Mazda Mx5

De perfil resulta bastante bem.
Mas de outros ângulos, existem problemas sérios no desenho do carro.

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Não parece tanto um Fastback, como o F indica, mas mais um Corcunda.
E na primeira imagem, a cor cinzenta do carro, excelente para melhor analisar linhas e superfícies, põe em evidência a estranhíssima nervura entre manípulo da porta e arco de roda traseiro, que já tinha criticado antes.
E agora ainda pior parece, quando conjugada com o falso pilar B.
 
A traseira parece-me a vista mais bonita...como já disse acho muito engraçado mas não é para mim.

Além disso não tenho aqui na Madeira os problemas que levam a grande maioria a optar por um hard-top...
 
Nem sei o que dizer.. a essência deste carro é o tecto em lona, portanto esta versão tipo Targa nada me diz.. qualquer dia fazem como a Mini e vá de sair MX5's de 4 portas para a família! [:D]
Percebo o porquê do hard-top.. mas na geração anterior estava mais bem conseguido, pelo menos não tirava aquela personalidade ao carro.. Esta versão para mim já é algo fora do conceito inicial!
 
Jogada inteligente por parte da Mazda.

Na geração anterior, o RC basicamente matou a capota de lona, com a larga maioria das vendas a irem para o tecto metálico.
As duas propostas ofereciam exactamente a mesma experiência de cabelos ao vento, tendo apenas o tecto como elemento diferenciador.
E, claro, o tecto metálico, era percebido como algo mais seguro.

O RF, ao apresentar-se como um Targa, distancia-se do roadster, e fornece experiência distinta.
Não permite tanta exposição aos elementos quando aberto, e essa limitação mantém a capota de lona como uma opção viável para o cliente do MX-5.

Pelo que se lê, também pretende ser opção mais refinada, mais GT que sports-car, pelo que poderá atrair outro tipo de clientela.

Talvez esta solução permita expandir o potencial de vendas do MX-5, em vez de terem duas opções a degladiar-se pelo mesmo espaço.

Pelo menos, quando fechado, o aspecto coupé é bastante atractivo e convincente.
E tal como o anterior RC, este RF também está inteligentemente concebido, com o tecto a não interferir na capacidade da já de si pequena bagageira.


Concordo muito com esta opinião.

Na versão NC basicamente a versão com tecto rígido apelava a praticamente o mesmo tipo de clientes e portanto não fazia grande sentido ter a versão com tecto rígido e a versão com tecto de lona.

Neste ND não quiseram repetir o erro. Podiam ter escolhido fazer um roadster com tecto rígido como versão única. Em vez disso fizeram uma versão com tecto de lona e criaram esta alternativa que na minha visão é muito mais um coupé/targa que outra coisa. Consegue apelar a clientes distintos e não ser demasiado canibalizador.

No que toca à estética não me parece mal, mas eu nunca seria cliente face ao roadster normal. Não sou um enorme fã das linhas targa e acaba por não cumprir com os meus gostos. Mas entendo a opção e acho que faz sentido como complemento ao normal.
 
Não me seduz assim muito. Preferia que pelo menos fosse "fastback". O que mais gostei, foi do targa "à 911", como aquele render que por aqui passou já algumas vezes (no entanto, talvez o mecanismo de abertura/ fecho do tecto fosse mais pesado nestes 2 casos, esta solução da Mazda "parece" a mais leve)

Quanto ao resto, concordo com a análise do crash, foi uma óptima ideia da Mazda. Lamento um nadinha é que este modelo evidencie ainda mais o problema que é aquela linha entre o guarda lamas traseiro e o "pilar B". Neste ponto, o Fiat é claramente superior no meu entender.
 
Jogada inteligente por parte da Mazda.

Na geração anterior, o RC basicamente matou a capota de lona, com a larga maioria das vendas a irem para o tecto metálico.
As duas propostas ofereciam exactamente a mesma experiência de cabelos ao vento, tendo apenas o tecto como elemento diferenciador.
E, claro, o tecto metálico, era percebido como algo mais seguro.

O RF, ao apresentar-se como um Targa, distancia-se do roadster, e fornece experiência distinta.
Não permite tanta exposição aos elementos quando aberto, e essa limitação mantém a capota de lona como uma opção viável para o cliente do MX-5.

Pelo que se lê, também pretende ser opção mais refinada, mais GT que sports-car, pelo que poderá atrair outro tipo de clientela.

Talvez esta solução permita expandir o potencial de vendas do MX-5, em vez de terem duas opções a degladiar-se pelo mesmo espaço.

Pelo menos, quando fechado, o aspecto coupé é bastante atractivo e convincente.
E tal como o anterior RC, este RF também está inteligentemente concebido, com o tecto a não interferir na capacidade da já de si pequena bagageira.
Concordo plenamente com este post. [;)]
Boa jogada da Mazda ao distanciar as versões do MX-5 mais do que na versão anterior.

De alguns ângulos, o carro parece um pouco estranho, mas, no geral, acho que gosto.
 
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