Formula 1 2026

Nunca disseste que foi um dive bomb? Fui eu que inventei de certeza absoluta.
Uma dive bomb do Hamilton levaria a uma disputa de posição com o Verstappen, não com o Russel.
Isto para dive bombs normais, não dive bombs feitas por um piloto que está na frente do outro quando começa a travar!

O Silverarrow é que falou em dive bomb eu só respondi que ele perde a frente tal como acontece em qualquer dive bomb, ele fala de dive bomb clara, e eu acho que não há claras nem não claras, ele vê o Russel a chegar e leva a travagem ao limite perdendo o controlo do carro obrigando a contra brecagem, nada de mais em termos de competição automovel, na minha opinião. Mas também não é inedito a penalizaçao.
 
O Silverarrow é que falou em dive bomb eu só respondi que ele perde a frente tal como acontece em qualquer dive bomb, ele fala de dive bomb clara, e eu acho que não há claras nem não claras, ele vê o Russel a chegar e leva a travagem ao limite perdendo o controlo do carro obrigando a contra brecagem, nada de mais em termos de competição automovel, na minha opinião. Mas também não é inedito a penalizaçao.

Tens razão.
 
Bem... Com a análise da telemetria disponível, começam a surgir explicações muito mais credíveis para o que aconteceu ao Russell do que as teorias dos Calimeros que acham que a Mercedes está a sabotar o seu piloto mais experiente (como se o Antonelli não tivesse até mais pontos perdidos por problemas mecânicos).

Olhando para os motores Mercedes, na secção Eau Rouge/Raidillon há uma coisa que é evidente: os McLaren tiveram uma entrega de potência muito mais eficaz do que os Mercedes. Mas, dentro da MB, fica por explicar por que razão o Russell esteve tanto pior do que o Antonelli.

Olhando para os dados, os McLaren, que são os carros da grelha com os rácios de caixa mais curtos de todo o pelotão, usaram a 7ª mudança, bem perto das 12 000 RPM. O Antonelli chegou a usar a 6ª, embora tenha feito a maior parte da secção também em 7ª, a cerca de 11 000 RPM. Todos com os motores bem acima das 10 500 RPM, zona a partir da qual os regulamentos permitem o débito máximo de combustível. Já o Russell fez essa secção toda em 8ª, com o ICE a cerca de 10 170 RPM, muito abaixo da referida zona e, como tal, longe de produzir a sua potência máxima.


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Essa falta de potência do ICE é que provavelmente causou uma divergência entre o que o Russell gostaria que acontecesse e o que estava mapeado no sistema de ERS. Provavelmente, para cargas intermédias do ICE, a Mercedes tem um limite mais baixo do que os 350 kW máximos do motor elétrico, já que não devem querer gastar logo tudo no início da aceleração. O facto de o Russell sair da curva com tão pouca rotação e sem a aceleração teórica esperada pelo software levou, provavelmente, a que o sistema de ERS/MGU-K entrasse em clipping prematuro, o que explica a velocidade ter ficado "presa" nos 308 km/h. Só depois de apanhar o slipstream do Leclerc é que o Russell voltou a sair dessa zona "morta": com as rotações a subirem claramente acima das 10 500 RPM, voltou a ter a entrega total também da parte elétrica, daí ter acontecido um pico de aceleração já no final da reta.



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A explicação pode ou não ser exatamente esta, não creio que a Mercedes vá explicar publicamente o que aconteceu para não dar dados aos adversários, mas é muito mais credível do que as teorias da conspiração que por aí circulam e mostra bem a complexidade estúpida destes motores.


Bem-vindos às regras de 2026 para os motores...
 
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Sim, já tinha visto o Nuno Pinto referir isso mesmo, o cromo do Russel simplesmente esqueceu-se de reduzir.[;)]
 
Sim, já tinha visto o Nuno Pinto referir isso mesmo, o cromo do Russel simplesmente esqueceu-se de reduzir.[;)]
Este ano resolvi subscrever a F1 TV, não vejo o Nuno Pinto. Não sabia que ele tinha falado disso.

Mas parece-me muito mais óbvio do que esta choradeira dos "especialistas" ingleses para este dêem ao Russell um carro igual ao do Antonelli... Como se fosse contra as leis da física haver um piloto que por talento puro seja melhor do que outro que é inglês. Quando isso acontece há sempre histórias...
 
Este ano resolvi subscrever a F1 TV, não vejo o Nuno Pinto. Não sabia que ele tinha falado disso.

Mas parece-me muito mais óbvio do que esta choradeira dos "especialistas" ingleses para este dêem ao Russell um carro igual ao do Antonelli... Como se fosse contra as leis da física haver um piloto que por talento puro seja melhor do que outro que é inglês. Quando isso acontece há sempre histórias...

Eu costumo ouvir o podcast da DAZN F1 e esta semana ele esteve por lá.[;)]
 
Este ano resolvi subscrever a F1 TV, não vejo o Nuno Pinto. Não sabia que ele tinha falado disso.

Mas parece-me muito mais óbvio do que esta choradeira dos "especialistas" ingleses para este dêem ao Russell um carro igual ao do Antonelli... Como se fosse contra as leis da física haver um piloto que por talento puro seja melhor do que outro que é inglês. Quando isso acontece há sempre histórias...

A xenófobia dos fãs do verstappen contra os Ingleses deveria ser alvo de estudo. Isto é algo absurdo. Pensam mesmo que os Ingleses são a causa de todos os males. É uma obsessão. Enfim.

Se os Ingleses influenciassem a F1 como essa gente diz, teria havido muito mais domínio de pilotos Britânicos antes do Hamilton, então o Schumacher nunca teria ganhado os títulos que ganhou principalmente depois de ter feito o que fez ao Damon Hill.

O Bernie por exemplo nunca favoreceu pilotos nem equipas Inglesas ou Britânicas pelo contrário ele foi sempre um grande defensor da Ferrari e de pilotos como o Schumacher ou o Alonso. Simplesmente os Ingleses/Britânicos são muito bons na F1 seja como pilotos seja como engenheiros ou chefes de equipa e sempre foram grandes entusiastas da F1 ao contrário de gente que só começou a ligar à F1 porque viu a netflix ou porque um piloto do seu país é muito bom e agora ficam aziados com a quantidade de Britânicos na F1.
 
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Eu acho que é, pois como dizes, com pneus frios, sem grip, com um carro colado na esquerda e outro à frente, mesmo assim ele mete o carro com velocidade a mais para as condições que tem, isto é definição de dive bomb, mete o carro e logo se vê.
E sim, como disse mais atrás, não faz sentido nenhum penalizar nesta altura da corrida, para mim não seria mais do que um incidente de corrida, como acontece tantas vezes.
Aquele toque já faz parte do toque de assimatura do Hamilton, ele sabia bem que tinha os pneus frios e sabia bem ia a fazer ali e onde ia bater sem ter danos.

Albon e Massa foram uns cristos na mão dele com este tipo de toque, com pneus frios ou não, nada de novo.
 
Aquele toque já faz parte do toque de assimatura do Hamilton, ele sabia bem que tinha os pneus frios e sabia bem ia a fazer ali e onde ia bater sem ter danos.

Albon e Massa foram uns cristos na mão dele com este tipo de toque, com pneus frios ou não, nada de novo.
É bruxo o Hamilton, sabia precisamente onde ia bater, como bater e com que intensidade bater para se assegurar que o Russ ficava fora e ele continuava...
Acreditas mesma nessa baboseira? Fdx...
 
É bruxo o Hamilton, sabia precisamente onde ia bater, como bater e com que intensidade bater para se assegurar que o Russ ficava fora e ele continuava...
Acreditas mesma nessa baboseira? Fdx...
Já toda a gente viu acontecer tantas vezes essa manobra que agora é normal a malta levantar logo o sobrolho quando ele, sem querer, mete a rodinha da frente para tocar na roda traseira do adversário (ou colega de equipa, tanto lhe faz) que vai à sua frente e com isso provocar imediatamente um pião incontrolável. Não se pode condenar quem acha estranho tanta coincidência concentrada num só piloto.

Aliás, em nenhuma delas, que me lembre alguém sugeriu sequer que fosse intencional como foi julgado o Schumacher e bem, foi sempre castigado como sendo um normal incidente de corrida em que ele causou a colisão. E também não deixa de ser uma gigante baboseira achar que isso acontece tantas vezes da mesma maneira e foi sempre por mero acaso.
 
Já toda a gente viu acontecer tantas vezes essa manobra que agora é normal a malta levantar logo o sobrolho quando ele, sem querer, mete a rodinha da frente para tocar na roda traseira do adversário (ou colega de equipa, tanto lhe faz) que vai à sua frente e com isso provocar imediatamente um pião incontrolável. Não se pode condenar quem acha estranho tanta coincidência concentrada num só piloto.

Aliás, em nenhuma delas, que me lembre alguém sugeriu sequer que fosse intencional como foi julgado o Schumacher e bem, foi sempre castigado como sendo um normal incidente de corrida em que ele causou a colisão. E também não deixa de ser uma gigante baboseira achar que isso acontece tantas vezes da mesma maneira e foi sempre por mero acaso.

Essa teoria da conspiração não faz sentido até porque o próprio Russell já admitiu que o toque não foi culpa do Hamilton, e pelas imagens de facto não foi, aliás o Russell até tinha mais espaço.

Mas vindo de um fã do piloto mais sujo da F1 da grid actual, isso é hilariante.
 
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