Flops da F1

Omega,para lá de bater a cabeça,pq sei bem que De Cesaris é o nome dele...pergunta a alguém no meio desportivo automobilistico se gostavam se lhes chamassem "De Crasheris" e depois diz-me alguma coisa...

E em 82 tens razão,andava na Alfa,que por acaso tinha a mesma decoração dos Mclaren,dai a minha confusão.Mas mm o Alfa deixava fazer alguns brilharetes,como tinha referido,tais como liderar a prova de Long Beach...

Convenhamos que n tenho na cabeça uma enciclopédia...;)
 
citação:Originalmente colocada por Force

Omega,para lá de bater a cabeça,pq sei bem que De Cesaris é o nome dele...pergunta a alguém no meio desportivo automobilistico se gostavam se lhes chamassem "De Crasheris" e depois diz-me alguma coisa...

E em 82 tens razão,andava na Alfa,que por acaso tinha a mesma decoração dos Mclaren,dai a minha confusão.Mas mm o Alfa deixava fazer alguns brilharetes,como tinha referido,tais como liderar a prova de Long Beach...

Convenhamos que n tenho na cabeça uma enciclopédia...;)

Não costumo andar a bater com a cabeças em lado nenhum....

Não preciso de perguntar a ninguém. Lembro-me perfeitamente dele.
Andrea de Cesaris era famoso por ter um olho a olhar para cada lado e por ter muitos acidentes ....

O Mclaren em 1982 era patrocinado pela Marboro e era branco e vermelho.
O Alfa Romeo em 1982 era patrocinado pela Marboro e era vermelho e branco.
:D:D:D

Quanto à enciclopédia, tb não a tenho na cabeça mas no que respeita à F1 até sei umas coisitas....
:)

Ok, pronto eu para a próxima sou mais humilde .....:D:D:D
 
Olha para ele aqui em concentração absoluta:

10467.jpg
 
citação:Originalmente colocada por boss1s

citação:Originalmente colocada por ARDav

hill e montoya assim de repente
o Montoya mal via o Schumacher atras dele borrava-se todo :D

Sinceramente, eu acho que era mais ao contrário..
O Montoya não se importava de se despistar ao dar cabo do motor desde que passasse o Schumacher.. [:p]
 
citação:Originalmente colocada por Force

citação:Originalmente colocada por mário silva

Essa Andrea Moda não era a equipa que fazia pub às agências funerárias do seu patrão?
Julgo que não mas não tenho a certeza.


Não, não, não. A Andrea Moda era antiga Coloni, que foi comprada por um fabricante de SAPATOS chamado Andrea Sasseti. A Andrea Moda nem foi bem um flop, foi mais um fiasco de tal ordem que foi, até hoje, a única equipa expulsa da F1.

Discordo da ideia do Jacques Villeneuve ou do Damon Hill como flops. Um flop será alguém que nunca traduziu em resultados aquilo que deles se esperava... e estes dois cavalheiros foram campeões (ou seja, atingiram o cume da categoria máxima do automobilismo). Claro que tinham o melhor carro, mas, por norma, se não é o melhor carro que ganha, é o segundo melhor.
 
citação:Originalmente colocada por VLopes

citação:Originalmente colocada por Force

citação:Originalmente colocada por mário silva

Essa Andrea Moda não era a equipa que fazia pub às agências funerárias do seu patrão?
Julgo que não mas não tenho a certeza.


Não, não, não. A Andrea Moda era antiga Coloni, que foi comprada por um fabricante de SAPATOS chamado Andrea Sasseti. A Andrea Moda nem foi bem um flop, foi mais um fiasco de tal ordem que foi, até hoje, a única equipa expulsa da F1.

Discordo da ideia do Jacques Villeneuve ou do Damon Hill como flops. Um flop será alguém que nunca traduziu em resultados aquilo que deles se esperava... e estes dois cavalheiros foram campeões (ou seja, atingiram o cume da categoria máxima do automobilismo). Claro que tinham o melhor carro, mas, por norma, se não é o melhor carro que ganha, é o segundo melhor.

Andrea Moda/Coloni - Certissimo!
E tenho opinião idêntica em relação ao Villeneuve e ao Hill.
 
Os Grandes Flops (pilotos):

- Juan Pablo Montoya: Acreditava-se que seria o homem capaz de bater Michael Schumacher. Apesar de um imenso talento natural, não se adaptou ao ambiente da F1 e, após cinco temporadas e meia na Williams e McLaren, mudou-se para a NASCAR, com apenas umas quantas vitórias no palmarés.

- Alex Zanardi: Chegou à F1 em finais de 1991, através da Jordan, depois de ter prometido muito na F3000. Após passagens (sem grandes resultados) pela Minardi e pela Lotus, sai para a F. Indy, onde ganha dois títulos. Regressa à F1 pela Williams e, em 1999, consegue a proeza de terminar o ano sem um único ponto, ao passo que o seu companheiro de equipa (o Ralf Schumacher) tinha marcado 35.

- Jean Alesi: As suas passagens pela F3000 deixaram no ar a promessa de um grande talento, facto que um ano e meio na Tyrrell confirmou. Mas a paixão falou mais alto e este francês gastou os seus melhores anos em quatro temporadas pela Ferrari, que renderam uma só vitória. Posteriores passagens pela Benetton, Sauber, Prost e Jordan não renderam qualquer vitória e a carreira deste franco-siciliano temperamental acabou.

- Jos Verstappen: Lembro-me de, em 1993, este holandês ter testado pela Arrows no Estoril, deixando no ar a indicação de um novo fenómeno. Teve uma carreira horrivelmente mal gerida e muito atribulada, com passagens pela Benetton (onde conquistou os seus dois únicos pódios), Simtek, Arrows (em duas ocasiões), Tyrrell, Stewart e Minardi. Nos seus dias de inspiração, podeeria ser incrivelmente veloz. Nos outros dias...

- Heinz-Harald Frentzen: Nos tempos do Mundial de Grupo C, dizia-se que era a grande promessa alemã para o automobilismo, havendo quem dissesse que seria mesmo superior a um tal Michael Schumacher. Mas faltava-lhe um feitio capaz de liderar uma equipa de topo, facto que explica porque é que, em dois anos pela Williams, foi completamente dominado pelo Jacques Villeneuve (no GP da Austrália de 1997 chegou mesmo a "levar" dois segundos na qualificação). Curiosamente, na Sauber, Jordan (especialmente na magnífica temporada de 1999), Prost e Arrows mostrou que tinha um talento muito, muito acima da média. Infelizmente, só conseguiu três vitórias, mas duas delas... de Jordan.

- Mario Andretti: Chegou à F1 em 1993 como um nome "grande" da F. Indy e com um apelido cheio de tradições até na F1 (o pai, Mario, foi campeão pela Lotus em 1978). O problema é que este Andretti chegou à McLaren numa época em que a equipa estava na mó de baixo e tinha como companheiro de equipa um tal Ayrton Senna da Silva. Ao fim de 13 corridas, foi recambiado para os EUA.
 
aH, estes flops referem-se mais a pilotos que prometiam muito e não conseguiram concretizar as promessas em resultados. Mas alguns deles eram bem talentosos.
 
Peço desculpa se posso parecer um bocado agressivo nos post anteriores (faltam uns:D:D:D para animar), mas estou um cadinho adoentado e as palavras nem sempre saem como eu quero...
 
citação:Originalmente colocada por VLopes

Peço desculpa se posso parecer um bocado agressivo nos post anteriores (faltam uns:D:D:D para animar), mas estou um cadinho adoentado e as palavras nem sempre saem como eu quero...

Acho bem.. Já ia partir para o insulto quando li o que escreveste sobre o Alesi..

















;)
 
Mais uns quantos flops como pilotos?

- Jan Magnusssen: A Dinamarca nunca teve uma grande tradição na F1, mas com este cavalheiro poderia ter tido. Muito rápido nas fórmulas de promoção, disputou um Grande Prémio em 1995 em substituição de Mikka Hakkinen, que teve de ficar de fora do GP da Hungria para ir à faca. Em 1997, disputou toda a temporada pela novata Stewart-Ford, equipa onde se manteve em 1998. Estranhamente, o talento deste dinamarquês parecia ter desaparecido, facto que levou o clã Stewart a demiti-lo após o GP do Canadá de 1998... corrida onde, curiosamente, marcou o seu primeiro e único ponto na F1.

- Justin Wilson: Muito alto para os padrões da F1 (1,93m), conseguiu singrar na F3000, antes de ser contratado pela Minardi para dis****r a temporada de 2003. Sem deslumbrar, estava a realizar uma boa época de estreia, quando foi chamado para substituir Antonio Pizzonia na Jaguar nas últimas provas do Mundial. Marcou um ponto no Japão, mas os responsáveis da Jaguar Racing não ficaram deslumbrados e acabou a carreira do "gigante" na F1. Nunca foi um mau piloto, mas esperava-se mais dele.

- Antonio Pizzonia: Também muito rápido na F3000, deu nas vistas como piloto de testes da Williams. Fez as 11 primeiras corridas de 2003 pela Jaguar Racing, mas nunca foi querido pela equipa e acabou por ser demitido após uma série de maus resultados. Em 2004, substitui Ralf Schumacher em quatro corridas e consegue três 7.ºs lugares (seis pontos), mas fica como piloto de testes para 2005. Em 2005, substitui o acidentado Nick Heidfeld (o homem que o derrotara na luta pela titularidade na Williams), mas, com excepção da primeira corrida (em que foi 7.º), desiludiu bastante. Teve três oportunidades razoáveis na F1, mas apenas aproveitou bem a segunda. Não deverá ter uma quarta oportunidade.

- Giorgio Pantano: Um dos pilotos de top da F3000, foi contratado pela Jordan para a temporada de 2005, mas só fez 14 das 18 corridas da época. Este italiano acabou por ser demitido antes do final do ano devido a problemas com patrocinadores e aos maus resultados.

- Gianmaria Bruni: A grande aposta de Paul Stoddart e Giancarlo Minardi para 2004. Era um piloto veloz (como comprovou posteriormente na GP2), mas pouco trabalhador e dedicado face aos padrões da F1.

- Ricardo Rosset: Vice-campeão da F3000 em 1995, estreou-se pela Arrows em 1996, mas este brasileiro não conseguiu qualquer ponto. em 1997, foi contratado pela Lola, mas a equipa fechou as portas após o GP da Austrália. Em 1998, alinhou pela Tyrrell no último ano da equipa do velho Ken, mas desiludiu muito e nunca mais correu na F1.
 
Eu atrás falei duma equipa que tinha como patrocínio uma agência funerária, mas não estava correcto.

Quem foi patrocinado por uma agência funerária foi um piloto da F1 chamado Arturo Merzario, em 1979.
 
O que é mais estranho na maioria de alguns flops é que tiveram excelentes carreiras noutras modalidades.

Justin Wilson é o exemplo disso,pois antes e depois de ter estado na F1,teve uma boa carreira no JGTC.
 
Mais flops? Desta vez, até vou começar com um português:

- Pedro Lamy: A carreira deste senhor na F. Ford, Formula GM Lotus, F3 alemã e F3000 deixava antever grandes voos. Com o acidente de Alex Zanardi em Spa, Lamy é chamado a ocupar o segundo Lotus e até impressiona na estreia, mas não consegue terminar qualquer prova até ao final de 1993 (também foram só quatro). Um gravíssimo acidente em testes em Silvestone quase lhe destruiu a carreira, mas Lamy consegue regressar a meio da temporada de 1995 e marcar um precioso ponto para a Minardi. As coisas pareciam bem encaminhadas, mas, em 1996, a Minardi não construiu um carro novo e Lamy andou sempre na cauda do pelotão, sendo muitas vezes batido pelos seus companheiros de equipa. No final de 1996, findou uma carreira algo "baça" na F1, mas Lamy reencontrou o sucesso noutras categorias.

- Mika Salo: Um finlandês muito promissor que aterrou na Lotus para os dois últimos Grandes Prémios de 1994 (e da equipa, diga-se de passagem). De 1995 a 1997, garantiu sempre alguns pontos para a débil Tyrrell, mas em 1998 mudou-se para a Arrows, onde também só marcou três pontos. Sem volante para 1999, substitituiu Ricardo Zonta na BAR em três corridas e Michael Schumacher na Ferrari em seis provas (nas quais conseguiu os únicos pódios da carreira). Em 2000, rumou para a Sauber, mudando-se para a Toyota, com a qual fechou a sua carreira no final de 2002.

- Ricardo Zonta: Um brasileiro que venceu a F3000 Internacional e o FIA-GT, mas que teve o azar de estar nos dois primeiros anos da BAR. Se o campeão Jacques Villeneuve não conseguia bons resultados, este inexperiente brasileiro ainda menos. Em 2002, disputou somente uma corrida pela Jordan, equipa onde era o piloto de testes. Em 2004, substitui Cristiano da Matta na Toyota, fazendo ainda uns quantos Grandes Prémios, mas sem conseguir marcar pontos. Em suma, mais uma promessa brasileira que não se concretizou.

- Enrique Bernoldi: Apoiado pela Red Bull, devia ter ido para a Sauber em 2001, mas Peter Sauber quis apostar (e bem) em Kimi Raikkonen. O dinheiro da bebida "com asas" valeu-lhe uma temporada e meia na Arrows, mas, apesar de algumas boas prestações em qualificação, jamais conseguiu pontuar. Eis outra promessa brasileira que não se concretizou.
 
citação:Originalmente colocada por mário silva

Eu atrás falei duma equipa que tinha como patrocínio uma agência funerária, mas não estava correcto.

Quem foi patrocinado por uma agência funerária foi um piloto da F1 chamado Arturo Merzario, em 1979.

Estás quase lá. La Varesina (era o nove da simpática agência) patrocinou a equipa do ex-piloto de F1 Arturo Merzario nas últimas duas provas de 1979.

Mas há um patrocinio ainda mais macabro: No GP de San Marino de 1994 (sim, esse mesmo), a Pacific Racing estreou um patrocínio de uma nova marca de tabaco, que apresentava os cigarros mais fortes que havia no mercado. O nome deste poatrocinador? DEATH.
 
Mais uns flops?

- Giovanna Amatti: Lembram-se daquela italiana (bem gira, por sinal)que a Brabham contratou para a temporada de 1992? Pois é, nunca conseguiu qualificar-se, era lenta como tudo e era especialista em fazer piões. A carreira dela durou três GP e foi a última mulher na F1.

- Christian Fittipaldi: Filho do grande Wilsinho e sobrinho do Emmerson (campeão em 1972 e 1974), este rapaz chegou à F1 como uma grande esperança. Sim, até era rápido, mas nada de especial. Em 1992, na Minardi, marcou um ponto, mas nem sempre se qualificou. Em 1993 permaneceu na Minardi e no ano seguinte foi para a Arrows. Conseguiu um ou outro resultado engraçado, mas não era "the next big thing". Esteve na F. Indy e, actualmente, é um dos ex-f1 da stock car brasileira.

- Luca Badoer: Muitíssimo veloz na F3000, era tido por muitos como o italiano que deveria voltar a conquistar um título de F1. Em 1993 correu pela Scuderia Italia/Lola, em 1995 esteve na Minardi e em 1996 na Forti Corse (que fechou as portas a meio desse ano); em 1999, regressou à Minardi. Ganhou fama como piloto de testes da Ferrari e como sendo o homem que mais corridas disputou sem marcar qualquer ponto.

- Ralph Firman Jr.: Fez nome na Formula Nippon e chegou à Jordan em 2003, dis****ndo toda a temporada (com excepção das corridas da Hungria e de Italia, quando recuperava de um acidente). Marcou um ponto, mas não mostrou qualidades fora do vulgar e acabou fora da F1. Ainda assim, era um piloto válido.

- Allan McNish: Fez carreira nas corridas de resistência e como piloto de testes, até ser chamado pela Toyota em 2002, aos 32 anos. A sua participação em Grandes Prémios limitou-se a um ano e não marcou qualquer ponto.
 
citação:Originalmente colocada por VLopes

Mais uns quantos flops como pilotos?

(...)

- Ricardo Rosset: Vice-campeão da F3000 em 1995, estreou-se pela Arrows em 1996, mas este brasileiro não conseguiu qualquer ponto. em 1997, foi contratado pela Lola, mas a equipa fechou as portas após o GP da Austrália. Em 1998, alinhou pela Tyrrell no último ano da equipa do velho Ken, mas desiludiu muito e nunca mais correu na F1.

Bem, não se pode falar de Flops da F1 sem falar também da MasterCard Lola [}:)]

http://f1rejects.com/teams/lola/profile.html
 
É verdade. Depois de o Rosset e o Sospiri não terem conseguido a qualificação para o GP da Austrália, a MasterCard tirou o patrocínio e a equipa fechou.

Com esta brincadeira, o fabricante de chassis (a Lola) também quase foi à vida e ainda demorou uns anos até se recuperar.
 
Back
Top