Governo introduz portagens em três Scut

O que descreveste aplica-se de igual forma a todas as outras EN que por aqui foram sendo faladas.

A N10 entre Alverca e Vila Franca faz-se bem em ~15min (talvez um pouco mais em hora de ponta).

Em hora de ponta muitas vezes demoras isso só a passar Alverca.
Se as nacionais nas zonas desta polemica toda forem como os bocados que atravessam Povoa de santa iria, Alverca, Alhandra e seguintes até Vila Franca, então não são mesmo alternativas de jeito. E como disseram nós pagamos logo apartir de Alverca.

É a razão porque não tenho uma opinião 100% formada sobre isto. Por um lado acho que se eu pago não vejo porque outros haverão de ter de borla, porque muitas vezes ao contrário do que se pensa as alternativas por aqui tambem são uma trampa, por outro eu não conheço a realidade dessas estradas de que se fala. É muito fácil ir ao mapa e ver uma nacional a passar na zona e dizer "têm uma alternativa" mas depois vai se ao local ver o que fizeram á nacional e mais parece uma rua de uma qualquer vila.

Mas este ou outro governo vão por portagens nesses sitios disso tenho a certeza. Tem de se alimentar o buraco com receitas fresquinhas nada pode impedir isso.
 
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No caso da "A28" volto a lembrar 4 coisas:

- Até ao Aeroporto a estrada chamava-se VIA RÁPIDA e tem quase 50 anos tendo desde o início 2+1 = 3 x 2 = 6 faixas de rodagem.
- Entre Mindelo e A-ver-o-Mar (existia desde o final dos anos 80) uma variante de 15 Kms que evitava passar em Vila do Conde e Póvoa.

(Estes dois troços estão incluídos e foram engolidos pelo que agora decidiram chamar A28).

- A N13 desde que existe a A28 foi transformada e cheia de rotundas, levando ainda no espaço de 10/15 Kms com a 2 maiores ZI de Portugal

- A N13 em Esposende tem uma ponte (Ponte de Fão / Ofir) que não permite pesados, logo ou passa a permitir ou não é possível alternativa para atravessar o Rio Cávado.


Nas outras estradas não conheço bem e não me posso pronunciar, mas a A28 conheço muito bem, e de facto dizer-se que a N13 é uma alternativa é de tão mau gosto que soa a gozo com as pessoas... A N13 é de facto uma rua (e com rua quero dizer que há várias escolas, farmácias, padarias, restaurantes, etc. nas bermas) em várias localidades, nomeadamente Póvoa e Vila do Conde como referiste.

Pensar que os camiões que circulam na A28 e fazem as transacções comerciais no Norte do País e que alimentam o Porto e fazem todas as transferências do porto de Matosinhos e a ligação com a Galiza podem sequer passar pela N13 é tão assustador como surreal. Pura e simplesmente, a N13 já não existe, só existe num mapa de papel e na cabeça de quem nunca lá passou, de resto são pequenos trechos de uma nacional misturadas com ruas de cidades.

Há uns anos eu morava na Póvoa de Varzim e trabalhava na Maia, via A28 + antigo IC24 demorava 25 mins desde casa até à empresa, lembro-me de um dia ter havido um grande acidente na A28 e fecharam a estrada, única alternativa era a N13, demorei mais de 2 horas a chegar a casa... é esta a alternativa :confused::confused:
 
O que descreveste aplica-se de igual forma a todas as outras EN que por aqui foram sendo faladas.

A N10 entre Alverca e Vila Franca faz-se bem em ~15min (talvez um pouco mais em hora de ponta).


15 minutos só se for de avião, porque de carro??? de carro 15 minutos é desde aquela rotunda a entrada de alverca ate passar os sinais


falas que em lisboa tudo tem alternativa, mas não deste alternativa viavel as pontes
 
O CHIP Nazi do Pinóquio foi reprovado.

Que ponham portagens físicas.

Isto é assim:

- O ideal era não haver nehuma portagem em Portugal
- Havendo devia haver em todo o lado desde que exista alternativa (não é a certas partes de troços das chamadas Scuts serem chamadas agora de Auto Estradas, quando já existia uma estrada lá).
- Se fosse a pagar desde a construção era uma coisa, agora inventar pagamento?
- Afinal para que se fizeram tantas estradas? Com o dinheiro de todos para agora se pagar e a massa ir parar aos bolsos dos Xuxas do costume?
- Solução equilibrada era a que é feita na Suiça; pagamento anual de um SELO que permite a essas pessoas circular nas Autoestradas todas as vezes que quiserem.
(Aliás, já pagamos SELO, logo... corrijam o valor e metam o seguinte: "estrada reservada aos utilizadores; em caso de não possuir dístico e ser apanhado pelas autoridades, teria que o adquirir na altura ás autoridades)
Um valor de 100€ ou 200 € seria justo.

No caso da "A28" volto a lembrar 4 coisas:

- Até ao Aeroporto a estrada chamava-se VIA RÁPIDA e tem quase 50 anos tendo desde o início 2+1 = 3 x 2 = 6 faixas de rodagem.
- Entre Mindelo e A-ver-o-Mar (existia desde o final dos anos 80) uma variante de 15 Kms que evitava passar em Vila do Conde e Póvoa.

(Estes dois troços estão incluídos e foram engolidos pelo que agora decidiram chamar A28).

- A N13 desde que existe a A28 foi transformada e cheia de rotundas, levando ainda no espaço de 10/15 Kms com a 2 maiores ZI de Portugal

- A N13 em Esposende tem uma ponte (Ponte de Fão / Ofir) que não permite pesados, logo ou passa a permitir ou não é possível alternativa para atravessar o Rio Cávado.

No final o que vai acontecer é: vai pagar-se em todo o lado, excepto nos troços que levantem muita polémica ou barulho.
Só que vai emperrar para já e que ponham portageiros em cabines e sempre dão mais empregos.

Nota: está na altura da malta da margem sul exigir uma ponte grátis, como foi dito pelo Salazar; "Será feita uma ponte muito cara e a maior da Europa, mas terá que ser paga, "5$00". Quando acabar de ser paga, será grátis".
Ora estive ao lado da malta quando foi da Ponte, mas como o governo é Rosa, não houve mais barulho.
Ainda me Lembro do Louçã num Rover no garrafão da ponte a aparecer na TV a dizer que não pagava.
A Ponte Salazar ficou paga logo no início dos anos 90.
Havendo a Vasco da Gama, devia ser mesmo grátis.
A bold:
o problema é esse:
deixaram os caciques fazer o que bem entenderam com as EN, para arrecadar um punhado de votos, e agora as alternativas são irreais.
Eu concordo que se paguem todas as vias com características de AE, por um valor justo. Mas também acho que se deveriam eliminar a maior parte das rotundas das EN e construir cruzamentos desnivelados onde for possível e o justifique (não é por morarem duas pessoas num acesso que se faz uma rotunda). Onde não for possível, paciência, as pessoas que não têm prioridade têm que esperar.
As EN deveriam ser uma alternativa viável para fazer uma viagem de A para B em tempo útil.
 
E se metessem as portagens mas reduzissem o valor total das mesmas, no pais todo?
É que pagar por exemplo 2.10 de Alverca a Aveiras é tudo menos um preço simpático.
 
E se metessem as portagens mas reduzissem o valor total das mesmas, no pais todo?
É que pagar por exemplo 2.10 de Alverca a Aveiras é tudo menos um preço simpático.

É dos troços com preço por km mais barato...

Tendo em conta que pagas €2.10 por cerca de 50 km e os 60/70 km seguintes custam-te quase €5...
 
15 minutos só se for de avião, porque de carro??? de carro 15 minutos é desde aquela rotunda a entrada de alverca ate passar os sinais

falas que em lisboa tudo tem alternativa, mas não deste alternativa viavel as pontes

Foi +- o tempo que demorei sempre que lá passei, mas nunca foi em hora de ponta (tal como escrevi no parêntesis).

Claro que as pontes não têm alternativa, eu escrevi isso.

Mas também são infraestruturas diferentes, muito mais dispendiosas. Por exemplo o custo da ponte vasco da gama (17km - 900 milhões) foi quase semelhante ao de toda a extensão da A25 (170km - 1000 milhões). E depois, e pelo menos na 25 de Abril, as portagens são usadas como mecanismo regulatório para redução de trânsito em Lisboa (uma decisão política).
 
Quem entra na A41/42(IC24), em Maia Sul com direcção a Matosinhos, vê imediatamente antes do pórtico de portagem, umas placas que se encontrem tapadas...encontram-se mais ao longo dessa AE, e pelo que foi possível perceber as mesmas destinam-se à colocação de preços das portagens.
Parece-me que será colocado antes de cada pórtico, o preço dos tróços até aos pórticos seguintes.

Ainda vai correr muita tinta sobre este assunto, e ainda cabeças vão rolar. O estado tentará a todo o custo cobrar portagens, caso contrário, e com tantas questões e polémicas que surgem de todas as direcções, não estariam a dar seguimento à implementação das infraestruturas.
 
Eu costumo fazer Leiria->Barcelos com alguma frequência. Esta semana estive a estudar um trajecto possível para evitar a maior parte dos pórticos.
Se quiserem espreitar esse "estudo", acedam a este link. Ficou só um pórtico ou dois por evitar.
Se as portagens forem mesmo avante vou tentar fazer este trajecto pelo menos uma vez, só para validar a hipótese.
 
É dos troços com preço por km mais barato...

Tendo em conta que pagas €2.10 por cerca de 50 km e os 60/70 km seguintes custam-te quase €5...

E já acho um exagero.

E depois, e pelo menos na 25 de Abril, as portagens são usadas como mecanismo regulatório para redução de trânsito em Lisboa (uma decisão política).

O que reduz o transito na ponte é o próprio trânsito os parquimetros e falta de estacionamento em Lisboa. Toda a gente que conheço que deixou o carro foi por causa disso.
Fartaram se de esperar tanto tempo para entrar, passar e sair da ponte.
 
Foi +- o tempo que demorei sempre que lá passei, mas nunca foi em hora de ponta (tal como escrevi no parêntesis).

Claro que as pontes não têm alternativa, eu escrevi isso.

Mas também são infraestruturas diferentes, muito mais dispendiosas. Por exemplo o custo da ponte vasco da gama (17km - 900 milhões) foi quase semelhante ao de toda a extensão da A25 (170km - 1000 milhões). E depois, e pelo menos na 25 de Abril, as portagens são usadas como mecanismo regulatório para redução de trânsito em Lisboa (uma decisão política).


eu vejo as pontes como forma de chular, como forma de fazerem receitas numa ponte que esta mais que paga, alias as pontes de lisboa são as unicas que me lembro de serem pagas
 
eu vejo as pontes como forma de chular, como forma de fazerem receitas numa ponte que esta mais que paga, alias as pontes de lisboa são as unicas que me lembro de serem pagas

A bem da verdade uma ponte nunca está paga, precisa sempre de manutenção.
Não era de todo o interesse revelarem exactamente numeros como este por exemplo? Dizer ás pessoas quanto custa anualmente manter a 25 de abril e a VG por exemplo. Um dos grandes problemas destes assuntos é que pagamos sempre para um mealheiro do qual temos pouco ou nenhum conhecimento. Eu pelo menos aceitava muito melhor o que pago se soubesse exactamente para onde vai e para que serve.
Mas isto foi um momento utópico da minha parte bem sei, porque depois tinham de me dizer que afinal a portagem que paguei para ir á praia serviu para pagar um buraco qualquer noutro sitio que nem sequer tem nada a ver com estradas ou pontes.
 
Antes de explicar as AE, convinha explicarem para onde vai o dinheiro do ISV e do imposto sobre combustíveis.

Mas não explicam, porque na realidade é tudo fontes fáceis de ir buscar dinheiro para pagar um estado ineficiente.:sh)
 
Só para relembrar uma coisa que se esquece muita vez nesta discussão:


Utilizador pagador

Receitas do Estado pagas pelo utilizador-pagador segundo o site da Direcção Geral do Orçamento:

Imposto sobre produtos petrolíferos e energéticos - 2.561.000.000€ Dois mil quinhentos e sessenta e um milhões de euros;

Imposto Sobre Veículos – 981.000.000€ Novecentos e oitenta e um milhões de euros;

Imposto Único de Circulação – 130.000.000 € Cento e trinta milhões de euros;

Multas por infracções do Código da Estrada - 97.459.384€ Noventa e sete milhões, quatrocentos e cinquenta e nove mil, trezentos e oitenta e quatro euros.

Total pago anualmente pelo utilizador-pagador das vias rodoviárias portuguesas (descontando outras coisas que também pagam): 3.769.459.384€ Três mil setecentos e sessenta e nove milhões, quatrocentos e cinquenta e nove mil, trezentos e oitenta e quatro euros.

Quando falam do princípio utilizador-pagador nas SCUTs falam exactamente de quê? É que os utilizadores já as pagam e bem. Otários, é o que é.

Utilizador pagador II O Insurgente
 
O que reduz o transito na ponte é o próprio trânsito os parquimetros e falta de estacionamento em Lisboa. Toda a gente que conheço que deixou o carro foi por causa disso.
Fartaram se de esperar tanto tempo para entrar, passar e sair da ponte.

Sim, não deixas de ter razão.

No fundo a "regulação" é a razão oficial e o bolso dos amigos da lusoponte a verdadeira. [:D] [:D]
 
Sim, não deixas de ter razão.

No fundo a "regulação" é a razão oficial e o bolso dos amigos da lusoponte a verdadeira. [:D] [:D]

lusoponte, Brisa. Esta ultima então é um fenómeno no mundo empresarial, o chamado negócio da china basicamente.
Uma empresa que nos aluga espaços que já eram "nossos" investindo o minimo possivel para fazer o que apregoam que é melhorar o estacionamento em Lisboa. O que é que esta empresa já investiu para melhorar o estacionamento? são óptimos a regular mas a melhorar? Isso requer realmente boa gestão, com ideias de valor, e isso custa muito porque é preciso perder tempo a pensar.
 
Portanto, a norte o que interessa é se há alternativas de qualidade, porque o dinheiro das famílias não chega, etc...

Em Lisboa já não interessa se há ou não alternativas porque... Ah! Porque são pontes, já não custa pagar! [:)]

Os custos a norte têm de ser suportados por todo o país, já nas pontes de lisboa deve-se seguir o principio do utilizador pagador. É só rir!
 
Última edição:
(...)
Parece-me que será colocado antes de cada pórtico, o preço dos tróços até aos pórticos seguintes.

(...).

O preço indicado nesses painéis é o preço do pórtico por onde vais passar. Mesmo que tenhas entrado 100 metros antes e saias 100 metros depois, pagas a distância toda entre pórticos.
 
Eu costumo fazer Leiria->Barcelos com alguma frequência. Esta semana estive a estudar um trajecto possível para evitar a maior parte dos pórticos.
Se quiserem espreitar esse "estudo", acedam a este link. Ficou só um pórtico ou dois por evitar.
Se as portagens forem mesmo avante vou tentar fazer este trajecto pelo menos uma vez, só para validar a hipótese.

Numa viagem dessa envergadura o mais certo é não compensar entrar e sair tanta vez. Quando fazemos viagens longas queremos é chegar lá da forma mais confortável, segura, e atempada (dentro dos limites de velocidade).

Se fosse eu nessa viagem ia pela A1 + A3. Paga-se? Sim, mas é melhor.

Penso que só compensa "fintar" algumas portagens quando se trata de trajectos no máximo de 50km.
 
Não podemos esquecer que quem destruiu a maior parte das estradas e as transformou em arruamentos foram os autarcas, com a sua costumeira falta de juízo e o apoio dos (em certa medida) malfadados fundos comunitários.

Se as estradas nacionais tivessem sido como canais de escoamento de tráfego, estaríamos hoje em dia muito melhor. Mas não - veja-se o caso da EN 13 para Vila do Conde ou da EN 15 até Baltar e nas imediações de Paredes e Penafiel -, é rotundas, passeios, mupis, casa, comércio. Agora, claro, queixamo-nos.

Nunca o esqueçamos: estamos a pagar - e vamos continuar a fazê-lo - muita coisa resultantes dos nossos erros.
 
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