Os recém convertidos

Eu li o artigo e na minha opinião não tem credibilidade nenhuma.

Como é que alguém tão competente consegue iniciar o parágrafo de encerramento de um "manifesto" destes com:

"Eu desfiz-me dos dois, dos Windows e dos Macs"

Mistura um sistema operativo com uma gama de computadores, por outras palavras "mistura alhos com bugalhos".

Se quiseres ler opiniões válidas de profissionais que usam hardware e software Apple em inúmeras áreas de negócio distintas podes consultar:

http://www.apple.com/pro/profiles/

http://www.apple.com/science/

Tu é que estás a ver mistura onde não há mistura nenhuma.
Olha, eu livrei-me dos 3: dos Windows, dos Macs, e da minha ex.
Isto é misturar alhos com bugalhos? Não. São os 3 da mesma categoria: coisas a evitar!

E consideras opiniões válidas apenas as que estão em sites da APPLE, certo?
[:)] [:)] [:)]

PS:
Eu até nem me importava de ter um Mac (desktop). Escrevi aquilo que escrevi apenas para
mostrar que as misturas dependem APENAS do ponto de vista. Ou seja, do ponto de vista
que é referido no texto «(...) Durante anos fizeram cruzadas contra a Microsoft. "Bandidos!".
O software era proprietário, as aplicações uma porcaria, eram monopolistas e abusadores. (...)
»
o autor não fez mistura nenhuma. Não se refere a software e hardware. Refere-se a práticas
comerciais. E nisso a APPLE não é muito diferente da MICROSOFT.
 
Vê-se claramente que não abriste os links que postei senão percebias que são opiniões e testemunhos de profissionais de diversas áreas. Muitos deles gigantes ao lado desse Mário Valente.

Depois e novamente sobre a questão de confusões só as faz quem está mal informado.

Quanto à tua afirmação "Será assim tão difícil perceber que se trata do que cada SO oferece?" denota que não leste o artigo pois são feitos ataques claros ao hardware Apple e a quem o compra. É no mínimo uma postura de ressabiamento misturado com uma grande dose de mesquinhice.

E para terminar, espanta-me ainda o mau tom e a labregruice do autor que compara os Apple users a zelotes (no artigo está mal escrita a palavra 2 vezes) e a sicários.

"Zelotas" está correcto. Mais correcto que "zelotes". "Zelotes" é o original do grego. Em
português o mais correcto é "zelotas".
Tal como em "controlo remoto" deve ser com "o" e não com "e" ("controle" deve ser usado
como forma do verbo "controla", como em "estás à espera que eu controle").
http://pt.wikipedia.org/wiki/Zelota
http://www.priberam.pt/dlpo/default.aspx?pal=controlo
http://www.priberam.pt/dlpo/default.aspx?pal=controle
Quanto a "zelotas", posso fazer um scan da Enciclopédia Luso-Brasileira que tenho ali, para
veres que está lá "zelotas" e não "zelotes". As pessoas é que têm a mania dos "controles",
"impactes", etc. Quando o mais correcto na língua portuguesa é os substantivos e adjectivos
não terminarem em "e", mas sim em "a" ou "o".
 
Um artigo que começa com "Não há nada pior do que um recém convertido" só denota ressabiamento e mesquinhice já para não falar em ódio e repulsa. E para que não restem dúvidas disso deixo-te os significados desses dois termos.

ressabiado
(particípio de ressabiar)
adj.
1. Que ressabia.
2. Desconfiado, espantadiço.
3. Melindrado, agastado, zangado.

mesquinho
(árabe miskin, pobre, desgraçado, infeliz)
adj.
1. Que não tem o indispensável em quantidade suficiente.
2. Que tem poucos recursos. = pobre
3. Que tem uma visão ou uma compreensão muito limitada.
4. Infeliz, desditoso.
5. Inspirado em sentimentos vis.
6. De aparências ou formas acanhadas.
adj. s. m.
7. Que ou quem é muito apegado ao dinheiro ou a bens materiais. = avarento, forreta, somítico, sovina

Se há alguma coisa da qual o autor do texto não pode ser acusado é de ressabiado e
mesquinho. Primeiro porque tem mais que suficiente, não é pobre, compreensão limitada
muito menos, nem infeliz, nem vil, nem acanhado, nem forreta. Desconfiado muito menos,
e agastado também. Aliás, até é o oposto de tudo isso.
 
Tu é que estás a ver mistura onde não há mistura nenhuma.
Olha, eu livrei-me dos 3: dos Windows, dos Macs, e da minha ex.
Isto é misturar alhos com bugalhos? Não. São os 3 da mesma categoria: coisas a evitar!

E consideras opiniões válidas apenas as que estão em sites da APPLE, certo?
[:)] [:)] [:)]

PS:
Eu até nem me importava de ter um Mac (desktop). Escrevi aquilo que escrevi apenas para
mostrar que as misturas dependem APENAS do ponto de vista. Ou seja, do ponto de vista
que é referido no texto «(...) Durante anos fizeram cruzadas contra a Microsoft. "Bandidos!".
O software era proprietário, as aplicações uma porcaria, eram monopolistas e abusadores. (...)
»
o autor não fez mistura nenhuma. Não se refere a software e hardware. Refere-se a práticas
comerciais. E nisso a APPLE não é muito diferente da MICROSOFT.

Eu se pudesse livrava-me das tua intervenções.... Ainda não comentaste o post original e limitas-te a comentar comentários. É uma espécie de analista dos analistas.

O autor mistura alhos com bugalhos, e fá-lo constantemente ao longo do artigo intitulado "Os recém convertidos". A Apple não fabrica/desenvolve/comercializa apenas "Macs" nem OSX o que mostra falta de critério no artigo reflectida em redundância ao longo do mesmo.

Também se leres as minhas intervenções anteriores em nenhum momento lês nada que leve a fazer uma questão como "E consideras opiniões válidas apenas as que estão em sites da APPLE, certo?". Mas isso só é mesmo possível se deixares de ler na diagonal. Eu disse e volto a repetir, para que não te restem dúvidas, que postei esses links para mostrar que existem opiniões distintas proferidas por pessoas com tanto ou mais mérito profissional que o autor do artigo, sem cair em fundamentalismos e sem ataques gratuitos.

Quanto às prácticas comerciais, cada empresa tem as suas, e se fosses proprietário de uma Apple ou de uma Microsoft também terias a tua visão de negócio. Nem toda a gente se "encaixa" como cliente, mas também não existe nenhuma "Inquisição" para quem não se encaixa nesses modelos.
Gostava de te ver a consultar um revendedor BMW e pedires para para só te vender a carroçaria porque gostas muito e além disso tens um motor de um Fiat 1100 encostado em casa com poucos km e muito "jeitosinho".

Diariamente todos nós temos de nos a sujeitar aos modelos de negócio impostos por quem nos presta serviços ou vende bens, mas algumas pessoas tendem a moldar o seu discurso em função dos seus interesses. Isso é falta de coerência e de argumento.
 
"Zelotas" está correcto. Mais correcto que "zelotes". "Zelotes" é o original do grego. Em
português o mais correcto é "zelotas".
Tal como em "controlo remoto" deve ser com "o" e não com "e" ("controle" deve ser usado
como forma do verbo "controla", como em "estás à espera que eu controle").
http://pt.wikipedia.org/wiki/Zelota
http://www.priberam.pt/dlpo/default.aspx?pal=controlo
http://www.priberam.pt/dlpo/default.aspx?pal=controle
Quanto a "zelotas", posso fazer um scan da Enciclopédia Luso-Brasileira que tenho ali, para
veres que está lá "zelotas" e não "zelotes". As pessoas é que têm a mania dos "controles",
"impactes", etc. Quando o mais correcto na língua portuguesa é os substantivos e adjectivos
não terminarem em "e", mas sim em "a" ou "o".

É uma homenagem ao Deus "Jobs" :)
 
lê lá melhor TODAS as tuas participações neste tópico, se depois de leres tudo não encontrares mais nenhum insulto vindo da tua parte, então o problema é ainda maior do que eu pensava...
 
Eu se pudesse livrava-me das tua intervenções.... Ainda não comentaste o post original e limitas-te a comentar comentários. É uma espécie de analista dos analistas.
E ainda te admiras de comentários como "zelotas".[:p]

Tu foste dos poucos a quem a "carapuça" do artigo serviu.[:D]

Não há grande coisa a comentar em relação ao artigo original. Com mais ou menos colorido, está tudo lá![;)]

Já em relação às tuas intervenções... É uma mina![:)][:)][:)]
 
Se há alguma coisa da qual o autor do texto não pode ser acusado é de ressabiado e
mesquinho. Primeiro porque tem mais que suficiente, não é pobre, compreensão limitada
muito menos, nem infeliz, nem vil, nem acanhado, nem forreta. Desconfiado muito menos,
e agastado também. Aliás, até é o oposto de tudo isso.

"Não há nada pior do que um recém convertido" - Existe o ressabiado que é bem pior

"foram sempre os recém convertidos que tiveram as atitudes mais extremistas e fanáticas" - Errado. Não há nada pior que atacar antes de ser atacado pelo adversário

"É um génio de marketing (mais do que tecnológico)" - Este Mário Valente é um génio ainda maior, só não se sabe em quê.

"Tenho uma NeXT em casa. Acho que isso diz tudo." - A mim não me diz rigorosamente nada. Não serve a minha actividade profissional por exemplo. Da mesma forma que um Ferrari não enche as minha medidas. É bonito criticar as opções pessoais dos outros e tentar impingir as suas. Isto de ressabiamento não tem rigorosamente nadinha....

"Uma das empresas de que sou sócio, envolvida no negócio do design e comunicação gráfica, trabalha desde 1996 com Macintosh, desde o tempo dos Quadras e dos Power Macintosh, e correu os modelos todos até aos mais recentes." - Tu podes ter produtos Apple, mas os outros não podem...

"Durante anos não se via um Mac numa faculdade. "Por questões de compatibilidade", diziam" - Argumento que mostra completa falta de conhecimento. Ainda hoje existem incompatibilidade. O que serve a uns não serve a outros. Um Ferrari também não serve as minhas necessidades diárias e muito menos a minha carteira. Vou apedrejar todos os compradores de Ferrari a partir de hoje.

"E a forma sobranceira como passaram a tratar os colegas que têm um PC com Windows. São uns info-excluídos coitados." E os que vão de Audi e de BMW para a faculdade como olham para os que vão de autocarro? Parece-me que a passagem do Mário Valente pela faculdade foi só mesmo em espírito.

"Ainda piores são os convertidos tecnológicos que sabem bastante mais do que os utilizadores normais." - Se isto não é ódio desmesurado e ressabiamento o que é?

"Durante anos, o Mac era para os designers, para as meninas e para os básicos. Mas agora já serve. Está na moda. Dá status..." - E o BMW? Não dá status? E a roupa de marca não dá status? Tanto ressabiamento....

"Passei a usar Linux em todos os meus computadores (o telemóvel é Android, claro). O que teve uma grande vantagem: quando vêm a família e os amigos pedir suporte técnico à borla posso dizer "Não uso - uso Linux, já não sei como isso funciona". Temos pena." - Também tenho pena do autor. De "bom samaritano", ideologista, defensor dos oprimidos e dos sistemas abertos, fechou a porta aos mais próximos.
 
E ainda te admiras de comentários como "zelotas".[:p]

Tu foste dos poucos a quem a "carapuça" do artigo serviu.[:D]

Não há grande coisa a comentar em relação ao artigo original. Com mais ou menos colorido, está tudo lá![;)]

Já em relação às tuas intervenções... É uma mina![:)][:)][:)]

Admiro-me porque usas um termo desprovido de qualquer enquadramento e que é associado a um fundamento de ódio.

Continuas a comentar comentário e a ignorar todas as questões que levanto. Se não fosses desprovido de argumentos comentavas o resto do meu post.
 
Eu se pudesse livrava-me das tua intervenções....

És um entendido assim tão grande em tudo (APPLE, ortografia, avaliação de carácter,
identificar peritos, etc.), e não sabes como te livrares das minhas intervenções...
[:)]

Mas olha que não será por te veres livre delas, que o artigo deixa de estar totalmente
correcto. É tão verdade, que até te "picaste" com ele.

Aliás, és o único que por aqui vejo a tentar encontrar justificação para a opção que tomou
(APPLE, neste caso). E o desespero nota-se.

Lembra-me de uma citação: "If you like C++, then you don't know C++".
(substituir C++ pelo que for mais apropriado)
[:)]

Ainda não comentaste o post original e limitas-te a comentar comentários. É uma espécie de analista dos analistas.

Vê lá tu que o meu 1º post neste tópico foi precisamente a comentar o artigo.
Andas muito atento... [:)]

O autor mistura alhos com bugalhos, e fá-lo constantemente ao longo do artigo intitulado "Os recém convertidos".

Não misturou rigorosamente nada.
Windows e Macs são duas faces da mesma moeda. E a moeda é:

«(...) Durante anos não se via um Mac numa faculdade. "Por questões de compatibilidade", diziam. "Ao fim e ao cabo, depois nas empresas, é o que se usa". Isto foi a tanga que foram dando. Eram zelotas dos Windows e da Microsoft. Até que o Mac se tornou moda. (...) Durante anos fizeram cruzadas contra a Microsoft. "Bandidos!". O software era proprietário, as aplicações uma porcaria, eram monopolistas e abusadores. (...) A Apple é ainda mais proprietária, mais abusadora e os Macs computadores mais fechados. Mas está tudo bem. Ainda têm a lata de dizer que "não se querem preocupar com o computador, só querem que funcione" (...)»


Quanto ao resto... nem merece comentário.
 
Broculo o autor do artigo, para o bem ou para o mal tem uma opinião mais que legítima. Não gostas?

Siga para a frente!

Deixa é de mostrar uma atitude tão clara de ressabiamento...

Estamos apenas a falar de computadores... (for God's sake!)
 
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