Obtuso
New member
E não estão?* e as regras têm que estar de acordo com a legislação laboral do país onde o contrato é celebrado.
Acompanhe o vídeo abaixo para ver como instalar o nosso website como uma aplicação web no seu ecrã inicial.
Nota: Esta funcionalidade pode não estar disponível em alguns navegadores.
E não estão?* e as regras têm que estar de acordo com a legislação laboral do país onde o contrato é celebrado.
Ok, então o que defendes é que os trabalhadores antes de se mudarem de empresa deviam lutar pelos seus direitos de forma mais construtiva, é isso?
É que eu tambem tenho uma certa alergia a sindicatos...
É como os restaurantes. Existem muitos fraquinhos.Este jimbo é sempre assim?
Por momentos até pensei que só havia uma companhia low cost de aviação no mundo... Depois voltei à realidade.
aqueles gajos que nao entram em lado nenhum exploram-sequais direitos?
é uma empresa low cost, os funcionários são low cost também....
os pilotos vão para lá porque são inexperientes, ganham horas de voo, e mudam-se para outras companhias, nomeadamente do médio oriente, e fazem pipas de dinheiro....
quanto aos empregados de mesa de bordo, na ryanair entram todos! Não tens de ter altura mínima, não tens de ser bonito, estamos a falar de pessoas que nunca entrariam noutra companhia! Pessoas sem grandes qualificações cuja alternativa seria serem empregados de mesa ou caixas de supermercado!
mas com a ryanair têm a oportunidade de trabalhar numa companhia aérea, e alguns até conseguem dar o salto para outras companhias mais tarde, onde nunca entrariam sem o empurrão da ryanair.
É como os restaurantes. Existem muitos fraquinhos.
Exactamente. Se a empresa é tão má deixem-na morrer sozinha.Fdx que eu saiba a escravatura acabou . Quero dizer com isso que ninguém é obrigado a trabalhar onde não quer. Andamento.
quais direitos?
é uma empresa low cost, os funcionários são low cost também....
os pilotos vão para lá porque são inexperientes, ganham horas de voo, e mudam-se para outras companhias, nomeadamente do médio oriente, e fazem pipas de dinheiro....
quanto aos empregados de mesa de bordo, na ryanair entram todos! Não tens de ter altura mínima, não tens de ser bonito, estamos a falar de pessoas que nunca entrariam noutra companhia! Pessoas sem grandes qualificações cuja alternativa seria serem empregados de mesa ou caixas de supermercado!
mas com a ryanair têm a oportunidade de trabalhar numa companhia aérea, e alguns até conseguem dar o salto para outras companhias mais tarde, onde nunca entrariam sem o empurrão da ryanair.
além disso, é só virgens a rasgar as vestes, quando qualquer pessoa na indústria quando vai para a ryanair, sabe bem para o que vai. Ali não há ilusões, toda a gente sabe que a ryanair não é a fly emirates.
a ryanair não paga como as outras, não oferece as condições das outras, nem oferece aos seus funcionários o glamour das outras....
mas oferece a pessoas normais a oportunidade de trabalharem em companhias aéreas.
andamos todos a dormir? Olhem bem para os comissários e comissárias de bordo da ryanair. Alguma vez há 15 anos, quando só havia companhias de bandeira teriam a mínima hipótese de conseguir um emprego nesta indústria?? Onde o standard era pessoas ao nível de modelos???
Segundo o jimbo não tem nada a ver com os restaurantes que falas. Só a low-cost rayair é que é fraquinhos e emprega burrinhos e feiosas é portento reserva-se no direito de os explorar.
Bom post.Assunto delicado.
Não sou tão radical como o Jimbo, mas reconheço razão em alguns pontos.
A Ryanair é a "personificação" do liberalismo/capitalismo no seu estado puro, em forma de empresa.
Nas escolhas entre governos de esquerda e direita, até sou mais de esquerda, no sentido em que um país deve ter o Estado a regular o funcionamento do mesmo, mantendo algum ownership de áreas principais, procurando ser eficiente (onde sempre fomos maus, o problema da nossa esquerda), não me chocando nada ter serviços privatizados, de forma a optimizar os processos e lucros...desde que, lá está, regulados pela lei em vigor. Caso contrário, para a ser um país Ryanair (o problema da nossa direita). Tudo isto aliado ao facto de sermos um povo com fácil tendência corruptiva e muita gente incompetente, e é uma pólvora. Mas o assunto aqui é outro.
Quem entra na Ryanair, como diz o Jimbo, se estiver no seu perfeito juízo, sabe que terá menos condições que outros. Se o mercado das companhias aéreas não é fortemente regulado para equilibrar os salários, por exemplo, então cada empresa subsiste da forma que pode, para os clientes objectivo que quer, desde que dentro da lei.
No reverso da medalha, um piloto inexperiente, uma assistente de bordo que não fala muitos idiomas, etc, que teriam missão quase impossível de entrar noutras companhias aéreas, têm na Ryanair uma porta de entrada. E têm de ter noção do que isto significa. Isto não dá o direito à Ryanair de os explorar, como é óbvio, mas é este aqui o caso? Ou a Ryanair cumpre as leis, ou não cumpre. Este é o busílis da questão...se é simpática, se é agradável...esse não é o objectivo da Ryanair, e quem lá trabalha, tem de ter a noção disto. Com esta política, a Ryanair está certamente bem ciente de que assim que um colaborador arranje uma oportunidade noutra companhia, o mesmo vai aceitar e a Ryanair contratra outro miudo vindo das escolas. Mas se eles aceitam isto, os colaboradores têm de aceitar também e mexer-se.
Fazendo o paralelismo, um recém licenciado normalmente começa a enviar CVs, e as empresas que aceitam contratar verdinhos, são empresas que tendencialmente querem pagar pouco, que usam o pretexto da busca do primeiro emprego e da falta de experiência/"vícios", para pagar um ordenado muitas vezes miserável...e que sabem que ou a pessoa é muito acomodada, ou dificilmente fica lá mais do que um par de anos. Pode-se dizer que são empresas que exploram os trabalhadores, quando há outras ao lado a pagar mais, a dar mais regalias, etc? Não creio. São estratégias, ninguém obriga as pessoas a enviarem para lá os CVs, a aceitarem as propostas e muito menos a ficarem...desde que as obrigações legais sejam cumpridas. Até temos casos piores...hospitais públicos, empresas privadas, etc, a usarem ilegalmente recibos verdes, dadas as condicionantes que isso implica.
Há por aí, na minha óptica, casos mais graves de exploração...não são é tão mediáticos. Se a Ryanair cumpre as leis...então não há muito a fazer. Se há áreas cinzentas...que se investigue. Se há práticas ilegais, que se usem as ferramentas legais...greves, é que acho não fazer muito sentido.
Assunto delicado.
Não sou tão radical como o Jimbo, mas reconheço razão em alguns pontos.
A Ryanair é a "personificação" do liberalismo/capitalismo no seu estado puro, em forma de empresa.
Nas escolhas entre governos de esquerda e direita, até sou mais de esquerda, no sentido em que um país deve ter o Estado a regular o funcionamento do mesmo, mantendo algum ownership de áreas principais, procurando ser eficiente (onde sempre fomos maus, o problema da nossa esquerda), não me chocando nada ter serviços privatizados, de forma a optimizar os processos e lucros...desde que, lá está, regulados pela lei em vigor. Caso contrário, para a ser um país Ryanair (o problema da nossa direita). Tudo isto aliado ao facto de sermos um povo com fácil tendência corruptiva e muita gente incompetente, e é uma pólvora. Mas o assunto aqui é outro.
Quem entra na Ryanair, como diz o Jimbo, se estiver no seu perfeito juízo, sabe que terá menos condições que outros. Se o mercado das companhias aéreas não é fortemente regulado para equilibrar os salários, por exemplo, então cada empresa subsiste da forma que pode, para os clientes objectivo que quer, desde que dentro da lei.
No reverso da medalha, um piloto inexperiente, uma assistente de bordo que não fala muitos idiomas, etc, que teriam missão quase impossível de entrar noutras companhias aéreas, têm na Ryanair uma porta de entrada. E têm de ter noção do que isto significa. Isto não dá o direito à Ryanair de os explorar, como é óbvio, mas é este aqui o caso? Ou a Ryanair cumpre as leis, ou não cumpre. Este é o busílis da questão...se é simpática, se é agradável...esse não é o objectivo da Ryanair, e quem lá trabalha, tem de ter a noção disto. Com esta política, a Ryanair está certamente bem ciente de que assim que um colaborador arranje uma oportunidade noutra companhia, o mesmo vai aceitar e a Ryanair contratra outro miudo vindo das escolas. Mas se eles aceitam isto, os colaboradores têm de aceitar também e mexer-se.
Fazendo o paralelismo, um recém licenciado normalmente começa a enviar CVs, e as empresas que aceitam contratar verdinhos, são empresas que tendencialmente querem pagar pouco, que usam o pretexto da busca do primeiro emprego e da falta de experiência/"vícios", para pagar um ordenado muitas vezes miserável...e que sabem que ou a pessoa é muito acomodada, ou dificilmente fica lá mais do que um par de anos. Pode-se dizer que são empresas que exploram os trabalhadores, quando há outras ao lado a pagar mais, a dar mais regalias, etc? Não creio. São estratégias, ninguém obriga as pessoas a enviarem para lá os CVs, a aceitarem as propostas e muito menos a ficarem...desde que as obrigações legais sejam cumpridas. Até temos casos piores...hospitais públicos, empresas privadas, etc, a usarem ilegalmente recibos verdes, dadas as condicionantes que isso implica.
Há por aí, na minha óptica, casos mais graves de exploração...não são é tão mediáticos. Se a Ryanair cumpre as leis...então não há muito a fazer. Se há áreas cinzentas...que se investigue. Se há práticas ilegais, que se usem as ferramentas legais...greves, é que acho não fazer muito sentido.
A Irlanda explora os seus trabalhadores? É que uma das principais queixas é mesmo essa, a Ryanair empresa Irlandesa aplicar a legislação Irlandesa e não a Portuguesa por exemplo nos contratos.
Da realidade à exploração vai uma larga distância, embora alguns tentem fazer com que seja o mesmo.
Queria só ficar num ponto porque já não é o primeiro user a mostrar-se contra as greves e a favor dos tribunais.
Parece concensual que há nas práticas da Ryanair uma legalidade questionável as tais áreas cinzentas. Do género, estas no avião a trabalhar 1h mais cedo e sais do avião 1h mais tarde mas só te pago as 2h que voou ou, tens de trabalhar mais de 12h seguidas e vender 300 sandes ou no final do mês a componente variável do teu salário vai de vela entre outras...
Ora se os funcionários metem isto em tribunal, têm a questão resolvida daqui por, deixa lá ver, entre recursos e recursinhos, 5 anitos!! Ou mais!! Não faz sentido. Sem poderem refilar e a terem de aceitar tudo e um par de botas enquanto os advogados da empresa brincas às leis!! E a pagarem a advogados!!!
Um mísero trabalhador da gigante Ryanair não tem outra forma de resolver o seu problema. Lamento.
É atenção nunca na vida fiz greve, sou maior parte das vezes contra as greves, mas neste caso não me parece que tivessem outra forma de luta (imagino que já estão para lá das negociações pacíficas).
Por exemplo, sou completamente avesso à greve da fp em PT.
Há dezenas de low-cost com o mesmo modelo de negócio da Ryanair.