Tens razão em relação à utilidade das missões e ao avanço soviético.
A utilidade (ou inutilizade) de missões (tripuladas) à Lua é precisamente um argumento que faz com que o embuste não seja descabido.
Há uma tendência para nos centrarmos no que copiaram, mas eles realmente sempre tiveram cientistas muito à frente. Faz parte dos mitos da aculturação ocidental.
São formas de desprezar o inimigo. Também fazem isso com os alemães e até contam que quando os britânicos inventaram o radar, para justificar conseguirem interceptar os aviões alemães, Churchill disse que os pilotos comiam cenouras para verem bem à noite.
A verdade é que os alemães não eram parvos nenhuns e quando para-quedistas britânicos conseguiram ir à Alemanha, descobriram que eles não só já tinham radares, como os radares alemães eram muito mais pequenos e muito mais sofisticados que os britânicos.
Quanto aos milhares de pessoas, não podiam ser milhares, muito menos fora dos EUA. Aquilo seriam o Presidente, Vice, Chefes da NASA e Pentágono, uns poucos de agentes do FBI para acalmar alguém mais curioso (o que não significa que todos estivessem a par de alguma coisa). Não seriam muitos mais. Talvez também o Centeno lá do sítio, que tinha de saber para onde transferir o dinheiro do Congresso (não se podia enganar e mandar o dinheiro para a NASA em vez do exército).