Jornalistas e a Matemática...

Se eles fazem esta confusão com números tão simples... Quando lhes aparecem milhares de milhões à frente, é um regabofe
 
Sabes que a matemática é uma ciência oculta, só acessível após a iniciação aos rituais negros e da venda da alma ao diabo.
 
Nem merece comentários... Até mete dó...

Erraram por metade.

Outro... (40*100)/60 = 66.66(7)%

Mas esta nem é uma questão de matemática, é uma questão de interpretação, o que é bem mais grave, uma vez que o Sr. deve pelo menos ter uma licenciatura na área de letras/humanidades. Ele fez as contas todas ao contrário (100€ - 40% = 60€) o que prova que ele nem sequer sabe a diferença entre aumento e redução...
 
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O que eu acho preocupante é a menorização por parte da sociedade deste tipo de falhas.

Cada vez mais as pessoas pensam que "não faz mal" ser ignorante a matemática. Nalguns casos, assumir que "não se percebe nada de matemática" até é bem visto...
 
Se tivesse ficado só pelo JN, estávamos nós muito bem. O problema é que a SIC fez a mesma coisa. :S
 
Nem merece comentários... Até mete dó...
Outro... (40*100)/60 = 66.66(7)%
Mas esta nem é uma questão de matemática, é uma questão de interpretação, o que é bem mais grave, uma vez que o Sr. deve pelo menos ter uma licenciatura na área de letras/humanidades. Ele fez as contas todas ao contrário (100€ - 40% = 60€) o que prova que ele nem sequer sabe a diferença entre aumento e redução...

Por isso eu prefiro os numeros... Nunca falham...

Pena o meu patrão também perceber de numeros e nunca se engana quando me aumenta... [8b]
 
Só podemos concluir que a policia está a ser roubada :rolleyes: no subsidio de fardamento, prometeram que aumentavam para 100€ e afinal só lhe vão dar mais 40% :eek: :eek:
 
Esse equívoco é muito comum.

Ao observarem os valores 60€ e 100€, as pessoas tendem pelo conceito expandido de amostra a utilizar em abstracto a métrica do máximo, donde resulta referenciar os cálculos relativamente a 100€.

Ora, a omissão que ocorre aqui designa-se, na contextualização lógica do problema, por «equívoco de ordem»: toma-se o valor 60€ ou 100€ de modo indiferente sem relacionar correctamente a ordem contextual que os liga (como já alguém referiu, toma-se a mesma base para calcular o aumento ou a redução, o que é o fulcro do equívoco de ordem).
 
Hehehe, infelizmente não são só os jornalistas, conheço gestores e economistas com o mesmo problema.

De qql maneira esse valor parece-me algo exíguo, já que por exemplo, há pouco tempo os guardas prisionais tiveram de renovar o fardamento e a maioria teve de o comprar aos poucos, levando dois a três messes para o poder pagar completamente.
 
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Esse equívoco é muito comum.

Ao observarem os valores 60€ e 100€, as pessoas tendem pelo conceito expandido de amostra a utilizar em abstracto a métrica do máximo, donde resulta referenciar os cálculos relativamente a 100€.

Ora, a omissão que ocorre aqui designa-se, na contextualização lógica do problema, por «equívoco de ordem»: toma-se o valor 60€ ou 100€ de modo indiferente sem relacionar correctamente a ordem contextual que os liga (como já alguém referiu, toma-se a mesma base para calcular o aumento ou a redução, o que é o fulcro do equívoco de ordem).
Eis uma explicação... Zen [:D]
 
Esse equívoco é muito comum.

Ao observarem os valores 60€ e 100€, as pessoas tendem pelo conceito expandido de amostra a utilizar em abstracto a métrica do máximo, donde resulta referenciar os cálculos relativamente a 100€.

Ora, a omissão que ocorre aqui designa-se, na contextualização lógica do problema, por «equívoco de ordem»: toma-se o valor 60€ ou 100€ de modo indiferente sem relacionar correctamente a ordem contextual que os liga (como já alguém referiu, toma-se a mesma base para calcular o aumento ou a redução, o que é o fulcro do equívoco de ordem).

Acredito que seja comum, mas sendo um jornalista (???) deveria ter mais cuidado com o que escreve...
 
Esse equívoco é muito comum.

Ao observarem os valores 60€ e 100€, as pessoas tendem pelo conceito expandido de amostra a utilizar em abstracto a métrica do máximo, donde resulta referenciar os cálculos relativamente a 100€.

Ora, a omissão que ocorre aqui designa-se, na contextualização lógica do problema, por «equívoco de ordem»: toma-se o valor 60€ ou 100€ de modo indiferente sem relacionar correctamente a ordem contextual que os liga (como já alguém referiu, toma-se a mesma base para calcular o aumento ou a redução, o que é o fulcro do equívoco de ordem).


É a tal história: O patrão chegou ao pé do empregado e disse-lhe. Zé, tens feito um bom trabalho e portanto vou-te aumentar 10%. O Zé rejubilou. Passados uns tempos o patrão apanhou o Zé a sornar em hora de expediente, deu-lhe uma reprimenda e anunciou que lhe ia baixar o ordenado em 10%. O Zé, que nunca gostou muito de escola, pensou "bem, fico igual ao que estava, menos mal". Mas no fim do mês reparou com espanto que afinal passou a ganhar menos.


É um erro muito comum, mas não deixa de ser um erro, e por isso seria de esperar um pouco mais de rigos de um órgão de comunicação social. Só que, infelizmente, rigor já não se vê muito no jornalismo de hoje em dia, e não é só na matemática.
E hoje em dia os erros tendem a aparecer em praticamente todos os órgãos de comunicação, porque vão todos beber às mesmas fontes, e para cortar custos muitos órgãos deixam passar as notícias sem que estas tenham sido revistas por um revisor, passe a redundância.
 
Acredito que seja comum, mas sendo um jornalista (???) deveria ter mais cuidado com o que escreve...
Naturalmente. Mas se veio da Lusa, nem quem escreveu teve tempo para evitar a má interpretação, nem quem o adaptou teve sentido crítico para analisar a informação que recolheu.[;)]
 
É um erro muito comum, mas não deixa de ser um erro, e por isso seria de esperar um pouco mais de rigos de um órgão de comunicação social. Só que, infelizmente, rigor já não se vê muito no jornalismo de hoje em dia, e não é só na matemática.
A partir do momento em que falam de "corridas de tuning" e outras barbaridades, isto não é nada.[:D]
 
A partir do momento em que falam de "corridas de tuning" e outras barbaridades, isto não é nada.[:D]

Desculpa mas não concordo. Falta de cultura sobre assuntos específicos é um erro, mas admite-se, afinal nem toda a gente tem que saber tudo sobre tudo.

Agora não saber português ou matemática (dependendo da interpretação) é muito grave para um Jornalista que supostamente teve que fazer o ensino obrigatório e um curso superior na área de humanidades.

Se um Engenheiro fizesse uma ponte e esta caísse porque se tinha enganado em alguns cálculos caia-lhe tudo em cima e perdia (com razão) a licença da ordem.
 
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