O tópico do linux

Fale cada um por si, nem toda a gente acha uma pedra, uma pérola...

Uma empresa que tem praticamente o monopólio em termos de sistemas operativos implementados, com os fundos e lucros que conseguiu acumular durante decadas, tinha a obrigação de produzir um produto mais evoluido que o que tem no presente, w10 parece que ainda estamos a usar um sistema de updates da idade da pedra pré xp ions..... ridiculo

quando á uns meses precisei de usar um desses sistemas windows 10 que dizem ser evoluido, melhorado.
E levo com uma carrada de updates a quererem-me interromper o trabalho.... para mim windows é para esquecer, quem sempre usou linux e tem o sistema como quer e verdadeiramente adaptado a todas as suas necessidades... windows é um retrocesso.
Outra coisa que me irrita e nunca funcionou no windows ainda hoje não funciona, é demasiado simplista, pobre arcaico, o touchpad é uma vergomha em windows em qualquer das versões incl.w10, em linux faz tudo e mais alguma coisa, seja em qualquer das suas milhentas versões ou distros.

Windows 10 continua um sistema operativo lento, cheio de lixo, que o utilizador comum mesmo que não queira tem de levar com toda a porcaria que a ms lhes quer impingir á força, só pelo referido em ultimo, windows nunca será um sistema confiável ou produtivo para mim.
Nem a mexer em codigo nos livramos totalmente da porcaria que esses sábios da treta nos obrigam a ter instalado sem querermos...
 
Fale cada um por si, nem toda a gente acha uma pedra, uma pérola...

Uma empresa que tem praticamente o monopólio em termos de sistemas operativos implementados, com os fundos e lucros que conseguiu acumular durante decadas, tinha a obrigação de produzir um produto mais evoluido que o que tem no presente, w10 parece que ainda estamos a usar um sistema de updates da idade da pedra pré xp ions..... ridiculo

quando á uns meses precisei de usar um desses sistemas windows 10 que dizem ser evoluido, melhorado.
E levo com uma carrada de updates a quererem-me interromper o trabalho.... para mim windows é para esquecer, quem sempre usou linux e tem o sistema como quer e verdadeiramente adaptado a todas as suas necessidades... windows é um retrocesso.
Outra coisa que me irrita e nunca funcionou no windows ainda hoje não funciona, é demasiado simplista, pobre arcaico, o touchpad é uma vergomha em windows em qualquer das versões incl.w10, em linux faz tudo e mais alguma coisa, seja em qualquer das suas milhentas versões ou distros.

Windows 10 continua um sistema operativo lento, cheio de lixo, que o utilizador comum mesmo que não queira tem de levar com toda a porcaria que a ms lhes quer impingir á força, só pelo referido em ultimo, windows nunca será um sistema confiável ou produtivo para mim.
Nem a mexer em codigo nos livramos totalmente da porcaria que esses sábios da treta nos obrigam a ter instalado sem querermos...

Conversa de fanboy [:p]

Neste momento estou a usar o Mint por carolice, e de facto o Linux teve uma boa evolução desde a última vez que o usei a tempo inteiro, há 12 anos, quando mudei para Mac, e depois quando regressei ao Windows 10, depois de me aperceber que a coisa não era mesmo assim tão má como a pintam (de longe).

Está bem mais "plug and play", mas continua um sistema que se não se tiver alguns conhecimentos acima da média, muito rapidamente se esbarra em qualquer coisa intransponível.

Gosto da maneira como lida com multimonitores, é só ligar o monitor externo e é tão imediato como no windows. No entanto, não dá para ajustar o antialiasing das fontes em separado para cada monitor (no windows dá para ajustar o cleartype para cada um). Como tenho um monitor RGB e outro BGR, um deles fica sempre o com texto desfocado.

O pulseaudio tem um bug que não envia audio para auriculares bluetooth sem ser reiniciado. Lá tive eu que fazer um script
"mv ~/.config/pulse/ ~/.config/pulse.old
systemctl --user restart pulseaudio", torná-lo executável e correr quando for preciso.

Para fazer a actualização do Libreoffice para o 7, tive de adicionar um repositório às softwares sources. Se fizer o download do site oficial, tenho de instalar manualmente com sudo dpkg -i *.deb, porque em vez de um instalador único, tem aí uma dúzia de .debs para instalar. E não actualiza, instala outra versão paralela.

Instalar o spotify da "loja oficial" quebrou a instalação de qualquer software novo e esta demorei tempo a perceber. Pelos vistos instalou um repositório do spotify e o erro era "W: GPG error: http://repository.spotify.com stable InRelease: The following signatures couldn't be verified because the public key is not available: NO_PUBKEY D1742AD60D811D58
E: The repository 'http://repository.spotify.com stable InRelease' is not signed."
Tive de desligar o repositório para conseguir instalar mais alguma coisa.

Software para emulação / máquinas virtuais VMWare e VirtualBox não funcionam sem um processo complicadíssimo de certificação manual de extensões do kernel que não consegui fazer por algum motivo. Tive que ir ao bios desligar o secure boot.
Em Windows funcionam sem problemas...

Partições NTFS a que preciso aceder (pelo menos agora lê e escreve em NTFS sem ser preciso andar a fazer mais nada) não são montadas ao início, apenas quando se acedem pela primeira vez com o Nemo. Eu sei que dá para fazer, mas mais um trabalhinho de tweaking na linha de comandos.

Ok, isto é giro de fazer e aprender. Mas seguramente menos de 1% de potenciais utilizadores se dão ao trabalho de aprender estas coisas. E isto não pode ser, um SO é para se usar sem problemas, não é para ter de andar constantemente com tweaks complexos para coisas funcionarem. E é por isto que o Linux nunca descolou, e concordo, agora não é previsível que algum dia o venha a fazer...
 
Há que reconhecer que nada do que aqui se discute tem nada a ver com o que se passa na casa do "Joe Average" ou nos desktops das grandes corporações.

O meu PC da empresa ainda há dias teve um problema na porta USB com que liga à docking station e o monitor externo deixou de funcionar, abri um ticket e passado um par de horas estava lá o técnico com um PC "de empréstimo" igual ao meu que já vinha com uma "imagem" pré instalada com o Windows e todos os programas que nós usamos. Fiz login com a minha conta, como os ficheiros são todos guardados no OneDrive do Office 365, ficam logo imediatamente disponíveis e grosso modo foi desligar um PC e ligar o outro e em menos de 2 minutos estava a trabalhar de novo.

Eu no meu tempo livre até gosto desses quebra cabeças que o Avant descreve, mas se estivesse um dia distraído com isso em vez de a fazer o meu trabalho rapidamente os prejuízos para a minha empresa ou para os clientes poderiam ser suficientes para comprar uma dezena de PCs novos, prontos a trabalhar, em vez de estar a brincar com o meu. É impensável para mim perder um minuto que seja com esses assuntos no meu dia a dia profissional. Questões de instalação, drivers, configurações, são temas que não entram minimamente na forma como uso o PC onde trabalho às vezes 12 horas por dia, 5 dias por semana e um pouco aos fins de semana.

E depois há coisas com uma importância que muitos falham em reconhecer. Por exemplo o Office, que é a ferramenta central de tantos milhões de utilizadores de desktops, no caso do MS Office 365 com a integração com os serviços cloud da Microsoft é uma ferramenta que permite novas formas de organização do trabalho em equipa, muito mais colaborativo e facilitador do trabalho à distância. Nenhuma empresa depois de começar a usar este tipo de ferramentas e de se adaptar vai algum dia mudar para o Libreoffice, NUNCA. Na minha empresa significaria recuar anos e ter um impacto brutal na produtividade.

Assim como nenhum utilizador da suite da Adobe vai usar as alternativas existentes em Linux. O GIMP é igual ao GIMP há não sei quantos anos, o Photoshop cada ano que passa tem ferramentas mais inteligentes e eficazes e mais uma vez, temos a integração com a cloud, criando soluções que para o utilizador, simplesmente funcionam. Por exemplo, um fotógrafo pode estar no terreno, tira umas fotos, edita no Lightroom para iPad, pública logo uns drafts nas redes sociais e depois regressando ao escritório, abre o Lightroom no PC e pode continuar o que começou no iPad, exactamente no mesmo ponto.

Gostemos ou não, e eu tenho pena que seja assim, o Linux perdeu esse timing. As empresas com músculo para fazer esse tipo de soluções integradas e que funcionam de forma eficaz para os utilizadores, simplesmente ignoram a existência do Linux.

Até diria mais, correndo o risco de provocar um pequeno enfarte a alguém, a única esperança para que o Linux se torne relevante no mercado de desktops reside precisamente na Microsoft. Estando cada vez mais interessados no ecossistema de serviços online e menos com a venda de licenças Windows, não me admiraria se um dia lançassem uma versão do Office 365 para Linux (na verdade já funcionam os serviços online, mas sem os programas instalados não é igual). O lançamento do Edge baseado no chromium e com versões para Linux mostra que o que parecia impossível há uns anos, já não é.
 
Infelizmente para o Linux, a Microsoft nos últimos anos praticamente tem tomado sempre as decisões correctas e tem feito um grande trabalho. Isso fez com que para o utilizador comum, ou para o típico utilizador de escritório, hoje o Linux seja menos alternativa do que era há uns anos. O Satya Nadella seguiu um caminho muito diferente dos caminhos anteriores, muito menos baseado em explorar de forma anti concorrêncial a sua posição e muito mais assente na integração de serviços online, na colaboração, fazendo coisas inéditas como p.ex. o Edge baseado em open source. A própria percepção da Microsoft como uma empresa intrinsecamente má, praticamente desapareceu.

O resultado é um Windows 10 mais estável e maduro do que os seus antecessores, o sistema de rolling updates e a optimização para hardware muito menos capaz, acabou com a sensação de obsolência que muitos utilizadores sentiam quando a sua versão do Windows era descontinuada.

No Office 365, então não há hipótese. A única coisa minimamente parecia é o Gsuite da Google, mas a falta de apps nativas acaba por ter um impacto brutal na usabilidade. A forma como a Microsoft nos últimos anos integrou os seus serviços online com o Office criou uma ferramenta incrivelmente boa para as organizações, para o trabalho colaborativo e para o trabalho remoto. Na minha empresa neste momento seria impensável voltar para trás, o impacto na produtividade e nos métodos de trabalho, em especial com a pandemia que colocou tanta gente a trabalhar em casa, seria enorme.

E depois claro, há as falhas eternas, poucos jogos, não há as apps da Adobe, etc... etc..

Infelizmente o Linux tem sido sempre incapaz de sair dos mercados de nicho (nos desktops) e temo que o timing para o fazer tenha passado a competição agora é muito mais capaz do que era há dez anos.

O Linux não faz concorrência no Desktop, o Linux é uma alternativa aos sistemas operativos comerciais, não se pode imputar qualquer culpa ao Linux por software específico (principalmente profissional ou jogos) só tenha sido desenvolvido para Windows ou Mac, é apenas uma consequência comercial.

Já agora, a Microsoft já colocou o Teams nativamente em Linux e migrou parte do .NET para Linux (chamado de .NET Core).
Por vezes é interessante ver surgir projectos de engenharia reversa como o Wine ou um certo Web App wrapper para as apps do Office365 para poderes utilizar em Windows (não deve tardar muito a ficar nativo para Linux), são bons pontos de partida para poder utilizar algumas apps de Windows em Linux (para quem se quiser dar ao trabalho, claro) [;)]

Quanto ao Edge ser open source, é baseado no Chromium e está tudo dito, para isso mais vale continuar a usar os clássicos Firefox e Opera, ou então melhor ainda, usar o Brave Browser, também baseado em Chromium mas mais rápido e livre de anúncios já de raíz.

No geral, concordo com a tua opinião, o rumo da Microsoft está bem melhor do que há uns anos e no caminho certo.
 
Conversa de fanboy [:p]

Neste momento estou a usar o Mint por carolice, e de facto o Linux teve uma boa evolução desde a última vez que o usei a tempo inteiro, há 12 anos, quando mudei para Mac, e depois quando regressei ao Windows 10, depois de me aperceber que a coisa não era mesmo assim tão má como a pintam (de longe).

Está bem mais "plug and play", mas continua um sistema que se não se tiver alguns conhecimentos acima da média, muito rapidamente se esbarra em qualquer coisa intransponível.

Gosto da maneira como lida com multimonitores, é só ligar o monitor externo e é tão imediato como no windows. No entanto, não dá para ajustar o antialiasing das fontes em separado para cada monitor (no windows dá para ajustar o cleartype para cada um). Como tenho um monitor RGB e outro BGR, um deles fica sempre o com texto desfocado.

O pulseaudio tem um bug que não envia audio para auriculares bluetooth sem ser reiniciado. Lá tive eu que fazer um script
"mv ~/.config/pulse/ ~/.config/pulse.old
systemctl --user restart pulseaudio", torná-lo executável e correr quando for preciso.

Para fazer a actualização do Libreoffice para o 7, tive de adicionar um repositório às softwares sources. Se fizer o download do site oficial, tenho de instalar manualmente com sudo dpkg -i *.deb, porque em vez de um instalador único, tem aí uma dúzia de .debs para instalar. E não actualiza, instala outra versão paralela.

Instalar o spotify da "loja oficial" quebrou a instalação de qualquer software novo e esta demorei tempo a perceber. Pelos vistos instalou um repositório do spotify e o erro era "W: GPG error: http://repository.spotify.com stable InRelease: The following signatures couldn't be verified because the public key is not available: NO_PUBKEY D1742AD60D811D58
E: The repository 'http://repository.spotify.com stable InRelease' is not signed."
Tive de desligar o repositório para conseguir instalar mais alguma coisa.

Software para emulação / máquinas virtuais VMWare e VirtualBox não funcionam sem um processo complicadíssimo de certificação manual de extensões do kernel que não consegui fazer por algum motivo. Tive que ir ao bios desligar o secure boot.
Em Windows funcionam sem problemas...

Partições NTFS a que preciso aceder (pelo menos agora lê e escreve em NTFS sem ser preciso andar a fazer mais nada) não são montadas ao início, apenas quando se acedem pela primeira vez com o Nemo. Eu sei que dá para fazer, mas mais um trabalhinho de tweaking na linha de comandos.

Ok, isto é giro de fazer e aprender. Mas seguramente menos de 1% de potenciais utilizadores se dão ao trabalho de aprender estas coisas. E isto não pode ser, um SO é para se usar sem problemas, não é para ter de andar constantemente com tweaks complexos para coisas funcionarem. E é por isto que o Linux nunca descolou, e concordo, agora não é previsível que algum dia o venha a fazer...
Eu tive um dia para resolver um problema também no mint...
É preciso pachorra, mas é interessante.
 
O Mint é bom para pessoas como o meu pai.

Liga o PC, and o browser, vai a meia dúzia de sites, vê umas imagens para tirar ideias para o artesanato, imprime, desliga tudo e está feito...
 
O Linux não faz concorrência no Desktop, o Linux é uma alternativa aos sistemas operativos comerciais, não se pode imputar qualquer culpa ao Linux por software específico (principalmente profissional ou jogos) só tenha sido desenvolvido para Windows ou Mac, é apenas uma consequência comercial.

Já agora, a Microsoft já colocou o Teams nativamente em Linux e migrou parte do .NET para Linux (chamado de .NET Core).
Por vezes é interessante ver surgir projectos de engenharia reversa como o Wine ou um certo Web App wrapper para as apps do Office365 para poderes utilizar em Windows (não deve tardar muito a ficar nativo para Linux), são bons pontos de partida para poder utilizar algumas apps de Windows em Linux (para quem se quiser dar ao trabalho, claro) [;)]

Quanto ao Edge ser open source, é baseado no Chromium e está tudo dito, para isso mais vale continuar a usar os clássicos Firefox e Opera, ou então melhor ainda, usar o Brave Browser, também baseado em Chromium mas mais rápido e livre de anúncios já de raíz.

No geral, concordo com a tua opinião, o rumo da Microsoft está bem melhor do que há uns anos e no caminho certo.



O futuro do OS windows pode ser a ms abandoná-lo e acabar por ser apenas uma gui do windows a correr num kernel linux, diversos analistas já o referiram, desde que a ms tem vindo a integrar funcionalidades nn e os...

https://itsfoss.com/windows-linux-kernel-wsl-2/

https://[URL="https://www.computerworld.com/article/3438856/call-me-crazy-but-windows-11-could-run-on-linux.html"]www.computerworld.com/article/3438856/call-me-crazy-but-windows-11-could-run-on-linux.html[/URL]

https://www.zdnet.com/article/open-...n-be-just-an-emulation-layer-on-linux-kernel/


ps: a minha opinião acima expressada, não é a de um fanboy como alguem referiu por aqui, mas sim de um utilizador que desde o primeiro dia que usou windows viu que não servia para ele.
Tendo em conta que já tinha usado outros OS entre os quais linux.
 
O Brave é bastante bom, mas aqui há um tempo teve uma mega barracada com a privacidade. Para alguém que fazia da privacidade a sua grande batalha, foi um grande tiro no pé...
 
Ahhh, já me tinha esquecido que para ligar qualquer dispositivo usb no VirtualBox tenho que sair e adicionar o meu user ao vboxusersgroup [:D]
 
O Mint é bom para pessoas como o meu pai.

Liga o PC, and o browser, vai a meia dúzia de sites, vê umas imagens para tirar ideias para o artesanato, imprime, desliga tudo e está feito...
É parecido com o Windows, mas tem algumas coisas que não funcionam logo direto, qd instalei até funcionou bem e hardware que ja nao dava no windows dava la ( pen muito antiga, camara antiga e scanner mto antigo).
 
Última edição:
O Brave é bastante bom, mas aqui há um tempo teve uma mega barracada com a privacidade. Para alguém que fazia da privacidade a sua grande batalha, foi um grande tiro no pé...

Foi uma quebra de confiança e não uma quebra de privacidade, a única coisa que eles "abusaram" foi dos links dos afiliados que eram "impingindos" ao utilizador de forma transparente e eles não avisaram os utilizadores disso de forma a poderem desligar isso, ao contrário do que fazem com quase tudo o resto, tipo a opção de desligar/ligar os anúncios e algumas ocisas de privacidade.

https://www.enterprisetimes.co.uk/2020/06/09/brave-browser-accused-of-trust-breach/

No que toca à privacidade, estão à frente dos outros e ainda é um browser crypto-friendly [;)]

https://nakedsecurity.sophos.com/2020/02/27/brave-beats-other-browsers-in-privacy-study/
 
O Windows 10 está bastante bom, a única crítica que faço é o controlo excessivo da Microsoft sobre o sistema, por exemplo quando nos impinge as suas aplicações como o Teams ou o Edge sem as termos pedido.

Além disso, a integração do Windows 10 com os serviços cloud da Microsoft têm um enorme potencial de risco de perda de privacidade. Coisas muito simples, como por exemplo, a Microsoft saber quando ligamos e desligamos o computador são informações pessoais que não deveriam ser recolhidas pela Microsoft.
 
Ok, primeira dificuldade, não sendo propriamente culpa do Linux, mas da imbecilidade dos SPMS do ministério da Saúde.

Para aceder ao PEM (programa de prescrição) preciso de java e do plugin de autenticação do cartão de cidadão.

Java todos os browsers modernos deixaram de suportar, por isso descarreguei o java e o Firefox esr 52. No entanto este não reconhece o leitor de cartões.

Alguma ideia de como por o Firefox esr a funcionar com o plugin autenticação.gov?

Tenho o mesmo problema. Encontraste solução?
 
Não é possível com a CMD?
Tem mesmo de ser com o leitor de Smartcard?
Os atributos profissionais não podem ser usados com a CMD?

A ligação do CMD ao PEM tem estado em baixo, aparecendo a seguinte mensagem: "[FONT=&quot]Autenticação por Chave Móvel Digital temporariamente inativa! Por favor, tente mais tarde.[/FONT]"
 
Tenho o mesmo problema. Encontraste solução?
Encontrei, instalar uma máquina virtual de windows 10 no VirtualBox...

Entretanto experimentei outro Browser com base no mozilla com suporte a plugins NPAPI, o Pale Moon.

E é a mesma coisa que o Firefox 52, o Java funciona, mas não reconhece a presença do leitor de cartões.
 
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