[Crime] Maddie-Qual a verdade?

Maddie-Qual a verdade?

  • - Sim

    Votes: 45 6.1%
  • - Não

    Votes: 572 77.0%
  • - Não tenho opinião formada

    Votes: 126 17.0%

  • Total voters
    743
Pelos vistos a PJ anda às aranhas e continua a brincar com a opinião pública.

Os tais excelentes investigadores em 100 dias de trabalho, mesmo com os parcos meios que dispôem, excusam de intoxicar a opinião pública com informações que não têm a coragem de confirmar.

E como neste caso não podem fazer interrogatórios a meio da noite, valem os amigos dos tablóides nacionais.

É de pasmar.

E reparem que esta semana foi encontrada morta uma miúda de 4 anos vítima de maus tratos e abusos, no UK. Por lá também existem tarados. E à molhada.

Neste campo, não precisamos de alimentar complexos.
 
A visão e Moita Flores

A visão e Moita Flores

A imprensa britânica encetou uma nova campanha a propósito do caso Madeleine. Agora, surge na linha da frente o ataque contra a imprensa portuguesa. E não se diga que se tratam de tablóides. Todos, incluindo a BBC, a Sky News, distorcem e manipulam notícias com um objectivo: salvar a face. Apostaram o Mundo inteiro de que Madeleine fora raptada. Agora, não há recuo. A questão deles é muito simples: todas as notícias que apontam para o rapto são boas. Desde que o raptor não seja inglês. Todas as notícias que apontam para outras soluções são más. São especulações. Procuram atacar a inditosa família.

A verdade, que nenhum assessor de imagem, nenhum jornalista pode ocultar, é que esta família recebeu o que de melhor Portugal tem nas horas de aflição. Chorámos com eles, rezámos, quisemos acreditar que toda a operação de imagem tinha a ver com a aflição na procura da filha. Até a Justiça foi tolerante. Se pais portugueses tivessem abandonado três crianças à sua sorte para se irem divertir com amigos e uma das crianças desaparecesse, caía-lhes em cima a imprensa, a polícia, a tutela de menores. Com os McCann fechámos os olhos a tão grande negligência. São ingleses, e tal e coisa, gostam de se embebedar no Algarve e tal, e claro!, são culturalmente diferentes de nós. Eles, os donos do progresso, que dão toda a liberdade às suas crianças, nós, os labregos, que não lhes tiramos os olhos de cima. Mas há outra verdade. Desde a primeira hora que a tese do rapto só encaixa para quem reage com emoção a estas coisas. Os polícias portugueses e ingleses que estão a investigar o caso não podiam cometer esse erro. Os mistérios para serem resolvidos precisam do exercício da razão e não das lágrimas. E a razão, por vezes, empurra- -nos para lugares de horror. As entrevistas dos McCann dizem aquilo que a massa de afectos quer ouvir. São preparadas ao pormenor por assessores, integram-se na campanha britânica contra outras hipóteses de solução do mistério, induzem quem os ouve a acreditar que só a verdade do rapto existe. Verdade que eles próprios não sabem explicar.

Ainda há outra verdade. Só quem ignora o que é investigação criminal pode falar em novas linhas de investigação. Porque têm todas a mesma idade. Apenas algumas hipóteses mostraram que não eram sustentáveis e outras tinham pernas para andar. A chegada dos cães especialistas em odores de sangue e cadáveres não é uma especulação. É uma evidência. Relevam a suspeita de que a criança pode ter sido morta dentro daquela casa. Foi o tal raptor? A que propósito? Queria raptar um cadáver? Então quem foi? A resposta amedronta a imprensa inglesa e daí o foguetório xenófobo contra os jornalistas e a polícia portuguesa. Só pode ter sido alguém que frequentava aquela casa e a conhecia. Ao ponto de saber onde estavam os produtos de limpeza com que se podem apagar manchas de sangue. E, caso se confirme esta pesquisa policial, nem se pode falar em morte por acidente. Quem, sozinho ou acompanhado, esconde indícios quer ocultar um crime. Não existe mais simples exercício de dedução. O instrumento dos detectives. Quanto aos outros caminhos estão no território da fé. Os padres celebram missas e os detectives descobrem crimes.
Francisco Moita Flores, Docente Universitário
 
Last edited:
De facto é lamentável o papel da imprensa britânica, e lamentável que, por cá, haja ainda quem o não tenha percebido, pois se críticas tiverem de haver às investigações elas terão de ser distribuídas pelas autoridades nacionais e pelas inglesas, para além da fortíssima pressão internacional que tão bem se percebe dos noticiários de todos os dias!...
 
De facto é lamentável o papel da imprensa britânica, e lamentável que, por cá, haja ainda quem o não tenha percebido, pois se críticas tiverem de haver às investigações elas terão de ser distribuídas pelas autoridades nacionais e pelas inglesas, para além da fortíssima pressão internacional que tão bem se percebe dos noticiários de todos os dias!...


mais até que lamentavel, é tanto mais cínica, pois que, Inglaterra é o Pais recordista de raptos de crianças, e recordista de casos insoluveis (!!!)
mas nós como habitualmente somos uns "cordeirinhos"....
 
mais até que lamentavel, é tanto mais cínica, pois que, Inglaterra é o Pais recordista de raptos de crianças, e recordista de casos insoluveis (!!!)
mas nós como habitualmente somos uns "cordeirinhos"....
Exactamente!
 
já todos se esqueceram como foi a a imprensa britanica com o Cristiano Ronaldo ou com a selecção no Mundial do ano passado? Já se sabe os sensionalistas que são, tanto os tabloides como os supostos meios de comunicação a sério.

quanto ao caso vamos aguardar serenamente ou seu desfecho.
 
Contradições

Contradições

Mantêm-se as contradições no grupo de amigos com quem os McCann jantaram nessa noite, razão pela qual continuam a ser escrutinados de perto pelas polícias de Portugal e Inglaterra.

Um dos casais, Mathew e Rachell Oldfield, tem um filha que na altura do desaparecimento de Madeleine tinha 18 meses. Mathew é médico e conheceu Gerry McCann (cardiologista) num hospital em Leicester, onde ambos trabalharam. Segundo o semanário Sol, Mathew Oldfield tem pendente uma acusação por negligência médica neste hospital, devido a um diagnóstico tardio que resultou na morte de um paciente.

David e Fiona Payne (também são médicos) têm dois filhos. Foi David quem organizou a viagem para a Praia da Luz no Algarve. Foi ele quem reservou a estadia no Ocean Club, através da internet. Do grupo, foram os únicos que usaram um sistema de intercomunicadores para vigiar os filhos durante o jantar.

O terceiro casal é Russell O'Brien e Jade Tanner. Russel foi quem há duas semanas anunciou que tem um pacto de silêncio com os McCann. Russel também é médico e vive na mesma cidade da irmã de Robert Murat - Exeter. Tem dois filhos com Jade, que por coincidência ficou grávida ao mesmo tempo de Kate McCann. A filha mais velha deste casal tem a mesma idade de Madeleine McCann, 4 anos.

Jade é tida como uma testemunha-chave neste caso, já que afirma ter visto um homem suspeito na noite do desaparecimento, com uma criança nos braços, que descreve com precisão - cabelo escuro, magro, 1,70m. Nenhum dos outros elementos se lembra destes detalhes.

Por último, Dianne Webster, 63 anos, portanto, o mais velho dos convivas. Dianne é mãe de Fiona Payne e não consegue precisar à polícia portuguesa quem abandonou o restaurante durante o jantar. Do grupo, é a única testemunha a dizer que cada casal ficou responsável pelos seus próprios filhos, não entrando no apartamento dos amigos.

O casal McCann anunciou há dias que mantém a máxima confiança nestas pessoas. Precisamente as pessoas com quem jantaram a 3 de Maio deste ano, na noite em que a sua filha desapareceu misteriosamente do apartamento onde foi deixada a dormir com os irmãos.

In aeiou quiosque
 
Mantêm-se as contradições no grupo de amigos com quem os McCann jantaram nessa noite, razão pela qual continuam a ser escrutinados de perto pelas polícias de Portugal e Inglaterra.

Um dos casais, Mathew e Rachell Oldfield, tem um filha que na altura do desaparecimento de Madeleine tinha 18 meses. Mathew é médico e conheceu Gerry McCann (cardiologista) num hospital em Leicester, onde ambos trabalharam. Segundo o semanário Sol, Mathew Oldfield tem pendente uma acusação por negligência médica neste hospital, devido a um diagnóstico tardio que resultou na morte de um paciente.

David e Fiona Payne (também são médicos) têm dois filhos. Foi David quem organizou a viagem para a Praia da Luz no Algarve. Foi ele quem reservou a estadia no Ocean Club, através da internet. Do grupo, foram os únicos que usaram um sistema de intercomunicadores para vigiar os filhos durante o jantar.

O terceiro casal é Russell O'Brien e Jade Tanner. Russel foi quem há duas semanas anunciou que tem um pacto de silêncio com os McCann. Russel também é médico e vive na mesma cidade da irmã de Robert Murat - Exeter. Tem dois filhos com Jade, que por coincidência ficou grávida ao mesmo tempo de Kate McCann. A filha mais velha deste casal tem a mesma idade de Madeleine McCann, 4 anos.

Jade é tida como uma testemunha-chave neste caso, já que afirma ter visto um homem suspeito na noite do desaparecimento, com uma criança nos braços, que descreve com precisão - cabelo escuro, magro, 1,70m. Nenhum dos outros elementos se lembra destes detalhes.

Por último, Dianne Webster, 63 anos, portanto, o mais velho dos convivas. Dianne é mãe de Fiona Payne e não consegue precisar à polícia portuguesa quem abandonou o restaurante durante o jantar. Do grupo, é a única testemunha a dizer que cada casal ficou responsável pelos seus próprios filhos, não entrando no apartamento dos amigos.

O casal McCann anunciou há dias que mantém a máxima confiança nestas pessoas. Precisamente as pessoas com quem jantaram a 3 de Maio deste ano, na noite em que a sua filha desapareceu misteriosamente do apartamento onde foi deixada a dormir com os irmãos.

In aeiou quiosque

Cada vez mais me leva a acreditar na tese de homicido ou acidente... Com ocultaçao de cadáver[s)]
 
Cada vez mais me leva a acreditar na tese de homicido ou acidente... Com ocultaçao de cadáver[s)]
Pode ser possível.

Mas o que todos gostaríamos mais de tudo é que a verdade fosse apurada de uma vez por todas e não neste autêntico assassínio de carácter que vão lançando para a opinião pública.

E a investigação tem que ter o máximo cuidado com estes métodos, porque hipóteses há muitas de certeza, mas factos provados é que ainda não vi nenhum. E nestas coisas, não havendo factos não há caso.
 
Depois de todas as acções de solidariedade para com os pais da Madeleine, se se vem a descobrir que foram estes que a mataram e andaram este tempo todo a enganar as pessoas, vai ser muito mau para todos os outros pais de crianças desaparecidas e raptadas, porque vamos começar a desconfiar sempre da veracidade da versão dos pais e a duvidar se os mesmos não estarão envolvidos no desaparecimento dos filhos. E quanto maiores as duvidas e a desconfiança, menores os apoios para tal causa.
 
Por vezes são permitidas algumas fugas de informação, de modo a verificar se certos comportamentos sofrem alterações ou se alguem, com base nessas noticias dispõe de alguma informação que ajude as investigações.
É o chamado "atirar barro á parede".
 
Depois de todas as acções de solidariedade para com os pais da Madeleine, se se vem a descobrir que foram estes que a mataram e andaram este tempo todo a enganar as pessoas, vai ser muito mau para todos os outros pais de crianças desaparecidas e raptadas, porque vamos começar a desconfiar sempre da veracidade da versão dos pais e a duvidar se os mesmos não estarão envolvidos no desaparecimento dos filhos. E quanto maiores as duvidas e a desconfiança, menores os apoios para tal causa.


Por muito frio que possa parecer o que vou dizer, nos dias que hoje correm, e com base no que vemos e ouvimos que o ser humano é capaz, em casos como este, acho que os país são tão supeitos como outra pessoa qualquer. [s)]
 
Por muito frio que possa parecer o que vou dizer, nos dias que hoje correm, e com base no que vemos e ouvimos que o ser humano é capaz, em casos como este, acho que os país são tão supeitos como outra pessoa qualquer. [s)]

Factos, até existirem factos o porquê de ficarem fora das suspeitas ?

Basta fazer uma pesquisa e o que não faltam são noticias, envolvendo pais ou familiares, e não é necessário sair de Portugal
 
Por muito frio que possa parecer o que vou dizer, nos dias que hoje correm, e com base no que vemos e ouvimos que o ser humano é capaz, em casos como este, acho que os pais são tão supeitos como outra pessoa qualquer. [s)]

Isto mesmo foi dito, logo no início, por aquele comentador de TV, creio que antigo agente da Judiciária.
Já na altura, esses seus comentários levantaram muita polémica.
Continuo a achar que não foram os pais que mataram a menina. No entanto, também creio que os pais sabem mais do que o que contam...ou por outra, do que aquilo que nos dizem que eles contam.:confused:
 
Sem querer lançar mais barro á parede...

Façam um exercicio

Lembram-se das feições da mãe do RUI PEDRO ???????? ainda hoje, quando aborda o desaparecimento do filho ??????

Comparem com a mãe da Madeleine, Kate McCann :confused: , durante todas as entrevistas que deram ás TV's e o desaparecimento é recente, cerca de 110 dias

Outra situação que me causa estranheza, prende-se com o facto da Kate McCann, ter afirmado durante uma entrevista á BBC, que estava de consciência tranquila pois ela não tinha morto a filha :confused:
 
O que mais me surpreendeu na entrevista foi a falta de emoção e frieza demosntrada pelos pais quando falavam na entrevista dos 100 dias do desaparecimento.
E mais agora com a sua atitude em relação aos media, excluindo os portugueses e tentando criar um clima de pressão e de vitimização atravez dos media britanicos, de forma a pressionar as autoridades e a manipular a opinião publica.
 
Como dizem e bem, eu não encontro motivo algum para excluir os pais da lista de suspeitos, muito pelo contrário.

Tambem me posso por na pele deles ( mesmo sem ter filhos ), mas se algo do género se passa-se com um filho meu, eu de certo seria suspeito como todas as outras pessoas, embora me custasse muito, mas eu teria de compreender e tentar ajudar no máximo as autoridades.

O que eu acho que não se passa com os McCann, como já aqui foi dito eu acho que eles não dizem tudo o que sabem, e como disse o Moita Flores na entrevista com a Visão, eu concordo, todas as entrevistas que dão são muito planeadas, sempre a roda do mesmo assunto, sempre a tentar sensibilizar tudo e todos os que acompanham este caso.

Eu tenho acompanhado isto desde o inicio, não me manifesto muito sobre este caso, pois não sei o que pensar, já no caso da Joana fiquei com uma revolta enorme do desfecho que o caso teve. Prefiro não me "envolver" muito neste assunto, pois ( espero que não ) creio que este caso vai ter um fim revoltante. [s)]
 
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