mundo...
 
E vai haver emprego qualificado para toda a gente?[;)]


a minha frase é exagerada.
teras sempre caixas de supermercado portageiros taxistas etc etc etc.
agora eu quando falo em emprego qualificado não estou forçosamente a associar a engenheiros e doutores.
estoua falar, em gestores, carpinteiros, engenehiros de telecomunicaçoes, ladrilhadores, mecancos, engenhiros eletrotecnicos etc etc etc.
agora que as dificuldades para quem não sabe uma verdadeira profissão vao aumentar não tenboa minima duvida, mas mais do que isso, teremos um excesso de mao de obr desqualificada, o que vai empurrrar esses vencimentos pra baixo .
aguem duvida disso ?
 
É um pau de 2 bicos, concordo que é necessário fazer algo para "forçar" a produtividade...

...mas armar empresas com o despedimento sem justa-causa não me parece o caminho no momento, senão reparem:

Exemplo 1 - todos sabemos que existem pessoas acomodadas ao seu posto de trabalho e pouco produtivas, que ocupam cargos para os quais não tem vocação e deixam provavelmente no desemprego outros mais aptos. Aqui a flexigurança seria boa ideia.

Exemplo 2 - o trabalhador do exemplo 1 está neste estado porque se encontra desmotivado, a sua chefia não tem um rumo estrategico e gere o serviço aos gritos, obrigando ao improviso do dia-a-dia. Tem contas para pagar e uma familia a sustentar. Um dia a sua chefia decide apoiar-se na flexigurança para o despedir. Má ideia a flexigurança.


Todos sabemos que a má produtividade está directamente ligada a falta de regras e a chefias incompetentes. Um bom chefe, é um ider que sabe retirar o melhor dos seus colaboradores, conjugando dentro do serviço as virtudes de uns com as fraquezas de outros, distribuindo-os pelas funções às quais se adequam.

Devemos 1º trabalhar e formar chefias, dar-lhes ferramentas para motivar equipas, porque nem todos nascem lideres, mas podem aprender liderança.


Com a flexigurança estamos a apoiar gestões incompetentes, viradas para o lucro facil e sem rumo estrategico. Com esta ferramenta, todos quererão despedir para ir buscar/procurar melhores, que se adaptem ao rumo desenfreado dos gritos e do charuto... todos irão despedir os idosos para contratar jovens mais produtivos e ambiciosos.

Não se pode jogar só com craques, porque com os melhores até eu sou campeão do mundo...



a questão coloca-se a vaios niveis e não apenas ao que citaste.

coloca-se na necessidade de fazer variar a mao de obra numa empresa consoante os ciclos economicos.

coloca-se coma necessidade de susbtituir aqueles que não acompanham as evoluçoes tecnologicas, por diversos motivos.

coloca-se pe,a necessidade de contratar para fazer face a um projecto especifico e limitado no tempo.

coloca-se pela necessidade de promover mercado de trabalho com concorrencia .


trata-se promover a facil mobilidade.

é muito mais abrangente que a forma simploista com que colocas a questão
 
a minha frase é exagerada.
teras sempre caixas de supermercado portageiros taxistas etc etc etc.
agora eu quando falo em emprego qualificado não estou forçosamente a associar a engenheiros e doutores.
estoua falar, em gestores, carpinteiros, engenehiros de telecomunicaçoes, ladrilhadores, mecancos, engenhiros eletrotecnicos etc etc etc.
agora que as dificuldades para quem não sabe uma verdadeira profissão vao aumentar não tenboa minima duvida, mas mais do que isso, teremos um excesso de mao de obr desqualificada, o que vai empurrrar esses vencimentos pra baixo .
aguem duvida disso ?
Mas isso já temos, resultado destas politicas liberais.

A flexisegurança só vai aumentar é o numero de desempregados a juntar ao excesso de mão de obra desqualificada e de vencimentos baixos.

É contra isso que tem de se fazer politica, temos de dar condições as pessoas, mesmo as que ganham 400€ por mês, de terem acesso a educação ou a formação especifica.
 
Claro que não, nem emprego quanto mais qualificado.

Coisa que hoje também não existe.
O modelo actual não presta (veja-se os recibos verdes e as empresas de trabalho temporário, por ex.).
Há que facilitar a criação de novo emprego, e isso passa por facilitar a contratação e o despedimento. Não podemos é descurar a protecção social de eventuais novos desempregados.
Qualquer dia temos metade do pais a recibos ou a trabalhar para a Vedior e afins. Isso é que é incomportavel e baixará sem duvida os salários.
 
a minha frase é exagerada.
teras sempre caixas de supermercado portageiros taxistas etc etc etc.
agora eu quando falo em emprego qualificado não estou forçosamente a associar a engenheiros e doutores.
estoua falar, em gestores, carpinteiros, engenehiros de telecomunicaçoes, ladrilhadores, mecancos, engenhiros eletrotecnicos etc etc etc.
agora que as dificuldades para quem não sabe uma verdadeira profissão vao aumentar não tenboa minima duvida, mas mais do que isso, teremos um excesso de mao de obr desqualificada, o que vai empurrrar esses vencimentos pra baixo .
aguem duvida disso ?

Eu não tenho dúvidas nenhumas que é isso que vai acontecer, mas penso que as coisas poderiam ser feitas de forma diferente, com menos impacto para quem vai sofrer mais com isto.

Conheço muitos mecânicos de aviões, um profissão já bastante especializada, que foram quase que "empurrados" da TAP há uns 10 anos, quando houve a grande reestruturação. Muitos foram substituidos por pessoal novo, a receber muito menos, mas com muito menos experiência e qualidade no trabalho executado. Qual a motivação para isto?

O meu único receio é que as empresas utilizem esta flexi-não-sei-quê não para melhorarem a sua produtividade, aumentando a qualidade do que produzem, utilizando pessoas qualificadas e experientes, mas como medida de controlo salarial, optando por empregados menos-qualificados e mais baratos que vão "desenrascando" a coisa. Vejam o sector da construção civil, que por acaso é talvez o mais flexi-não-sei-quê em Portugal.
 
O problema aqui é a resistência à mudança.

Não entender que uma pessoa desqualificada, de pouco vale no mercado de trabalho.

Se as pessoas quisesse, isto mudava.

Assim, vamos a ver quanto dura.

E pela lei natural das coisas, não vai durar muito tempo.

Mas o que é curioso, é verificar que os que mais reagem à mudança são todos FP.
 
Coisa que hoje também não existe.
O modelo actual não presta (veja-se os recibos verdes e as empresas de trabalho temporário, por ex.).
Há que facilitar a criação de novo emprego, e isso passa por facilitar a contratação e o despedimento. Não podemos é descurar a protecção social de eventuais novos desempregados.
Qualquer dia temos metade do pais a recibos ou a trabalhar para a Vedior e afins. Isso é que é incomportavel e baixará sem duvida os salários.

Isso é assim, porque a lei que regula essas empresas de trabalho temporário é um valente bosta.

Se essas empresas fossem obrigadas a contractar sem termo as pessoas que depois vão ser colocadas em outros sitios, a coisa fiava mais fino.[;)]
 
Qualquer dia temos metade do pais a recibos ou a trabalhar para a Vedior e afins. Isso é que é incomportavel e baixará sem duvida os salários.

Exactamente! Com tanto exemplo deste (e muito dele, imagine-se!, a vir do sector público, oh desgraça...) qual é o patrão que precisa da flexisegurança para porra alguma?!?

Contrata a recibo, finaliza o prazo e adeus, até à vista...
 
Coisa que hoje também não existe.
O modelo actual não presta (veja-se os recibos verdes e as empresas de trabalho temporário, por ex.).
Há que facilitar a criação de novo emprego, e isso passa por facilitar a contratação e o despedimento. Não podemos é descurar a protecção social de eventuais novos desempregados.
Qualquer dia temos metade do pais a recibos ou a trabalhar para a Vedior e afins. Isso é que é incomportavel e baixará sem duvida os salários.
Tb já temos, empresas de trabalho temporário parecem cogumelos há uma em cada esquina, resultado da facilidade de despedimento e contratação.

Temos de criar emprego efectivo e não temporário, emprego estável, seguro e bem remunerado, de outra maneira vamos ser sempre o "dernier" da Europa.
 
as empresas de trabalho temporario e os recibis verdes existem pela mesma logica do contrabando de alcool durante a lei seca.

pra bom entendedor meia palavra basta
 
as empresas de trabalho temporario e os recibis verdes existem pela mesma logica do contrabando de alcool durante a lei seca.

pra bom entendedor meia palavra basta

Com a grande diferença de que não são ilegais, o que muda toda a figura.

Então porquê tanto berreiro contra a actual legislação?
 
Com a grande diferença de que não são ilegais, o que muda toda a figura.

Então porquê tanto berreiro contra a actual legislação?


porque não havemos de ter uma lei clara e simples, ao ninves de termos que adar sempre com esquemas alternativos ?
 
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