O que é uma boa poupança?

A taxa é formalmente comunicada, ou então é anunciada o fim da série E e a fantástica série F com taxas de juro de 0,5% para competir com os melhores depósitos a prazo...

O anuncio só é feito formalmente no ultimo dia, a formula de calculo é que é até ao antepenúltimo depois têm o penúltimo para fazer contas...

Há de passar para algo como a C, 0,XX% da euribor com um máximo superior para fingir que se aumenta os limites.
 
Mas na Área de cliente não é aparecer apenas um movimento do valor, é um documento "formal" de comprovativo de reembolso - onde descrimina o movimento com o tipo de reembolso (parcial), motivo, data reembolso, o calculo do reembolso com o numero de UP, valor de UP, valor bruto reembolsado, etc etc.

Tem um documento que refere resgate parcial. Valor bruto impostos e valor liquido.
Já pedi explicações, mas está a cheirar-me a problemas.
 
A pressão da banca deve ser pouca, deve... [:D]

A banca não quer saber disso para nada!

Ainda tem acesso a uma liquidez brutal e baratíssima concedida pelo BCE até há pouco tempo. E essa liquidez não seca de um dia para o outro. O motivo da banca pagar pco é pq tem acesso aos fundos por outra via mto mais económica do que remunerar os dp.
 
A maior parte das minhas poupanças "seguras" estavam no Banco BIG na conta Aforro com reforços obrigatórios de 150€ mensais. Depois da Euribor começar a subir, que daria um juro ainda assim ridículo de 1,8% nessa conta, rapidamente o banco alterou unilateralmente as condições do contrato, com a antecedência mínima das letras pequeninas de 60 dias. Passou (e mantêm-se) a 0,55 e porque sou um cliente muito especial.

Neste momento a maior parte desse dinheiro está em CA. Tenho subscrito todos os meses, na perspectiva de subida contínua dos juros.

Agora que estamos quase na taxa máxima de 3,5%, não irá para lá todo, por uma questão dos ovos todos no mesmo cesto, mas vai mais um bom bocado.

Se uma instituição te dá 0,55% ao ao pelas tuas poupanças, e outra 3-3,5%, OK, nem chega de perto para acompanhar a inflação, mas 3 melhor que 0,5 nas minhas contas...

Aliás, o que me surpreende é o estado ter deixado arrastar tanto tempo a situação da Série E. Ainda há pouco saiu uma notícia que os CA estavam a estragar as contas ao Medina, que não previu esta subida de taxa nem a adesão maciça de novos subscritores, acham que a notícia é para preparar o quê?

Portanto, tenho todo o interesse que a Série E continue exatamente como está, mas milagres não há.
 
A banca não quer saber disso para nada!

Ainda tem acesso a uma liquidez brutal e baratíssima concedida pelo BCE até há pouco tempo. E essa liquidez não seca de um dia para o outro. O motivo da banca pagar pco é pq tem acesso aos fundos por outra via mto mais económica do que remunerar os dp.

OK, e não terá o estado acesso à mesma liquidez pelas mesmas vias? Qual a necessidade de pagar juros muito acima do valor médio de mercado que oferece a banca?
 
OK, e não terá o estado acesso à mesma liquidez pelas mesmas vias? Qual a necessidade de pagar juros muito acima do valor médio de mercado que oferece a banca?

A grande referência para o financiamento do estado é a taxa de juros a 10 anos. Está a 3,1% hoje, há pco tempo esteve a 3,6%, é provavel que suba com a subida de juros do BCE.

É taxa em mercado secundário mas em primário são pouco diferentes.

Os CA têm um cap de 3,5% brutos. Entre o deve e o haver (taxa liberatória) o estado no máximo paga 2,52% (excluindo prémios de permanência - mesmo com o prémio pelo máximo o liquido nunca passará dos 3,24%).

É só fazer as contas.
 
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A pressão da banca deve ser pouca, deve... [:D]

Todos os meses há quem anuncie o fim dos CA série E. Bem, uma vez acertarão. [:D]​

Ainda não faltam clientes bancários que deixam o seu dinheiro a render 0,xx%.
E os bancos continuam a ter as outras formas de financiamento que o Celsius já bem explicou.

Já se notam alguns sinais tímidos de subidas de taxas de DP (o BiG por exemplo está a fazê-lo "offline" para novos montantes acima de 100k), mas "too little too late".
 
Última edição:
O que acontece a quem tem subscrito CA da série E quando essa série acabar? Passam automaticamente para a série F? Continuam na E com que taxa de juro?
 
Mas na Área de cliente não é aparecer apenas um movimento do valor, é um documento "formal" de comprovativo de reembolso - onde descrimina o movimento com o tipo de reembolso (parcial), motivo, data reembolso, o calculo do reembolso com o numero de UP, valor de UP, valor bruto reembolsado, etc etc.

Já tenho explicações, tem que ver coma diferença entre o dia de colocação para venda e o dia de venda das UP.
Não comunicam como sendo incumprimento.
 
O que acontece a quem tem subscrito CA da série E quando essa série acabar? Passam automaticamente para a série F? Continuam na E com que taxa de juro?

Quando a série acabar, não se poderão fazer novas subscrições com essas condições. As que já existem, mantêm-se inalteradas.
 
A grande referência para o financiamento do estado é a taxa de juros a 10 anos. Está a 3,1% hoje, há pco tempo esteve a 3,6%, é provavel que suba com a subida de juros do BCE.

É taxa em mercado secundário mas em primário são pouco diferentes.

Os CA têm um cap de 3,5% brutos. Entre o deve e o haver (taxa liberatória) o estado no máximo paga 2,52% (excluindo prémios de permanência - mesmo com o prémio pelo máximo o liquido nunca passará dos 3,24%).

É só fazer as contas.

Que eu saiba os CA são financiamento a 3 meses, com opção de prorrogação... A quanto é que o estado se tem financiado a curto prazo?
 
Aliás, o que me surpreende é o estado ter deixado arrastar tanto tempo a situação da Série E. Ainda há pouco saiu uma notícia que os CA estavam a estragar as contas ao Medina, que não previu esta subida de taxa nem a adesão maciça de novos subscritores, acham que a notícia é para preparar o quê?

Portanto, tenho todo o interesse que a Série E continue exatamente como está, mas milagres não há.

O que eu li foi que, devido à elevada procura, o Medina aumentou o limite de emissão de certificados (6 -> 10,25 mil milhões), enquanto reduziu os limites das obrigações e bilhetes do tesouro. Está por isso a contar receber mais das famílias e menos dos "grandes".

Medina eleva em 71% limite de emissão de Certificados de Aforro
 
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