Histórias do OCULTO

E contado na primeira pessoa, um amigo meu de confiança diz que um dos seus familiares esteve lá em trabalhos de reconstrução e que até estalos levavam, não se sabe de quem...

Essa parte dos estalos deve estar presente em todas as histórias do género.
Quem é de Famalicão conhece certamente uma casa que está a meter nojo junto ao novo tribunal. Ainda antes de construírem o novo tribunal ao lado me perguntava porque é que não derrubavam aquela casa que só tem praticamente fachada, o que é certo é que passados anos ainda está lá e a explicação que me deram várias vezes é que já a tentaram destruir mas que levavam semelhantes galhetas que desistiram.
 
Essa parte dos estalos deve estar presente em todas as histórias do género.
Quem é de Famalicão conhece certamente uma casa que está a meter nojo junto ao novo tribunal. Ainda antes de construírem o novo tribunal ao lado me perguntava porque é que não derrubavam aquela casa que só tem praticamente fachada, o que é certo é que passados anos ainda está lá e a explicação que me deram várias vezes é que já a tentaram destruir mas que levavam semelhantes galhetas que desistiram.

O que o pessoal inventa para não trabalhar. [:)]
 
Vivi 23 anos em frente ao cemitério. É o melhor sítio da freguesia para se morar. Os vizinhos de noite não fazem barulho nenhum. É claro que de dia lá apareciam uns corações de galinha cosidos com linhas ou uma galinha com pregos espetados nos olhos a deambular pelo cemitério (presenciado pela minha mãe). Outra vez apareceu num jazigo de uma senhora um belo bife de vaca todo enrolado e amarrado com um fio. Se fosse eu, tinha-o temperado com sal grosso e alho. Nunca lá vi nada, nem fogos-fátuos, nem almas-penadas, nem nada. A minha mãe, agora com 73 anos, é que acredita mesmo nestes fenómenos e diz ter já presenciado alguns. Conta inclusive, que o meu avó chegou a ver animais de noite a acompanharem-no pelo caminho e que de repente desapareciam. Sempre me aconselhou a que, quando tal me acontecesse, não me meter com o animal e seguir caminho.
Esta é verídica.
O meu pai, já falecido, quando tinha cerca de 20 anos perdeu um dos irmãos. De noite, tinha de fazer cerca de 10km a pé, desde Perosinho até Arcozelo, passando por sítios hoje habitados, mas que na altura não passavam de ermos. Dificilmente se cruzava com alguém nesse caminho.
Numa dessas noites, parou junto a um posto de transformação (um dos poucos sítios iluminados) e meditou um pouco tendo dito:

- Meu Deus, o que eu não dava para ter o meu irmão de volta.

O seu cabelo, que até a altura era liso, ganhou um pequeno jeito encaracolado, muito idêntico ao do seu irmão falecido.

Não tenho razões para duvidar disto, visto ser-me contado pela minha mãe, mas também penso que, por ter estado perto do posto de transformação, talvez um campo electromagnético bastante forte lhe pudesse ter causado tal coisa ao cabelo.

Um dos meus irmãos mais velhos diz ter visto de noite, já de madrugada, uma luz a vaguear junto a um riacho que corre perto de casa. A minha mãe pensa que era uma alma penada, que se tentava refrescar na água do rio.
De qualquer forma, a minha mãe diz que antigamente se viam mais coisas
de noite, por haver pouquíssima luz.
 
os meus pais tem duas historias +- bizarras. nao me recordo muito bem delas, mas ca vao.... numa das vezes entrou em nossa casa um senhor que era o avo de um vizinho meu amigo (a casa desses meus vizinhos é no andar superior). o homem entrou, os meus pais avisaram-no que estava na casa errada mas continuou a deambular pela nossa casa. segundo os meus pais ele estava com um olhar distante, que nao reagia a nada, que parecia um zombie quase.

outra historia foi a de um homem que fez uma sessao espirita qualquer, acho que "encarnou" numa dada pessoa e descontrolou-se por completo. o meu pais disse me que varios homens tentaram agarra-lo e que nao tiveram força para o suster. e que ainda nesse estado bebeu uma quantidade de agua impossivel de beber a um humano comum.
 
Essa parte dos estalos deve estar presente em todas as histórias do género.
Quem é de Famalicão conhece certamente uma casa que está a meter nojo junto ao novo tribunal. Ainda antes de construírem o novo tribunal ao lado me perguntava porque é que não derrubavam aquela casa que só tem praticamente fachada, o que é certo é que passados anos ainda está lá e a explicação que me deram várias vezes é que já a tentaram destruir mas que levavam semelhantes galhetas que desistiram.

Confirmo. Essa casa é aquela que fica em frente ao veterinário do outro lado da EN, certo? Ainda não foi abaixo??? :confused:
 
O meu pai, já falecido, quando tinha cerca de 20 anos perdeu um dos irmãos. De noite, tinha de fazer cerca de 10km a pé, desde Perosinho até Arcozelo, passando por sítios hoje habitados, mas que na altura não passavam de ermos. Dificilmente se cruzava com alguém nesse caminho.
Numa dessas noites, parou junto a um posto de transformação (um dos poucos sítios iluminados) e meditou um pouco tendo dito:

- Meu Deus, o que eu não dava para ter o meu irmão de volta.

O seu cabelo, que até a altura era liso, ganhou um pequeno jeito encaracolado, muito idêntico ao do seu irmão falecido.

Não tenho razões para duvidar disto, visto ser-me contado pela minha mãe, mas também penso que, por ter estado perto do posto de transformação, talvez um campo electromagnético bastante forte lhe pudesse ter causado tal coisa ao cabelo.

O meu pai morreu há 6 anos depois de uma operação mal sucedida.

Um mes depois dele morrer tive uma discussão com a minha mãe e zangamos-nos. Ao lado da fotografia dele estava uma vela a arder num castiçal de vidro vermelho e ao olhar para a foto dele disse para a minha mulher:

- O que é que o meu pai pensaria disto tudo...

No mesmo momento o castiçal literalmente rebentou com estrondo e a vela caiu...

Fiquei a tremer um bocado confesso...

Coincidência? Não sei... podia ser a diferença de temperatura entre o corredor e a chama de vela que aqueceu o vidro... mas que deixa uma pessoa a pensar deixa... [;)]
 
O meu pai morreu há 6 anos depois de uma operação mal sucedida.

Um mes depois dele morrer tive uma discussão com a minha mãe e zangamos-nos. Ao lado da fotografia dele estava uma vela a arder num castiçal de vidro vermelho e ao olhar para a foto dele disse para a minha mulher:

- O que é que o meu pai pensaria disto tudo...

No mesmo momento o castiçal literalmente rebentou com estrondo e a vela caiu...

Fiquei a tremer um bocado confesso...

Coincidência? Não sei... podia ser a diferença de temperatura entre o corredor e a chama de vela que aqueceu o vidro... mas que deixa uma pessoa a pensar deixa... [;)]

Faço ideia...
 
os meus pais tem duas historias +- bizarras. nao me recordo muito bem delas, mas ca vao.... numa das vezes entrou em nossa casa um senhor que era o avo de um vizinho meu amigo (a casa desses meus vizinhos é no andar superior). o homem entrou, os meus pais avisaram-no que estava na casa errada mas continuou a deambular pela nossa casa. segundo os meus pais ele estava com um olhar distante, que nao reagia a nada, que parecia um zombie quase.

outra historia foi a de um homem que fez uma sessao espirita qualquer, acho que "encarnou" numa dada pessoa e descontrolou-se por completo. o meu pais disse me que varios homens tentaram agarra-lo e que nao tiveram força para o suster. e que ainda nesse estado bebeu uma quantidade de agua impossivel de beber a um humano comum.

1º alzheimer

2º desde que vi um amigo meu a beber uma garrafa de litro e meio de água de penalti, já acho tudo possivel. [:D]
 
Bem já que estamos numa de contar as história que nos contaram eu vou contar umas que me contaram. Foi contada pela minha avó que graças a deus ainda é viva e espero que assim o seja durante muitos mais anos.
Então a 1ª foi..
A minha avó disse-me que quando já namorava com o meu avô foram um dia as pinhas para atear fogo a fogueira, entao foram para a mata a noite no inverno para apanhar pinhas que restavam do chão e meteram nos sacos que levavam.. quando tinham os sacos praticamente cheios deixaram la encostados e distanciaram-se um bocado para procurar mais umas para encher o ultimo saco.. quando chegaram ao pé da arvore tavam la os sacos das pinhas vazios ... explicação? nenhuma eu apenas disse que devia tar la alguem que despejou as pinhas deles pa outro saco e fugiu mas depois pennso como é possivel esvaziar alguns 4 sacos em tao pouco tempo e levar tudo sozinho :sh)

Esta foi relatada tambem pela minha avó. Um dia foi buscar agua a fonte que era muito distante da casaa dela, tinha de andar la pelos caminhos de terra que na altura ainda nao havia estradas alcatroadas, sem luz nenhuma,..chegou a fonte encheu o cantaro e foi-se embora.. diz que enquanto estava a encher o cantaro ouvia macacos a guinchar no meio das canas.. :sh)

Esta ultima que me lembro foi contada pelo meu avô que tambem ainda é vivo e espero que assim seja por muito mais...
acontece que ele andava a trabalhar com 17 ou 18 anos e numa das suas vindas para casa tinha de passar pela mata mesmo por um sitio onde tinha sido sepultada uma pessoa. Certo dia ia a passar por esse sitio e quando estava a passar a corrente da bicicleta saltou. ele cheio de medo meteu a corrente na bicicleta quando derrepente começou a ouvir barulhos. pensou apra ele.. ja estou feito.. Quando de repente se levanta um conhecido dele com as calças por apertar e uma telefonia na mao [:D].. devia tar com os intestinos em mau estado
 
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