O que acham do Skoda elroq 50 que está em campanha para as empresas?
que tamanho tem a bateria? É lfp ou nmc?
O meu(do grupo VW já agora) está com uns 6% a 8% de degradação com 4 anos e quase 70mil... Mas os teóricos aí de trás acham que já devo ter uns 20%... E a maior parte da degradação foi nos primeiros 2 anos(como é habitual nas baterias)Excelente.
Sou da opinião que se vais gastar dinheiro num carro, compra algo que gostes, não uma gaiola qualquer só porque é barata.
Em relação ao lfp vs nmc, não me preocupava muito. Tenho um nmc com quase 25.000km e degradou 1.5%...
Além disso, as nmc têm vantagens, são mais leves e mais eficientes em baixas temperaturas.
O meu(do grupo VW já agora) está com uns 6% a 8% de degradação com 4 anos e quase 70mil... Mas os teóricos aí de trás acham que já devo ter uns 20%... E a maior parte da degradação foi nos primeiros 2 anos(como é habitual nas baterias)
O meu(do grupo VW já agora) está com uns 6% a 8% de degradação com 4 anos e quase 70mil... Mas os teóricos aí de trás acham que já devo ter uns 20%... E a maior parte da degradação foi nos primeiros 2 anos(como é habitual nas baterias)
A tua não foi intervencionada para retirar um módulo ou 2? Isso também quem está a mudar por módulos reconstruídos em garantia está a ganhar SOH, claro, são módulos testados.
Bom mas isso é indiferente, eu dei o dado dos 15 a 20 porque é perfeitamente normal, muitos carros com 85% com 4/5 anos, lógico que se for um carro que ande sempre com a bateria a 50-70%, com cargas lentas em casa, poucos quiómetros, pode apresentar 90, claro que sim... mas temos de considerar o pior caso, acho eu, nos VE não vale de nada ter um carro que só faz 100km no inverno sem carregar se a deslocação tipica diária vai ser de 110... é estudar o pior caso quando se compra para o carro servir o mais tempo possível, quis apenas demonstrar a característica de ser nmc, que tem efetivamente e comprovadamente degradaçao maior que as lfp, e num carro com uma bateria "pequena" a diferença que pode fazer em quilómetros, juntamente com a boa prática que o fabricante recomenda de carregamento sempre que possivel a apenas 80% da capacidade max.
Se calhar essas coisas nem o comercial lhe vai dizer... trata-se de transparência!
Se o carro for para voltinhas ali nos 20/30km de diametro de andar numa cidade, isso pode ser irrelevante, se viver a 30km da cidade, pode ser muito importante. O elroq 50 também tem bateria NCM ja vai sair de casa diáriamente com a mesma carga de bateria que um carrito desses chines de 40 e picos kwh de bateria. A mim deixaria-me bem mais à vontade.
as contas são simples, nmc: ao fim de 4/5 anos deve andar com 15 a 20% de degradação, conforme os km, mais carregar a 80% no dia a dia, na realidade têm um carro com 27kwh de bateria em vez dos 40 que supostamente pensavam que iam ter! Curto, muito curto esse Renault 5 40kwh!!!
o carro é para andar às voltas dentro de cidade e pouco mais, ir a fornecedores, e uma vez por semana ir ao aeroporto do Porto e voltar.
Nahhh não serve. Se não é Tesla é falso.A Hyundai/Kia riu-se.
Não se compram também telemóveis made in china(nem digo só os de marcas deles)? As baterias dos EV no geral vêm de onde na sua maioria? Outros objectos que usamos no dia a dia?Curioso como se equacionam os carros chineses sem levar em conta tudo o que significa "financiar" a economia chinesa para o Mundo.
Comparam-se simplesmente números :sh)
São carros feitos sob regras e legislação no trabalho um bocado diferentes das ocidentais e empresas altamente financiadas pelo Estado chinês que vão pondo em causa empresas europeias.
Não se compram também telemóveis made in china(nem digo só os de marcas deles)? As baterias dos EV no geral vêm de onde na sua maioria? Outros objectos que usamos no dia a dia?
Eu compro aquilo que me oferecer o que eu procuro, quero lá saber de onde vem... Neste momento por acaso é alemão o meu VE, mas não ponho de parte um dia comprar chinês, francês, americano, whatever se for o que me oferece o que procuro dentro do preço.Pois... os chineses já rebentaram com essas marcas europeias de telemóveis e objectos do dia a dia
Não se compram também telemóveis made in china(nem digo só os de marcas deles)? As baterias dos EV no geral vêm de onde na sua maioria? Outros objectos que usamos no dia a dia?
Allgemeiner Deutscher Automobil-Club (ADAC) is a German automobile club that conducts widely respected 3rd party testing of automobiles. It recently did endurance testing of the Volkswagen ID.3. Well, let me clarify — it recently wrapped up testing of the Volkswagen ID.3 that spanned 4 years. The results are quite good.
ADAC’s Test and Technology Centre in Landsberg am Lech did the testing, and engineers there drove the ID.3 160,000 kilometers across those 4 years. After those 4 years and 160,000 kilometers, the ID.3’s battery still retained 91% of its initial energy storage capacity, or range on a full charge.
Specifically, the model was an ID.3 Pro S with a 77 kWh battery (net).
For a little more context, Volkswagen’s battery warranty promises 70% of initial capacity after 160,000 km. (Hence the distance the engineers drove the car, I guess.) Well, 91% is well above the promised 70%! No one tell the EV critics who claim that you will have to buy a new $50,000 battery after 5 years!
(...)
Additionally, Volkswagen points out that this ID.3 they tested wasn’t babied. “The ADAC testers did not go easy on the battery. In order to reach the 160,000 kilometres as quickly as possible, rapid charging stations were used to charge the ID.3 for over 40 per cent of the charging sessions. In addition, contrary to what is recommended, the vehicle was also left at the charging station with a 100 per cent charge level between test drives, sometimes over several days.” Wowza!! They were trying to wreck the battery it seems!
Other parts of the car also held up well, reportedly — including the body of the car itself and the chassis. As a funny addendum, ADAC recommended keeping your car’s software up to date.
“The ADAC has a clear recommendation for customers: software updates should always be installed. During the endurance test, the ID.3 received several software updates — including the Electric Vehicle Route Planner, which plans the charging stops on a longer route so the destination is reached as quickly as possible. In addition to the charge level, the system also takes into account the current traffic situation and forecasts. Alongside various bug fixes, the updates included an increase in charging capacity to up to 170 kW.
“The updates also had a positive effect on consumption and thus the range. In particular, the new software significantly improved power consumption over short distances and in winter temperatures from 0 to 5°C.”
In any case, the testing should certainly assure ID.3 and ID.4 owners that they are sitting in quality electric vehicles.
Although the battery capacity decreased over time, the ID.3 still has almost the same range as when it was purchased. This is possible because regular software updates have made the vehicle more efficient. This is also shown by a comparison of the consumption data: In the initial measurement in the ADAC Ecotest with a good 7,000 kilometers of mileage, the VW was still at 20 kilowatt hours (kWh) per 100 kilometers. In the meantime, the value has reached 18.3 kWh/100 km.
There is still room for improvement in the battery conditioning: Although the ID.3 has a battery heater, the driver cannot turn it on and off himself, which can result in longer charging breaks in cold temperatures. According to the ADAC, VW should urgently follow up with a software update. Newer models from the manufacturer with a higher software level already have this function.
Apart from the good battery condition, there have been a few repairs that have had to be carried out recently. For example, the GPS antenna suffered a defect, which is why the eCall system was no longer available. Cost: 525 euros. At 158,000 kilometers, the ID.3 broke down completely for a short time because a fault in the automatic door opening prevented it from starting. This problem could only be fixed by a software update. A defect in the tailgate also had to be repaired in the workshop for 227 euros.
The ID.3 is pleasingly low-maintenance, explains the ADAC. "In the meantime, only the second maintenance of the car was due - despite the supposedly manageable work, however, 427 euros had to be paid for it; just under half were added again for the service of the CO2 air conditioning system."
Curioso como se equacionam os carros chineses sem levar em conta tudo o que significa "financiar" a economia chinesa para o Mundo.
Comparam-se simplesmente números :sh)
São carros feitos sob regras e legislação no trabalho um bocado diferentes das ocidentais e empresas altamente financiadas pelo Estado chinês que vão pondo em causa empresas europeias.
Eu não compro, nem telemóveis nem tudo o que tenha alternativa.
Claro que directa ou indirectamente sei que produzem muitas das coisas que utilizamos.
Mas se nós gostamos de ter um horário de trabalho, férias e outros direitos não devemos financiar economias que funcionam por padrões muito diferentes porque isso significa a prazo que vamos ter que ser eles para ser competitivos.
E esse custo astronómico do CO2 é porque o carro tem bomba de calor e a revisão ao sistema com isso é bem mais cara... 91% de SOH com 40% de cargas rápidas nos 160mil km e dias a fio parado ligado ao carregador a 100% deve ser um fenômeno, afinal sabemos que com 4 anos(deve ser a idade dele para falarem em duas manutenções) deveria já estar com 80% ou menos de SOH...Nem a brincar este resultado de um teste no Id3 foi divulgado hoje.
Artigo em alemão com mais informação