Os recém convertidos

dont-feed-the-troll.jpg
 
Broculo o autor do artigo, para o bem ou para o mal tem uma opinião mais que legítima. Não gostas?

Siga para a frente!

Deixa é de mostrar uma atitude tão clara de ressabiamento...

Estamos apenas a falar de computadores... (for God's sake!)

Se é legítima para uns não será para outros. Voltas uns post atrás e vês 2 links cheios de opiniões legítimas, mas não deixei de ser crucificado por aqui ter postado os links.
 
Vou imprimir este tópico para juntar ao meu dossier de justificações para não gostar de brócolos.


A mim faz-me imensa confusão este tipo de pregação, e vem justificar o texto original do tópico. Se não sentem nenhum misticismo religioso, nem são pagos, então não percebo.
 
Se é legítima para uns não será para outros. Voltas uns post atrás e vês 2 links cheios de opiniões legítimas, mas não deixei de ser crucificado por aqui ter postado os links.

O Irónico disto tudo é que tu pareces ter uma boa parte do perfil que é denunciado no artigo... e o pior é que já toda a gente o percebeu menos tu.
 
Última edição:
Vou imprimir este tópico para juntar ao meu dossier de justificações para não gostar de brócolos.


A mim faz-me imensa confusão este tipo de pregação, e vem justificar o texto original do tópico. Se não sentem nenhum misticismo religioso, nem são pagos, então não percebo.

A mim também me faz confusão o ódio e a forma gratuita que outros tantos promovem contra quem decide livremente por escolher um produto Apple.

Isso sim é digno de uma Inquisição!

Mas isso já não é considerado misticismo religioso, mas mais uma vez os argumentos só valem para um dos lados ou quando interessa.
 
A mim também me faz confusão o ódio e a forma gratuita que outros tantos promovem contra quem decide livremente por escolher um produto Apple.

Isso sim é digno de uma Inquisição!

Mas isso já não é considerado misticismo religioso, mas mais uma vez os argumentos só valem para um dos lados ou quando interessa.
Não sei nem me interessa, o que disse serve para todos, levaste por tabela por ser um brócolo.

Tendo e usando produtos Apple, Microsoft e Linux, mantenho a minha posição diplomática
[:D]
 
O Irónico disto tudo é que tu pareces ter exactamente o perfil que é "denunciado" no texto... e o pior é que já toda a gente o percebeu menos tu.

Vou-te responder uma coisa que já falei aqui, e que realmente só mostra que alguns users limitam-se a atacar de forma gratuita.

Possuo computadores Apple há 9 anos, apesar de já ter contacto com OS Apple e computadores Apple há cerca de 15. O artigo é dirigido a recém convertidos o que claramente não é o meu exemplo.

Já trabalhei com outros sistemas operativos, incluindo Win e Linux e o facto de não usar actualmente esses sistemas operativos deve-se a uma mera escolha pessoal, livre e da qual tenho todo o direito.

Já disse que qualquer pessoa é livre de escolher a marca de computador que quer e o sistema operativo que melhor lhe convém, e em nenhum momento do tópico disse que Apple era melhor que X ou Y.
 
Última edição:
Que grande salganhada que vai por este tópico. Até etimologia se discute!

Bem, recentrando a questão, arranjei uns 5 minutos para re-ler o artigo e a minha opinião não mudou. O Autor até tem o cuidado de dizer que nada o move contra a Apple, ou seja, afasta do espectro das suas considerações a marca/fabricante em si mesmos, e depois aponta as baterias directamente aos utilizadores. Isto configura a meu ver alguma precipitação e mesmo mau gosto.
Compreendo o seu sentimento e até percebo a sua opinião, especialmente no que diz respeito à "discriminação" de utilizadores mac sobre os outros, mas a sua argumentação sai muito abalada pela forma como coloca toda a gente no mesmo saco. Especialmente no penúltimo parágrafo, que é aquele que me diz mais respeito. E o argumento "moda" tem tanta legitimidade quanto qualquer outro. Também é moda desde há uns anos para cá instalar Linux, mesmo que fiquem 3 ou 4 peças de hardware a funcionar mal (ou nem sejam reconhedias) e que nem se saiba o que é um "ls". E então? Isso retira valor ao Linux em si mesmo?

A mim quer-me parecer, já há muito tempo (2 ou 3 anos), que as pessoas mais info-incluídas são aquelas que mais dificuldades estão a ter para ver que o paradigma está a mudar completamente. O computador vai dexando de ser informática, para passar a ser cada vez mais um electrodoméstico, onde interessa muito pouco o que está no chassis por dentro da caixa (algum de vós sabe a marca do chip que comanda o vosso micro-ondas?). E isto sucede porque a informática em sentido lato deixou de ser um fim em si mesma, para ser tão simplesmente um meio omnipresente nas nossas vidas, que nos permite atingir outros fins. O hardware começa a ser cada vez mais uma commodity, uma tecnologia que é acessível a qualquer marca, sendo o software o verdadeiro factor de diferenciação. Por isso é que hoje em dia as marcas estão tão interessadas no ecossistema todo, e não apenas na fabricação da máquina.

O conceito é relativamente difícil de descrever, mas penso que todos sabem, no fundo, do que estou a falar. Um exemplo paradigmático desta dificuldade que os "techies" têm de entender o estado actual das coisas está precisamente no conceito de liberdade. Para mim, o Linux dá mais liberdade que o Windows ou Mac. Porque eu tenho os recursos de know-how técnicos suficientes para isso. Contudo, para o chamado utilizador médio, um Mac ou um Windows dá muito mais liberdade para ele/ela fazer o que quer do que o Linux. Pela simples razão de que à mínima dificuldade o Linux se transforma num pesadelo completo para quem não sabe o que é uma linha de comandos. Ora, este conceito de abertura ou fecho das plataformas traduz uma abordagem diferente das coisas, que muita gente de valor está a deixar escapar, porque o umbigo do mercado de hardware e software já não está apontado para eles, mas sim para o tal utilizador médio. E isso é bom e devia ser apreciado por quem trabalha no meio. Porque expande o mercado potencial.
 
A mim também me faz confusão o ódio e a forma gratuita que outros tantos promovem contra quem decide livremente por escolher um produto Apple.

Isso sim é digno de uma Inquisição!

Mas isso já não é considerado misticismo religioso, mas mais uma vez os argumentos só valem para um dos lados ou quando interessa.

Folgo em ver que é possível dar uma opinião sem ser preciso atacar ninguém.
Ah, e concordo em grande medida com o que disseste.
 
Possuo computadores Apple há 9 anos, apesar de já ter contacto com OS Apple e computadores Apple há cerca de 15. O artigo é dirigido a recém convertidos o que claramente não é o meu exemplo.
Ahh. Agora percebi onde queres chegar![:D]

O teu problema é a descriminação que é feita aos recém convertidos, quando é dito que "não há nada pior" que eles. Ora, sendo um deles há pelo menos 9 anos, não descansaste enquanto não demonstraste o contrário: um "convertido" de longa data consegue ser ainda pior![:p]

Creio que, no texto original, a afirmação era suposto ser uma hipérbole, mas já fizeste valer o teu ponto de vista![;)]
 
Ahh. Agora percebi onde queres chegar![:D]

O teu problema é a descriminação que é feita aos recém convertidos, quando é dito que "não há nada pior" que eles. Ora, sendo um deles há pelo menos 9 anos, não descansaste enquanto não demonstraste o contrário: um "convertido" de longa data consegue ser ainda pior![:p]

Creio que, no texto original, a afirmação era suposto ser uma hipérbole, mas já fizeste valer o teu ponto de vista![;)]

E a discriminação é uma coisa bonita... Isso revela muito do teu carácter.
 
A mim também me faz confusão o ódio e a forma gratuita que outros tantos promovem contra quem decide livremente por escolher um produto Apple.

Isso sim é digno de uma Inquisição!

Mas isso já não é considerado misticismo religioso, mas mais uma vez os argumentos só valem para um dos lados ou quando interessa.

O autor do texto justificou todo que criticou a Apple, a partir desse momento nao vejo ressabiamento nem odio nenhum. Esse adjectivos eram validos se o autor disse ''a Apple é o degredo porque sim ponto''.

Ele simplesmente expressou a sua opiniao da marca, se achas que isto é mau jornalismo entao devias de ver o Jeremy Clarkson a falar de certas marcas de carros, é bastante pior que isto. Desde que fundamentado toda a permissa é validade [;)]
 
O autor do texto justificou todo que criticou a Apple, a partir desse momento nao vejo ressabiamento nem odio nenhum. Esse adjectivos eram validos se o autor disse ''a Apple é o degredo porque sim ponto''.

Ele simplesmente expressou a sua opiniao da marca, se achas que isto é mau jornalismo entao devias de ver o Jeremy Clarkson a falar de certas marcas de carros, é bastante pior que isto. Desde que fundamentado toda a permissa é validade [;)]

Nenhuma atitude de ódio é justificada com palavras.... Por essa linha de pensamento os Talibã têm toda a legitimidade para fazer ataques terrorista.

Este é sem dúvida o argumento do ano. Acho que vou emoldurar o teu post.
 
O autor do texto justificou todo que criticou a Apple, a partir desse momento nao vejo ressabiamento nem odio nenhum. Esse adjectivos eram validos se o autor disse ''a Apple é o degredo porque sim ponto''.

Ele simplesmente expressou a sua opiniao da marca, se achas que isto é mau jornalismo entao devias de ver o Jeremy Clarkson a falar de certas marcas de carros, é bastante pior que isto. Desde que fundamentado toda a permissa é validade [;)]

Só agora reparei que não leste o artigo. O autor faz um ataque claro ao recém utilizadores Apple e à sua liberdade de escolha.
 
A mim quer-me parecer, já há muito tempo (2 ou 3 anos), que as pessoas mais info-incluídas são aquelas que mais dificuldades estão a ter para ver que o paradigma está a mudar completamente. O computador vai dexando de ser informática, para passar a ser cada vez mais um electrodoméstico, onde interessa muito pouco o que está no chassis por dentro da caixa (algum de vós sabe a marca do chip que comanda o vosso micro-ondas?). E isto sucede porque a informática em sentido lato deixou de ser um fim em si mesma, para ser tão simplesmente um meio omnipresente nas nossas vidas, que nos permite atingir outros fins. O hardware começa a ser cada vez mais uma commodity, uma tecnologia que é acessível a qualquer marca, sendo o software o verdadeiro factor de diferenciação. Por isso é que hoje em dia as marcas estão tão interessadas no ecossistema todo, e não apenas na fabricação da máquina.

O conceito é relativamente difícil de descrever, mas penso que todos sabem, no fundo, do que estou a falar. Um exemplo paradigmático desta dificuldade que os "techies" têm de entender o estado actual das coisas está precisamente no conceito de liberdade. Para mim, o Linux dá mais liberdade que o Windows ou Mac. Porque eu tenho os recursos de know-how técnicos suficientes para isso. Contudo, para o chamado utilizador médio, um Mac ou um Windows dá muito mais liberdade para ele/ela fazer o que quer do que o Linux. Pela simples razão de que à mínima dificuldade o Linux se transforma num pesadelo completo para quem não sabe o que é uma linha de comandos. Ora, este conceito de abertura ou fecho das plataformas traduz uma abordagem diferente das coisas, que muita gente de valor está a deixar escapar, porque o umbigo do mercado de hardware e software já não está apontado para eles, mas sim para o tal utilizador médio. E isso é bom e devia ser apreciado por quem trabalha no meio. Porque expande o mercado potencial.

Grande texto apr:) A minha opinião vai de encontro a esta.

E há muito tempo tento explicar isto aos meus colegas da área mais técnica...sem sucesso [:D]

Um cliente/utilizador final vê são funcionalidades, soluções para os seus problemas...quer cá saber se é com a plataforma X ou Y. Se é o SO do Zé ou do Manel...e ainda menos o que está lá por dentro (seja nos chips, seja nas linguagens de programação).

O que interessa e vende são outros parâmetros. E a Apple tem sabido "vender". Curiosamente a Google tem seguido muito a estratégia...pegando numa coisa que (para mim e para a maioria dos meus clientes) pouco "existe" que é o Linux na sua base
 
Voltar
Superior