Fusão PSA / FIAT

vsr200

Well-known member
Caso aconteça lá se vai continuar a diminuir as plataformas e motores existentes no mercado...

207; C3; G. Punto; Mito; a mesma plataforma os mesmos motores.

308; C4; Bravo; 149; Delta; igual

(não serão estes modelos mas sim os seus sucessores...)

Estes ainda batem a VAG, 5 carros "iguais" contra os 4 dos alemães.

Vamos ver daqui a 10 anos quem se junta, ai talvez existam 10 carros "iguais" dentro dum grupo automovel.
 
Não sei se falas com conhecimento de causa (i.e se eles já anunciaram alguma fusão) ou se é apenas wishful thinking mas via com bons olhos uma fusão entre estes construtores.

A Peugeot, Citroen e Fiat concorrem no mesmo segmento de mercado: carros baratos, acessíveis, maioritariamente para um público jovem.

O grupo PSA tem - a meu humilde ver - uma grande vantagem em relação aos Fiat que consiste no conforto. Quer queiramos quer não, os franceses sabem construir carros confortáveis, de boa qualidade de construção interior. Eu sei disso porque a maior parte dos carros que passaram lá em casa foram franceses (Renault 5, 19, Laguna, Peugeot 206 e Clio III) e a nível de conforto nada os bateu.

O grupo FIAT beneficia de uma restruturação recente que o relançou no mercado depois de muita gente ter vaticinado o seu desaparecimento. Neste momento os seus automóveis primam pela primeira linha de qualidade (apesar de nem toda a gente lhe reconhecer méritos) embora ainda não tenham batido os rivais germânicos. Em todo o caso, na perspectiva de uma pessoa que já conduziu tanto o VW Polo como o Grande Punto, considero o Grande Punto um carro superior (embora ainda considere o Golf e A3 superiores ao Bravo). Portanto, nos carros de segmento baixo a Fiat domina. Tem motores fiáveis, robustos, qualidade de construção e são carros feitos para durar. Apenas pecam por uma coisa: uma certa falta de qualidade dos materiais interiores (plásticos no tablier sobretudo) e a caixa de velocidades (que nunca consegui apreciar, parece-me pouco precisa).

Unindo a PSA e a FIAT teriamos certamente automóveis de segmento baixo de elevadíssima qualidade a um preço acessível.
 
Se a fusão juntar o melhor das 3 marcas nos seus carros. Mas deixar os designers manter uma linha de estilos diferente (como acontece no grupo VAG), teremos certamente boas compras para os segmentos inferiores, e com esta partilha de conhecimento esperamos bom preço. A renault e a VAG que se cuidem =P
 
A FIAT anda à procura de parceiros para ultrapassar estes tempos de crise.

http://dn.sapo.pt/2008/12/14/economia/fusao_peugeotcitroen_fiat_cima_mesa.html

Automóvel. Crise no sector leva ao diálogo entre França e Itália

Analistas admitem que a união dos dois grupos faz sentido

Os governos francês e italiano estão estudar uma eventual união entre os construtores do sector automóvel Peugeot--Citroën e Fiat, revelou ontem o jornal Milano Finanza, citado pela Reuters. Esta informação aparece apenas dias depois de o executivo chefe da Fiat, Sergio Marchionne, ter afirmado que a empresa italiana necessita de encontrar um parceiro para sobreviver à crise que a indústria automobilística enfrenta.

O primeiro-ministro ita-liano, Silvio Berlusconi, e o Presidente francês, Nicolas Sarkozy, trabalham sobre a questão da possível fusão, garante o jornal Milano Finanza, citando fontes próximas do Gabinete de Berlusconi. O assunto coincide com o facto de o Executivo de Berlusconi estar a equacionar uma possível ajuda para o sector automóvel. Segundo o mesmo jornal, a fusão com a Peugeot poderá ser discutida quando John Elkann, director da holding IFI, entidade que controla a Fiat, se encontrar com Berlusconi na quarta-feira.

Um porta-voz do Gabinete de Berlusconi já disse que não há comentários oficiais sobre a notícia revelada ontem. Também o porta-voz da Fiat se recusou a fazer comentários sobre o tema.

Analistas contactados entretanto pela Reuters, consideram que uma fusão Peugeot-Fiat faria sentido comercial, já que ambas as empresas têm posições fortes no mercado de carros pequenos, além de também terem joint-ventures no mercado de veículos comerciais e minivans.

As empresas combinadas fabricaram 6,2 milhões de carros no ano passado, quase o mesmo que a alemã Volkswagen e a francesa Renault-Nissan.

A fusão faria da Fiat-Peugeot-Citroën o quarto maior fabricante do sector automóvel a nível mundial, depois da Toyota, General Motors e Ford-Mazda, dividindo a posição com a Renault-Nissan e a Volkswagen.

A Peugeot tem afirmado publicamente que não está à procura de parceiros, mas os seus gestores admitem que desejam discutir aprofundamentos nas relações já existentes.

Marchionne, da Fiat, afirmou, por seu lado, em entrevista para a Automotive News, publicada na passada segunda-feira, que espera que a indústria automóvel se consolide nos próximos dois anos, deixando seis empresas a competir no mercado a nível mundial.
 
E caso as fusões se concretizem, faz algum sentido ter 7 ou 8 modelos concorrentes, embora partilhem muitos componentes? Mesmo sem ser em tempos de crise, não faz, quanto a mim.
Acho que cada construtor se deveria especializar num ou dois tipos de veículos.
 
Não sei se falas com conhecimento de causa (i.e se eles já anunciaram alguma fusão) ou se é apenas wishful thinking mas via com bons olhos uma fusão entre estes construtores.

A Peugeot, Citroen e Fiat concorrem no mesmo segmento de mercado: carros baratos, acessíveis, maioritariamente para um público jovem.

O grupo PSA tem - a meu humilde ver - uma grande vantagem em relação aos Fiat que consiste no conforto. Quer queiramos quer não, os franceses sabem construir carros confortáveis, de boa qualidade de construção interior. Eu sei disso porque a maior parte dos carros que passaram lá em casa foram franceses (Renault 5, 19, Laguna, Peugeot 206 e Clio III) e a nível de conforto nada os bateu.

O grupo FIAT beneficia de uma restruturação recente que o relançou no mercado depois de muita gente ter vaticinado o seu desaparecimento. Neste momento os seus automóveis primam pela primeira linha de qualidade (apesar de nem toda a gente lhe reconhecer méritos) embora ainda não tenham batido os rivais germânicos. Em todo o caso, na perspectiva de uma pessoa que já conduziu tanto o VW Polo como o Grande Punto, considero o Grande Punto um carro superior (embora ainda considere o Golf e A3 superiores ao Bravo). Portanto, nos carros de segmento baixo a Fiat domina. Tem motores fiáveis, robustos, qualidade de construção e são carros feitos para durar. Apenas pecam por uma coisa: uma certa falta de qualidade dos materiais interiores (plásticos no tablier sobretudo) e a caixa de velocidades (que nunca consegui apreciar, parece-me pouco precisa).

Unindo a PSA e a FIAT teriamos certamente automóveis de segmento baixo de elevadíssima qualidade a um preço acessível.

Depende da maneira como fizerem a fusão....[:D]

Certo dia uma modelo disse ao Einstein: já pensou o que seria um filho nosso, com o meu corpo e a sua inteligência? Respondeu Einstein: pois, o pior é se saía com o meu corpo e a sua inteligência!
 
Dentro de poucos anos dificilmente havera mais que 4 ou 5 construtores na Europa, e no mundo haverá 10/12 marcas....:([;)]

"we will see it"....[;)]
 
A FIAT anda à procura de parceiros para ultrapassar estes tempos de crise.

http://dn.sapo.pt/2008/12/14/economia/fusao_peugeotcitroen_fiat_cima_mesa.html

Automóvel. Crise no sector leva ao diálogo entre França e Itália

Analistas admitem que a união dos dois grupos faz sentido

Os governos francês e italiano estão estudar uma eventual união entre os construtores do sector automóvel Peugeot--Citroën e Fiat, revelou ontem o jornal Milano Finanza, citado pela Reuters. Esta informação aparece apenas dias depois de o executivo chefe da Fiat, Sergio Marchionne, ter afirmado que a empresa italiana necessita de encontrar um parceiro para sobreviver à crise que a indústria automobilística enfrenta.

O primeiro-ministro ita-liano, Silvio Berlusconi, e o Presidente francês, Nicolas Sarkozy, trabalham sobre a questão da possível fusão, garante o jornal Milano Finanza, citando fontes próximas do Gabinete de Berlusconi. O assunto coincide com o facto de o Executivo de Berlusconi estar a equacionar uma possível ajuda para o sector automóvel. Segundo o mesmo jornal, a fusão com a Peugeot poderá ser discutida quando John Elkann, director da holding IFI, entidade que controla a Fiat, se encontrar com Berlusconi na quarta-feira.

Um porta-voz do Gabinete de Berlusconi já disse que não há comentários oficiais sobre a notícia revelada ontem. Também o porta-voz da Fiat se recusou a fazer comentários sobre o tema.

Analistas contactados entretanto pela Reuters, consideram que uma fusão Peugeot-Fiat faria sentido comercial, já que ambas as empresas têm posições fortes no mercado de carros pequenos, além de também terem joint-ventures no mercado de veículos comerciais e minivans.

As empresas combinadas fabricaram 6,2 milhões de carros no ano passado, quase o mesmo que a alemã Volkswagen e a francesa Renault-Nissan.

A fusão faria da Fiat-Peugeot-Citroën o quarto maior fabricante do sector automóvel a nível mundial, depois da Toyota, General Motors e Ford-Mazda, dividindo a posição com a Renault-Nissan e a Volkswagen.

A Peugeot tem afirmado publicamente que não está à procura de parceiros, mas os seus gestores admitem que desejam discutir aprofundamentos nas relações já existentes.

Marchionne, da Fiat, afirmou, por seu lado, em entrevista para a Automotive News, publicada na passada segunda-feira, que espera que a indústria automóvel se consolide nos próximos dois anos, deixando seis empresas a competir no mercado a nível mundial.

Cooperação a nível industrial no desenvolvimento de novos projectos e respectivos programas internos de novas soluções pode e deve ser encarado como algo de efeito positivo na produção e gestão, como certos exemplos recentes dos grupos em questão mostram, fusão é um conceito bastante diferente, que engloba problemas de gestão muito vezes superiores às reais vantagens da dita fusão.

As necessidades e exigências do mercado o dirão, o que o actual consumidor exige é qualidade, preço baixo, economia de uso e alguma exclusividade e para esta última bem como para uma certa e determinada marca francesa o conceito de fusão é antónimo a evitar.

[;)]
 
É de facto a solução, são as sinergias!

Isso não quer dizer que vejamos um Punto = 207 = C3 etc...

A PSA e BMW desenvolveram em parceria um bloco 1.6 a gasolina, e o resultado está a vista!

Entre um Punto e um Corsa a diferenças é visível (embora se note em certos aspectos semelhanças), mas existe uma grande diferença.

Não é grande novidade, embora esteja cada vez mais a tendência para estas uniões.
 
Depende da maneira como fizerem a fusão....[:D]

Certo dia uma modelo disse ao Einstein: já pensou o que seria um filho nosso, com o meu corpo e a sua inteligência? Respondeu Einstein: pois, o pior é se saía com o meu corpo e a sua inteligência!

No mundo automóvel já aconteceu (Alfa-Romeo + Nissan) = Arna.

Arna = medo! Fantástico e sexy design japonês juntamento com a incrivel fiabilidade eléctrica italiana dos anos 80. Corpo do Einstein, mente da modelo :(


alfaarna5pgf9.jpg
 
Não sei se falas com conhecimento de causa (i.e se eles já anunciaram alguma fusão) ou se é apenas wishful thinking mas via com bons olhos uma fusão entre estes construtores.

A Peugeot, Citroen e Fiat concorrem no mesmo segmento de mercado: carros baratos, acessíveis, maioritariamente para um público jovem.

O grupo PSA tem - a meu humilde ver - uma grande vantagem em relação aos Fiat que consiste no conforto. Quer queiramos quer não, os franceses sabem construir carros confortáveis, de boa qualidade de construção interior. Eu sei disso porque a maior parte dos carros que passaram lá em casa foram franceses (Renault 5, 19, Laguna, Peugeot 206 e Clio III) e a nível de conforto nada os bateu.

O grupo FIAT beneficia de uma restruturação recente que o relançou no mercado depois de muita gente ter vaticinado o seu desaparecimento. Neste momento os seus automóveis primam pela primeira linha de qualidade (apesar de nem toda a gente lhe reconhecer méritos) embora ainda não tenham batido os rivais germânicos. Em todo o caso, na perspectiva de uma pessoa que já conduziu tanto o VW Polo como o Grande Punto, considero o Grande Punto um carro superior (embora ainda considere o Golf e A3 superiores ao Bravo). Portanto, nos carros de segmento baixo a Fiat domina. Tem motores fiáveis, robustos, qualidade de construção e são carros feitos para durar. Apenas pecam por uma coisa: uma certa falta de qualidade dos materiais interiores (plásticos no tablier sobretudo) e a caixa de velocidades (que nunca consegui apreciar, parece-me pouco precisa).

Unindo a PSA e a FIAT teriamos certamente automóveis de segmento baixo de elevadíssima qualidade a um preço acessível.


tens de compar o comparavel, mas mesmo assim são opiniões... tomara o punto ser um polo, na minha opinião formada em 10 mil kms

Nota..o punto tem de ser comparado com o novo polo que irá sair em 2009, já que o punto é muito mais recente...

volkswagen-polo-2009-img_1.jpg
 
tens de compar o comparavel, mas mesmo assim são opiniões... tomara o punto ser um polo, na minha opinião formada em 10 mil kms

Nota..o punto tem de ser comparado com o novo polo que irá sair em 2009, já que o punto é muito mais recente...

volkswagen-polo-2009-img_1.jpg

Independentemente das opiniões pessoais, vai menos diferença de 2002 para 2005 do que de 2005 para 2009.

Ou seja o Polo actual não é muito mais velho que o Grande Punto, já o Polo novo será 4 anos mais jovem que o GPunto e aqui são factos, não opiniões
 
Bem me parecia que o presidente da FIAT com aquele paleio estava a indicar que a FIAT estava a precisar de fôlego

Qual BMW-FIAT?

PSA-FIAT[:D]
 
Cooperação sim mas fusão nunca.

Alem de qualquer fusão ser mau para o mercado e para os consumidores devido á eliminação de concorrencia, considero que a FIAT não iria ganhar nada com essa fusão a não ser talvez algum suporte financeiro e redução de custos.
 
Cooperação sim mas fusão nunca.

Alem de qualquer fusão ser mau para o mercado e para os consumidores devido á eliminação de concorrencia, considero que a FIAT não iria ganhar nada com essa fusão a não ser talvez algum suporte financeiro e redução de custos.


Eu diria... o que é que o grupo PSA pode ganhar com isto?

Encargos e "mais dores de cabeça"?
 
Cooperação sim mas fusão nunca.

Alem de qualquer fusão ser mau para o mercado e para os consumidores devido á eliminação de concorrencia, considero que a FIAT não iria ganhar nada com essa fusão a não ser talvez algum suporte financeiro e redução de custos.

Acho que esta solução é a que melhor servirá os interesses dos 2 grupos. As joint-ventures (e não a fusão ou take-over completa que daria origem a uma única empresa ou ao desparecimento de uma delas), permitem que os construtores continuem a cooperar uns com os outros nos mais diversos projectos sem constragimentos ou obrigações. Vide os exemplos, só para falar na marca de Turim: Fiat-PSA, Fiat-BMW, Fiat-Ford, que poderão terminar quando ambos entenderem sem indeminizações milionárias como aconteceu com o caso Fiat-GM; felizmente, do negócio salvou-se a Fiat Powertrain!

Além essa experiência, Sérgio Marchionne tem o exemplo de fusões fracassadas como Honda-Rover, BMW-Rover, Mercedes-Crhysler, ou até da á anos falada Renault-Volvo. Acho que a única de sucesso será a Peugeot-Citroen, e talvez a Renault-Nissan, apesar de ainda ser muito cedo para falar de resultados consolidados pois, para mim, só depois de Carlos Gnosh se reformar é que ser verá se o projecto continua a ter pernas para andar![;)]

Cumprimentos
 
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