O que nasce torno, fica torto, e isso é um não assunto, porque o Miguel NUNCA foi a 1ª ou sequer a 2ª opção para uma fábrica que vence corridas, obviamente o Miguel teria de permanecer na estrutura da Ktm, porque não tinha mais nenhuma opção viável, como ele "cresceu" na Ktm, onde todas as suas vitórias foram com a Ktm e infelizmente por lá vai permanecer, porque nem a Honda, Yamaha, Ducati ou Suzuki de fábrica estão interessados como 1ª opção no Miguel.
Um pouco como a estrutura da VR46, só mer.da de italianos, que até satura, mas porque raio só italianos podem pertencer aquela estrutua? Até a Oliveira Cup tem espanhóis.
As academias/formações e agentes são muito, muito importantes para desde cedo lançarem as suas teias.
Vemos o caso do Mir, o que é que ele fez de relevante nas moto2, o destino dele já estava traçado e até agora não tem valido um chaveco, mas a confiança ainda lá está. Com uma Suzuki de fábrica, onde estaria o Miguel? Bem melhor que os 10 pontos do Mir (ou 9), afinal o Miguel numa Ktm satélite, tem 8 e acabou todas as corridas.
A única proposta que o Miguel teve, para além da Ktm, foi na Avintia, com uma estrutura que não consegue extrair o melhor da GP18, com 2 pilotos experientes, 1 deles campeão do mundo de moto2, era a única solução viável a Ktm, ou morria na praia nas moto2, ainda para mais com os problemas que têm tido, vê-se o caso do Binder, que se conseguir no final um top10 vai ser bom, quando no ano passado ficou em 3º lugar.
A única alternativa, será o Miguel na Ktm de fábrica e ganhar ao Pol e mesmo assim, a Ktm tem de se tornar competitiva, é a única solução.
Quando o Miguel foi para a Aki Ajo nas Moto3, foi porque um outro à última foi para outra equipa (não me recordo quem), já nas moto2, quem ia pilotar a Ktm era o Aegerter ao lado de Binder, mas depois ficaram com o Miguel, porque o Aegerter ficou noutra equipa e o resto já sabemos, acreditou em si e lutou e justificou a oportunidade que lhe deram, mas nem nas Moto3 ou Moto2 foi a 1ª ou a 2ª opção.