Madeira....o que fazer?

O feedback que tenho é esse mesmo! Mas despacha-te a comprar o bilhete pois quanto antes o fizeres, mais barato ele poderá ser! E de preferência vai e vem num dia de semana, porque fica mais barato do que se for em dia de fim de semana![;)]

Obrigado.[;)]
Só outra questão: costumam adicionar algum seguro na compra do bilhete? A easyjet é um bocadinho alarmista com esta história dos seguros...
 
[kiss]Também estou a pensar lá ir (pela primeira vez) no próximo mês. Tenho alojamento e transporte grátis (excepto os consumíveis, claro) e neste momento só preciso de me preocupar com a viagem. A companhia mais em conta é a easyjet, certo?

Foi onde encontrei preços mais baixos... Ida e volta para 2 pessoas fica-me por 80€.

Obrigado.[;)]
Só outra questão: costumam adicionar algum seguro na compra do bilhete? A easyjet é um bocadinho alarmista com esta história dos seguros...

Eu nunca adiciono seguros e nunca tive problemas (até hoje!)
 
Câmara de Lobos
Foi esta tradicional vila piscatória, situada a cinco quilómetros do Funchal, que inspirou Sir Winston Churchill a pintá-la.
O nome foi-lhe dado pelos exploradores João Gonçalves Zarco e Tristão Vaz Teixeira, devido à forma da sua baía (Câmara) e por causa de haverem muitos lobos marinhos nesta área.
No começo, o ilhéu encontrava-se completamente rodeado de água mas, com o tremor de terra , o Pico da Torre desabou e as pedras e terra provenientes deste desabamento caíram para o local onde encontra a actual 'vila'.
Câmara de Lobos, para além da encantadora baía, tem diversos pontos de interesse, tais como o Pico da Torre, o Curral das Freiras, a Boca dos Namorados, a Boca da Corrida e o Cabo Girão.
Partindo em direcção ao Estreito de Câmara de Lobos, aperceber-se-á de que a cultura da banana dá lugar à da vinha e, um pouco mais acima, à da cereja.
Uma vez no Estreito de Câmara de Lobos, não deixe de visitar a igreja matriz e de passar pela freguesia do Jardim da Serra, onde tem três opções: ir à Boca dos Namorados e apreciar a deslumbrante paisagem do Curral das Freiras, passar pela Boca da Corrida e, finalmente, parar na Quinta do Jardim da Serra.
A não perder de maneira nenhuma é o Cabo Girão (o segundo cabo mais alto da Europa), capaz de o presentear com vistas espantosas sobre o concelho do Funchal. Simplesmente deslumbrante…
Câmara de Lobos é a 'casa' da Poncha, uma mistura de sumo de limão, mel e aguardente de cana de açúcar, sempre pronta a servir nas muitas tascas locais. Se gosta de tirar fotografias, vai adorar as paisagens de Câmara de Lobos e os seus habitantes.

Cabo Girão
Pela estrada que vai do Funchal, para Câmara de Lobos, em direcção às montanhas, chega-se ao Cabo Girão.
Com uma altura de 580 metros, este é o segundo maior cabo do mundo. Debruçarmo-nos sobre o corrimão metálico, no miradouro, é uma aventura capaz de nos reter a respiração.
A vista é incrivel e é, especialmente para os que têm medo de alturas, mais agradável longe da varanda que dá para o precipício.
Na zona do Cabo Girão encontra um elevador panorâmico que dá acesso à ‘Fajã dos Padres’, uma praia encantadora que inclui um restaurante e cujo acesso alternativo só pode ser feito de barco. Procure também o teleférico do Rancho que o leva às Fajãs do Cabo Girão.


Ribeira brava
A Ribeira Brava é uma pequena vila na costa Sudoeste da ilha. Agora com a construção da via rápida é bastante mais fácil o acesso a partir do Funchal. A vila possui diversos cafés e esplanadas e é, com certeza, um local bastante agradável para se passar algumas horas apenas a apreciar a paisagem.
Nos últimos anos a Ribeira Brava desenvolveu-se bastante a nível turístico. As longas horas de sol da costa Oeste atraem muitos banhistas.
A Ribeira Brava foi uma das primeiras freguesias da ilha e foi, desde muito cedo, habitada.
Os escritores pensam que o seu nome veio da furiosa (brava) ribeira que em tempos correu nesta zona.
O concelho da Ribeira Brava inclui as freguesias da Ribeira Brava, Campanário, Tabua e Serra de Água.

Ponta do Sol
A Ponta do Sol é uma terra solarenga, famosa pelo seu bom clima ao longo do ano. Tem paisagens deslumbrantes e é composta por três paróquias - Ponta do Sol, Canhas e Madalena do Mar.
Esta zona tem uma vasta área florestal, de onde se destaca o planalto do Paúl da Serra.
O concelho da Ponta do Sol oferece aos locais e aos visitantes excelentes condições balneares, benefício de uma costa marítima aberta.
Os locais estão conscientes das potencialidades turísticas da Ponta do Sol, não só dos pontos de vista climatérico e humano, mas principalmente por causa da acessível e magnífica área costeira.
Praias principais: Madalena do Mar, Anjos, Lugar de Baixo, Vila da Ponta do Sol.
Pontos fortes: temperatura da água do mar, fraca ondulação e excelente área balnear.

Concelho da Calheta
Simplesmente encantador! Abençoado com uma beleza natural rara, o concelho da Calheta engloba oito freguesias que se estendem por uma área total de 116 km2.
Quer opte por passear junto ao mar, subir até às íngremes montanhas ou descer pelos magníficos vales, de certeza que apreciará as muitas maravilhas da natureza que se encontram à sua volta.
O céu estende-se à sua frente como uma tela em tons de azul e a beleza do mar, com as suas águas cristalinas, atrai as atenções até dos mais distraídos, convidando a um mergulho nos dias mais quentes.
Para conhecer melhor a história desta zona, deixamos-lhe de seguida alguns factos relacionados com cada uma das freguesias do concelho da Calheta, o maior do arquipélago da Madeira
Jardim do Mar
O Jardim do Mar dependia, inicialmente, dos Prazeres ou do Paúl do Mar, ganhando a sua independência no século XVIII.
Na origem do seu nome está a transição entre as áridas encostas verticais e a verde e alegre estância junto ao mar, em tempos coberta por flores silvestres.
Rodeada pelo mar e 'pressionada' pelas montanhas, esta freguesia preserva ainda a tranquilidade dos bons velhos tempos, facilmente constatável nas estreitas ruas típicas e nas casas baixas, com diferentes formatos de chaminés.
Prazeres
O seu nome surgiu de uma pequena capela dedicada a Nossa Senhora dos Prazeres. Porque a beleza tem o condão mágico de despertar os sentidos, a paisagem é aqui uma fácil conquista.
Toda esta freguesia constitui um miradouro, de onde se podem ver locais virtualmente distantes, em perfeita sintonia com o oceano.
A freguesia dos Prazeres é, sem dúvida, uma das mais pitorescas da ilha.

Paúl do Mar
O Paúl do Mar é um dos centros piscatórios mais importantes do arquipélago. O mar deu a esta freguesia uma incrível variedade de peixe que, consequentemente, a tornou uma referência no mundo da gastronomia.
A qualquer cantinho que vá, tenha sempre a certeza de encontrar silêncio, paz e autenticidade.
Saindo do Paúl do Mar, três túneis deixam para trás um paraíso que a memória nunca esquecerá.

Fajã da Ovelha
O nascimento desta freguesia, como a maioria das freguesias da ilha, deve-se à concentração populacional à volta de uma pequena capela.
A Fajã da Ovelha desperta o interesse do curioso visitante, que anseia viver as marcas de um passado típico, mantidas pela tranquilidade do presente.
Não perca a vista sobre a rocha que, segundo a tradição, se encontra protegida por Santo Amaro para não cair sobre o Paúl do Mar.


Ponta do Pargo
O nome da Ponta do Pargo adveio da sua localização na extrema ponta oeste e por ser rica numa espécie de peixe chamada Pargo.
Esta zona distingue-se de toda a Ilha da Madeira pelos seus planos terrenos. Silenciosa e peculiar, esta freguesia mantém o seu encanto durante quase todo o ano, estando mais viva quando se celebram as festas religiosas. Outro dos eventos que a faz brilhar é o famoso Festival do Pêro.


Encumeada
A ligação entre a Ribeira Brava (na Costa Sul) e São Vicente (na Costa Norte) é feita através da Encumeada. A estrada leva-nos até à Serra de Água - a primeira estação de água da ilha - e vem dar ao cimo do vale, proporcionando uma excelente vista, tanto para Sul como para Norte da ilha. Em certos dias, pode-se observar um fascinante grupo de nuvens que se dirige de Norte para Sul.
Já que está de passagem, aproveite para dar um passeio pelas levadas e, se ficar muito cansado, deixe-se render à magia de uma noite passada na acolhedora "Pousada dos Vinháticos".

São Vicente
Por muitos considerada uma vila costeira, São Vicente tem progredido com o tempo. Neste momento, ocupa já uma grande parte do interior.
Na extremidade da vila, mesmo junto ao mar, existe um grande rochedo, onde foi construída a Capela de S.Vicente.
O concelho de São Vicente inclui as freguesias de S. Vicente, Ponta Delgada e Boaventura. Uma viagem pelo concelho revela-lhe um património cultural, deixado por todos aqueles que ajudaram a desenvolver as três freguesias.
É na sua diversidade e riqueza que reside o testemunho de carácter arquitectónico e artístico. Modestas capelas, de frontarias cinzentas e portais de cantaria talhada, foram surgindo perto das fazendas e quintas.
Nota: Não esquecer de visitar as grutas!


Porto Moniz
Porto Moniz – cujo nome se pensa estar relacionado com Francisco Moniz, que foi casado com uma das netas de Gonçalves Zarco, o descobridor da ilha – é o ponto mais a noroeste da ilha e também um dos mais espectaculares.
Se viaja a partir do Funchal, é conveniente planear estar o dia todo fora. A melhor rota do ponto de vista panorâmico é, sem dúvida, a viagem ao longo da costa norte, de Santana até à vila de Porto Moniz com as suas encantadoras piscinas naturais – sem dúvida o seu maior atractivo! Formadas a partir de rochas vulcânicas, estas piscinas são enchidas pelas marés e são também muito populares entre os habitantes locais.
O Porto Moniz conta com uma promenade recente, que liga as piscinas naturais ao cais e que engloba zonas verdes, snack bars, vários miradouros e o inovador Centro de Ciência Viva. Este centro, que inclui uma sala para exposições temporárias, um cyber-café e um auditório com capacidade para 150 pessoas, exibirá exposições de cariz nacional e internacional ligadas à ciência.
O Porto Moniz é também uma importante região vinícola e piscívora e acolhe, todos os anos num dos meses de Verão, a famosa feira do gado. Existem ainda diversos restaurantes que servem uma grande variedade de pratos de peixe e outras especialidades locais.
Ao sair do Porto Moniz, a estrada que sobe em direcção ao Paul da Serra, um planalto que se situa a cerca de 1.600 m de altura, presenteia-o com vistas deslumbrantes para rematar um dia inesquecível.

Curral das Freiras
O Curral das Freiras é uma pequena vila, rodeada por enormes montanhas, no coração da Ilha.
O caldeirão onde assenta esta vila foi formado ou pela erosão, ou, como muitos acreditam, por actividade vulcânica. Em 1566, as freiras do Convento de Santa Clara, ao fugir de piratas que atacavam o Funchal, encontraram aqui refúgio, levando consigo o tesouro do convento.
A vila é muito isolada, e muitos dos seus habitantes vivem do que a terra produz.
Um dos acontecimentos locais é a Festa da Castanha, em Novembro. As castanhas são deliciosas e são usadas na cozinha diariamente.
O Curral das Freiras era propriedade de um casal que vendeu a sua terra ao Capitão Donatário do Funchal, João Gonçalves da Câmara. Este Capitão doou as terras às suas filhas quando elas entraram para o Convento de Santa Clara (também construído por ele).
No começo, o Curral das Freiras produzia muita diversidade de fruta como laranjas, limões, cerejas e ameixas. Mas a sua maior riqueza residia na cidra, um negócio rentável para o Convento de Santa Clara.
O povo do Curral das Freiras não viu muita evolução e, estando sob a “dependência” do convento, deveriam ter tido um modo de vida mais clérigo. Antes pelo contrário… este povo de origem moura, vestido com cores garridas, juntava-se em grupos tocando pífaro, bombo e ferrinhos e dançava alegremente.

Camacha
Chamam-lhe a vila dos fabricantes de cestos. Bem, isso não é totalmente verdade - é o centro da Indústria de Vime Madeirense. Hoje em dia, fabricam movéis, chapéus, ornamentos, utensílios de cozinha, e claro ... cestos de todos os tamanhos e feitios. Mais de 1000 artigos que fazem as delícias dos turistas!
Camacha é uma pequena vila, a poucos quilómetros do Funchal, dotada de grande beleza, e famosa pela sua Festa da Maçã e pelos seus grupos de folclore.
A vila da Camacha é considerada por muitos a Capital da Cultura Madeirense. De facto, se olhar à sua volta, não terá dificuldade em encontrar pessoas talentosas e muitos eventos culturais, sociais e de entretenimento.

Pico do Arieiro
Este é o segundo pico mais alto da ilha e tem 1.818 metros de altitude. Felizmente, o seu acesso pode ser feito de carro, e existe um café e um Hotel no cimo. A vista é deslumbrante e, quando o tempo está bom, consegue-se avistar o Porto Santo - a ilha vizinha que se situa a 30 milhas náuticas para Norte.
Um caminho muito bem construído, leva-nos até ao Pico Ruivo. No entanto, essa caminhada dura cerca de 2 a 3 horas.
Do Pico do Arieiro tem-se acesso aos principais picos e, durante os nevões do Inverno, são imensas as pessoas que ali se deslocam para apreciar a neve e para levarem um boneco de neve no "capot" do carro.

Pico Ruivo
O acesso ao Pico Ruivo pode ser feito tanto por Santana como pelo Pico do Arieiro. Com uma altitude de 1.861 metros, é o pico mais alto da ilha.
Durante os meses de Verão existe uma pousada que opera mesmo abaixo do cume da montanha. Para se informar sobre vagas, basta contactar a Direcção de Turismo do Funchal.
Durante o Inverno os picos estão geralmente cobertos de neve. Caso se aventure neste passeio, é conveniente ir preparado.
No entanto, quem se aventura é normalmente recompensado com uma vista soberba de todos os cantos da ilha.

Ribeiro Frio
Não muito longe do Santo da Serra, na encosta da ilha, situa-se este ponto ideal para começar passeios pelas levadas. O Ribeiro Frio ainda possui muita da sua vegetação original.
De particular interesse no Ribeiro Frio são os viveiros de trutas. Após a visita, nada como uma boa truta preparada num restaurante local.

Santana
Conhecida pelas suas casas triangulares, Santana é uma bonita vila na costa norte. Estas casas, construídas com pedra natural e colmo, são usadas como estábulos e, algumas vezes, até como habitação já há muitos séculos.
Esta região vive essencialmente da agricultura, artesanato e da tradição. As paisagens montanhosas são dominadas pelo verde exuberante que caracteriza a Floresta Laurissilva. Na verdade, algumas das suas paisagens são classificadas património mundial, o que é certamente um forte contributo para a manutenção da sua beleza.
Com tantas atracções, é normal que grande parte dos turistas desenhe um círculo à volta de Santana e a destaque como um ponto obrigatório de visita. E ainda assim, uma nova oferta foi adicionada a uma zona já de si atractiva – o Parque Temático da Madeira. Aberto em Outubro de 2004, este parque que pode ser visitado durante todo o ano, encontra-se dividido em vários núcleos e inclui variadíssimas atracções para novos e velhos – turistas e habitantes da ilha – ligadas à história, tradições e cultura do povo da Madeira.
Todos os anos em Julho, realiza-se nesta zona um famoso festival de música e danças tradicionais que atrai verdadeiras multidões. O evento, conhecido como ’24 Horas a Bailar’ é composto por actuações de grupos de folclore oriundos dos quatro cantos do mundo.
Não muito longe de Santana ficam as Queimadas, um ponto importante para um dos mais espectaculares passeios em direcção ao Caldeirão Verde.
Parque temático: 10 euros a cada um. Podes passar na Hertz, tiras um cupão e tens 20% de desconto.




Porto da Cruz
O Porto da Cruz é uma das freguesias do concelho de Machico. O seu nome veio da cruz em tempos colocada na baía que servia de porto.
Ao chegar poderá ter a percepção de que não há muito para fazer nesta zona. A vida parece ter parado ou então estar a passar a um ritmo muito lento. Mas as atracções desta pequena freguesia estão escondidas e será preciso mais do que um olhar desatento para as encontrar. Uma delas é o antigo engenho de cana de açúcar, ainda operacional como nos velhos tempos em que começou a produção de açúcar – 1927. O mais impressionante nesta pequena fábrica é a torre com 26 metros de altura!
Não perca o local conhecido como Penha d'Águia, um rochedo imponente que separa o Porto da Cruz do Faial. Chegar lá acima pode ser um verdadeiro desafio, uma vez que o caminho é bastante íngreme, mas o canto dos pássaros dar-lhe-á um novo ânimo e quando tiver terminado, aí sim, terá certeza de que valeu mesmo a pena. As vistas a partir da Penha d’Águia são absolutamente deslumbrantes!
O Porto da Cruz também é famoso pelo seu vinho. Conhecido como vinho seco americano (vinho tinto seco feito a partir de uma uva conhecida como americana), este produto local é o tema de uma festa que costuma ocorrer em Setembro (Festa do Vinho).

Santo da Serra
Seguindo a estrada que vai do Funchal em direcção à Camacha, encontra-se uma pequena vila chamada Santo da Serra.
Aqui situava-se o Parque Blandy. Os caminhos são delimitados por maravilhosas camélias.
O parque tem alguma variedade de animais incluindo, veados, cavalos, cabras e até um canguru já foi visto.
O fim de semana é uma boa altura para visitar a vila, uma vez que os habitantes locais montam uma espécie de mercado ao longo da rua principal, onde se pode adquirir comida e outros artigos por um preço bastante acessível.

Caniçal
O Caniçal é uma pequena freguesia piscatória com uma rica tradição religiosa e é uma das mais antigas da ilha da Madeira.
No terceiro fim de semana de Setembro os pescadores realizam no mar a chamada procissão da Nossa Senhora da Piedade. É nesta altura que se realiza o famoso Arraial da Nossa Senhora da Piedade.
No Sábado, os barcos rigorosamente decorados passeiam na baía do Caniçal, enquanto se decide, através de concurso, qual vai ser o barco eleito para transportar a Santa.
De seguida, o barco escolhido pára no porto, os pescadores sobem ao monte, até à Capela, e trazem a imagem para o barco. No Domingo, a Nossa Senhora da Piedade volta à Capela, também por intermédio de uma procissão.
São Lourenço
A Ponta de São Lourenço é um dos últimos paraísos naturais na terra. Localizado no extremo oriental da ilha, este é o local onde as montanhas, o mar e a natureza se combinam para dar resultado a uma das mais fabulosas obras-primas da mãe natureza.
Pode, enquanto caminha por entre as montanhas, disfrutar de magníficas vistas das costas norte e sul da Madeira, da ilha do Porto Santo, se o tempo o permitir, e pode também constatar que a mão do homem praticamente não passou por lá.

Machico
Provalvelmente a cidade historicamente mais interessante da ilha. Aqui atracaram os primeiros descobridores da Madeira.
Em Machico podemos ver a mais antiga igreja " Capela dos Milagres", e ainda dois fortes que testemunharam a defesa contra os piratas, durante os ataques a esta cidade.
Um pequeno rio atravessa a cidade até à pequena baía, o que já causou vários desastres durante o mau tempo. Algumas das casas ainda apresentam vestígios das últimas cheias.
Esta vila tranquila, possui excelentes residenciais e restaurantes, para além de ser o lugar ideal para começar alguns passeios.
As margens da ribeira de Machico estão cobertas de vegetação exuberante e encontram-se sarapintadas de casinhas brancas. Para além da igreja paroquial, existe a capela de S. Roque no cais, construída no século XVI, que se destaca pelas preciosas pinturas nos vitrais das janelas.
Este concelho vive da agricultura e da pesca. Os portos de pesca localizam-se em Machico e no Caniçal, onde a frota de pesca traz principalmente atum e gaiado.
O Porto da Cruz é famoso pelo seu vinho, ao qual dedica uma festa todos os anos.


Quando lá estive, visitei todos estes sítios. Acho que não me esqueci de nada. Obviamente, há uns que valem mais a pena do que outros.

O Parque temático, que refiro acima, não vela a pena visitar. Basicamente, tem meia-dúzia de pavilhões a contar a história da ilha, mas assim de forma muito fraquinha.

No Funchal, há dois teleféricos: um que passa por cima do Jardim Botânico e outro que começa junto ao mar e vai até ao cimo do Funchal, mesmo junto ao Caminho das Bossas, onde podes descer nos cestos.

Eu só andei neste teleférico, que custa 10 euros por pessoa e 15, se for ida e volta. Vale a pena, pois a vista é muito bonita. O problema é voltar para baixo. Por isso, o melhor é comprar ida e volta.

Se quiseres, podes descer nos cestos, que custam 25 euros, se forem duas pessoas. Se forem três, custa 38 euros e, se for apenas uma, 20 euros.
Eu desci e acho que não vale a pena nem o dinheiro. Aquilo anda muito devagar e dura, no máximo, cinco minutos. Além disso, é feito numa rua com trânsito e os gajos que empurram os cestos são uns grandes broncos.


As grutas de são vicente custam 8 euros por pessoa e acho que valem a pena. A visita dura cerca de 1 hora.

Para provar a espetada regional, o melhor sítio é em Camara de Lobos. Se não for mesmo no centro, é barato. Eu fui à Ginja e recomendo.

Já continuo...
 
Estás a recuperar o fôlego? [:D]

Epá, parte do texto estava num documento word que fiz quando lá fui e grande parte foi copiado de um site. Não é da minha autoria, obviamente.

Eu só escrevi as partes dos preços e conselhos.

Mas diz lá o que é que queres saber? [:D]
 
Epá, parte do texto estava num documento word que fiz quando lá fui e grande parte foi copiado de um site. Não é da minha autoria, obviamente.

Eu só escrevi as partes dos preços e conselhos.

Mas diz lá o que é que queres saber? [:D]

Eu quero é saber tudo para depois fazer um roteiro e ver onde consigo ir [:D] por isso toda a info é bem vinda!
 
Estes preços da Easyjet parecem convidativos, pois €80 gasto eu em gasolina só para ir ao Algarve. A madeira deixa imensas saudades, e faz quase 8 anos desde a minha última visita à ilha. Tenho de começar a pesquisar isto melhor [kiss]
 
Eu quero é saber tudo para depois fazer um roteiro e ver onde consigo ir [:D] por isso toda a info é bem vinda!

Além daquilo que postei, tens pouco mais para ver.

Basicamente, percorri a ilha toda. Foram 600 km em quatro dias.

O ideal dividires em dias, que foi o que eu fiz. Aliás, o que eu postei está organizado por zonas, tipo Este, Oeste e Norte.

Convém levares um GPS. Mas é melhores estudares a lição em casa, pois há GPS que não encontram algumas das coisas da Madeira. O meu Garmin viu-se um bocado à rasca e tive de recorrer ao Ndrive do telemóvel.

Ah, condução na Madeira exige alguns cuidados, já que os madeirenses têm uma condução muito agressiva e as estradas não são grande coisa, tirando a via rápida.

Aluga o carro logo no Aeroporto, pois daí até ao Funchal são 60 euros de Táxi. Também podes apanhar um autocarro, que custa 5 euros por pessoa.

Ah, a gasolina é mais barata do que no Continente, cerca de 10 cêntimos por litro.
 
Além daquilo que postei, tens pouco mais para ver.

Basicamente, percorri a ilha toda. Foram 600 km em quatro dias.

O ideal dividires em dias, que foi o que eu fiz. Aliás, o que eu postei está organizado por zonas, tipo Este, Oeste e Norte.

Convém levares um GPS. Mas é melhores estudares a lição em casa, pois há GPS que não encontram algumas das coisas da Madeira. O meu Garmin viu-se um bocado à rasca e tive de recorrer ao Ndrive do telemóvel.

Ah, condução na Madeira exige alguns cuidados, já que os madeirenses têm uma condução muito agressiva e as estradas não são grande coisa, tirando a via rápida.

Aluga o carro logo no Aeroporto, pois daí até ao Funchal são 60 euros de Táxi. Também podes apanhar um autocarro, que custa 5 euros por pessoa.

Ah, a gasolina é mais barata do que no Continente, cerca de 10 cêntimos por litro.

E o tabaco para quem fuma. De resto, tudo é mais caro que no continente. Eu diria, muito mais caro. [;)]
 
Eu não fumo, por isso não me apercebi disso.

Em relação preços, principalmente da comida, acho que é muito mais barato que no Continente. Claro que me refiro a zona que não estão no meio do turismo.
 
Além daquilo que postei, tens pouco mais para ver.

Basicamente, percorri a ilha toda. Foram 600 km em quatro dias.

O ideal dividires em dias, que foi o que eu fiz. Aliás, o que eu postei está organizado por zonas, tipo Este, Oeste e Norte.

Convém levares um GPS. Mas é melhores estudares a lição em casa, pois há GPS que não encontram algumas das coisas da Madeira. O meu Garmin viu-se um bocado à rasca e tive de recorrer ao Ndrive do telemóvel.

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Ah, a gasolina é mais barata do que no Continente, cerca de 10 cêntimos por litro.

Eu também lá vou estar 4 dias no total e o carro foi alugado com entrega e recolha no aeroporto. Felizmente o hotel tem parque gratuito. GPS também tenho no telemóvel por isso vou salvaguardada. Essa da gasolina é música para os meus ouvidos [:D]
 
Além daquilo que postei, tens pouco mais para ver.

Basicamente, percorri a ilha toda. Foram 600 km em quatro dias.

O ideal dividires em dias, que foi o que eu fiz. Aliás, o que eu postei está organizado por zonas, tipo Este, Oeste e Norte.

Convém levares um GPS. Mas é melhores estudares a lição em casa, pois há GPS que não encontram algumas das coisas da Madeira. O meu Garmin viu-se um bocado à rasca e tive de recorrer ao Ndrive do telemóvel.

Ah, condução na Madeira exige alguns cuidados, já que os madeirenses têm uma condução muito agressiva e as estradas não são grande coisa, tirando a via rápida.

Aluga o carro logo no Aeroporto, pois daí até ao Funchal são 60 euros de Táxi. Também podes apanhar um autocarro, que custa 5 euros por pessoa.

Ah, a gasolina é mais barata do que no Continente, cerca de 10 cêntimos por litro.

Sabem-me dizer se o aluguer de um carro, só pode ser feito com a utilização de cartão de crédito?
 
Eu também lá vou estar 4 dias no total e o carro foi alugado com entrega e recolha no aeroporto. Felizmente o hotel tem parque gratuito. GPS também tenho no telemóvel por isso vou salvaguardada. Essa da gasolina é música para os meus ouvidos [:D]

Eu também aluguei no aeroporto, mas isso sai mais caro, como calculo que saibas. Fizeste bem em reservar pela net. Eu segui alguns conselhos e aluguei lá, o que me saiu bem mais caro. Mas nem me quero lembrar dessa parte.

Nunca esperei pagar quase 250 euros por um Polo 1.2! [:D]

Sabem-me dizer se o aluguer de um carro, só pode ser feito com a utilização de cartão de crédito?

Normalmente, podes usar cheque. Eu sempre usei cartão de crédito, que é mais prático.
 
Eu também aluguei no aeroporto, mas isso sai mais caro, como calculo que saibas. Fizeste bem em reservar pela net. Eu segui alguns conselhos e aluguei lá, o que me saiu bem mais caro. Mas nem me quero lembrar dessa parte.

Nunca esperei pagar quase 250 euros por um Polo 1.2! [:D]

Xiça penico!!! Eu fiquei-me por um Aygo. 98€ [:D]

Normalmente, podes usar cheque. Eu sempre usei cartão de crédito, que é mais prático.

Em alugueres à distância julgo que pedem sempre cartão de crédito. Acho eu!
 
Se quiseres, podes descer nos cestos, que custam 25 euros... Além disso, é feito numa rua com trânsito e os gajos que empurram os cestos são uns grandes broncos.

Para provar a espetada regional, o melhor sítio é em Camara de Lobos. Se não for mesmo no centro, é barato. Eu fui à Ginja e recomendo.

Confere, os gajos são uns autênticos broncos/mafiosos :sh)[:)]
Até tive que ir pagar "ao chefe" (sic). [:D]

A espetada em pau de louro, comi no Estreito de Câmara de Lobos, num restaurante engraçado chamado "As Vides" e, para dois, com bebida e acompanhamento de arroz e milho frito não passou dos €16 se não estou em erro.

Recomendo.
 
Xiça penico!!! Eu fiquei-me por um Aygo. 98€ [:D]



Em alugueres à distância julgo que pedem sempre cartão de crédito. Acho eu!

Quando lá cheguei, os carros do segmento mais baixo estavam esgotados. Tive de ir para o Polo, na hertz. Por mim, teria mesmo o xaço mais barato de todos.
 
Eu também aluguei no aeroporto, mas isso sai mais caro, como calculo que saibas. Fizeste bem em reservar pela net. Eu segui alguns conselhos e aluguei lá, o que me saiu bem mais caro. Mas nem me quero lembrar dessa parte.

Nunca esperei pagar quase 250 euros por um Polo 1.2! [:D]



Normalmente, podes usar cheque. Eu sempre usei cartão de crédito, que é mais prático.

250 euros por um Polo 1.2 4 dias?

Chiça! :sh)

Eu fiz alugueres espaçados (3 no total).

O primeiro foi feito no balcão do aeroporto (sem marcação, Sixt) e ficou em €55 para um Corsa 1.2.

Depois, já pela net, um Colt 1.1 por 38 euros (Sixt).

Finalmente na Europcar uma Megane ST 1.5 dCi por 44 euros (Europcar) que foi entregue no aeroporto. Diga-se que supostamente seria um Clio, mas fizeram-me o upgrade* [:D]

P.S. Mesmo reservando na net não te escapas à taxa extra de levantar no aeroporto! A vantagem é que podes escolher a categoria à partida (e não estar dependente da disponibilidade) e caso eles não tenham são obrigados a dar-te o veículo da categoria seguinte que tiverem pelo preço que pagaste. Julgo que foi o que aconteceu aqui*
 
250 euros por um Polo 1.2 4 dias?

Chiça! :sh)

Eu fiz alugueres espaçados (3 no total).

O primeiro foi feito no balcão do aeroporto (sem marcação, Sixt) e ficou em €55 para um Corsa 1.2.

Depois, já pela net, um Colt 1.1 por 38 euros (Sixt).

Finalmente na Europcar uma Megane ST 1.5 dCi por 44 euros (Europcar) que foi entregue no aeroporto. Diga-se que supostamente seria um Clio, mas fizeram-me o upgrade* [:D]

P.S. Mesmo reservando na net não te escapas à taxa extra de levantar no aeroporto! A vantagem é que podes escolher a categoria à partida (e não estar dependente da disponibilidade) e caso eles não tenham são obrigados a dar-te o veículo da categoria seguinte que tiverem pelo preço que pagaste. Julgo que foi o que aconteceu aqui*

Já agora, é de quanto?

(estive agora a ler o voucher e não refere nada sobre pagamentos extra ou taxas de aeroporto, por isso ou já está incluído no preço ou não pago).
 
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