Ontem (ou melhor, Sexta-feira) apanhei algumas situações complicadas.
Durante a tarde, na A3, estava grande aparato no sentido Porto-Maia, na zona da saída para a A4 (não me lembro se antes ou depois). Muita gente na estrada, carros parados na berma... e uma carrinha (pareceu-me uma Mondeo) de rodas para o ar. Praticamente só se passava por uma faixa e a fila ia até à entrada para a VCI.
À noite, já pelas 2h da manhã, vindo do lado dos Carvalhos, apanhei uma situação mesmo "WTF?".
Pouco depois da bifurcação Arrábida/Freixo, seguindo na direcção do Freixo, vejo seguramente uns 5/6 carro a fazer marcha-atrás num nó de saída. Ainda bem que não havia carros perto de mim senão ainda me espetava de tão estupefacto que fiquei [

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Ao passar a par do nó é que percebi que o mesmo estava cortado. Algum acidente muito provavelmente, não consegui perceber o que era, se olhasse muito quem se espetava ainda era eu. Deu para ver também um grande aparato, muita gente no meio da estrada, carros parados, umas sirenes... O que se passou ao certo, não faço ideia.
Para mim só há uma solução. Condicionar ou cortar mesmo o trânsito a pesados.
É inconcebível, a nível ambiental e urbanístico, ter esta via a atravessar a cidade do Porto.
Para isto só resta canalizar os pesados para a CREP, o que é uma tarefa difícil...
Diria mesmo impossível. Desviar os pesados para a CREP implicava estar a mandá-los a Alfena para fazer algo tão simples como ir do Porto a Gaia e vice-cersa.
Como já disseram entretanto, há muito camião a ir para Leixões, pelo menos aquele corredor entre a Arrábida e o nó de Francos tem obrigatoriamente que permitir pesados. Por outro lado, se só permitesses esse lanço a pesados, eles teriam todos que vir por esse lado. Libertavas tráfego do lado do Freixo até Francos mas por outro lado forçavas todos os pesados a entrar e sair no Porto pela, já de si muito congestionada, Arrábida.
Uma hipótese seria manter uma das faixas exclusivamente para pesados mas isso provavelmente tornava as entradas e saídas numa aventura.
A CREP podia ser uma alternativa a trajectos de longo curso mas é caríssima e dá uma volta enorme. Até acredito que em muitos casos a poupança em tempo pudesse ser viável mas o custo acrescido torna-a uma não-opção. Resumindo: não vejo grande solução para aquilo.