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O C1 + 107 vendem, em conjunto, pouco menos que o Twingo II, se somarmos as vendas de Janeiro até Junho de 2008 (TII: 33.599, 107: 14252, C1: 12.885).
Ou seja, a Renault está muito perto de perder a guerra para a PSA no segmento A, segmento esse dominado avassaladoramente pela anterior geração do Twingo (vendeu mais que quase todos os concorrentes somados durante muitos anos...).
O que só comprova como esta segunda geração não honra, nem de perto, a primeira.
Está postada (acho) umas páginas atrás e é um shop do megane III vermelho que já vimos naquela sessão fotográfica ou publicitária nos USA.Numa AutoFoco de há pouco tempo, vinha uma espia do Megane III RS totalmente destapadinho!
Ainda não encontrei na net, estranho.
Ah! E o conceito original do Twingo ficou desde logo consporcado no final do 1º ano...
E as vendas ressentem-se, obviamente.
Primeiro ano de comercialização completo em França do Twingo I (1994): 95.000 unidades vendidas.
Ao ritmo de vendas actual o Twingo II, dificilmente chegará às 70.000 no final de 2008 (vendeu 33.599 nos primeiros 6 meses).
O C1 + 107 vendem, em conjunto, pouco menos que o Twingo II, se somarmos as vendas de Janeiro até Junho de 2008 (TII: 33.599, 107: 14252, C1: 12.885).
Ou seja, a Renault está muito perto de perder a guerra para a PSA no segmento A, segmento esse dominado avassaladoramente pela anterior geração do Twingo (vendeu mais que quase todos os concorrentes somados durante muitos anos...).
O que só comprova como esta segunda geração não honra, nem de perto, a primeira.
No mercado europeu o Fiat 500 vendeu 76.553 unidades nos primeiros 5 meses do ano, contra 59.855 do Twingo II.
Se cumpre o que é pedido, e é barato, vende bem.Elá, esse Hyundai i10 faz furor por aqueles lados!![]()
Numa AutoFoco de há pouco tempo, vinha uma espia do Megane III RS totalmente destapadinho!
Ainda não encontrei na net, estranho.
E as vendas ressentem-se, obviamente.
Primeiro ano de comercialização completo em França do Twingo I (1994): 95.000 unidades vendidas.
Ao ritmo de vendas actual o Twingo II, dificilmente chegará às 70.000 no final de 2008 (vendeu 33.599 nos primeiros 6 meses).
O C1 + 107 vendem, em conjunto, pouco menos que o Twingo II, se somarmos as vendas de Janeiro até Junho de 2008 (TII: 33.599, 107: 14252, C1: 12.885).
Ou seja, a Renault está muito perto de perder a guerra para a PSA no segmento A, segmento esse dominado avassaladoramente pela anterior geração do Twingo (vendeu mais que quase todos os concorrentes somados durante muitos anos...).
O que só comprova como esta segunda geração não honra, nem de perto, a primeira.
No mercado europeu o Fiat 500 vendeu 76.553 unidades nos primeiros 5 meses do ano, contra 59.855 do Twingo II.
De facto, o Megane I podia não ser "tcharan" ao lado do Astra II e do Golf IV, mas é verdade, lembro-me que quando saíu, no final de 1995, recebeu muito boas críticas e muita atenção por parte da imprensa.O Megane I na versão 5p e Classic (e depois Break), podia não ser nada de especial mas não fazia muito má figura face ao que existia na altura.
O problema é que pouco depois veio o Golf IV [] que parecia de outro século [
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De qualquer modo a 1ª geração Megane teve alguns méritos (e vendeu muito bem!):
1. Gama alargada de versões (Coupé, 4p, 5p, Cabriolet, MPV e depois, em 99 com a Phase 2, Break), algo inédito no segmento.
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2. O Coupé tinha toda uma secção traseira diferente do 5p, algo pouco comum e que agora começa a ser moda (Astra GTC...), sendo bem giro na minha opinião []
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3. O Scénic! aprDe longe a grande contribuição apr
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Assim nos mini-contributos: 1º carro europeu com um motor de injecção directa a gasolina (2.0 iDE), algures em 98 acho eu. Até aí, se não estou enganado só a Mitsu se tinha saído com o GDI uns meses antes...
Apesar de com a Phase 2 ter existido uma separação do Scénic da gama Mégane (os nomes Megane e Scenic inverteram lugares no portão traseiro e porta traseira), acho que ainda dentro das contribuições da 1ª geração Megane está a versão RX4 do Scénic, cujo conceito de aspecto TT (e tinha transmissão às 4 rodas...) está hoje presente em inúmeros modelos da VW, Peugeot...
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Nota: Mesmo na actual geração o Scénic continua a pertencer tecnicamente à gama Mégane, para efeitos de vendas...
Concordo inteiramente. A imagem que sempre tive do Sr. Ghosn - mesmo antes de ser o nº1 do Grupo - foi a de um homem bastante egocêntrico e algo autoritário. Muitas vezes duvidei das capacidades dele, cada vez que lia uma entrevista com ele e achei-o sempre sobrevalorizado, só porque foi o grande responsável por tirar a Nissan do fosso em que estava metida.Não só o Twingo2, mas como o visado no tópico, mostram, a meu ver, os limites do dedo metediço do sr. Ghosn.
Deve ter ficado com a mania depois de terem feito uma BD em que ele era a personagem principal.
O Laguna 3 apesar de ser um modelo com menos um ano, já está com dificuldades nas vendas, e o Twingo2, que agora é vendido em pelo menos mais um mercado grande, o Reino Unido, mesmo assim está com dificuldades em se impôr no mercado europeu em números absolutos, sendo ultrapassado pelo mais "limitado", mas mais atractivo Fiat 500.
Quem duvidava que o styling vende tem aqui a prova. Bons produtos (ninguém disse o contrário) com carreiras complicadas a partir do seu lançamento ou a começarem a complicar-se num mercado que se vira para o automovel, como objecto lifestyle.
Quem deve estar a ter algum gozo mórbido com isto é o sr. le Quement.
O Ghosn chega com a mania de boss omnipotente, manda alterar o aspecto dos carros e pimba, um flop de vendas e uma caixa anónima num mundo pós-Mini e 500. Não digo que os designers acertem sempre, mas o LeQuement já tem umas décadas disto para saber o caminho a seguir.
Vivam os frisos C4
Finalmente a estética agradável será mais um dos motivos da compra de um Megane, para além do desconto bomba [] [
] A sério, o de 3p está com uma traseira muito muito engraçado. Ok eu meço 1,78m mas também não penso ir nos bancos lá de trás...[
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