Premium e não Premium

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Retirei 4 csas c as quais concordo profundamente:

- Quem compra um premium, n quer apenas saber q é melhor mas quer q as outras pessoas associem essa imagem ao comprador.
- Hje em dia os n premium, estao mto perto dos premium, e o q penso é q já n sei se o incremento em qualidade vale o dinheiro q por ele pago
- Á alguns anos, a diferença entre um premium e um n premium era devastadora, quem n acreditar, q arranje um 405, um 21 ou um xantia e venha experimentá-lo contra o meu merc ou série 3 de 92 do meu amigo. Isto pa n ir mais pa trás.
- Se ser premium n fosse importante, os outros constructores n se tentavam colar a estes.
 
Bem, uma questão que se pode pôr de várias formas

Antes, havia a Mercedes e depois havia as outras.
Essa realidade alterou-se profundamente a partir de meados da década de 80.

O que acontece hoje em dia, é que, tanto em fiabilidade, como qualidade, as diferenças são minimas.
Hoje, as marcas valem-se pelas imagens de marca, que é um conceito algo abstracto.
Tem muito a ver com a percepção do consumidor sobre determinada marca.
E os diferenciais de preço tem muito a ver com os valores que o consumidor está disposto a pagar por determinada marca.

Mas se fõrmos às linhas de produção, irá descobrir-se que um série 3, classe C, laguna ou 159 devem custar mais ou menos a mesma coisa a qualquer uma das marcas.

É a percepção do cliente sobre a marca que permite à marca jogar com o preço e logo, margem de lucro do seu produto.

É óbvio que só assim se percebe o facto da bmw ser das marcas que mais rentabilidade tem por modelo vendido.
Preço base caro, opcionais caros é uma óptima estratégia e as pessoas aderem em massa. Elas desejam o produto e estão dispostas a pagar muito mais por ele. Apenas e só devido à imagem que a marca "transpira".
 
citação:Originalmente colocada por c r a s h

Bem, uma questão que se pode pôr de várias formas

Antes, havia a Mercedes e depois havia as outras.
Essa realidade alterou-se profundamente a partir de meados da década de 80.

O que acontece hoje em dia, é que, tanto em fiabilidade, como qualidade, as diferenças são minimas.
Hoje, as marcas valem-se pelas imagens de marca, que é um conceito algo abstracto.
Tem muito a ver com a percepção do consumidor sobre determinada marca.
E os diferenciais de preço tem muito a ver com os valores que o consumidor está disposto a pagar por determinada marca.

Mas se fõrmos às linhas de produção, irá descobrir-se que um série 3, classe C, laguna ou 159 devem custar mais ou menos a mesma coisa a qualquer uma das marcas.

É a percepção do cliente sobre a marca que permite à marca jogar com o preço e logo, margem de lucro do seu produto.

É óbvio que só assim se percebe o facto da bmw ser das marcas que mais rentabilidade tem por modelo vendido.
Preço base caro, opcionais caros é uma óptima estratégia e as pessoas aderem em massa. Elas desejam o produto e estão dispostas a pagar muito mais por ele. Apenas e só devido à imagem que a marca "transpira".
Está a esquecer do custo de desenvolvimento, que teoricamente é mais alto nas premiun, porque supostamente são as que inovam, e as outras depois imitam, já sem os custos de desenvolvimento anerentes.
 
O quê?
Tás masé maluco (força de expressão, sem ofensa, eheh)

É assim.
Todas as marcas inovam e dou um exemplo que já falei várias vezes.
Fiat Multipla. Pioneira no uso de construção por módulos, estrutura space frame em aço.
E no entanto, só precisavam de produzir 40000 unidades para o break-even.
E a Fiat está bem longe de ser premium, logo, em teoria, margens de lucro inferiores por modelo. E no entanto teve que suportar custos de desenvolvimento.

Além disso, muitas das inovações actuais são relativas a electrónica, e esses custos, que já são em maior percentagem no desenvolvimento de qualquer automóvel, na maior parte das vezes são repartidos com grandes fornecedores, como a Bosch ou a Magneti Marelli. Isto, quando não são os fornecedores a desenvolver as soluções (o que acontece cada vez mais frequentemente) e que as marcas posteriormente compram.
 
o que eu acho é que as marcas premium estão tal e qual as não premium, pois basta ver pela audi supostamente a marca premium da vag, que partilha motores e mecanica com a skoda, valerá a pena a diferença de preço? eu digo que não.
 
Premium ou não premium, não passa tudo de imagem e de qualidade
perceptível, ou seja, estamos a falar de produtos que têm "aspecto de
ter qualidade". O que não é necessariamente o mesmo que qualidade
efectiva. E vocês começam a pensar nos interiores, nos materiais, na
robustez de construção... e esquecem-se que um carro é muito mais que
isso. A qualidade pode faltar no interior e estar presente na mecânica.
Pode falhar em conforto mas ganhar muitos pontos em fiabilidade.
Uma coisa é certa: entre o aspecto, os materiais, a montagem, a mecânica
e a fiabilidade, hoje em dia todas as marcas se aproximam muito nos
respectivos segmentos. Simplesmente uns têm vantagens em certos aspectos,
e os restantes noutros.

Actualmente, entre um A4, um série 3, um Passat, um Accord e outros
tantos carros do mesmo segmento, eu escolhia um 407 e ficava muito
contente. Pensaram que eu ia dizer 159, não? :D
Na verdade até ficava indeciso, porque são os dois únicos carros
do segmento que me cativam. E se o série 3 não fosse tão feio, era
o 3º candidato.

O que eu quero dizer é, muito simplesmente, que mantendo o factor
"sorte" fora da equação, poucas diferenças efectivas há entre as
marcas. E são todas generalistas, com ou sem essa conversa do premium.
A meu ver, um série 3 não tem qualquer mais-valia em relação a um C5
a não ser uma filosofia mais desportiva e tracção traseira.
Acho que andam a dar demsiada importância a rótulos e a imagens
construídas há muitos anos com outros argumentos.

Exemplos de marcas que gozam de uma re****ção exagerada, construída
há muito tempo mas sem correspondência na actualidade: Mercedes, VW,
Audi, Toyota.
Exemplos de marcas que gozam de uma re****ção exageradamente MÁ, que
data também de há muitos anos e que não se verifica hoje em dia: Fiat,
Alfa Romeo, Citroen (nalguns modelos/segmentos).
 
Acho que existe aqui muita confusão, sinceramente.

As Marcas Premium, existem (e sempre existirão), pelo posicionamento e atitude com que se colocam no Mercado...

... - um àparte - ...e mais fácil será perder esse "estatuto", que tanto tempo demorou a construir, do que o que parece.


Para não falar das Marcas Exóticas : Ferrari, Aston Martin, Rolss Royce, etc e das vincadamente específicas de atitude : Porsche, por exemplo, marcas como a Mercedes, BMW, ou Audi, que no fundo serão estas que vêm sempre à baila, mas outras haverá, grangearam este estatuto (status), PREMIUM, porque começaram a oferecer aquilo que os outros não tinham, têm, ou não querem "arriscar" ter...

...veículos como, S600, 760i, A8 S8, SL 65 AMG, M6, RS6, etc, etc, pois ficaria aqui muito tempo a enumerar, toda a oferta, que estas marcas apresentam acima e no segmento dos classe E, A6 e série 5.

Esta qualidade, não só aparente, destas Montras de Luxo, Conforto, Desportivismo, Tecnologia, Qualidade, Performance, irão sempre reflectir-se nos segmentos inferiores, onde estas marcas quiserem concorrer.

E reflectem-se, quer com demonstrações Reais de aplicação das "características" dos segmentos superiores - que acontece, quer apenas através da "Imagem", que também é verdade em algumas situações.

Uma coisa é certa, para mim</u>, um BMW, um Mercedes, ou um Audi, só começam a ser "verdadeiros" a partir do série 5, do classe E e do A6 - EXCEPTO Modelos de segmento abaixo, com "características" específicas : M's, AMG's e S'e RS', ou motorizações e equipamentos, que não existem na concorrência dita "não premium, ou generalista".

Um Classe A ou B, ou um A2, chegam mesmo a "envergonhar" a Marca, mas como há mercado para os "lorpas adoradores da imagem", eles existem...

Um série 1, ou um A3, são descabidos, excepto em versões "picantes", face ao que a Outra Concorrência já oferece no mercado, mas lá está, o simbolo "Pesa".


Mas esta é mesmo : Apenas a Minha OPINIÃO</u>

;)
 
citação:Originalmente colocada por Boxer
A meu ver, um série 3 não tem qualquer mais-valia em relação a um C5
a não ser uma filosofia mais desportiva e tracção traseira.

conduz os dois e depois compara a qualidade e feeling de direccao, caixa e travoes. E estas diferencas nao sao por acaso.;)

Na minha opiniao ha diferencas sim. Claro que cabe ao consumidor decidir se vale a pena pagar mais por elas ou nao.
 
citação:Originalmente colocada por Corsa 1200 Sport

citação:Originalmente colocada por Boxer
A meu ver, um série 3 não tem qualquer mais-valia em relação a um C5
a não ser uma filosofia mais desportiva e tracção traseira.

conduz os dois e depois compara a qualidade e feeling de direccao, caixa e travoes. E estas diferencas nao sao por acaso.;)

Na minha opiniao ha diferencas sim. Claro que cabe ao consumidor decidir se vale a pena pagar mais por elas ou nao.

Mas era isso mesmo que eu queria dizer com "filosofia mais desportiva" ;)
Num C5 não tens todo esse "feeling" e, apesar de ser um carro com uma
boa postura dinâmica (e perdoem-me usar simultaneamente um termo
estático com um cinético), os comandos são feitos tendo em vista
o conforto e o relaxamento ao volante.
São duas opções distintas, mas igualmente válidas. Cada uma das
marcas colocou todo o seu empenho e "know-how" na elaboração dos
seus produtos, e não acho que seja muito mais caro optar por um
delas em deterimento da outra.

Por isso é que digo que não acho que se justifique o dinheiro que se
paga a mais para ter um produto, alegadamente, premium.
 
Marcas premium são marcas cujos produtos eram vendidos a preços mais caros, em que essa diferença servia como almofada para maiores custos de desenvolvimento e fabricação, logo para apresentar melhores automóveis, o que realmente acontecia.
Hoje em dia, uma marca premium continua a vender bastante mais caro, mas à custa da “imagem” e da “exclusividade” adquiridas anteriormente, mas a almofada serve principalmente para encher os bolsos dos seus accionistas.
Para piorar as coisas, com esse mesmo objectivo vão-se reduzindo custos com desenvolvimento tecnológico em parcerias com construtores “não premium”, com encerramento de fábricas e despedimentos, e poucas diferenças nos produtos finais existem entre as “duas classes automobilísticas”; restam, talvez, o “emblema” e o aspecto final.
Continuam a vender-se muito bem porque me parece que o seu preço causa vaidade a quem os pode comprar e inveja a quem os deseja e não lhes pode chegar.
Enfim, é esta a sociedade globalmente materialista em que infelizmente vivemos.
 
citação:Originalmente colocada por Luis Andrade

Marcas premium são marcas cujos produtos eram vendidos a preços mais caros, em que essa diferença servia como almofada para maiores custos de desenvolvimento e fabricação, logo para apresentar melhores automóveis, o que realmente acontecia.
Hoje em dia, uma marca premium continua a vender bastante mais caro, mas à custa da “imagem” e da “exclusividade” adquiridas anteriormente, mas a almofada serve principalmente para encher os bolsos dos seus accionistas.
Para piorar as coisas, com esse mesmo objectivo vão-se reduzindo custos com desenvolvimento tecnológico em parcerias com construtores “não premium”, com encerramento de fábricas e despedimentos, e poucas diferenças nos produtos finais existem entre as “duas classes automobilísticas”; restam, talvez, o “emblema” e o aspecto final.
Continuam a vender-se muito bem porque me parece que o seu preço causa vaidade a quem os pode comprar e inveja a quem os deseja e não lhes pode chegar.
Enfim, é esta a sociedade globalmente materialista em que infelizmente vivemos.

Palavras muito bem escolhidas! Assino por baixo ;)
 
citação:Originalmente colocada por Boxer

citação:Originalmente colocada por Luis Andrade

Marcas premium são marcas cujos produtos eram vendidos a preços mais caros, em que essa diferença servia como almofada para maiores custos de desenvolvimento e fabricação, logo para apresentar melhores automóveis, o que realmente acontecia.
Hoje em dia, uma marca premium continua a vender bastante mais caro, mas à custa da “imagem” e da “exclusividade” adquiridas anteriormente, mas a almofada serve principalmente para encher os bolsos dos seus accionistas.
Para piorar as coisas, com esse mesmo objectivo vão-se reduzindo custos com desenvolvimento tecnológico em parcerias com construtores “não premium”, com encerramento de fábricas e despedimentos, e poucas diferenças nos produtos finais existem entre as “duas classes automobilísticas”; restam, talvez, o “emblema” e o aspecto final.
Continuam a vender-se muito bem porque me parece que o seu preço causa vaidade a quem os pode comprar e inveja a quem os deseja e não lhes pode chegar.
Enfim, é esta a sociedade globalmente materialista em que infelizmente vivemos.

Palavras muito bem escolhidas! Assino por baixo ;)

Também concordo...;)


Mas puxando a "brasa para a minha sardinha"...- leiam o meu post, se quiserem - ...

...Ó Luis Andrade, vai lá ao generalista comprar um "equivalente" M5, "se faz favôr"...

;)
 
Premium vs não premium, no grupo VW, peguemos num Skoda Superb e num Audi A4 com motorizações iguais.

Quase tudo se resume a qualidade de materiais e acabamentos.

Mais exemplos:

Ford Mondeo vs Jaguar X-Type.
Ford Focus vs Volvo S40/V50.
Opel Vectra vs Saab 93.
Golf vs Leon vs A3

Principais diferenças: Estética, acabamentos e materiais, e claro, preço.
 
citação:Originalmente colocada por Boxer

Mas era isso mesmo que eu queria dizer com "filosofia mais desportiva" ;)
Num C5 não tens todo esse "feeling" e, apesar de ser um carro com uma
boa postura dinâmica (e perdoem-me usar simultaneamente um termo
estático com um cinético), os comandos são feitos tendo em vista
o conforto e o relaxamento ao volante.
São duas opções distintas, mas igualmente válidas. Cada uma das
marcas colocou todo o seu empenho e "know-how" na elaboração dos
seus produtos, e não acho que seja muito mais caro optar por um
delas em deterimento da outra.

Por isso é que digo que não acho que se justifique o dinheiro que se
paga a mais para ter um produto, alegadamente, premium.

eu suspeitei que era isso que querias dizer... mas foi so para reforcar:D.

Eu acho que no caso da BMW o cariz mais desportivo obriga a ter materiais de melhor qualidade na ligacao homem-maquina, e isso paga-se.

Mas realmente marcas como a mercedes e toyota, que alicercaram a sua re****cao em carros com qualidade bem acima da media... hoje em dia ja nao se nota tantas diferencas.
 
citação:Originalmente colocada por Sun

citação:Originalmente colocada por Boxer

citação:Originalmente colocada por Luis Andrade

Marcas premium são marcas cujos produtos eram vendidos a preços mais caros, em que essa diferença servia como almofada para maiores custos de desenvolvimento e fabricação, logo para apresentar melhores automóveis, o que realmente acontecia.
Hoje em dia, uma marca premium continua a vender bastante mais caro, mas à custa da “imagem” e da “exclusividade” adquiridas anteriormente, mas a almofada serve principalmente para encher os bolsos dos seus accionistas.
Para piorar as coisas, com esse mesmo objectivo vão-se reduzindo custos com desenvolvimento tecnológico em parcerias com construtores “não premium”, com encerramento de fábricas e despedimentos, e poucas diferenças nos produtos finais existem entre as “duas classes automobilísticas”; restam, talvez, o “emblema” e o aspecto final.
Continuam a vender-se muito bem porque me parece que o seu preço causa vaidade a quem os pode comprar e inveja a quem os deseja e não lhes pode chegar.
Enfim, é esta a sociedade globalmente materialista em que infelizmente vivemos.

Palavras muito bem escolhidas! Assino por baixo ;)

Também concordo...;)


Mas puxando a "brasa para a minha sardinha"...- leiam o meu post, se quiserem - ...

...Ó Luis Andrade, vai lá ao generalista comprar um "equivalente" M5, "se faz favôr"...

;)

Claro que não é possível, ou será que alguém iria "dar" sequer 2/3 do preço do M5 por uma viatura exactamente igual mas de marca generalista ?
 
Os casos da Mercedes e BMW para mim são diferentes. Exceptuando os classe A e B, estas marcas continuam a oferecer algo que as restantes marcas com excepção da Lexus, também premium, não oferecem. Para se ter uma versão de topo om 500cv, é conveniente ter carro que os aguente. E aqui, nascem as razões de ser premium. Referi 3 marcas que usam RWD nos seus modelos. Os custos de desenvolvimento deste tipo de arquitectura, aliado a melhores materiais e acabamento, processos construtivos mais sofisticados, vão dar a preços superiores e justificadamente. E alguém tem de pagar o desenvolvimento dos AMG e M, e quem o paga é também quem compra os 220cdi e 20d...

Excluí a Audi, que recorre á tracção integral, e que depois nas versões normais FWD tem muito de VW, Skoda, Seat... Mas quem paga o desenvolvimento dos RS4, RS6, etc, n é só quem os compra. Estes modelos são essencialmente de imagem, que quem compra os 2.0TDi vai ajudar a pagar.
 
E vocês a dar-lhe com os custos de desenvolvimento.

Sim, existem. Mas tanto existem num construtor generalista como num construtor premium. A questão mais importante é o custo final de produção que inclui todos esses custos de desenvolvimento e normalmente são diluidos não por um modelo, mas por vários, já que hoje em dia, os componentes são reaproveitados por toda uma gama de modelos de um construtor.

E ainda estão-se a esquecer que maior parte dos custos de desenvolvimento de novas tecnologias são suportados por fornecedores e não pelas marcas.

para pensar
Dentro da VW há uns anos atrás:
o custo de produção de um VW Lupo equiparava-se ao custo de produção de um Golf IV e ambos tinham lucro.
 
citação:Originalmente colocada por c r a s h

E vocês a dar-lhe com os custos de desenvolvimento.

Sim, existem. Mas tanto existem num construtor generalista como num construtor premium. A questão mais importante é o custo final de produção que inclui todos esses custos de desenvolvimento e normalmente são diluidos não por um modelo, mas por vários, já que hoje em dia, os componentes são reaproveitados por toda uma gama de modelos de um construtor.

E ainda estão-se a esquecer que maior parte dos custos de desenvolvimento de novas tecnologias são suportados por fornecedores e não pelas marcas.

para pensar
Dentro da VW há uns anos atrás:
o custo de produção de um VW Lupo equiparava-se ao custo de produção de um Golf IV e ambos tinham lucro.

Quando compras um 520D estás a pagar o desenvolvimento do M5 também... De cuja imagem acabarás por usufruir um pouco.

Se compras um velsatis 2.0DCi, pagas isso mesmo, o desenvolvimento do Velsatis 2.0DCi, porque as outras versões pouco custaram a desenvolver, e não vais usufruir a imagem de uma versão XPTO que não existe.
 
Mas esses custos de desenvolvimento de versões "especiais" costumam estar incluidos no budget inicial.

Podemos pegar no exemplo do Megane.
um porradão de carroçarias com diferenças nas distâncias entre-eixos e incluindo o Scenic. Esses custos de desenvolvimento também pesam no budget inicial. E também tem um RS, que teve de ser revisto pouco tempo depois de ser comercializado com custos extra. Mas tudo isso costuma estar previsto. E no entanto, um Megane acabará sempre por ser mais barato que um golf. Golf que vê os seus custos de desenvolvimento diluidos pela Audi, Seat e Skoda, que têm modelos que recorrem á mesma base. E no entanto, é mais caro.

Ou seja, o preço final de um veículo raramente reflecte os custos de desenvolvimento ou mesmo os custos finais de produção por unidade.

é aquela pergunta de sempre. Porque é que a Porsche já detém há vários anos o recorde de rentabilidade por unidade produzida?
Recorrem a materiais acessiveis como o aço e constroem 3 modelos distintos com recurso aos mesmos componentes e os vendem a preços exorbitantes. Apenas porque os clientes estão dispostos a pagar. Custos de produção ao nivel de carros banais (incluindo já custos de desenvolvimento) e preços de "exótico". Isso sim, é de génio.

é como os carros ditos de luxo. São considerados sempre os mais lucrativos e porquê?
Ex: Produzir um classe S não deve ser muito mais caro que produzir um E ou até mesmo um C. No entanto, o preço de venda ao público é bastante superior. Catchiiiim....
 
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