DoubleM101
New member
binário máximo as 7100rpm tens um japonês atmosférico então []
Certíssimo [
Acompanhe o vídeo abaixo para ver como instalar o nosso website como uma aplicação web no seu ecrã inicial.
Nota: Esta funcionalidade pode não estar disponível em alguns navegadores.
binário máximo as 7100rpm tens um japonês atmosférico então []
Se ainda tivesses uma caixa mais curta aliado á limitaçao de rpms deste caso minha nossa
Por norma, os Diesel têm caixas muito mais longas que as versões a gasolina.
E não há outra hipótese. Como fazem menos rotação, têm de compensar noutro lado, neste caso na desmultiplicação.
Um das grandes vantagens de um motor fazer mais rotação é precisamente a de se puderem usar caixas com relações mais curtas, proporcionando por sua vez, uma subida de rotação mais rápida.
I
Ainda estou para perceber porque é que se quer um motor a diesel com um comportamento de um motor a gasolina.
Disponibilidade a baixa rotação é o que pretendo num diesel. Um PD puxa bem até às 3500rpm, o que significa que em 6a a essa rotação já vai a velocidades bem elevadas.
É essa disponibilidade que me permite andar com poucas trocas de caixa. Um motor menos rotativo tem as suas vantagens, como o menor desgaste dos componentes, ammenor dissipação de calor, condições mais favoráveis para o ciclo dissel, etc...
Já o pessoal dos saxos cups metiam as caixas do 1.5D para atingirem mais velocidade de ponta .
O meu civic tem uma 5ª estupidamente longa , 280 km/h [8b]
Não podia concordar mais.
O que temos hoje em dia no que toca a novos motores a diesel, são os 1.6 da praxe que são o "nada". São motores que só são bons a 130 na AE, de resto nem são bons exemplos de motores a diesel nem de motores a gasolina.
Essa 5ª longa deve ser um daqueles casos em que a última mudança é feita a pensar nos consumos.
Tive um carro a gasolina que era ao contrário, caixa curtíssima.. a 140 já ias às 4000 rpm com corte às 6000..
Os Polo 6N e 6N2 por exemplo, tinham caixas curtíssimas. Lembro-me de alguns 1.0 (mas acho que não eram todos), irem a 160 já pertissimo do Redline. Se por um lado acabava por dar alguma vida ao pequeno motor, por outro deveria ser um martírio andar em AE com o carro. Tanto pelos consumos, como pelo desgaste, como pela insonorização.
Eu tinha um 1.4 de origem VW dessas alturas, com parcos 60 cavalos, a caixa devia ser a mesma ou parecida. Dava para andar em 5ª a 60 km/h sem o motor ir em esforço. Em viagens, a 120 já passava das 3000 rpm. E sim, bebia que se fartava, nunca fiz menos de 7 litros e meio com ele. Em cidade andava +/- nos 10 litros []
Por acaso esse 1.4 era fraquissimo e bebia que se fartava , ainda falavam nos antigos fords dassss
Andei no golf 2 com esse tal 1.4 e era um martirio . Até o meu fiesta 1.3 com 60cvs parecia andar mais e bebia menos !!
Esse 1.4 era do Golf 3. Era pastelão e bêbedo, mas no entanto fiável. (também não podia ser tudo mau [])
Fossem os 1.4 que o sucederam tão fiáveis como este..
E continua a acontecer isso noutros mais recentes, é apenas sujidade que faz com que o pinhão fique preso, faz um barulho horrível a pegar já limpei 2 ou 3 com esse problema é trabalho que até se faz-se bem em casa.[O 1.3 não sei, mas o Golf III 1.4, a andar às voltinhas, surpreende. A combinação de caixa curtinha com motor de 8v resulta bem, é agradável.
Só mostra as limitações em estrada. E não gastava muito, aquele que conheci, nem deu chatices. A única coisa era o motor de arranque que continuava a trabalhar por mais 1s depois de o motor estar a trabalhar [], era crónico.
Face ao que turbodiesel do grupo VW tem para oferecer, nem por sombras. Se é daqueles que prefere “ver para acreditar” aqui ficam alguns números que julgamos esclarecedores: 0 a 100 Km/h cumpridos em 8,4 segundos, 1000 metros em 29,8 segundos ou 7,3 segundos para passar dos 40 a 100 Km/h em terceira (o mesmo tempo de um Porsche Boxster S). Se ainda não está devidamente convencido, resta-nos acrescentar que tudo isto sem que a média ponderada ultrapasse a barreira dos sete litros aos 100 Km (6,8 l/100 Km para sermos exactos). Poderá sempre tentar argumentar que tanta “fartura” paga-se e deve pagar-se bem. Quanto ao “paga-se”, a resposta afirmativa é óbvia. Quanto ao “pagar-se bem”, também podemos acrescentar que se o antigo Leon Top Sport 1.9 TDI já era um bom negócio, este FR não perde nenhum dos seus argumentos e viu o preço descer em cerca de dois mil euros, o que o coloca abaixo da barreira psicológica dos 30 mil euros.