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Uma vitória é tão grande quanto o tamanho do nosso adversário e, por isso mesmo, a vitória do Alcaraz hoje é uma vitória monumental pois derrotou um gigante numa forma tremenda.
Quase 5h00 do melhor que o ténis tem para dar e os jogadores a mostrarem no court o porquê de serem, respectivamente, uma lenda da modalidade e de estar a caminho de o ser. Vamos pôr alguns números nisto:
Estes números são uma barbaridade e intimidam qualquer um que entre em campo do outro. Eu vi o jogo dele contra o Hurkacz, um jogo que foi interrompido após dois sets devido à hora, e termina com o Novak a ganhar 2-0 sem que o polaco tivesse sofrido qualquer break e levasse mais de 20 ases. Hurkacz chegou a ter vantagem em ambos os tie-breaks que disputaram nesses e, salvo erro, teve mesmo um set point. A diferença é que vacilou e não se pode contra um jogador destes. No final, 32 ases e apenas um break sofrido mas quem ganhou foi o Novak 3-1.
- Djokovic ganhou as últimas quatro edições
- Não perdia um encontro no centre court há 10 anos
- Tinha 13 vitórias consecutivas em tie-breaks em 2023
- 15 vitórias consecutivas em tie-breaks em Grand Slams
E foi contra toda esta força que o Alcaraz ganhou hoje. Depois de um primeiro set onde parecia destino a ser vítima do rolo compressor do Djokovic, não só foi buscar força para voltar ao jogo depois desse set desastroso como, perante um Novak invencível em tie-breaks, conseguiu ser capaz de não vacilar e transformar um 2-0 num 1-1. E não vacilou novamente quando teve o Championship Point e fechou logo o encontro.
No final, 167 pontos para Alcaraz e 166 para Djokovic. 23 jogos para cada um. Uma batalha incrível. E, pela primeira vez desde que Carlos Alcaraz nasceu, o campeão de Wimbledon não se chama Novak Djokovic, Rafael Nadal, Roger Federer nem Andy Murray.
Por mim, para o ano no mesmo domingo, à mesma hora estamos cá outra vez.
Curiosamente, Djokovic, definiu-o como, se fosse um herdeiro directo das melhores skills dos trêso texto é teu?
Orgulho por um conterrâneo enteder da coisa
Dei aulas quase 1 década, pelo que vou dar os meus 50 cents e colocar um pouco de água na fervura (apesar de ter torcido por ele).
O Alcaraz é muito competo mas não tem uma arma excepcional (se calhar o dropshot).
Não tem o serviço ou a direita do Fed ou a esquerda do Djokovic. Mas fruto de uma nova geração desinspirada vejo-o a ganhar muitos GS.
O Tsitsipas anda ocupado com a Badosa (jesus), o Sinner é mt bom mas ainda tem algo a provar e o Rune ainda tem de crescer um pouco mais
Ao contrário da crítica não achei o encontro espetacular, basta ver o nº de erros não forçados (elevado).
Tenho saudades do Federer lol
Cumpr.s
o texto é teu?
Orgulho por um conterrâneo enteder da coisa
Dei aulas quase 1 década, pelo que vou dar os meus 50 cents e colocar um pouco de água na fervura (apesar de ter torcido por ele).
O Alcaraz é muito competo mas não tem uma arma excepcional (se calhar o dropshot).
Não tem o serviço ou a direita do Fed ou a esquerda do Djokovic. Mas fruto de uma nova geração desinspirada vejo-o a ganhar muitos GS.
O Tsitsipas anda ocupado com a Badosa (jesus), o Sinner é mt bom mas ainda tem algo a provar e o Rune ainda tem de crescer um pouco mais
Ao contrário da crítica não achei o encontro espetacular, basta ver o nº de erros não forçados (elevado).
Tenho saudades do Federer lol
Cumpr.s
100% de acordo, no meu entender não tem a classe de jogo que um Pete Sampras e um Roger Federer tinham, mesmo quando eram jovens.
E sempre tiveram ao longo da carreira adversários de altíssimo nível.
Saudades desses dois.
Curiosamente, Djokovic, definiu-o como, se fosse um herdeiro directo das melhores skills dos três
À excepção do mágico suíço, que já nasceu "perfeito", Rafa e Djoko aprimoraram-se ao longo dos anos. Será esse o caminho do Alcaraz, nomeadamente ao nível do serviço.
IMO...
Ter assistido a carreira completa de Sampras, Agassi, Federer, Nadal e Djokovic foi um privilégio.Nesse tempo dizia-se que ninguém bateria os record do Sampras ehe
O Federer desliza, mesmo em terra nunca sujava as meias lol
Para mim a grande vantagem do Alcaraz é o preparo físico, vai a todas as bolas, ainda não tem a inteligência de se guardar porque não precisa, de todos os outros que estão no activo só o Djokovic e Nadal foram assim, mas a idade não perdoa, só estou a ver o Ruud e o Rune a aproximar-se do espanhol a nível físico.
li isso, deve ser bem duro enfrentar o Alcaraz; Tirando o percalço em RL, deve ser um monstro fisicamente.
Por acaso, apesar de ser um jogador completo, também acho que o serviço tem mais por onde melhorar apesar de ele não ser muito alto.
Não gosto do feitio do Rune (Stan tha man meteu-o na linha), mas acho que tem o perfil para evoluir e quem sabe chegar perto (é o meu desejo aparecer alguém para rivalizar com o Alcaraz). O tipo tem fogo na venta e vontade de melhorar.
O Medveded tem um jogo sempre igual, quando apanha um jogador que jogue mais dentro do court vê-se aflito.
Vamos ver se não temos de esperar pelo irmão do Alcaraz (10 anos mais novo) para lhe dar luta![]()
o texto é teu?
Orgulho por um conterrâneo enteder da coisa
Dei aulas quase 1 década, pelo que vou dar os meus 50 cents e colocar um pouco de água na fervura (apesar de ter torcido por ele).
O Alcaraz é muito competo mas não tem uma arma excepcional (se calhar o dropshot).
Não tem o serviço ou a direita do Fed ou a esquerda do Djokovic. Mas fruto de uma nova geração desinspirada vejo-o a ganhar muitos GS.
O Tsitsipas anda ocupado com a Badosa (jesus), o Sinner é mt bom mas ainda tem algo a provar e o Rune ainda tem de crescer um pouco mais
Ao contrário da crítica não achei o encontro espetacular, basta ver o nº de erros não forçados (elevado).
Tenho saudades do Federer lol
Cumpr.s
A esquerda do Federer realmente não era de topo como a direita ou serviço, dava umas "madeiradas" de quando em vez.
Mas, o Wawrinka que tem das melhores esquerdas de sempre, nos jogos contra o Federer, no tête-a-tête tem 3V e 23D.
Vi alguns desses jogos e o Federer mesmo na esquerda era impressionante.
O Fernando Tocha que deu formação nos cursos de treinador tinha razão "a esquerda do Federer já lhe deu muitos € para comer" eheh
Será sempre um jogador completo.
Espero q estejas certo e surjam jogadores novos a dar luta. Apesar de ser fã do Fed, sou mais fã de ver jogos equilibrados.
Triste mesmo só fiquei uma vez quando o Federer desperdiçou 2MP contra o Djok em relva em 2019 creio. Senti que seria o último título dele e merecia.
O Federer tinha na esquerda um fraqueza muito atacavel e isso fazia com que a direita ganhasse mais destaque, o Alcaraz não tem a direita do Fed ( para mim a segunda melhor direita deste seculo atrás apenas da do Delpo) mas a direita dele é Top e ele consegue fazer pontos inacreditáveis com ela e a esquerda também é muito boa e consegue fazer a diferença com ela.
Mas como os espanhóis dizem, o tenis joga-se com os pés, e a movimentação dele permite que ele bata as bolas bem apoiado, é muito bom, e está muito bem orientado e tem a mentalidade certa, seria muito facil ele cair na armadilha de passar muitas bolas e virar um gasquet mas ele joga ofensivo.
Acho que há varios jogadores interessantes, não pinto um cenario tão negro, o que acontece é a nostalgia a entrar em cena, provavelmente como eu assististe a uma era inteira e por isso a geração que está a acabar é sempre especial.
boa dica.
jogava com cabeça da raquete de tamanho 90 ou 95 (raro no circuito).
O normal é 98 e há quem jogue com 100!
área maior da raquete, permite um ponto de contacto superior.. Como contrapartida perde um pouco de "sensação".
Eu gosto de uma raquete com saída.
Experimentei ao longo dos anos várias marcas e depois estabilizei nas Babolat.
1º as do Rodick (315g) e agora tenho uma aero que era do Nadal, pesada também. A babolat é confortável e "amortiza" a pancada com o sistema do tipo "amplifeel".
100% de acordo, uma classe fenomenal.Isso é verdade unicamente contra o Nadal e em terra batida (por causa da altura da bola), de resto a esquerda dele é fantástica, uma das melhores do circuito, as paralelas que ele fazia eram incríveis.
Aliás, o forte do Federer é que ele era bastante completo, e de longe o jogo mais bonito, pode-se dizer que tinha o jogo perfeito, pecou por teimosia ter demorado tanto tempo a mudar para a raquete de cabeça maior, houve logo um acréscimo de performance com a mudança.
Isso é verdade unicamente contra o Nadal e em terra batida (por causa da altura da bola), de resto a esquerda dele é fantástica, uma das melhores do circuito, as paralelas que ele fazia eram incríveis.
Aliás, o forte do Federer é que ele era bastante completo, e de longe o jogo mais bonito, pode-se dizer que tinha o jogo perfeito, pecou por teimosia ter demorado tanto tempo a mudar para a raquete de cabeça maior, houve logo um acréscimo de performance com a mudança.