Imunidade diplomática

Bem me parecia que vivias isolado em algum lado, afinal é na selva e pelo discurso nota-se que tens grandes conversas com a Chita.

E nem imaginas o que se consegue fazer com destroços de aviões que vão caindo por cá...[:D]

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Este assunto é novidade em Pt mas é prato do dia em Cidades maiores como sejam Londres , Paris etc. Desde porrada até roubos, passando por atropelamentos mortais , tudo é possivel e acontece com regularidade um pouco por todo o mundo.

É um não assunto. Não vai dar em nada pois resulta de acordos internacionais....

É assim por um um motivo: em caso de cilada cozinhada pelo país de acolhimento, um diplomata nunca pode ser preso injustamente...
 
Este assunto é novidade em Pt mas é prato do dia em Cidades maiores como sejam Londres , Paris etc. Desde porrada até roubos, passando por atropelamentos mortais , tudo é possivel e acontece com regularidade um pouco por todo o mundo.

É um não assunto. Não vai dar em nada pois resulta de acordos internacionais....

É assim por um um motivo: em caso de cilada cozinhada pelo país de acolhimento, um diplomata nunca pode ser preso injustamente...

E nos casos "justos"?

Em todo o caso, se eu fosse membro da família da vítima, iria fazer alguém pagar. Se não fosse directamente o culpado, teria de ser o Estado Português que lhe atribuiu essa imunidade. Não sei se existe alguma jurisprudência nesta matéria, mas ficar de braços cruzados a ver o pessoal a "gozar" do que fez é que nem pensar.
 
É uma verdade da justiça: por vezes o único "equilíbrio" que se consegue é sacrificar interesses "menores" em nome de maiores.

E é um sapo duro de engolir.
 
É uma verdade da justiça: por vezes o único "equilíbrio" que se consegue é sacrificar interesses "menores" em nome de maiores.

E é um sapo duro de engolir.

Isso seria o mesmo que um tipo bem identificado e culpado de um acidente, por não ter seguro, deixar a vítima lesada.

O criminoso existe, e se não pode ser directamente responsabilizado, o mínimo é o Estado Português assumir essa responsabilidade (pois será ele que atribui essa imunidade/credenciação) e depois pedir contas com o Governo Iraquiano.

"Sacrificar" um menor, num estado de direito, não encaixa com nada.
 
Isso seria o mesmo que um tipo bem identificado e culpado de um acidente, por não ter seguro, deixar a vítima lesada.

O criminoso existe, e se não pode ser directamente responsabilizado, o mínimo é o Estado Português assumir essa responsabilidade (pois será ele que atribui essa imunidade/credenciação) e depois pedir contas com o Governo Iraquiano.

"Sacrificar" um menor, num estado de direito, não encaixa com nada.

O dia a dia está cheio destes exemplos.
E o direito penal não se ocupa de repor situações (o teu exemplo da vítima lesada), tão só de "castigar" infrações tipificadas.

Como é que queres que o Estado Português assuma a responsabilidade que se vinculou a não assumir? (estado de direito como bem dizes)
 
Este assunto é mais velho que o cgr... Não vale a pena o debate pq vai sempre dar ao mesmo.
Estes acordos internacionais são vacas mais que sagradas há décadas.

Por falr nisso e nas mala diplomáticas vou deixar aqui um alerta a quem quiser ler.
Tenham muito, mas muito, mas muito mesmo cuidado em aeroportos manhosos qd fazem checkin de malas. Não se esquecem de ver bem qts autocolantes saem da impressora!
A nova moda em países da América latina, é o gajo do checkin "vender" autocolantes que depois são usados para transportar outras cenas... E no caso da cena ser apanhada, quem leva como a polícia é o dono do autocolante que vai na mala.[8b]:sh)
 
O dia a dia está cheio destes exemplos.
E o direito penal não se ocupa de repor situações (o teu exemplo da vítima lesada), tão só de "castigar" infrações tipificadas.

Como é que queres que o Estado Português assuma a responsabilidade que se vinculou a não assumir? (estado de direito como bem dizes)

Como assim? Quem é que atribuiu essa imunidade a essas pessoas? Seguramente foi o Estado Português, senão era aquela lógica que "parodiei" atrás, bastaria todos os passaportes serem diplomáticos e assunto resolvido.

Ora se é o Estado que atribui essa imunidade ao abrigo da Convenção de Viena, obviamente ele será solidário com a responsabilidade do que está a fazer.

Imagina a seguinte situação. Um miúdo de 10 anos que vai passear com um vizinho adulto de 20 anos, e sem mais nada, espeta um biqueiro numa porta de um carro, amolgando tudo. O dono do carro vê a situação, chama as autoridades, e são os dois identificados (apesar de apenas o menos ter prevaricado). Não existe qualquer seguro de responsabilidade civil. Quem vai pagar a porta?
 
Este assunto é mais velho que o cgr... Não vale a pena o debate pq vai sempre dar ao mesmo.
Estes acordos internacionais são vacas mais que sagradas há décadas.

Por falr nisso e nas mala diplomáticas vou deixar aqui um alerta a quem quiser ler.
Tenham muito, mas muito, mas muito mesmo cuidado em aeroportos manhosos qd fazem checkin de malas. Não se esquecem de ver bem qts autocolantes saem da impressora!
A nova moda em países da América latina, é o gajo do checkin "vender" autocolantes que depois são usados para transportar outras cenas... E no caso da cena ser apanhada, quem leva como a polícia é o dono do autocolante que vai na mala.[8b]:sh)

Grande cena.

Mas nessa situação penso que tens sempre o nº de bagagens no porão, e tendo a tua original, facilmente se detecta que existe uma mala a mais, criando a dúvida da sua propriedade. Ou estou a ver mal a coisa?
 
Como assim? Quem é que atribuiu essa imunidade a essas pessoas? Seguramente foi o Estado Português, senão era aquela lógica que "parodiei" atrás, bastaria todos os passaportes serem diplomáticos e assunto resolvido.

Ora se é o Estado que atribui essa imunidade ao abrigo da Convenção de Viena, obviamente ele será solidário com a responsabilidade do que está a fazer.

Imagina a seguinte situação. Um miúdo de 10 anos que vai passear com um vizinho adulto de 20 anos, e sem mais nada, espeta um biqueiro numa porta de um carro, amolgando tudo. O dono do carro vê a situação, chama as autoridades, e são os dois identificados (apesar de apenas o menos ter prevaricado). Não existe qualquer seguro de responsabilidade civil. Quem vai pagar a porta?

O teu problema é quem paga?
Ou o teu problema é uma pessoa com imunidade poder cometer um crime?

No teu exemplo, provada a acção do puto em tribunal, paga o pai da criancinha.
Mas o puto não é preso pelo crime de vandalismo... é a imunidade que tem ao seu serviço, chama-se inimputabilidade
 
O teu problema é quem paga?
Ou o teu problema é uma pessoa com imunidade poder cometer um crime?

No teu exemplo, provada a acção do puto em tribunal, paga o pai da criancinha.
Mas o puto não é preso pelo crime de vandalismo... é a imunidade que tem ao seu serviço, chama-se inimputabilidade

Obviamente que alguém com imunidade poderá cometer um crime. A questão que mandei para o ar é a do mal menor. Se o responsável não pode pagar pelo crime, alguém terá (no mínimo) de pagar as despesas materiais e morais dos eventuais danos causados.

No exemplo dado, o resultado é o mesmo, ou seja, poderão não existir consequências directas para o responsável. E alguém paga na mesma.
 
Como assim? Quem é que atribuiu essa imunidade a essas pessoas? Seguramente foi o Estado Português, senão era aquela lógica que "parodiei" atrás, bastaria todos os passaportes serem diplomáticos e assunto resolvido.

Ora se é o Estado que atribui essa imunidade ao abrigo da Convenção de Viena, obviamente ele será solidário com a responsabilidade do que está a fazer.

Imagina a seguinte situação. Um miúdo de 10 anos que vai passear com um vizinho adulto de 20 anos, e sem mais nada, espeta um biqueiro numa porta de um carro, amolgando tudo. O dono do carro vê a situação, chama as autoridades, e são os dois identificados (apesar de apenas o menos ter prevaricado). Não existe qualquer seguro de responsabilidade civil. Quem vai pagar a porta?

Já aconteceu com um familiar, estar estacionado num lugar de estacionamento e ouvir umas "pedras" no tejadilho.

Era uma criança de um 9º andar que estava a atirar aquelas "bolas" que há em alguns vasos, (não sei como se chama).

Inclusivamente amassou o tejadilho. [:D]
 
Acho que a questão, é mais se a pessoa em questão não quiser aguardar nem se identificar, ou seja, se se for embora.

Nesse caso talvez só com a matrícula e testemunhas.

Até à data, zero problemas na resolução de acidentes com viaturas de matricula CD ou FM.

À excepção da comunicação, nomeadamente com asiáticos.
 
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