MotoGP

Eu gosto do Acosta, faz-me lembrar bastante o Schwantz: Quer em agressividade, quer na postura em cima da moto, quer no modo descerebrado com que gestiona as corridas.

Do mesmo modo que o Marquez me faz lembrar o Doohan: Dá sempre a sempre a ideia que vai bastante sobrado, enquanto que todos os outros vão em sobre esforço.
 
Uma pergunta interessante que faltou fazer foi o porquê da equipa não o ouvir no desenvolvimento da moto, e de não conseguir meter a moto ao seu jeito de condução.

Gostava de ouvir a explicação do próprio Oliveira.
 
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E no tema das escolhas de carreira e do arrependimento...

Falou sobre o tema Tech3, que ter saído foi afinal bom por causa do Pedro Acosta...ficam algumas reservas quanto a isso, porque se é verdade que o Acosta iria empurrar alguém para fora, ainda havia a segunda mota que era do Augusto Fernandez...podia o Miguel ter ficado com o Acosta.

E não explica o porquê de ter saído da Aprilia com oferta para ficar... Quanto a mim, uma das más opções de carreira. Se é verdade que a Pramac era a equipa campeã, também o era que ia deixar a Ducati e passar a ser satélite do pior fabricante do grid.
 
Nunca entendi este amor de verão entre a Ducati e o Rossi, senão vejamos:

Andou a arrastar-se pelo grid e pelo asfalto e gravilha, durante os seus tempos de piloto Ducati, sem nunca conseguir um resultado de jeito;

Saíu da Ducati a dizer cobras e lagartos daquela mota para voltar com o rabo entre as pernas para a Yamaha...

De repete, tem o privilégio de equipa semi-oficial?

Não faz qualquer sentido...O Rossi não tem qualquer ADN Ducati;

Mais ADN Aprilia terá, uma vez que conquistou 2 títulos mundiais com essa marca...

De todas as marcas, a relação mais improvável, é mesmo com a.... Ducati...
 
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Daqui a pouco temos uma MotoGP transformada em F1...

Nova regra impactante no MotoGP: nunca mais será permitido voltar a ligar a moto após uma queda para reforçar a segurança!

Revolução no MotoGP: uma regra transformadora que vai abalar as pistas em 2026!

Preparem os capacetes, fãs do desporto motorizado! Uma mudança sísmica está a chegar ao mundo do MotoGP e do WorldSBK que poderá redefinir a forma como os pilotos lidam com quedas em pista. Lembra-se do dramático choque entre Pecco Bagnaia e Marc Márquez em Portimão, em 2024? Enquanto Bagnaia saiu ileso do incidente, Márquez ficou famoso por voltar a ligar a moto e regressar à corrida. A partir de 2026, isso deixará de ser possível!

A Federação Internacional de Motociclismo (FIM) anunciou uma nova regra inovadora: os pilotos deixarão de poder voltar a ligar as suas motos na pista ou nas zonas de escape após uma queda. Esta decisão ousada visa reforçar as medidas de segurança, reduzindo os riscos tanto para os pilotos como para os comissários de pista durante corridas e sessões de treinos.

Eis como irá funcionar: se uma moto ficar parada devido a um acidente ou avaria técnica, terá de ser imediatamente transportada para trás das barreiras de proteção — longe da ação. Apenas nessa zona segura será permitido voltar a ligar a moto e regressar à prova. No MotoGP, os pilotos poderão continuar a sessão após uma queda, mas a moto só poderá ser ligada atrás das barreiras de segurança. No WorldSBK, durante treinos e Superpole, os pilotos ainda poderão regressar às boxes pela pista, mas durante as corridas terão de manter a moto em movimento, sem parar.

E se a moto continuar operacional após a queda? Nesse caso, o piloto poderá regressar à corrida, mas não sem escrutínio — os oficiais terão autoridade para impedir o regresso à pista caso detetem danos perigosos, como fugas de fluidos.


A FIM detalhou estas alterações numa diretiva que sublinha a importância de proteger os comissários de pista: “Após uma queda ou problema técnico, qualquer moto não funcional na pista ou nas zonas de escape deve ser imediatamente removida para trás da primeira linha de proteção pelos oficiais de prova. As motos não podem ser ligadas na pista nem nas zonas de escape. Devem ser deslocadas para a estrada de serviço ou para uma área segura e protegida, caso não exista estrada de serviço, onde possa ser prestada assistência para a sua colocação em funcionamento.”

A FIM reconhece que esta nova regra poderá apresentar desafios iniciais, mas sublinha o objetivo principal: minimizar a exposição ao risco dos comissários de pista. Este regulamento não se aplicará apenas ao MotoGP e ao WorldSBK, mas a todos os campeonatos de corridas em circuito sob a alçada da FIM, incluindo as provas de resistência.

À medida que nos aproximamos da implementação desta mudança significativa, uma coisa é certa: o mundo das corridas de motociclismo está prestes a tornar-se muito mais seguro, mas também mais intenso. Pilotos, equipas e fãs terão de se adaptar a esta nova realidade em pista, onde a segurança assume prioridade absoluta e a emoção da competição continua bem viva. Apertem os cintos — 2026 promete ser uma viagem selvagem!
 
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