Há dias estive a falar com um casal Italiano, com uns 25/30 anos os dois, ele trabalha numa empresa de transportes públicos, ela numa loja de roupa, tiraram dois meses de férias não pagas para conhecer a Europa.
Os países que acharam mais caros foram a Inglaterra e a Irlanda, mas ainda assim acessível, gostaram muito do nosso clima e da nossa gente, que já conheciam desde a Itália a outros países por onde passaram onde encontram muitos Portugueses a ...
...trabalhar.
Isto tudo para dizer que, é pouco provável que os Portugueses tirem dois meses de férias não pagas, sem ficarem logo sem emprego, a maioria de nós não tem vencimento para correr a Europa desta maneira e os que saem de cá vão para trabalhar e acabam por construir as vidas lá fora onde há melhores condições de vida e vencimentos.
É triste, por cada Português que sai é riqueza que o país perde, neste momento não é só a "fuga" de pessoas formadas que é preocupante, mas a saída de pessoas validas que são mal recompensadas pelo seu esforço e que sabem que se por cá ficarem o futuro que os espera é serem explorados por um estado corrompido pelos grupos económicos e por empresários corruptos.
O estado não faz nada contra essas empresas de credito que habitualmente cobram juros altíssimos impunemente porquê?
A quem pertencem esse tipo de empresas para o estado não accionar os mecanismos legais?