Destes 3, só não conheço de experiencia de condução o novo Boxter, mas conheço e bem o primeiro e segundo boxter (2,5 e 2.7) e o SLK. O SLK, então é um verdadeiro charuto, sem performance nem o handling de um bom roadster, vive e viveu da imagem da marca, e o Boxter só 3 versões depois adquiriu a verdadeira raça de um Porche roadster.
O S2000, é um excelente carro, mas é um "missil" de outro campeonato e que precisa de ser pilotado. [

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O MX-5 nasceu referência e continua a referência dos Roadster.
O MX-5 é a referência dos roadster simples e "baratos", não do conceito roadster em geral.
O sucesso dele está ligado ao 'fun-car', onde a simplicidade geral (que se estende às motorizações) e o seu lado mais crú são o principal atractivo.
A comparação com o Boxster é forçada, porque mesmo o 2.5 tinha alguns elementos menos desportivos (como por exemplo sair do S2000 e entrar no Boxster 2.5 chamava a atenção para o leme que tinha na frente do condutor), mas em matéria de grip/andamento/sonoridade não dava hipótese ao brinquedo da Mazda.
E depois temos itens como a qualidade da capota ou do ambiente a bordo (hoje já muito datado, mas mais adulto do que o MX-5 da altura). Há uns anos fiz esse exercício de sair de uma volta rápida num Boxster 2.5 e fazer uma rápida (mais longa) em serra num NB 1.8 e fiquei algo desapontado, muito por culpa do "choque" da transição. E não vamos falar das versões S...
O S2000 era um MX-5 upscaled, ou seja, aquilo que o MX-5 poderia um dia ter chegado a ser e nunca foi.
É o conceito de simplicidade e de dizer "não" aos luxos, mas com muito sumo para dar de motor e chassis.
É um carro muito exigente em condução rápida, mas tem pelo menos 100cv a mais face à média dos MX-5, e isso tem uma influência enorme no que obriga na condução.
O SLK nunca nasceu para competir directamente com o Mazda, até porque os preços não poderiam ser mais diferentes.
Falamos de um carro com uma capota especial para a sua época, com um motor maior com compressor, e com uma filosofia muito "Mercedes", onde o "drama" na condução tenta ser mais evitado do que amplificado.
Contrariamente aos seus antecessores, este novo MX-5 desperta-me bastante curiosidade, pois parece terem-se focado muito no factor fun que já existia, mas desta vez com um motor mais a sério (pela redução de peso e não pelos motores em si).
E esse é um ponto fulcral num roadster para
o meu gosto. Um bom handling é fundamental, mas tenho de sentir que algo mais emocionante acontece quando piso o acelerador, e o novo 2.0 (em particular) parece cumprir esse requisito.