matou filho com facada?!

Cúmulo jurídico é o que se precisa, as penas estão bem. Deviam era poder ser acumuladas.

Também mas mesmo que isso fosse possível e que realmente se arranjassem 2 ou 3 crimes diferentes neste caso (facilmente) continua a não fazer sentido que um homicídio deste tipo, per se, não desse logo direito a pelo menos 50 anos atrás das grades, sem possibilidades de condicional.
 
Ou pelo que li em estado de embriaguez ou drogado.

Com a actual dependência das gerações mais novas em relação ao álcool ainda vamos assistir a muitas cenas destas!

E das mais velhas...quantas crianças não devem ter morrido no passado por "acidentes" ou "doenças" muito convenientes...no dia em que as coisas corriam mal, eram uns copitos no tasco e depois se entre uma chapada e um pontapé morresse um bebé...que chatice, simplesmente não era investigado.
 
Se tivesse sido chamado para esta situação como autoridade ou bombeiro, ao ver o bebé naquele estado, acho que não responderia pelos meus atos...
Este pai, assim como outros merecem todo o sofrimento do mundo...
 
Última edição:
Acredito. Como ele deve estar a pensar, eu também preferia não ver uma cena dessas, exactamente pelo registo fotográfico. Deve ser medonho...

Paz à sua alma.[s)]

Quando for o julgamento mais pessoas irão ver essas fotos, como prova ? [s)]

Realmente, para fazer isto.....o Einstein é que tinha razão : só há 2 coisas infinitas....
 
Com 3 meses apenas, é provável que o advogado consiga alguma atenuante. É fácil encontrar peritos que confirmem a perturbação psiquica que um recém nascido pode provocar, sobretudo no caso da pessoa estar numa situação de fragilidade.
É um caso chocante pq era bebé mas de gravidade inferior ao dum homicídio premeditado num adulto.
Estou convencido que o homem teve um distúrbio mental.
 
Com 3 meses apenas, é provável que o advogado consiga alguma atenuante. É fácil encontrar peritos que confirmem a perturbação psiquica que um recém nascido pode provocar, sobretudo no caso da pessoa estar numa situação de fragilidade.
É um caso chocante pq era bebé mas de gravidade inferior ao dum homicídio premeditado num adulto.
Estou convencido que o homem teve um distúrbio mental.

Ao que está a negrito é caso para dizer "espetem-me com os peritos nos to.......". Não há, nem pode haver atenuante nenhuma.
Quanto à frase a vermelho, diria que é mais grave por ter sido feita num ser que não se consegue defender.

Mas aqui em Portugal, excetuando situações como a deste crime, já nada me choca. Especialmente no que toca à justiça...
 
Não é em Portugal.
O chamado infanticídio tem um enquadramento histórico diferente do homicídio isso em todo mundo.
Uma pessoa no seu estado normal não seria capaz dum acto tão horrível pelo que se deve apurar efectivamente se o pai teve uma perturbação mental permanente ou pontual que o levou a isso.

Por isso, normalmente, existem atenuantes para estes caso.

Ou seja, tratar esse caso como se fosse um crime normal comtido por alguem lucido seria como que dizer que aceitar um comportamento repugnante como algo normal e simples.

O que leva um pai com ficha limpa, desempregado, num estado talvez embriagado a cometer um acto estes?
Acho que é um comportamento irracional e o castigo maior é o estado de consciência depois de retornar ao estado re lucidez.
 
Tão doente fico com ler a noticia em si, como em ler os comentários à noticias nos sites dos jornais. Só um par de exemplos:

Entre marido e mulher ninguém mete a colher, ele lá teria as suas razões para o fazer, claro que não se deve matar, mas um home por vezes perde a cabeça com as malvadezes que as mulheres fazem, eu cá na minha casa ensinei-a a ter bons modos desde que casamos, com uma regra muito simpes: eu mando, eu posso, eu quero, eu faço, e bico calado, nunca tive problemas nem nunca lhe bati, mas ela tem que ter a bolinha baixa senão habilita-se a que lhe responda á altura, um home é um home, por muito que custe a certas mulheres, e temos sempre a última palavra e decisão, as mulheres não têm capacidade para certas coisas, é para isso que têm um hoem, logo têm de o respeitar e tratar do lar e dos filhos, o que se passa é que anda para aí muita galdéria.

Essa tipa também não deve ser boa rês. Quer dizer, para levar o pai do menino a tanto, o que é que deve antes ter feito ao homem para alimentar o ódio e a loucura? Isto foi claramente um acto de vingança em que o homem irado, por não conseguir atacar directamente ela, acabou por atacar o miúdo.

WTF? Este tipo de gente existe mesmo? O mais grave é que podem estar mesmo ao nosso lado no local de trabalho, serem pessoas com quem trabalhamos e convivemos à anos e nem nos apercebemos :sh)
 
Tão doente fico com ler a noticia em si, como em ler os comentários à noticias nos sites dos jornais. Só um par de exemplos:

WTF? Este tipo de gente existe mesmo? O mais grave é que podem estar mesmo ao nosso lado no local de trabalho, serem pessoas com quem trabalhamos e convivemos à anos e nem nos apercebemos :sh)

Fonix :sh)
 
Permitam-me o exercício que pode parecer disparatado.

Falam de "sinalização"; "acompanhamento", de modo a evitar.
Isso é louvável e eu sou de acordo.

Mas não entendo é como alguém que defenda "menos estado"; "funcionários públicos inúteis"; "despedimentos e cortes em massa"; se possa espantar muito com situações destas.
Afinal não há dinheiro para esses luxos de proteger os mais frágeis de uma sociedade.

Não compreendo também o espanto quando isto acontece em famílias onde um ou mais membros são desempregados, com vícios reconhecidos, escorraçados da sociedade.
Acabam por viver numa sociedade paralela de feios porcos e maus.

Uma mulher que não denúncia porradas de meia noite todos os dias é espantoso? Talvez. Mas, se ela o fizer porque lhe podem tirar os filhos, se calhar até tem algum lado de racional. Pode pensar que enquanto lhe bate a ela, não bate nos meninos...

Isto são pensamentos altos, porque a minha única certeza é viver cheio de dúvidas.
 
Com 3 meses apenas, é provável que o advogado consiga alguma atenuante. É fácil encontrar peritos que confirmem a perturbação psiquica que um recém nascido pode provocar, sobretudo no caso da pessoa estar numa situação de fragilidade.
É um caso chocante pq era bebé mas de gravidade inferior ao dum homicídio premeditado num adulto.
Estou convencido que o homem teve um distúrbio mental.


E dizes isso baseado em quê? :confused:


Tenho ideia que o código penal é mais severo para quem comete estes acto bárbaros a quem está fragilizado sem meios de se defender.

edit: ok já vi a resposta... é capaz de fazer algum sentido... Mas não sei se neste caso e com a mediatização que existe ele vá ter algum tipo de "sorte".
 
Última edição:
Permitam-me o exercício que pode parecer disparatado.

Falam de "sinalização"; "acompanhamento", de modo a evitar.
Isso é louvável e eu sou de acordo.

Mas não entendo é como alguém que defenda "menos estado"; "funcionários públicos inúteis"; "despedimentos e cortes em massa"; se possa espantar muito com situações destas.
Afinal não há dinheiro para esses luxos de proteger os mais frágeis de uma sociedade.

Não compreendo também o espanto quando isto acontece em famílias onde um ou mais membros são desempregados, com vícios reconhecidos, escorraçados da sociedade.
Acabam por viver numa sociedade paralela de feios porcos e maus.

Uma mulher que não denúncia porradas de meia noite todos os dias é espantoso? Talvez. Mas, se ela o fizer porque lhe podem tirar os filhos, se calhar até tem algum lado de racional. Pode pensar que enquanto lhe bate a ela, não bate nos meninos...

Isto são pensamentos altos, porque a minha única certeza é viver cheio de dúvidas.

Normalmente nestes casos o Estado quando intervem (após denúncia da mulher) pega na mulher e nos filhos e coloca-os a viver noutro distrito, normalmente a centenas de km's de distância do marido, sem informar o marido da nova residência da mulher e filhos, enquanto se aguarda o julgamento.

Não se tira os filhos à mulher e coloca-se a mulher e o filho fora de perigo até ao momento do julgamento.
Basta apenas a denuncia da mulher que raramente acontece.

Relativamente aos funcionários públicos, em particular na segurança social (SS), se a SS fosse fortemente informatizada (mais de metade das coisas que vamos fazer à SS presencialmente podiam ser feitas online - e a segurança social directa funciona mal e faltam-lhe muitas funcionalidades) podias despedir à vontade 1 terço dos funcionários existentes e usar uma parte destes lugares que foram vagos para contratar bons assistentes sociais, criminalistas e psicólogos para apoios às vitimas de violência doméstica. Isto seria o que eu chamos de reforma do Estado (pelo menos ao nível da SS).
 
Não é em Portugal.
O chamado infanticídio tem um enquadramento histórico diferente do homicídio isso em todo mundo.
Uma pessoa no seu estado normal não seria capaz dum acto tão horrível pelo que se deve apurar efectivamente se o pai teve uma perturbação mental permanente ou pontual que o levou a isso.

Por isso, normalmente, existem atenuantes para estes caso.

Ou seja, tratar esse caso como se fosse um crime normal comtido por alguem lucido seria como que dizer que aceitar um comportamento repugnante como algo normal e simples.

O que leva um pai com ficha limpa, desempregado, num estado talvez embriagado a cometer um acto estes?
Acho que é um comportamento irracional e o castigo maior é o estado de consciência depois de retornar ao estado re lucidez.

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[TR]
[TD="class: txt_base_b_l, bgcolor: #fcfacf"] Artigo 136.º
Infanticídio
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[TABLE="width: 100%"]
[TR]
[TD="class: txt_base_n_l, bgcolor: #fcfacf, colspan: 4"]A mãe que matar o filho durante ou logo após o parto e estando ainda sob a sua influência perturbadora, é punida com pena de prisão de 1 a 5 anos.[/TD]
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negrito meu.
 
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