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vou a 3/4 do livro, é o quarto livro de MST que lê-o, e acho esta critica grosseira, e insultuosa, como leitor e apreciador do genero MST, rejeito a totalidade da critica!!![] [
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gro;2038563......... ..........os leitores assíduos do MST podem sempre evoluir nas suas escolhas...[/quote disse:evoluir (???)
e porque não regredir (!!!)[] [
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depende apenas do ponto de vista, ou do que se pretende avistar![] [
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Muito bem, é a tua opinião []
mas grosseira? está até bem fundamentada e delineada.
.......................................................
desculpa, mas "discordo da tua discordância": completamente desproporcional. []
Audiolivros
13-02-2008 18:05
Uma outra forma de ler
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O audiolivro, inicialmente concebido para permitir aos invisuais o acesso aos livros, é, hoje em dia, uma forma de "leitura" bastante comum nos EUA e um pouco por toda a Europa. Em Portugal, já reúne alguns adeptos. VEJA O VÍDEO.
Resultado da gravação em suporte áudio do conteúdo de um livro, o audiolivro representa 10% do mercado editorial norte-americano.
No nosso país esta nova forma de "ler" livros está a dar os primeiros passos. A Renascença falou com o professor Marcelo Rebelo de Sousa e com os actores Nuno Lopes e Eunice Muñoz, que se mostraram "fãs" dos audiolivros.
CS/TA
- "The brutality of life in ancient times is everywhere evident in Taita's tale, which involves fatal intrigue at every turn. It's clear Smith knows his subject: his graphic depiction of lust, bloodletting, politics, and, in Taita's case, honor is firmly grounded in rich details that evoke the period."– Booklist
- "Brightly colored, sweeping escapism." – Kirkus Reviews
- "A rich, compelling look back in time [to] when history and myth intermingled."– San Francisco Chronicle
- "A grand tale of intrigue, deception, true love and exile." – Denver Post
- 'An epic of sex, death and intrigue in the Valley of the Kings ... richly written ... packs in the action ... excellent.' – Weekend Telegraph
- 'Superlatively evocative....Smith`s descriptions hardly falter over 500 pages and [River God] has relentless momentum.' – Observer
- 'Big, brave and blockbusting ... brilliantly detailed descriptions of life on the Nile.' – Mail On Sunday
- 'Grand mythical material.... the set pieces are fabulous.' – Times Literary Supplement
- 'High adventure ... there is never a lull in his majestic novel overflowing with passion, rage, treachery, barbarism, prolonged excitement and endless passages of sheer, exquisite colour.' – The Washington Post
- 'An epic ... Smith joins the ranks of the grand masters of twentieth-century novels.' – Tulsa World
- 'A grand tale of intrigue, deception, true love, and exile.' Denver Post.
- 'Vivid and fascinating ... Packed with passion, war, intrigue, and revenge.' – Orlando Sentinel
Para quem leu, está a ler ou pensa em ler o "Rio das Flores" do Miguel Sousa Tavares, atentem a este artigo - polémico - da Dóris Graça Dias (crítica literária do Expresso).
Eu já tinha manifestado o meu desagrado - como muita gente - pelas obras do M.S.Tavares; pelo que parecem serem fórmulas comerciais e "copistas" (?) de escrever calhamaços pretensiosos....e de se colar, de forma mal compreendida, ao nosso passado histórico.
Mais a mais a postura do editor do Expresso foi assaz medíocre....enfim.
O artigo é longo mas vale bem a pena. O artigo e parte (sim porque a reacção completamente descabida não a postaram lá...) da reacção do editor estão aqui.
Artigo:
"A Redacção
Perdoe-se a franqueza. Há "parti-pris" que batem certo, mas para que a relativa se comprove, há que analisar o objecto sob suspeita.
Anunciada como obra de mais de 600 páginas, com uma tiragem de 100 mil exemplares, esta, antes de ser já o era: "As pré-vendas on line do novo romance de Miguel Sousa Tavares, Rio das Flores, registaram mais de mil encomendas durante as primeiras 24 horas, um facto inédito para um autor português. O livro, cujo lançamento está marcado para dia 25 de Outubro, só chega às livrarias no dia 29." Informava a editora a 19 daquele mês. Fomos pesá-lo numa simples balança de cozinha - fazia-nos falta este elemento informativo: 900 gramas. Suspense, marketing, quantidade, peso... faltava só verificar o que em literatura parece ser perfeitamente secundário: a qualidade.
Isso aí, isso aí... já nos parece mais subjectivo. Será? Comecemos pelos pastiches. E que tal uns "vencidos da vida" transpostos para fins de 1920? Não se chamam Carlos nem Ega, mas enfim, ecoa ali Eça que é um mimo. E um cheirinho a faenas, a caça às perdizes - tão do gosto da pessoa do autor (que maldade confundir egos e alter egos, mas há quem se ponha a jeito) -, coisas de homem, muito lido em Hemingway (cá entre nós, que ninguém nos ouve, um Nobel uma bocadito forçado)? Mas enquanto Hemingway nos faz balançar e zangar nos nossos "parti-pris" (mais uns) relativamente a touradas, caçadas, pescarias e coisas afins, com MST ficamos na mesma. Nenhuma simulação de exaltação, nenhuma garra, nenhuma inspiração; o que temos é uma morna descrição de gestos pouco cinematográficos, um descritivo meio jornalístico, longínquo ainda do despachado Hemingway.
E por falar em descritivo meio jornalístico, este romance, que nas palavras do próprio autor se deseja histórico, quando entra por esse caminho, regista um tom de Selecções do Reader's Digest. Por vezes, parece que estamos numa sala de cinema nos anos 60, vendo e ouvindo os registos informativos que a censura nos impingia antes de um qualquer Música no Coração; outras, lembra-nos certos programas televisivos em que vemos imagens em movimento muito queimadas de um qualquer "raid" aéreo da 2ª Guerra Mundial acompanhadas de sínteses vocálicas bem colocadas mas, contudo, sínteses.
Quanto às variantes descritivas de centros históricos, áreas urbanas, edifícios-chave, o tom é de prospecto turístico, onde não falta a curiosidade histórica, a anedota com personalidade internacional, a listagem de um menu, estilo: quando ir, como ir, onde ficar, o que e onde comer. Já agora convém referir que os citados hotéis Negresco e Carlton ficam, respectivamente, em Nice e em Cannes, daí que dizer que o arquitecto francês Joseph Gire, autor da "arquitectura do Copacabana Palace [se inspirara] nas do Negresco e do Carlton, de Nice" (pág. 327) tem qualquer coisa, no mínimo, de precipitado. E inútil, já que quem conhece, conhece; quem não conhece, fica na mesma.
Romance, romance... como a palavra anda desgastada. Quanto mundo é preciso percorrer, aprender, ter para escrever um romance. Quanta atenção é preciso despender, quanta imaginação converter, quanta distância compreender. Criar personagens não se basta por um acumular de lugares comuns, somando diferenças ilustrativas de tipos; há que não ser anacrónico na linguagem, nas exigências existenciais, nos enquadramentos territoriais. Se se pretende descrever uma mulher, convém olhar bem para elas, sob pena de se ser apenas grosseiro, quando se pretendia ser airoso. Para escrever um romance há que ser um "flâneur" e não um "poseur". Ou seja: perder-se e não julgar-se, à partida, encontrado.
Tudo o que MST disser sobre a sua própria escrita, o seu romance histórico é gratuito. Que o escreveu a pedido de muitas famílias, que passou três anos muito duros, quase dois a documentar-se e um fechado em casa a escrever, sem viajar: nada disto interessa a um leitor; nada disto interessa à literatura. É exactamente esta inversão de valores que faz de Rio das Flores uma obra menor, tão igual a um qualquer exercício de menino de escola semi-deitado de lado sobre o papel, trincando a língua num esforço de saliva e olhos estrábicos confluindo no bico da caneta. "Bela Redacção!": diz o professor, relativizando o esforço e a idade do garoto.
Mas MST não é um garoto e se quer usar o seu nome, devia exigir mais de si do que a simplicidade de uma obra pretensamente bem engendrada. Em literatura isso não existe. Se pretende fixar história, nada como perder três, seis, doze anos a estudar uma época, para a registar - em 100 páginas; se quer escrever um romance, nada como reflectir sobre o que é a literatura, ler muito, e bem, que é como quem diz: perder-se. E se nunca se conseguir encontrar para escrever, ninguém lho levará a mal!
Dóris Graça Dias
Rio das Flores
de Miguel Sousa Tavares
Oficina do Livro, 2007
632 págs., € 29"
Belo tópico apr![]()
Estou a ler neste momento:
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Ainda tenho este quase no fim
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Quanto a esta critica só tenho uma coisa a dizer, a dor de cotovelo é f*dida,
mas Portugal é assim mesmo não se pode ver ninguém ter exito que ficam logo todos ruídos de inveja.
O Sousa Tavares é um excelente contador de historias, são livros faceis de ler e que prendem a atenção do leitor, já sabemos que nunca ganhará um premio Nobel porque o Sousa Tavres ao menos dasse ao trabalho de escrever respeitando as regras da gramatica portuguesa.
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Bem...ora aí está a bela da resposta brejeira.
Atrevo-me a comentar que, julgando pelo teu comentário, não percebes muito de Literatura, e que deves ler (ou já ter lido) muito pouco e muito mal.....
Desde quando é que o êxito literário se mede pelas vendas? Não é soberba literária, mas excelência de marketing...e quem "engole", sem colocar questões, as obras do MST, é que precisa de reavaliar os seus critérios culturais e experimentar abrir (expandir; melhorar) os horizontes.
Os principais criticos negativos das obras dele são pessoas especializadas nas matérias em questão (que é o caso do Vasco Pulido Valente).
O MST é "um excelente contador de histórias"??? Em que planeta?
Sugiro que leias mais e melhor: o Somerset Maugham é que era um grande contador de histórias; como o é Gunter Grass; Umberto Eco, Saramago, M. Tavares, Aldous Huxley, Pérez-Revert, Crommwel, Sartre, Jorge Semprún, Steve Saylor, Dante, Petrarca, Miguel de Cervantes; Shakespeare, Moliére, Daniel Defoe, Swift, Faulkner, Kafka, Goethe, Shiller, Lessing, Stendhal (Beyle), Dickens, Flaubert, Dostoievsky, Tolstoi, Thomas Mann, Proust, James Joyce, Musil, Italo Calvino, Mary Shelley, Sterne, Beckett, Brecht, Poe, Pessoa,Fitzgerald, D. H. Lawrence, Orwell, Wolf, Cormac Mcarthy, Garcia lorca, Gabriel Garcia Marquez, Conrad, Roth, Naipaul, Hemingway, Yourcenar, Steinbeck, Ezra Pound, Graham Greene, Seamus Heaney, Vidal, Tolkien, Toni Morrison, Kazuo Ishiguro, Kundera, Sepúlveda, Solzhenitsyn, Maria Remarque, Shaw, Golding, Burrough, J. L. Borges, McEwan, Suskind, Parmuk, Coetzee, Arthur Miller, Zola, Wells, Henrik Ibsen, Nietzche, Padre António Vieira, Eça de Queiroz, Cardoso Pires, Lobo Antunes, etc etc
...poder-se-ia continuar. Todos estes que mencionei são infinitamente melhores que o o MST (enquanto escritor)...não foram precisas pesadas máquinas de marketing para nos fazer acreditar noutros mundos e no nosso. O MST está a universos de distância de qualquer um deles...
A sério, não leves mal a minha sugestão e lê, pelo menos, uma obra de cada um dos que enunciei. Vais notar a diferença.
Acabei ontem de ler o Memorial do Convento, o mais fantástico livro que alguma vez tive oportunidade de ler (também ainda li pouquinhos, confesso.[]:sh)
A história é brutal, parece que vivemos mesmo no séc. XVII. Cada vez gosto mais do Saramago!!apr
E vou a meio (literalmente) do Rio das Flores, o livro da polémica[]. Estou a gostar. Obviamente não tem nada a ver com um Saramago, mas o livro está engraçado.[
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