Opinião acerca de Alfa 156 1.6 TS

Lol raios já ia partir pa violência lool [:D] okis [;)]

Ups esqueci a citação, é para o User: Mashahiro hehe
 
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Por acaso concordo, mas só por acaso [:D]

E se quiseres pensar em blocos 1.8 sempre tens os outros VTi (1.8 de 170 cv). Ou então os 1.8 da Toyota (os tais "molengões" [:D]) que equipam os TSport, com 192 cv. Que por sua vez servem para alguns dos Lotus Elise... se não estou em erro [;)]
 
E onde é que as 3 letras gastam menos?:rolleyes:

Menos não digo mas igual sem dúvida mas com melhor performance do Vti, mas claro tem mais 40 cavalos, na lógica deveria beber muito mais, mas não, e toda a gente sabe que os Honda são carros pouco gulosos. E olha que aqui na ilha para fazeres a andar bem 11 litros/100kms com um 1.6 já é obra hehe

Ah e as letras não gastam os carros é que sim loool
 
E onde é que as 3 letras gastam menos?:rolleyes:

Os consumos desse carro só chegam e superam os 11 litros se andar com muita frequência acima das 5600rpms. E digamos que se isso acontecer deve haver muito pouco carro 1.6 a acompanhar o andamento, sendo que o referido bloco Alfa é para esquecer.

Caso contrário, os consumos rondam os 8,8 litros a 9,6 litros (este último com muita cidade e algumas subidas de rotação). E só falo do que sei, mesmo.
 
Que é precisamente onde têm a vantagem no desempenho![:D]

Deixa-me ver se eu percebi:
1. A conversa começou com alguém a dizer que um 1.6 TS anda muito e por isso é que bebe muito;
2. Eu mostrei um carro 1.6 que anda mais e bebe menos;
3. Agora dizes que o carro que apresentei só ganha nos consumos.

Tens que deixar de ser do contra, senão perdes a razão rapaz... [;)]

Cumps.
 
Deixa-me ver se eu percebi:
1. A conversa começou com alguém a dizer que um 1.6 TS anda muito e por isso é que bebe muito;
2. Eu mostrei um carro 1.6 que anda mais e bebe menos;
3. Agora dizes que o carro que apresentei só ganha nos consumos.

Tens que deixar de ser do contra, senão perdes a razão rapaz... [;)]

Cumps.
Tu é que tens que aprender a ler![:p]

O que disse, foi que onde aparece a vantagem de desempenho, o consumo deixa de ser a referência que apregoas.[;)]
 
Claro que tem que gastar. Mas ainda assim há diferenças de consumos entre carros diferentes, obviamente. Dizer que um Alfa Romeu 1.6 TS é um carro que gasta "acima da média" para blocos 1.6 comercializados na mesma altura... não é, de facto, nenhuma barbaridade.

Então, que motores 1.6L gastam menos do que o Alfa Romeo, exceptuando o 1.6 VTi que foi, até agora, o teu único exemplo?

É que facilmente passamos do "haver muitos que gastam menos" para apenas um.

Mais: se prezas tanto a questão da aerodinâmica e do peso, deverias saber que comparar um 156 com um Civic é completamente errado (segmento D vs segmento C).

PS - diz-se Alfa Romeo
 
Tu é que tens que aprender a ler![:p]

O que disse, foi que onde aparece a vantagem de desempenho, o consumo deixa de ser a referência que apregoas.[;)]

É que não tenhas (e sei que não tens) a menor dúvida.
Só um tolo bem maior é que acredita que a andar para o desempenho um Civic VTI faz bons consumos.
 
rca33, sabes bem que tenho a tua opinião sempre em consideração já que tiveste 2 Alfas Boxer, mas não posso concordar contigo.
A questão não está sequer no desafinar por ser Alfa Romeo.
Está apenas e só no desafinar.
Nenhum motor carburado desafina por obra do acaso.
(...)


Tens diversos componentes num carburador susceptíveis de desafinar, ao qual acrescentas a incapacidade do carburador se adaptar às diversas situações externas.

Por um lado (e vamos esquecer a Alfa Romeo para o caso) falamos de componentes totalmente mecânicos.
Já em 1994 eu desmontava o carburador do meu clio e limpava, afinava (posso dizer que eu tinha uma afinação para o dia-a-dia e outra para a inspecção).

Como tu sabes, muitos dos parafusos de afinação externa do carburador são isso mesmo, parafusos - muitas vezes com molas a tentar contrariar a possibilidade de desafinação pelo trepidar do motor (que os motores de carburador ainda tinham adicionalmente mais pela sua própria insuficiência).

Adicionalmente, sabes que o sistema de boías tem a sua sensibilidade, à qual acrescentas todo a possibilidade efectiva de entupimento (que não tem de ser total) dos gigleurs.

Com isto, não esqueçamos que tens o carburador como uma peça que não tem a informação (sensores) e a inteligência (centralina) dos sistemas actuais, pelo que factores externos como temperaturas exteriores, pressões atmosféricas, desgaste de outros componentes como velas ou o próprio motor resultam num funcionamento irregular que se tenta melhorar através da afinação do carburador - mesmo quando a culpa não é directamente deste.

Tu não apanhaste certamente essa época, mas durante muitos anos, era frequente os carros chumbarem nas inspecções por excesso de CO medido nos gases de escape, e os valores para carros a carburador (sem catalizador, portanto) eram/são substancialmente superiores aos permitidos aos carros com catalizador e injecção electrónica.

Hoje se um carro chumbar por excesso de gases, ou tem um problema no catalizador ou em algum sensor do mesmo, já que em termos de afinação a centralina está sempre a adaptar-se às diversas situações (quer do motor quer ambientais).

Ainda voltando aos carburadores utilizados no clio, posso dizer-te que tive também um de serviço, e uma das operações que eu assisti mais do que uma vez nas revisões (e falamos da marca) era precisamente o ajuste da afinação do carburador.

O Alfa 33 1.5 TI que o meu pai comprou novo terá andado até cerca dos 100.000 km (se tanto e já na mão de outro dono), e posso confirmar que nunca foi afinado...
...mas também posso confirmar que desde que se iniciaram as inspecções que o carro passava com boa vontade (devido a CO a mais) e agarrado à desculpa de ser um carro de cidade.

O outro que mencionei (da minha mãe) desafinou-se a sério ao ponto de te veres aflito para arrancar numa subida. Tu metias o motor às 4000 rpm, largavas a embraiagem e ele pura e simplesmente perdia rotação sem força.
A direito funcionava aparentemente "bem", e na antiga Mocar foi afinado (no período de garantia de 1 ano).
De facto esse problema veio resolvido, mas verdade seja dita que o ralenti nunca mais ficou tão certinho como era originalmente.

Os Alfa não ganharam fama de desafinarem por acidente, não nos vamos enganar com isso!
É claro que os Alfas estavam longe de serem os únicos a desafinarem, mas o facto de terem um sistema de carburadores mais complexo (até pelo número e posição) tornavam-nos mais sensíveis às desafinações e consequentes re-afinações.

Aqui não se trata de ser Alfa Romeo ou Toyota, trata-se da tecnologia ser excessivamente arcaica e ter um conjunto de limitações.

Aliás, nota que tu dizes que andas há um ano com a mesma afinação, mas se não está 100% afinado, não é grande sinal. [;)]
 
Madracer, se te aparecer a oportunidade, dá sempre prioridade ao 1.8TS.
Consome tanto ou menos do que o 1.6 e anda bem mais. As primeiras unidades têm 144cv.

Além disso, o 1.8 terá mais tendência para valorizar num futuro próximo. Se a tua intenção for ter o carro durante uns bons anos, então mais uma razão para escolheres um 1.8 (e bem equipado de preferência).

Atenção também ao estado dos exemplares. Quase sempre o barato sai caro, muito caro.

Eu não aconselho estes carros a quem tem orçamentos muito apertados. Isto porque ou tens muita sorte em encontrar um bom exemplar e barato (por vezes encontram-se), ou então vais comprar um carro a necessitar de manutenção e gastar muito dinheiro em reparações para devolver o carro ao um estado aceitável, dinheiro esse que não tens. Já vimos isso a acontecer neste fórum e o resultado está à vista de todos.

Procura com calma, vê vários exemplares antes de escolheres, não dês prevalência absoluta ao preço mas sim ao estado, faz test-drive e, se possível, leva-o a um mecânico de confiança.

Boa sorte! [;)]
 
Tens diversos componentes num carburador susceptíveis de desafinar, ao qual acrescentas a incapacidade do carburador se adaptar às diversas situações externas.

Por um lado (e vamos esquecer a Alfa Romeo para o caso) falamos de componentes totalmente mecânicos.
Já em 1994 eu desmontava o carburador do meu clio e limpava, afinava (posso dizer que eu tinha uma afinação para o dia-a-dia e outra para a inspecção).

Como tu sabes, muitos dos parafusos de afinação externa do carburador são isso mesmo, parafusos - muitas vezes com molas a tentar contrariar a possibilidade de desafinação pelo trepidar do motor (que os motores de carburador ainda tinham adicionalmente mais pela sua própria insuficiência).

Adicionalmente, sabes que o sistema de boías tem a sua sensibilidade, à qual acrescentas todo a possibilidade efectiva de entupimento (que não tem de ser total) dos gigleurs.

Com isto, não esqueçamos que tens o carburador como uma peça que não tem a informação (sensores) e a inteligência (centralina) dos sistemas actuais, pelo que factores externos como temperaturas exteriores, pressões atmosféricas, desgaste de outros componentes como velas ou o próprio motor resultam num funcionamento irregular que se tenta melhorar através da afinação do carburador - mesmo quando a culpa não é directamente deste.

O facto de um carburador ser essencialmente mecânico não desculpa o facto de querer dizer que se desafina, só por não ter sensores.
Eu também brincava com o carburador do meu Micra, mas era um carburador mais simples e básico, tal como o teu Clio.
Duvido que o fizesses no teu 33 porque pura e simplesmente era pelo menos 4 vezes mais complicado de mexer e digo 4 vezes porque tens afinação para cada cilindro.
Se estragas um, estragas todo o equilíbrio do motor.
E é aqui que reside grande parte do problema destes carros. mas não sé os 33, não só os Alfas Boxer, mas todos os motores bicarburados duplos.

As questões ambientais parecem-me irrelevantes dado que dizes que os teus desafinavam constantemente.
Ora, só temos variações significantes de ambiente consoante as estações do ano.

Tu não apanhaste certamente essa época, mas durante muitos anos, era frequente os carros chumbarem nas inspecções por excesso de CO medido nos gases de escape, e os valores para carros a carburador (sem catalizador, portanto) eram/são substancialmente superiores aos permitidos aos carros com catalizador e injecção electrónica.

Hoje se um carro chumbar por excesso de gases, ou tem um problema no catalizador ou em algum sensor do mesmo, já que em termos de afinação a centralina está sempre a adaptar-se às diversas situações (quer do motor quer ambientais).

Não sou desses anos, mas sei o que é isso dado que cá por casa sempre passaram carros a carburador, tendo sido quebrada a tendência com o Civic.
De qualquer forma, fui eu que nas 3 IPO's que fiz ao Micra dava o jeitinho em plena inspecção por causa dos gases pois estavam, como é normal, acima do estipulado.

Ainda voltando aos carburadores utilizados no clio, posso dizer-te que tive também um de serviço, e uma das operações que eu assisti mais do que uma vez nas revisões (e falamos da marca) era precisamente o ajuste da afinação do carburador.

O Alfa 33 1.5 TI que o meu pai comprou novo terá andado até cerca dos 100.000 km (se tanto e já na mão de outro dono), e posso confirmar que nunca foi afinado...
...mas também posso confirmar que desde que se iniciaram as inspecções que o carro passava com boa vontade (devido a CO a mais) e agarrado à desculpa de ser um carro de cidade.


O outro que mencionei (da minha mãe) desafinou-se a sério ao ponto de te veres aflito para arrancar numa subida. Tu metias o motor às 4000 rpm, largavas a embraiagem e ele pura e simplesmente perdia rotação sem força.
A direito funcionava aparentemente "bem", e na antiga Mocar foi afinado (no período de garantia de 1 ano).
De facto esse problema veio resolvido, mas verdade seja dita que o ralenti nunca mais ficou tão certinho como era originalmente.

Os Alfa não ganharam fama de desafinarem por acidente, não nos vamos enganar com isso!
É claro que os Alfas estavam longe de serem os únicos a desafinarem, mas o facto de terem um sistema de carburadores mais complexo (até pelo número e posição) tornavam-nos mais sensíveis às desafinações e consequentes re-afinações.

Aqui não se trata de ser Alfa Romeo ou Toyota, trata-se da tecnologia ser excessivamente arcaica e ter um conjunto de limitações.

Aliás, nota que tu dizes que andas há um ano com a mesma afinação, mas se não está 100% afinado, não é grande sinal. [;)]

Saliento:

tornavam-nos mais sensíveis às desafinações e consequentes re-afinações.

O problema é quando começam a ser mexidos.
A assistência nunca foi boa (e sei-o porque falo com gente que os teve novos).
É necessário saber mexer nestes motores, com o risco de ficar pior do que o que já estava.
Nenhum motor desafina.
Depois de mal mexidos, é um terror de voltar a colocar direito, mas chega lá.

O meu não está afiando a 100%, mas segundo a lógica, neste momento deveria estar bem pior do que estava há 1 ano atrás.
O que é certo é que continua igual.
Só variou o seu ritmo quando, deliberadamente, foi mexido.

Não vale a pena andarmos a enganar-mo-nos.
Todos os carburadores funcionam pelo mesmo principio.
O Boxer Alfa Romeo não é especial que faça com que os carburadores desafinem magicamente.
Os Boxer Alfa Romeo têm tendência a presentarem alguns sintomas de desafinação, mas carburadores desafinados, nunca depois de estarem 100% afinados.
 
A minha namorada tem um 147 1.6 e relativamente ao motor, nada a apontar.

Nas questões de electrónica, de vez em quando já dá problemas, nomeadamente avarias nas luzes de travão, etc.. Mas nada demais

PS: não sei se já te responderam a esta questão, porque não estive pra ler o tópico todo [:D]
 
A minha namorada tem um 147 1.6 e relativamente ao motor, nada a apontar.

Nas questões de electrónica, de vez em quando já dá problemas, nomeadamente avarias nas luzes de travão, etc.. Mas nada demais

PS: não sei se já te responderam a esta questão, porque não estive pra ler o tópico todo [:D]

Que média está fazer?
 
Procura com calma, vê vários exemplares antes de escolheres, não dês prevalência absoluta ao preço mas sim ao estado, faz test-drive e, se possível, leva-o a um mecânico de confiança.

Boa sorte! [;)]

Thanks, a questão é encontrar um mecânico de confiança que saiba da poda (ou seja, saiba mexer em Alfas)...
 
Nenhum motor desafina.
Depois de mal mexidos, é um terror de voltar a colocar direito, mas chega lá.

O meu não está afiando a 100%, mas segundo a lógica, neste momento deveria estar bem pior do que estava há 1 ano atrás.
O que é certo é que continua igual.
Só variou o seu ritmo quando, deliberadamente, foi mexido.

Não vale a pena andarmos a enganar-mo-nos.
Todos os carburadores funcionam pelo mesmo principio.
O Boxer Alfa Romeo não é especial que faça com que os carburadores desafinem magicamente.
Os Boxer Alfa Romeo têm tendência a presentarem alguns sintomas de desafinação, mas carburadores desafinados, nunca depois de estarem 100% afinados.

Então tens aqui um contra-senso curioso:

- Se os carburadores nunca desafinavam, porquê mexer?

- Mais ainda, sabendo os concessionários Alfa Romeo como ninguém o "pincel" que era afina-los novamente, mexiam-lhe estando bons?
Não me parece!


O teu está há um ano "na mesma". Neste ano fizeste quantos km?

E volto a repetir: um ano!

Qualquer dos exemplos que dei anteriormente (Alfa e não só) ocorreram em espaços de tempo e/ou km bastante diferentes do teu exemplo.

Achas honestamente que o teu exemplo pode ser minimamente esclarecedor quando comparado com uma realidade que se viveu até 1993 (em carros novos) em Portugal?


Existe uma certa tendência para tentar meter a cabeça na areia relativamente a determinados assuntos, e quando toca a carros italianos então...

É preciso reconhecer que a fama de desafinações e electrónica problemática dos alfa 33 foi mais do que merecida e baseada na realidade - do mesmo modo que o excelente desempenho e sonoridade dos motores também é baseada na realidade.

É preciso reconhecer que em determinado período, os Fiat eram uma bosta em termos de fiabilidade, nem que fosse a electrónica (que por vezes criava problemas mecânicos como me aconteceu num familiar próximo) - do mesmo modo que temos de reconhecer que os motores eram muito nervosos para a cilindrada, e tinham mostradores no painel que envergonhavam facilmente a concorrência.

Temos de reconhecer que a Rover fez um motor com um excelente desempenho nos 1.4K, mas com aquele problema conhecido a durar tantos anos, só podiam mesmo falir.

Isto não invalida que possamos encontrar quem esteja imensamente satisfeito com o seu Alfa/Fiat/Rover (etc), mas não foram essas as regras e sim as excepções, ou as marcas não tinham mergulhado na desgraça que mergulharam.

O teu Alfa pode até nunca mais desafinar na vida (quer dizer, afinado a 100% já ele não está), pode até nunca dar um problema eléctrico e afins, mas o 33 será sempre o carro problemático da Alfa Romeo.

Isto não é uma crítica ou mandar abaixo, pois sabes bem a minha opinião do 33 e dos pontos que eu sempre gostei imenso, mas voltando ao início, parece-me que em 2011 se está a "descobrir a pólvora" face a certos assuntos, sendo essa descoberta feita por uma minoria.

Para terminar a questão dos carburadores, diria que para algo que não precisa de ser afinado, tem afinações "pra caraças". [:cool:]

Não deveriam vir essas afinações devidamente seladas e invioláveis para não se poder mexer?



PS: Já agora, um carburador por cilindro é algo tão pouco usual quanto...
...espera...
...a maioria das motas Japonesas de 4 cilindros têm-nas às décadas...[;)]
 
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