ReySenna
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Eu já tentei fazer isso, quando cheguei ao final dos primeiros 2 meses e percebi que sobrava... pouco mais de zero e que, muitas vezes, o que sobre é para os meses com despesas "extra", que na verdade não são extras nenhuns, IUC, seguros, etc.
A ver se entretanto começamos a tentar tirar as fraldas ao miúdo. Parecendo que não, estão aqui entre 70 a 100€ mensais. De resto, tendo em conta as despesas fixas, fica difícil. Tenho somente o empréstimo habitação, luz, água, gás, net/TV/Telemóvel e fora isso, as compras do dia-a-dia e alimentação. Já não fazemos férias ou as que fazemos são mesmo 1 ou 2 vezes por ano 1 fim de semana, 3 dias no máximo.
A minha esposa tem o rendimento dela mensal, eu sou professor, tenho um rendimento de acordo com as necessidades laborais (Setembro - Junho). Dou aulas numa escola de música à parte, dou aulas de piano em casa e vou fazendo alguns concertos. Já não tenho quase nenhuma disponibilidade horária para tentar arranjar mais algum trabalho. Nos meses de Julho e Agosto, normalmente, desemprego e aí descompensa o que se vai ganhando extra durante o ano. No entanto, tenho de ter em conta que trabalho, quase todos os dias a fazer 3 kms nos melhores dias, 15km nos dias em que tenho de ir para escolas mais longínquas. A minha esposa trabalha a 3km de casa também.
Acho que não há muito mais, a não ser que comecemos a viver sem sair de casa e mesmo assim já pouco o fazemos.
Ando nesta "batalha" há já alguns anos.
Solução? Mudar. Mas mudar para quê é que ainda não consegui perceber o que possa ser melhor ou mais estável.
Tu como professor e com os extras que consegues a mais, só com o teu ordenado deves conseguir pagar todas as despesas. Ainda mais a trabalhares a 3km de casa.
Devia "sobrar" o ordenado da tua mulher. A não ser que tenhas um bruto casarão que te come 50% do ordenado em prestação... e caso seja o caso é a altura ideal para negociar o spred