[Política] guerra na palestina

A dificuldade de base com judeus na época é a mesma que actualmente. Apenas há uma diferença: os mais radicais tornaram-se agressivos.

Criam e mantêm sistemas financeiros semi-fechados que reproduzem de geração em geração. Isso dá-lhes uma enormíssima vantagem competitiva que os torna donos de bancos e instituições financeiras e grandes aglomerados industriais e empresariais no geral.

Essas instituições depois financiam empresas de outros judeus (prioridade absoluta) e o dinheiro que sobra, é usado em propaganda e suborno de políticos para favorecerem essa empresas e políticas pró sionistas.

Essa forma de estar continua a criar problemas em alguns países (não tanto em Portugal) quando assumem uma grande influencia política e economica uma vez que fomentam desequilíbrios sociais tornam-se elites dominantes.

É, mas é com a mourama, mas como não há vergonha por aí, escreves essas avenças ridículas.

Mas se deténs informação privilegiada sobre suborno (como escreves), contacta as autoridades competentes, não cais no ridículo.
 
ironicamente, este tipo de xenofobia, estereótipos, e cobiça é a base do Mein Kampf, e a essência do III Reich.

e quando se esmiúça, é apenas inveja de um grupo de pessoas brilhantes, trabalhadoras, que se esforçam muito mais do que a média, e que a mediocridade ameaçada acha que não têm direito a ser recompensados pelos seus esforços.

que seja claro que eu não tenho qualquer ascendência judaica e sou um inculto em relação a qualquer aspecto da sua cultura ou religião, mas tenho um respeito enorme pela sua capacidade de trabalho, ética de trabalho e genialidade.

se há Povo que representa o melhor do capitalismo e da resiliência e potencial do indivíduo, é o Povo judaico.

E são reservados, por razões óbvias. É uma minoria (se assim se pode descrever), que sempre fez parte da nossa herança cultural como país, desde a Reconquista Cristã.

Os Países Baixos, á época agradeceram a nossa intolerância religiosa, erro histórico, foram o motor do desenvolvimento do país, e eram judeus portugueses expulsos.
 
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E são reservados, por razões óbvias. É uma minoria (se assim se pode descrever), que sempre fez parte da nossa herança cultural como país, desde a Reconquista Cristã.

Os Países Baixos, á época agradeceram a nossa intolerância religiosa, erro histórico, foram o motor do desenvolvimento do país, e eram judeus portugueses expulsos.

Sem dúvida. Os celtas podem dizer o mesmo. Contam com uma peça fundamental no desenvolvimento que também se auto expulsou de Portugal.

Já de viajantes com o 5 ano antigo assim um bocado mal feito: não há memória de grandes feitos nem cá, nem nas autoestradas ou hotéis da beira da estrada.

Constato de vez enquando. Está tudo bem.
 
É, mas é com a mourama, mas como não há vergonha por aí, escreves essas avenças ridículas.

Mas se deténs informação privilegiada sobre suborno (como escreves), contacta as autoridades competentes, não cais no ridículo.

Eu reconheço que o pragmatismo choca algumas pessoas mais sensíveis.

A observação da forma de estar de um grupo não passa disso. Todos sabemos que os judeus estão sobre reprentadados na finança, economia e detenção de grande fortunas. Não estou a dar nenhuma novidade a ninguém.

E é assim porque comecam, na base, com uma excelente base académica mas também, porque beneficiam de um sistema de entreajuda secular. Network fechada e herdada de pais para filhos.

O problema aqui é que esta minoria está actualmente usar esse poder no suporte a uma ação de limpeza etnica e tragédia humanitária em Gaza que poucas nações ousam contestar a nível internacional, precisamente por estarem reféns desse poder.
 
É óbvio que os judeus condicionam a política dos EUA, devido ao poder económico e às pessoas influentes que têm. Por mérito próprio, diga-se.

Os judeus são ensinados desde crianças a procurar o sucesso e a excelência, cultivam uma ética de estudo e trabalho, e sem dúvida têm feito contribuições enormes para a ciência, para a economia, para a cultura e para as artes. Por exemplo, Hollywood foi basicamente uma criação dos judeus.

Apesar de haver uma minoria de extremistas religiosos (que são uma praga em qualquer religião), de uma forma geral são muito liberais em tudo.

Eu confesso que sou um admirador do povo judaico. É por isso que me custa muito observar o comportamento deste governo Israelita, as atrocidades que eles estão a cometer, e a recusa em aceitar a solução dos dois estados.

Até os bons se podem transformar em demónios.
 
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Diario da flotilha
[:blush:]
Por Alberto Gonçalves...

"Sobre a epopeia não posso adiantar muito. Diz-se que há embarcações retidas em praias das Baleares e outras em Barcelona. Eu estou dentro de um barco e o barco está pousado no mar, isso é certo. Acho

Dia 0

Já todo o pessoal chegou a Barcelona. O ambiente é de festa rija, que às vezes interrompemos para gravar uns vídeos comoventes sobre o genocídio e partilhá-los nas “redes”. Uma camarada activista, que é deputada em Portugal, disse que “o mundo e a humanidade estão a ser salvos pelo povo palestiniano”, que por sorte é aquele que nós vamos salvar. Parece confuso mas faz sentido, sobretudo após uns cogumelos que consumimos.

Hoje aprendi uma palavra nova: “sumud”, que pelos vistos significa persistência em árabe ou lá qual é a língua que os camaradas do Hamas falam. A camarada portuguesa acrescentou o seguinte: “Porque quando as pessoas se unem, camaradas, somos uma superpotência, somos mais poderosos do que qualquer governo, do que qualquer exército, do que qualquer regime! Somos uma superpotência de solidariedade! Em português dizemos ‘navegar é preciso’, vamos navegar!” Até me arrepiei, ainda que fosse do frio e dos cogumelos.

Na esplanada da marina, um vendedor com sotaque esquisito perguntou-me se queria um café. “Com adoçante de stevia”, respondi. Afinal a oferta era um “keffiyeh”, o lenço dos resistentes palestinianos que estão a salvar a humanidade. Aceitei comovida e estendi o lenço nas costas. Paguei apenas 65 euros. Como somos vegetarianos, jantámos sushi e gritámos “From the river to the sea, Palestine will be free” durante hora e meia, momento em que o dono do restaurante, que era um querido, correu connosco.

Dia 1

“Vamos navegar!” Depois de carregar os doze quilos de Cerelac que vão furar o desumano bloqueio sionista, partimos do porto de Barcelona, decididos a salvar os salvadores do mundo. Com o “sumud” com que estamos, nada nem ninguém conseguirá parar esta “superpotência de solidariedade”, mais poderosa que exércitos e regimes. Entretanto informaram-nos que por causa de eventuais chuviscos teríamos de regressar ao cais. Foi aborrecido. Não foi catastrófico: o genocídio pode esperar um dia extra. Como somos vegetarianos, jantámos ovos rotos com um bocadinho pequenino de presunto e, entre copos de sangria de mirtilo, gritámos “From the river to the sea, Palestine will be free”. Mas baixinho.

Dia 2

Agora sim! Embora com algumas baixas na flotilha humanitária, causadas por razões não divulgadas e ressaca, partimos do porto de Barcelona pela segunda vez e com o “sumud” da primeira. Logo a seguir, novo boletim meteorológico e novo regresso às origens para a maioria das embarcações. Isto está complicado, mas inspirou-me uma frase gira: “Hamas e más, há ir e voltar para trás”. @s camaradas não apreciaram.

Aproveitei para fazer compras aos colegas de activismo, praticantes do comércio justo. Comprei umas peúgas giríssimas com padrão palestiniano, uma caneta com a bandeira da Palestina e, para presentear a família, meia-dúzia de ímanes de frigorífico com o logotipo do Ministério da Saúde de Gaza. No cais cruzei-me com a enorme Greta Thumberg e pedi-lhe um autógrafo. Ela não entendeu e ficou-me com a caneta. Tentei, em vão, descobrir onde se jantava. Adormeci com fome e “sumud”, a contar crimes de guerra cometidos pelo governo nazi-sionista de Bibi.

Dia 3

Deixem-me ver se consigo fazer o ponto da situação da maior missão humanitária da História. Há embarcações que partiram, há embarcações que não partiram, há embarcações que desistiram e há notícias, decerto postas a circular por lacaios do sionismo, que dão conta de algumas embarcações a cirandar defronte ao porto de Barcelona e de outras estacionadas em Maiorca. Eu, francamente, não sei onde estou. Sei que estou no mar alto e que ali ao fundo há uma praia com banhistas que nos segue há horas. Tenho muito medo da crueldade israelita e de que chova, mas agarro-me ao “sumud” e a uma picanha vegan que se derrete na boca. Vou murmurar “From the river…” por um bocado e quero meditar antes de adormecer. Ando a meditar pouco.

Dia 4

Alerta geral! Alerta geral! Um camarada de viagem, que dá “workshops” em interseccionalidade e é especialista em comunicações, partilhou na internet um vídeo a explicar que ficámos sem internet. O consenso imediato é que se trata de sabotagem sionista. Ao que consta, estamos limitados à navegação à vista, e é por isso que no vídeo aparece outro camarada a contemplar o horizonte através de um par de binóculos, decerto à procura de wi-fi. Por sorte, o TikTok continua a funcionar. Troquei o jantar, que era tofu, por dois pacotes de “nachos” sustentáveis com sabor a entrecosto, e deitei-me a ouvir discursos do eng. Guterres e do mártir São Sinwar. Lá fora, no convés, havia camaradas a tocar bongo e camaradas que dançavam para desafiar um estado genocida. Tresandava a erva e a tofu refogado, e o sono chegou. Afaguei o “keffiyeh” e sonhei com a “jihad” para reforçar o “sumud”.

Dia 5

Outro alerta geral! Outro alerta geral! Esta noite havia drones a sobrevoar-nos, evidentemente sionistas que nos vigiam a fim de recolher dados. Por mim, desliguei logo o “bluethooth” do iPhone. Um camarada berrou para desligarmos a luz. Às escuras, os drones deixaram de nos ver. Não sei as implicações disto na navegação à vista, mas o facto é que não sei a quantas andamos. Que o “sumud” nos guie, já que com os camaradas da tripulação não temos ido longe.

Dia 6

O que sobra da flotilha, imparável na luta, está de luto: a incansável Greta perdeu o chapéu do sapinho, levado pelo vento. Era um chapéu verde, com olhinhos de batráquio a espreitar no topo, de imenso valor afectivo e que a acompanhava desde a primeira infância, leia-se anteontem. Ganhei coragem para lhe apresentar as condolências e voltar a pedir-lhe um autógrafo, e ela voltou a ficar-me com uma caneta. É um exemplo para todos.

Sobre a epopeia, não posso adiantar muito. Diz-se que há embarcações retidas em praias das Baleares e embarcações retidas em Barcelona. Eu estou dentro de um barco e o barco está pousado no mar, isso é certo. Acho. O resto é uma incógnita. Se calhar, faz tudo parte de um plano para confundir as forças sionistas, que não contam que gastemos as duas semanas de viagem a chapinhar em águas espanholas ou lá que sítio é este. Também é verdade que assim não chegaremos a Gaza, mas chegar a Gaza nunca nos passou pela cabeça. Aliás, nas nossas cabeças não se passa grande coisa. Só “sumud”."​
 
Sem dúvida. Os celtas podem dizer o mesmo. Contam com uma peça fundamental no desenvolvimento que também se auto expulsou de Portugal.

Celtiberos.

Os nossos cristãos-novos, foram acumular riqueza e conhecimento cientifico, para o Norte da Europa. Os que escaparam á nossa intolerância religiosa.
 
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Mensagens antissemitas e vandalismo repetido atingem centro judaico em Lisboa

O Centro Cultural Judaico Rua da Judiaria, em Lisboa, tem sido alvo de atos semanais de vandalismo e de mensagens de ódio desde o início da guerra no Médio Oriente, em 2023.

https://24noticias.sapo.pt/atualida...smo-repetido-atingem-centro-judaico-em-lisboa



xenofobia do bem.

fizessem isto às mesquitas e já tinha havido atentados bombistas.

mas como sabem que os judeus são um Povo honesto e pacífico, vale tudo para esta canzoada.
 
ora bem, foi criado um País árabe em metade do território. É indiferente se lhe chamaram Jordânia, Palestina, ou Manuel João.

aliás, deixa cá ver qual é a bandeira da jordânia......

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ah porra, realmente não tem nada a ver com a Palestina.

A Jordânia não é o território que hoje é a Palestina.

A questão é porque é que não criaram logo nessa altura um país Árabe na região que é hoje Gaza e Palestina e deixaram aquilo como terra de ninguém.
 
Para aqueles que acreditam em contos de fadas e acham que os propagandistas avençados nas TVs são invenções, prestem atenção ao que Nuno Rogeiro disse essa tarde na SIC.

Lançou a suspeita que o acidente do eléctrico poderá ter sido um ataque contra Israelitas.

Pediu para a PJ investigar.

É mesmo à cara podre. Vale tudo para vomitar propaganda até aproveitaram-se de um acidente como este para sacarem dividendos.:sh)
 
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