Praxes no Ensino Superior

Sendo um curso de mulheres o mais chato vai ser os gritos histéricos, mas lembra-te de que se alguém manda em ti és tu e toleras apenas o que tu estiveres disposto a tolerar. [;)]

O mais chato em ser um gajo num curso de mulheres é... Bom, seres um dos poucos gajos, lei da oferta e da procura, etc.

Não entendo estas mensagens todas de "tu mandas em ti", "não te deixes influenciar", etc.. Eu acho a praxe um ritual de passagem, e uma forma de conhecer pessoas do mesmo ano e de outros anos mais facilmente.

ena! esses são os fulanos que, lá mais adiante no tempo, andam em grupos de 3 a fazer reportagens de câmara de filmar na mão! e fazer os trabalhos para depois colocar no youtube!
já agora, a directora de curso costumava (acho que ainda o faz) comentar os jornais na RTPN ao sábado de manhã...

Esses são os fulanos que depois te trazem notícias para saberes o que se passa no Mundo. E, veja-se, também têm outros ramos no curso: Publicidade, RP e Audiovisuais.

A Felisbela Lopes é comentadora na RTPN, sim. Não sei é se ainda é directora de curso. Em 2007 era.
 
O mais chato em ser um gajo num curso de mulheres é... Bom, seres um dos poucos gajos, lei da oferta e da procura, etc.

Não entendo estas mensagens todas de "tu mandas em ti", "não te deixes influenciar", etc.. Eu acho a praxe um ritual de passagem, e uma forma de conhecer pessoas do mesmo ano e de outros anos mais facilmente.



Esses são os fulanos que depois te trazem notícias para saberes o que se passa no Mundo. E, veja-se, também têm outros ramos no curso: Publicidade, RP e Audiovisuais.

A Felisbela Lopes é comentadora na RTPN, sim. Não sei é se ainda é directora de curso. Em 2007 era.


isso, felisbela...

dark: no pun intended ;-)
acho optimo andarem de câmara em punho, escreverem o Conum (jornal dos alunos de ccomun) etc e tal. o meu comentário era todo do lado do elogio! e cá para nós, foi um curso bem montado e publicitado pela direcção de curso ...

escrevi o que escrevi para que o caloiro lá atrás se vá habituando e se meta na luta... e para que não falte logo no início!
 
Perdida não, actualizada. Ou julgas que o trajo que usas actualmente é o mesmo de há 200 anos? Se for para defender a tradição a todo o custo, então porque não andam os estudantes todos já de barrete, porque usam relógios de pulso sem problemas, porque já não ligam se os sapatos têm ou não um número ímpar de furos para os atacadores? Aliás, no cumprimento verdadeiro da tradição da praxe não haveria lugar sequer para trajo feminino!
As coisas têm sofrido alterações "naturais" ao longo dos anos. Eu só defendo que essas alterações deviam ser mais profundas.


Na minha universidade não tens ninguém com relógios, pulseiras, brincos, tatuagens à mostra, são tapados, o resto tiram
 
Na minha universidade não tens ninguém com relógios, pulseiras, brincos, tatuagens à mostra, são tapados, o resto tiram
O mesmo aqui em Braga. E a diferença do Traje feminino aqui é o casaco cintado, saia em vez de calções, sapato com tacão maior e sem fivela e as meias são diferentes. As regras são as mesmas, nada de base, cabelos pintados ou frisados, etc.
 
Mas quem quer apanhar bubadeiras o ideal mesmo é ir às praxes....sim porque lá, é cerveja por tudo quanto é canto.

Mas é mesmo assim, haja tradição académica, e depois é o que se vê, abusos que enfim. Felizmente não é regra, mas, para mim as praxes valem tanto como um tostão furado.
 
Mas quem quer apanhar bubadeiras o ideal mesmo é ir às praxes....sim porque lá, é cerveja por tudo quanto é canto.

Mas é mesmo assim, haja tradição académica, e depois é o que se vê, abusos que enfim. Felizmente não é regra, mas, para mim as praxes valem tanto como um tostão furado.
Muito gostava eu de ter praxes dessas. Eu se for apanhado com uma cerveja na mão e de capa traçada arrisco-me a levar uma reprimenda de algum cardeal que por ali passe mesmo em frente aos caloiros. Isto porque é proibido. E cabe às Comissões de Praxe controlar isso e evitar abusos, se os houver, é culpa dela.
 
Mas quem quer apanhar bubadeiras o ideal mesmo é ir às praxes....sim porque lá, é cerveja por tudo quanto é canto.

Mas é mesmo assim, haja tradição académica, e depois é o que se vê, abusos que enfim. Felizmente não é regra, mas, para mim as praxes valem tanto como um tostão furado.

Calma aí!

Isso de "bubadeiras" e Praxe, não é bem assim... Há que distinguir o trigo do joio...

Cá, ninguém bebe, come ou fuma em frente aos caloiros... muito menos álcool... Não quer dizer que não se possa beber em jantares, mas com moderação... caloiro bêbedo = doutores fodidos e a cuidar dele, doutor bêbedo = vai para casa nú (sem capa)
 
acredito mesmo :sh) :sh) :sh) :sh) :sh)

MCunha
É proibido. E posso dizer que já vi doutoras a serem praxadas porque se lembraram de ir todas pintadas e de unhas daquelas de cerâmica para a praxe. Mas pronto, não acredite, tanto me dá.
O cabelo frisado foi um exemplo exagerado, o pintado não, vi doutoras a serem repreendidas por pintarem entre dias de Praxe o cabelo de vermelho vivo e roxo... lol

E já agora:

Código de Praxe Universidade do Minho
Capítulo V - Parte I
Da Importância do Traje

Designa-se como estando correctamente trajado todo o aluno que esteja usando o Traje e tenha os sapatos apertados, não seja visível a pele entre os sapatos e o inicio das bermudas ou saia, o fecho da bermuda ou saia esteja apertado, todos os botões da camisa estejam apertados, o casaco completamente
abotoado, a capa ao ombro, no braço, na mão ou traçada, fora de tecto com o tricórnio posto, debaixo de tecto com o tricórnio posto ou na mão.
É falta grave, passível de ser castigada, à arte de bem trajar se se transportarem guarda-chuvas, bolsas, malas, relógios, brincos, pulseiras, fios, óculos de sol (salvo doença provada in loco com declaração de um Hospital), piercings, pulseiras de sorte ou de azar, lentes de contacto de cor, pinturas, maquiagem (incluindo tintas Cin e Robialac), anéis, cabelo preso ou outros e quaisquer adornos , excepção feita apenas para as alianças; excepção feita a malas ou outros utensílios quando em viagem interurbana. O uso de pins só é permitido desde que quando se trace a capa estes não sejam visíveis.
 
Última edição:
O mesmo aqui em Braga. E a diferença do Traje feminino aqui é o casaco cintado, saia em vez de calções, sapato com tacão maior e sem fivela e as meias são diferentes. As regras são as mesmas, nada de base, cabelos pintados ou frisados, etc.

no Porto tb. alem de tattoos escondidas e nao poder haver pulseiras tb. e obviamente nem relogios nem oculos de sol...
 
Calma aí!

Isso de "bubadeiras" e Praxe, não é bem assim... Há que distinguir o trigo do joio...

Cá, ninguém bebe, come ou fuma em frente aos caloiros... muito menos álcool... Não quer dizer que não se possa beber em jantares, mas com moderação... caloiro bêbedo = doutores fodidos e a cuidar dele, doutor bêbedo = vai para casa nú (sem capa)

es de que faculdade?
 
minha opinião sobre praxes?

Só fui às praxes porque nao gosto de ser ovelha negra e acho que é uma boa oportunidade para conhecer muitos colegas. Tirando isso é apenas para divertimento dos veteranos, porque afinal qual é a piada de um gajo andar a rebolar no chão a pedido de outros, chamem-me orgulhoso, mas foi algo que me custou, e por algumas vezes tive para me levantar e ir-me embora e, era bom para mim e para eles, que nao me respondessem porque aí acho que ia tornar a praxe mais interessante.

Depois também acho piada aos veteranos que praxam mas que so tem uma ou duas cadeiras feitas e ja se acham patroes (não foi o caso dos meus)

Conclusão, não gostei, mas talvez porque ja não tenho muito paciencia para estes tipos de andanças, não sou muito velho, mas já entrei 4 anos mais tarde do que devia. Para quem tem 18 anos e está no auge das bubadeiras e outras maluquices deve ser a **** da loucura, para mim ja nao, entrei na faculdade para tirar um curso apenas isso
 
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