Morte na tuna

Se existiu um crime, deve ser procurado o responsável. E se alguém sabe e não conta, deve ser julgado por ter encoberto um crime gravíssimo.

Agora, agressões não estão contempladas na praxe, como é óbvio.

É feio generalizarem desta forma relativamente à praxe, e acima de tudo, relativamente às tunas. Há tunas em Portugal de grande qualidade musical.
 
Percebo o que queres dizer. Pessoalmente sinto que sou assim, tou-me a c#gar para o que os outros dizem que é bom ou fica bem, o que interessa é o que eu penso. Há quem diga que tenho a auto-estima a um nível tão elevado que se torna raro... [:D] Também vou querer um dia incutir esse espirito aos meus, se os tiver.

Mas imagina que se tratava de um miudo com personalidade mais fraca... um miudo que se importa com o que os outros dizem... um miudo tão perfeccionista que só pensa em agradar e fazer tudo para que os outros gostem. Não controlas este tipo de postura, às vezes é inato, faz parte da personalidade da pessoa, e em todo o caso não deixa de ser teu filho. Tenho a certeza que conheces pessoas que têm este tipo de personalidade e não deixam de ser boas pessoas e motivo de orgulho para os pais, tou-me a fazer entender...?

Resta-me desejar que as universidades um dia abram os olhos e proibam as praxes que para integrar servem pouco. Pode ser que decidam deixar de humilhar as pessoas para passarem a integrá-los de forma mais decente, por exemplo com provas de desporto, jantaradas e copos...

Cumps!

Sim claro entendo-te perfeitamente :)
 
Como já foi dito e bem, as praxes dependem de faculdade para faculdade. Em todas existe (ou deve existir) o direito a declarar-se anti-praxe ou a negar uma praxe perante os membros da comissão de praxes, desde que justifique o motivo. Pelo menos na minha faculdade, é assim que se passa.

Pessoalmente, fui praxada e adorei a experiência, não há melhor para conhecer meio mundo da faculdade. Como é óbvio, são praxes não ofensivas (quer fisicamente, quer psicologicamente); são apenas actividades que visam o divertimento antes do arranque das aulas, com muita música "parva" à mistura, que só dão para rir. [;)]

Quanto à notícia, é absurdo que se permitam praxes dessa ordem, com consequências graves e nada seja feito, mas isso já não me admira, com o país que temos...
 
Como já foi dito e bem, as praxes dependem de faculdade para faculdade. Em todas existe (ou deve existir) o direito a declarar-se anti-praxe ou a negar uma praxe perante os membros da comissão de praxes, desde que justifique o motivo. Pelo menos na minha faculdade, é assim que se passa.

Pessoalmente, fui praxada e adorei a experiência, não há melhor para conhecer meio mundo da faculdade. Como é óbvio, são praxes não ofensivas (quer fisicamente, quer psicologicamente); são apenas actividades que visam o divertimento antes do arranque das aulas, com muita música "parva" à mistura, que só dão para rir. [;)]

Quanto à notícia, é absurdo que se permitam praxes dessa ordem, com consequências graves e nada seja feito, mas isso já não me admira, com o país que temos...

Basicamente esta é a minha experiência com praxes, que duraram 5 semanas e a coisa mais dura foi comer alhos e tostas com pasta de dentes.

Da minha experiência, os piores a praxar são quase sempre os que andaram a fugir no ano de caloiros.[;)]

São eventos destes que dão má fama às praxes, que se punam os irresponsáveis e que os caloiros se recusem a fazer tudo o que afecte a sua integridade fisica e psicológica.
 
Basicamente esta é a minha experiência com praxes, que duraram 5 semanas e a coisa mais dura foi comer alhos e tostas com pasta de dentes.

A ver se me lembro de sugerir isso aos meus caloirinhos [:D][:D]

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Originalmente Colocado por JoelM
Ao que as pessoas se sujeitam, acho as praxes ridiculas, mas isto sou eu..
Como disse o Ruie34, são eventos absurdos nas praxes que dão má fama à essência das praxes. Ser praxado com diversão e boa disposição, a cantar músicas malucas baseadas em melodias já existentes, ter saídas pelas tascas da zona com o pessoal em equipas, realizar actividades que em muito se assemelham às realizadas em agrupamentos de férias ou escuteiros, é tudo, menos ridículo. [;)] Um exemplo, entre muitos, de praxes por lá, foi dividir os caloiros por cursos e pedir-lhes que inventassem, em 10-15min um teatro sob um tema aleatório. Objectivo: integração e diversão, com as parvoeiras que inventavam [:D]

Agora quando falamos de praxes que roçam o ridículo, que são ofensivas, chegando mesmo a causar danos físicos/psicológicos, não podia ser, obviamente, mais contra. [;)]
 
Como já foi dito e bem, as praxes dependem de faculdade para faculdade. Em todas existe (ou deve existir) o direito a declarar-se anti-praxe ou a negar uma praxe perante os membros da comissão de praxes, desde que justifique o motivo. Pelo menos na minha faculdade, é assim que se passa.

Pessoalmente, fui praxada e adorei a experiência, não há melhor para conhecer meio mundo da faculdade. Como é óbvio, são praxes não ofensivas (quer fisicamente, quer psicologicamente); são apenas actividades que visam o divertimento antes do arranque das aulas, com muita música "parva" à mistura, que só dão para rir. [;)]

Quanto à notícia, é absurdo que se permitam praxes dessa ordem, com consequências graves e nada seja feito, mas isso já não me admira, com o país que temos...


São opiniões.

Pessoalmente acho as praxes umas das coisas mais ridiculas que possa haver...

Só faltava entrar num trabalho novo e ser "praxado" para me sentir " integrado" ( soube que há empresas que o fazem....)

Cada um sabe de si, mas não se pode dizer de "boca cheia" que adoraram a experiencia de ser " enxovalhado" pelas rua de Lisboa ( ou outra cidade qualquer) só porque é o espírito...mesmo não sendo de conteudo fisico porque de PSICOLOGICO têm sempre e como já vários disseram aqui, nem todos reagem e defendem-se da mesma forma.

Andar com T-shirts ( como eu vi este ano) a dizer que é um certo animal e tinha que fazer os movimentos desse animal em plena Almirante Reis, é deveras uma experiencia a recordar para o resto da vida...enfim são opiniões e maneiras de olhar para o respeito de cada um.

Não me via a fazer essa figuras, por mais que alguém diga que são apenas "brincadeiras" e são "inocentes"
 
São opiniões.

Pessoalmente acho as praxes umas das coisas mais ridiculas que possa haver...

Só faltava entrar num trabalho novo e ser "praxado" para me sentir " integrado" ( soube que há empresas que o fazem....)

Cada um sabe de si, mas não se pode dizer de "boca cheia" que adoraram a experiencia de ser " enxovalhado" pelas rua de Lisboa ( ou outra cidade qualquer) só porque é o espírito...mesmo não sendo de conteudo fisico porque de PSICOLOGICO têm sempre e como já vários disseram aqui, nem todos reagem e defendem-se da mesma forma.

Andar com T-shirts ( como eu vi este ano) a dizer que é um certo animal e tinha que fazer os movimentos desse animal em plena Almirante Reis, é deveras uma experiencia a recordar para o resto da vida...enfim são opiniões e maneiras de olhar para o respeito de cada um.

Não me via a fazer essa figuras, por mais que alguém diga que são apenas "brincadeiras" e são "inocentes"

São pontos de vista, respeito-os [;)] Eu também não me via com uma t-shirt a dizer que somos "bestas" ou "burros", no entanto, lá andei eu, Estoril/Cascais fora com a t-shirt e o belo do penico, que só servia para nos sentarmos, a fazer figuras malucas, entre turistas e residentes que se riam de nós, tudo numa desportiva imensa [:D]

Precisamente por haver quem não gosta do espírito vivido, tem sempre a opção de se declarar como anti-praxe e não participa nas mesmas, pelo menos, na minha faculdade é assim. [;)] São momentos que ficam para sempre na memória, no meu caso, pelas melhores razões. [;)]
 
Infelizmente, a notícia retrata algo com o qual não me identifico, aquilo não é praxe, aquilo é violência e ninguém tem que se sujeitar a isso...

Eu adorei a experiência de ser praxado, andei de joelhos (tanta romaria fiz [:D]), gritei, cantei, chorei, fiz tanta coisa mas nunca, e reitero, nunca, fui humilhado, nem nunca senti qualquer tipo de humilhação nas inúmeras actividades em que participei...

A praxe varia de pessoa para pessoa e de faculdade para faculdade, posso dizer que tive sorte em calhar numa faculdade onde a praxe não é significado de humilhação, onde existem limites e onde o respeito é a palavra de ordem...sim, respeito pelas opções dos outros e pelos limites de cada Indivíduo.
Eu respeito quem não quer fazer parte da praxe mas também acho que deveriam respeitar quem quer fazer parte dela!

Sou praxista com muito orgulho, nunca usei este meio para me afirmar perante os outros ou para humilhar seja quem for, esse não é o objectivo de praxe.
 
A melhor da praxe foi depois do 9/11, alguém resolveu treinar os caloiros para essas eventualidades[:D] então sempre que alguém gritava bomba a caloirada mergulhava para o chão e protegia a cabeça com as mãos. Corredor cheio de caloiros, professor a entrar na sala de aula alguém lança uma bomba e é ver a coordenação do mergulho colectivo e cara de espanto/terror do prof[:)][:)][:)]

Como já foi dito ouvem-se de facto histórias macabras de praxes, que para mim não passam de subversões graves (muitas vezes criminosas) do que a praxe deve ser. Agora não metam tudo no mesmo saco. Existem de facto faculdades onde a praxe funciona respeitando a liberdade individual de cada um, promovendo entertenimento para praxistas e praxados e uma ligação que não se esquece ao longo dos anos. Mas para isso são precisas regras e controlo, porque bestas há em todo o lado.

Por exemplo, no meu tempo o "doutor" estava proibido de praxar caloiras sem presença de "doutora" e até acabar a praxe não havia cá "relacionamentos intímos" entre os sexos opostos para evitar problemas. Isto acontecia antes de andar na baila dos media estas anormalidades de praxe, precisamente para evitar abusos e principalmente para mostrar o que a praxe pretendia tanto aos caloiros que tinham voz como aos que praxavam que saltavam fora senão se comportavam com seriedade.
 
Eu não fui praxado, até porque não frequentei o ensino superior, contudo acompanhei de perto o ano de caloira de uma ex namorada, e nunca assisti a abusos por parte de quem praxa. Também é verdade que o limite entre o divertimento, e a humilhação depende de cada um, eu posso-me sentir humilhado com uma coisa que outro leva na brinca e na descontra, cada um é como cada qual...

O problema é que em muitas universidades há de facto um abuso, e uma intenção real ao enxovalhamento, e se uma pessoa é introvertida, acaba por ceder aos abusos, dizer que sim a tudo, apenas com a ideia de entrar no grupo. E depois há (julgo eu) a questão do traje, e já ouvi dizer que quem não é praxado não deve vestir traje, e então muitos sujeitam-se sem oferecer qualquer resistência.

Por acaso em principio para o ano vou entrar para o ensino superior, mas em regime nocturno, e quase com 30 anos, já não vou passar por isso... [:D]
 
Já passei pelos dois lados da "barricada"..

Fui caloiro de Faculdade e de Tuna e depois fui da comissão de Praxe da Faculdade e praxei na tuna, onde fui Maestro.

A praxe é um ritual que deve ser mantido mas tem, obviamente como tudo na vida, que ter limites intransponiveis.

Adorei ser praxado e fiz muitos e grandes amigos durante a praxe..como caloiro e como Membro da comissão de praxe.

De dia a praxe era puxada, bastante física mas por outro lado tentava ter um lado de pura brincadeira e riso geral. No fim do dia acabavamos todos juntos em amena cavaqueira. Quando fui caloiro a praxe foi muito física e psicológica, com intuito (segundo eles) de nos unirem, e de formarmos um grupo coeso na turma, e resultou.Obviamente sem violência..[;)]

Na Tuna sempre foi muito mais relax..era tudo na boa e desportiva.. e quem não queria não fazia obrigado..agora se não tivessem o espirito de grupo que é necessário a uma Tuna, mais valia irem para casa..[;)]

Não sujem o nome das Tunas por alguns maus exemplos, quando há tão bons exemplos por esse Portugal fora..[;)]
 
Já passei pelos dois lados da "barricada"..

Fui caloiro de Faculdade e de Tuna e depois fui da comissão de Praxe da Faculdade e praxei na tuna, onde fui Maestro.

A praxe é um ritual que deve ser mantido mas tem, obviamente como tudo na vida, que ter limites intransponiveis.

Adorei ser praxado e fiz muitos e grandes amigos durante a praxe..como caloiro e como Membro da comissão de praxe.

De dia a praxe era puxada, bastante física mas por outro lado tentava ter um lado de pura brincadeira e riso geral. No fim do dia acabavamos todos juntos em amena cavaqueira. Quando fui caloiro a praxe foi muito física e psicológica, com intuito (segundo eles) de nos unirem, e de formarmos um grupo coeso na turma, e resultou.Obviamente sem violência..[;)]

Na Tuna sempre foi muito mais relax..era tudo na boa e desportiva.. e quem não queria não fazia obrigado..agora se não tivessem o espirito de grupo que é necessário a uma Tuna, mais valia irem para casa..[;)]

Não sujem o nome das Tunas por alguns maus exemplos, quando há tão bons exemplos por esse Portugal fora..[;)]

Tunas femininas[br:)]

E algumas nem as via...desculpem ouvia pelas músicas
 
Ainda hoje, 12 de Abril, a meio da manhã, vi um grupo grande de caloiros a ser praxado...
Alguns estavam com uma cara... [8b]
Estamos a meio do segundo semestre...
 
Comer porcaria, beber mistela, isso para ti não é um limite???

O que desce um Ser Humano para se achar integrado....

A porcaria que comi foi, por ex, uma bifana, com uma mistura de mostarda com vinagre e limão[:vm)].. A mistela era coisas como café com V.balsâmico..

No meu caso, aconteceu uma vez (uma de comer, e uma de beber). E ai ficou. Foi uma simples e inocente praxe. Para mim, limite é o que aconteceu há 2 ou 3 anos em Coimbra.. em que cag@ram num balde, e mandaram-o para cima de uma rapariga.
Ou terem obrigado um rapaz a despir-se a frente de várias dezenas de pessoas..

Desculpa, mas não sei o que conheces de mim para fazeres esse tipo de afirmação.. Portanto, toda a gente que não se declara anti-praxe nas faculdades, são frustrados que anseiam por integração num determinado grupo? Por favor..
Foste à faculdade?
Praxaram-te?
Se sim, foi para te sentires integrado?

Edit: Relativamente ao "sujeitar" e aos limites.. Há um código de praxe. Quando se compra o "Kit-caloiro" (pelo menos na minha faculdade), dão um livro, onde vem as regras das praxes, disposição de emblemas na capa, etc.. Se algum doutor violar uma regra, reportas isso ao DUX ou ao MAXIMUS CONSILIUM.. Da mesma maneira que há quem siga "Doentiamente" a questão de praxar, também seguem "Doentiamente" a questão de responsabilizar que viola códigos..
 
Last edited:
as tunas e o desejo/sonho de serem pseudo músicos [:D][:D], manquem-se pá


Sim, realmente são uma cambada de inúteis.. Não fosse 1 guitarrista da tuna que frequentei, um guitarrista que costuma tocar com a Mariza.. Há tunas e tunas.. E já ouvi vozes e já vi músicos que envergonham muito "artista" profissional..

Pessoalmente, acho que só depois de os ver a todos é que se pode tirar conclusões..
 
Ainda hoje, 12 de Abril, a meio da manhã, vi um grupo grande de caloiros a ser praxado...
Alguns estavam com uma cara... [8b]
Estamos a meio do segundo semestre...

Praxes a meio do semestre, não sou muito apologista, a menos que tenham sido marcadas com antecedência, como ocorreu pela minha faculdade. Se eles não tinham cara de satisfeitos, volta-se à questão de não saberem dizer "não" sob o pretexto de não se sentirem integrados, mas isso já não depende tanto dos praxantes, mas sim dos praxados, que devem negar a praxe. [;)]
 
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