Formula 1 2026

Quanto ao uso da 1º velocidade, sim é o que se tem visto, com mais enfase no Max e na Audi.
Talvez por saberem que o sistema aguenta...
A Ferrari mais uma vez, supostamente não precisa de usar a 1ª, como tem o turbo mais pequeno precisa de menos rotação.

Todas precisam, a questão é quem é que o vai conseguir fazer sem perder o controlo ao carro.

Estes carros são absolutamente sedentos de energia eléctrica, já se percebeu que a bateria não aguenta uma reta inteira e sem motor eléctrico são carros ao nivel de um F2, pelo que a capacidade para arrecadar energia ao longo da volta vai ser extremamente importante, quanto mais os pilotos aguentarem a entrada na curva sem esbanjarem a energia do eixo traseiros nos discos e pastilhas de travão mais dessa energia pode ser regenerada, ou seja, quanto menos travão for usado no eixo traseiro, mais capacidade para carregar a bateria terão.

A questão é que isso vai levar a carros e estratégias de travagem em que os engenheiros vão tentar ter um eixo traseiro traseiro tão vivo quanto possível e ai, acredito que poucos pilotos terão as características para conduzir um carro com a traseira completamente solta em travagem. Talvez o Max e o Leclerc sejam os mais aptos, mas pilotos como o Lando, o Sainz, ou mesmo o Russell que usam muito mais um estilo late-braking e curvas redondas não imagino como vão funcionar sem uma traseira plantada.

Dai que o Max tenha testado essa estratégia de forma bastante insistente, os Audi tentaram, mas pareceram ficar completamente instáveis, e quase mais ninguém tentou.
 
Hoje foi um fartote de queimar pneu nas travagens, parece que está muito dificil de encontrar o equilibrio neste aspeto.

Isso é porque ainda estão a experimentar configurações diferentes, e dependendo do que estão a fazer, umas vezes chegam a uma determinada velocidade, e na volta seguinte podem estar nesse mesmo ponto para a travagem cerca de 15 a 20km/h mais rápidos, e também tem a ver com o "Lift and coast", quanto mais o fazem pior é para a precisão da travagem.

Quando chegarem à primeira corrida do ano, já tudo deve estar mais ou menos acertado.
 
Isso nao se atinge com uma liga xpto, falava-se pela net fora de um sistema bem mais complexo com uma camara de ar que desaparecia/perdia efeito a mais de X graus
Até porque o material dos pistões tem de ser igual para todas as equipas.
 
Ainda não se sabe com certezas, mas onde há fumo há fogo.

Há várias questões sobre o tema e é isso que as equipas estão a tentar ver.

O Regulamento foi alterado de 18:1 para 16:1 para reduzir o uso de materiais xpto e os custos dos motores.
A medição feita é a frio.
Supostamente a Mercedes teria usado uma liga especial que a frio faz 16:1 mas a quente faz 18:1. Ou seja passa os testes, mas depois corre numa situação "ilegal". Isto querendo fazer regra a indicação que os carros devem cumprir o regulamento durantre toda a competição.

Por outro lado (e porque não há ninguém inocente na F1). As outras equipas também testam e talvez até usem ligas que expandem, e chegaram à conclçusão que com apenas isso não daria para fazer 18:1 . Por isso expecula-se que a mercedes tem uma câmara extra no motor que a quente permite a passagem e gera então os 18:1.
O que entra noutra linha de regulamento, uma vez que de facto a frio na medição faz 16:1, mas que tem uma geometria supostamente variável o que é não é de todo permitido na F1.

Algo haverá porque já terá havido um teste com um combustível mais fraco para ver se isso compensa a diferença de ganhos do 18:1.

Isto para dizer que todos a quente devem passar os 16:1, mas que para chegar a 18:1 não será só isso... [;)]



Algumas coisas parecem já evidentes:

1º A Mercedes definitivamente usa um truque qualquer, que apesar de não ser conhecido do publico é conhecido de todos os outros fabricantes. A RedBull provavelmente também andou a testas, mas como não deve ter conseguido resultados tão extremos, ou como teve medo de infringir as regras, agora resolver juntar-se a quem exige uma clarificação absoluta da regra.

2º Também parece obvio que dará alguma vantagem, mas não deve ser nada na casa dos 20 ou 30cv como se chegou a falar, nem deve ser algo tão ilegal como tu sugeres, porque se fosse algo dessa ordem de grandeza em termos de performance, ou truques absolutamente ilegais como usar câmaras ocultas, as outras equipas estariam firmes na intenção de protestar nas corridas e os motores Mercedes iriam correr sob risco de desqualificação.

3º Parece cada vez mais evidente que as regras vão ser alteradas, em principio para as medições de Agosto para a frente, de forma a dar a todos a certeza do que é legal ou ilegal. Neste momento parece que as outras equipas já não estão muito interessadas em saber se a Mercedes está legal ou ilegal, parecem mais interessadas em usar as hipóteses de desenvolvimento adicional para implementar as mesmas tecnologias, mas querem tera certeza que não é tempo desperdiçado.

4º A conversa dos últimos dias é no sentido de meias vitorias para todos, a Mercedes poderá arrancar sem risco de DSQ já que todos mudaram o tom e começaram a dizer que ninguém quer protestar as corridas. Por outro lado parece estar a formar-se uma maioria que irá introduzir mudanças nas medições de Agosto em diante, provavelmente a Mercedes terá de alterar o seu motor para não usar compressões tão altas a quente, e as outras poderão aumentar um pouco, usando o mesmo truque da MB, porque saberão ao certo os parâmetros em que os motores são medidos ou não.
 
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Estava tudo maluco que a Ferrari tinha inventado alguma coisa.
A Asa traseira rodou 180º.

Mas deram 5 voltas e estão parados desde ai. Talvez tenha sido algo a partir-se.
 
Todas precisam, a questão é quem é que o vai conseguir fazer sem perder o controlo ao carro.

Estes carros são absolutamente sedentos de energia eléctrica, já se percebeu que a bateria não aguenta uma reta inteira e sem motor eléctrico são carros ao nivel de um F2, pelo que a capacidade para arrecadar energia ao longo da volta vai ser extremamente importante, quanto mais os pilotos aguentarem a entrada na curva sem esbanjarem a energia do eixo traseiros nos discos e pastilhas de travão mais dessa energia pode ser regenerada, ou seja, quanto menos travão for usado no eixo traseiro, mais capacidade para carregar a bateria terão.

A questão é que isso vai levar a carros e estratégias de travagem em que os engenheiros vão tentar ter um eixo traseiro traseiro tão vivo quanto possível e ai, acredito que poucos pilotos terão as características para conduzir um carro com a traseira completamente solta em travagem. Talvez o Max e o Leclerc sejam os mais aptos, mas pilotos como o Lando, o Sainz, ou mesmo o Russell que usam muito mais um estilo late-braking e curvas redondas não imagino como vão funcionar sem uma traseira plantada.

Dai que o Max tenha testado essa estratégia de forma bastante insistente, os Audi tentaram, mas pareceram ficar completamente instáveis, e quase mais ninguém tentou.

O que ouvi foi que como o turbo da Ferrari é o mais pequeno, precisa de menos rotação para rodar à velocidade máxima, pelo que não precisariam de ir até à 1ª velocidade nas curvas lentas.

Mas sim vai ter de haver muitas alterações de condução para regenerar energia.
Para já parece que o Max está a ser muito eficiente e a controlar bem o carro nessas situações de instabilidade traseira.

A McLaren parece estar a pressionar para a regeneração ser maior que o 250kW.
 
Isso é porque ainda estão a experimentar configurações diferentes, e dependendo do que estão a fazer, umas vezes chegam a uma determinada velocidade, e na volta seguinte podem estar nesse mesmo ponto para a travagem cerca de 15 a 20km/h mais rápidos, e também tem a ver com o "Lift and coast", quanto mais o fazem pior é para a precisão da travagem.

Quando chegarem à primeira corrida do ano, já tudo deve estar mais ou menos acertado.

Não me parece que o incidente do McLaren à entrada das boxes, por exemplo, fosse uma coisa dessas, mas sim, na Australia já deve estar tudo mais ou menos alinhado.
 
O que ouvi foi que como o turbo da Ferrari é o mais pequeno, precisa de menos rotação para rodar à velocidade máxima, pelo que não precisariam de ir até à 1ª velocidade nas curvas lentas.

Mas sim vai ter de haver muitas alterações de condução para regenerar energia.
Para já parece que o Max está a ser muito eficiente e a controlar bem o carro nessas situações de instabilidade traseira.

A McLaren parece estar a pressionar para a regeneração ser maior que o 250kW.
As pressões já se sabe que vão ser puramente estratégicas. Quem achar que está com algum tipo de vantagem vai fazer pressão para bloquear as mudanças, vai estar extremamente preocupado com a verdade desportiva da mudança de regras, com o orçamento e todas as hipocrisias imaginárias, quem achar que está atrasado vai pedir mudanças, por questões de segurança, por estar muito preocupado que as audiências possam baixar, e todas as outras hipocrisias....

Agora uma coisa é certa, estes carros parecem ser uma boa porcaria e pelo menos nos primeiros meses vamos ter imensas situações absolutamente idiotas e já se percebeu que a bem do interesse das corridas deviam começar a pensar na próxima geração tão rápido quando possível. Mas duvido que haja entendimentos para isso, porque os interesses individuais vão falar mais alto.

Vai haver muitos momentos de corrida absolutamente anedóticos e as corridas inicialmente vão girar imenso em torno da gestão da bateria, já imagino uma ultrapassagem a meio da reta da meta e o carro que vai a ultrapassar fica sem bateria, como entra em "modo F2" porque perde metade da potência, podemos imaginar que o carro que se vinha a defender e potencialmente a guardar uma reserva maior de energia, vai sair disparado e re-ultrapassar o atacante.

Os arranques podem vir a ser um verdadeiro caos se algum carro fica sem bateria a meio do arranque enquanto os outros conseguem aguentar mais um pouco, com toda a gente coladinha vai ser lindo, no México, Barcelona e Monza onde a largada é mais extensa é quase certo que mesmo uma bateria a 100%, com os 4MJ de capacidade máxima, vai ao limite do no arranque, em especial para quem partir mais de trás. Já se percebeu que quem gastar tudo no arranque, nas retas seguintes só poderá usar o pouco que acumular na travagem da curva 1, até porque para levar o arranque até ao limite não poderá fazer uma travagem eficaz para regeneração (com pouco travão mecânico no eixo traseiro) pelo que com metade da potência de um possível atacante ficará extremamente vulnerável nas retas seguintes.

Acho que muitas vezes vamos ter pilotos a nem sequer lutar e a deixar-se ultrapassar porque sabem que se o adversário gastar mais bateria, na reta seguinte voltam a ultrapassar.

Enfim... Nada disto tem a ver com o que estamos habituados a ver nas corridas e pessoalmente acho que tem tudo para criar imensos momentos de frustração para os adeptos com situações de corrida a serem decididas por este tipo de estratégias que ninguém vai gostar.
 
As pressões já se sabe que vão ser puramente estratégicas. Quem achar que está com algum tipo de vantagem vai fazer pressão para bloquear as mudanças, vai estar extremamente preocupado com a verdade desportiva da mudança de regras, com o orçamento e todas as hipocrisias imaginárias, quem achar que está atrasado vai pedir mudanças, por questões de segurança, por estar muito preocupado que as audiências possam baixar, e todas as outras hipocrisias....

Agora uma coisa é certa, estes carros parecem ser uma boa porcaria e pelo menos nos primeiros meses vamos ter imensas situações absolutamente idiotas e já se percebeu que a bem do interesse das corridas deviam começar a pensar na próxima geração tão rápido quando possível. Mas duvido que haja entendimentos para isso, porque os interesses individuais vão falar mais alto.

Vai haver muitos momentos de corrida absolutamente anedóticos e as corridas inicialmente vão girar imenso em torno da gestão da bateria, já imagino uma ultrapassagem a meio da reta da meta e o carro que vai a ultrapassar fica sem bateria, como entra em "modo F2" porque perde metade da potência, podemos imaginar que o carro que se vinha a defender e potencialmente a guardar uma reserva maior de energia, vai sair disparado e re-ultrapassar o atacante.

Os arranques podem vir a ser um verdadeiro caos se algum carro fica sem bateria a meio do arranque enquanto os outros conseguem aguentar mais um pouco, com toda a gente coladinha vai ser lindo, no México, Barcelona e Monza onde a largada é mais extensa é quase certo que mesmo uma bateria a 100%, com os 4MJ de capacidade máxima, vai ao limite do no arranque, em especial para quem partir mais de trás. Já se percebeu que quem gastar tudo no arranque, nas retas seguintes só poderá usar o pouco que acumular na travagem da curva 1, até porque para levar o arranque até ao limite não poderá fazer uma travagem eficaz para regeneração (com pouco travão mecânico no eixo traseiro) pelo que com metade da potência de um possível atacante ficará extremamente vulnerável nas retas seguintes.

Acho que muitas vezes vamos ter pilotos a nem sequer lutar e a deixar-se ultrapassar porque sabem que se o adversário gastar mais bateria, na reta seguinte voltam a ultrapassar.

Enfim... Nada disto tem a ver com o que estamos habituados a ver nas corridas e pessoalmente acho que tem tudo para criar imensos momentos de frustração para os adeptos com situações de corrida a serem decididas por este tipo de estratégias que ninguém vai gostar.

Pelo que tenho visto e ouvido, tenho uma opinião exactamente como a tua.

Para já as equipas vão todas puxar a brasa à sua sardinha. Cada um vai pedir limitações aqui e ali, onde acham que estão mais fracos.

Depois vamos ter precisamente o que dizes, corridas muito estranhas, com muita regeneração e situações estranhas, com carros super rápidos numa zona a passar os outros e depois a ficar super lentos noutras zonas.
Diria que depois vai estabilizar porque todos vão acabar por ter de regenerar nas mesmas zonas, que vão ser as melhor zonas para o fazer, curvas lentas, travagens fortes, etc etc. Mas poderá dar alguma confusão.
 
Eu diria que nesta altura o simulador vai fazer muita diferença, quem levar o trabalho de casa mais completo terá toda a vantagem, ou então deixar à tecnologia a gestão da regeneração/aceleração, ou seja o piloto vai mexeno o volante., vamos ver se a coisa não vai por aí.
 
Eu diria que nesta altura o simulador vai fazer muita diferença, quem levar o trabalho de casa mais completo terá toda a vantagem, ou então deixar à tecnologia a gestão da regeneração/aceleração, ou seja o piloto vai mexeno o volante., vamos ver se a coisa não vai por aí.
Vai ter de ser muito simulador. Por exemplo, nos arranques ninguém pode arriscar um clipping brusco pois perder metade da potência de forma brusca signicaria que ficava imediatamente a ser um cone ali no meio da pista. Penso que toda a utilização de bateria até à primeira curva terá de ser pré-mapeada porque os pilotos nos segundos até à curva não vão ter tempo para estar a afinar baterias.

Agora, o problema é que também é quase certo que um dia destes alguma coisa falha e o carro de alguém em vez de estar com 4MJ quando acende o verde, pode estar com apenas 3 e aí as simulações podem sair todas furadas.

Onde acho que os pilotos farão diferença é na capacidade que tiverem de conduzir o carro em modo regeneração, por exemplo com a travagem mecânica no eixo traseiro limitada ao mínimo possível para que a energia seja usada na regeneração e não dissipada em calor pelos travões. E aí os engenheiros vão tentar explorar ao máximo a capacidade que cada piloto tiver de regenerar energia em cada travagem. Por exemplo, se um piloto conseguir lidar com um carro que tem o eixo traseiro 10% mais solto, isso dará uma vantagem enorme na capacidade de regeneração ao longo de uma volta.
 
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Resumo da manhã.
Um dia mais ou menos normal para todos. O Max a não fazer tantas voltas como tinha feito, não sei se os problemas de ontem ainda se manisfestara hoje. Ontem o hadjar na parte da tarde ainda andou com um motor limitado.

A Audi a ter alguns problemas e a faezr menos voltas.
A Cadillac coitada, sozinha no fim. O carro não anda nada.

A Ferrari é que foi a surpresa do dia. Primeiro com uma asa inovadora, depois tendo parado com problemas (pela primeira vez em todos os testes) e acabou por não andar mais.
Segundo informações o problema não é o motor. ​

Apesar da volta mais rápida ser 1.33.453 do Norris, o mesmo piloto fez os 3 melhores sectores de forma isolada, o que daria uma volta na casa dos 1.32.900
 
Vai ter de ser muito simulador. Por exemplo, nos arranques ninguém pode arriscar um clipping brusco pois perder metade da potência de forma brusca signicaria que ficava imediatamente a ser um cone ali no meio da pista. Penso que toda a utilização de bateria até à primeira curva terá de ser pré-mapeada porque os pilotos nos segundos até à curva não vão ter tempo para estar a afinar baterias.

Agora, o problema é que também é quase certo que um dia destes alguma coisa falha e o carro de alguém em vez de estar com 4MJ quando acende o verde, pode estar com apenas 3 e aí as simulações podem sair todas furadas.

Onde acho que os pilotos farão diferença é na capacidade que tiverem de conduzir o carro em modo regeneração, por exemplo com a travagem mecânica no eixo traseiro limitada ao mínimo possível para que a energia seja usada na regeneração e não dissipada em calor pelos travões. E aí os engenheiros vão tentar explorar ao máximo a capacidade que cada piloto tiver de regenerar energia em cada travagem. Por exemplo, se um piloto conseguir lidar com um carro que tem o eixo traseiro 10% mais solto, isso dará uma vantagem enorme na capacidade de regeneração ao longo de uma volta.

Nos arranques ainda tens o factor que aa energia só fica disponível depois dos 50km/h. Por isso alguém que tenha um arranque um pouco mais lento, ou deixe patinar demasiado o carro, chega aos 50km/h depois e perde ainda mais momentum.
 
Apesar da volta mais rápida ser 1.33.453 do Norris, o mesmo piloto fez os 3 melhores sectores de forma isolada, o que daria uma volta na casa dos 1.32.900

Mas devido à questão da regeneração de energia, pode dar-se o caso de ter conseguido fazer esses sectores de forma isolada, mas não os conseguir fazer numa única volta.
 
Estou a ver a McLaren muito focada em voltas rapidas e menos no race pace, hoje de manhã foi de longe a que mais bloqueou as rodas da frente, parece-me muito mais focada nisto do que na corrida em si. Vamos ver da parte da tarde, já a Red Bull parece mais focada na corrida e não está a ligar muito às voltas rapidas.
 
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