Presidenciais Americanas - Obama eleito

Presidenciais Americanas - Obama eleito

  • Barack Obama

    Votos: 167 89,3%
  • John McCain

    Votos: 13 7,0%
  • Ralph Nader

    Votos: 7 3,7%

  • Total de eleitores
    187
  • Sondagem encerrada .
Mas afinal quando se decide o novo presidente americano?

eu sinceramente entre o obama e a mulher do clinton, tanto me da um ou outro...é me indiferente e tb nada posso fazer para mudar isso...

Mas acredito que ambos sejam melhores que o Bush[;)]
 
Campanha de Obama não quer jovens muçulmanas, com a cabeça coberta, nas primeiras filas dos seus comicios....provavelmente têm medo que isso dê um ar terceiro mundista ao candidato.
Temos que ser pragmáticos.

Tudo o que possa contribuir para causar polémica, tem de ser retirado de cena. E a questão Muçulmana ainda está muito quente nos USA. E não me venham cá com conices, que estas coisas não são inocentes. Encontrar 2 miúdas com o véu no melhor estilo Muçulmano é tão normal ver em qualquer sítio nos USA, taõ vulgar, como uma nota de 7 euros. [:D] [:p]
 
Esse tiro nos pés de Obama para mim pode ser o ponto que marca a derrota.

Pior para ele se pensar que isso não foi um erro..

Se a sua estratégia passa , de facto por aí, então acho que de bestial vai passar a besta num instantinho.

Precisamente por quem acreditou nele e fez dele um fenómeno.

Quando se tornar igual aos outros desaparece....
 
Mas afinal quando se decide o novo presidente americano?

eu sinceramente entre o obama e a mulher do clinton, tanto me da um ou outro...é me indiferente e tb nada posso fazer para mudar isso...

Mas acredito que ambos sejam melhores que o Bush[;)]
Vais aqui:

http://edition.cnn.com/ELECTION/2008/path.presidency/

e tens toda a informação sobre as eleições nos USA, e as 3 fases para se chegar lá.

Nota: Obama já ganhou os candidatos suficientes para ser nomeado o candidato Democrata às Presidenciais, na Convenção Democrata a realizar-se de 25 a 28 de Agosto em Denver, Colorado.
 
Pior que o Bush não pode ser, e apesar do discurso oportunista e vago é o melhor dos candidatos. Primeiro, porque transborda juventude e atitude positiva. Segundo, porque é muito mais racional do que os nabos desta administração Bush todos juntos. Terceiro, porque era um underdog, soube defender os seus ideais sem procurar criticar os ideais de outros. Já os outros candidatos não.

E o discurso vago pode ser mau, mas ao mesmo tempo um discurso idealista pode ser muito bom, se os ideais forem racionais.

Para além disso, para mim, qualquer candidato que seja contra a guerra é melhor que os outros. Principalmente na nação mais desenvolvida do mundo, que tem todos os recursos ao seu dispor.

Quanto a ser o melhor candidato, só o povo Norte-Americano o dirá nas urnas, o candidato republicano também tem um discurso positivo globalmente, mas a análise é sempre subjectiva visto ser feita do exterior, o ponto juvente é claramente favorável ao candidato democrata.

O ponto que considero mais favorável ao candidato McCain é o percurso de ascensão quanto à nomeação e discurso moderado/racional no seio republicano e não só!, para não falar nop sempre positivo facto de expriência militar que dá ao eleitorado a certeza do dever patriótico cumprido.
 
Pela primeira vez, o candidato democrata às presidenciais norte-americanas, Barack Obama, está à frente do seu rival democrata republicano, John McCain, em três Estados cruciais para vencer a eleição de Novembro, segundo uma nova sondagem divulgada hoje.

Obama ultrapassa McCain na Pensilvânia (52 por cento contra 40 por cento), no Ohio (48 por cento contra 42 por cento) e na Florida (47 por cento contra 43 por cento), segundo a sondagem da Universidade de Quinnipiac. Estes três Estados são cruciais para a vitória em Novembro de um ou outro candidato.

A sondagem realizada pela Universidade de Quinnipiac revela também que os eleitores independentes se opõem a que Obama convide a sua antiga adversária democrata, Hillary Clinton, para a vice-presidência.

No plano nacional, Obama tem 47 por cento das intenções de voto contra 42 por cento para McCain, segundo uma outra sondagem divulgada por Zogby, com um avanço de 22 pontos para o senador do Illinois entre os eleitores independentes.

Nestes três Estados que podem virar (Pensilvânia, Ohio, Florida), Obama ultrapassa McCain junto das eleitoras, com 10 a 23 por cento de avanço, mas entre os eleitores masculinos, os dois adversários obtêm resultados demasiado próximos para serem explorados, explica um responsável do Instituto de sondagem da universidade, Peter Brown.

"Finalmente, a saída da corrida da senadora estimulou (a candidatura) do senador Barack Obama," assinala. Clinton bateu Obama nas primárias democratas organizadas nestes três Estados. A senadora de Nova Iorque ultrapassava o seu rival entre os eleitores da classe operária no Ohio e na Pensilvânia.

A sondagem de Quinnipiac mostra que, embora a maioria dos democratas apoie Obama-Clinton para a Casa Branca, os eleitores independentes dos três Estados opõem-se à candidatura da ex-primeira dama como vice-presidente.

"Se o senador Obama encara seriamente convidar a senadora Clinton para a vice-presidência, estes resultados deviam levá-lo a reconsiderar" esta opção, acrescenta.

A sondagem revela também que um em cada cinco eleitores considera a idade do senador McCain como um obstáculo. O candidato republicano, que completa 72 anos em Janeiro, seria o mais velho presidente jamais eleito para um primeiro mandato.

"Mas, de forma surpreendente, não consideram a raça de Obama como um factor (importante), o que significa que os norte-americanos estão menos preocupados com o factor racial ou que não querem admitir que isso seja um problema ", observa Brown.

A economia é o assunto de preocupação principal em cada um dos três Estados. É na Florida, aliás, que o presidente George W. Bush obtém mais opiniões favoráveis (27 por cento).

Obama recolhe os votos de 13 por cento dos eleitores de Bush em 2004 na Florida e no Ohio e 19 por cento na Pensilvânia. Já McCain pode ficar com 24 por cento dos votos de Clinton e praticamente a mesma percentagem no Ohio e na Florida, segundo a sondagem de Quinnipiac.

Em http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/347690

:rolleyes:
 
Há um mês Barack Obama, o candidato democrata à presidência dos Estados Unidos, mantinha uma vantagem de 15 pontos nas sondagens sobre o opositor republicano na corrida à Casa Branca.

Agora, a Newsweek garante que a diferença entre os dois se reduziu a apenas 3 pontos: 44% apoia o senador pelo Illinois, enquanto 41% apoia o senador pelo Arizona.

A revista escreve que a viragem ao centro de Barack Obama em temas chave como a guerra do Iraque, ou na pena de morte, se deveu apenas a motivações eleitoralistas para acentuar a dianteira nas sondagens e está, agora, a ser penalizada nas sondagens pelos norte-americanos

Em http://www.rr.pt/InformacaoDetalhe.aspx?AreaId=11&SubAreaId=54&ContentId=253776
 
O candidato democrata à Casa Branca tem uma visita programada à Alemanha e faz tenções de discursar da Porta de Brandenburgo, de onde John F. Kennedy fez a célebre declaração “Ich bin ein Berliner”.

A chanceler alemã fez saber, através de um porta-voz, que nenhum político alemão se lembraria alguma vez de fazer campanha em Washington, ou em Moscovo.

Em http://www.rr.pt/InformacaoDetalhe.aspx?AreaId=11&SubAreaId=54&ContentId=253712

:confused: [:D]

Que expliquem qual é a actual situação geopolitica do mundo ao candidato Democrata!
 
Triunfo de Obama na Europa terá custado votos

LUÍS NAVES
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Eleições americanas. A viagem europeia do senador democrata Barack Obama criou um delírio em vários países. Mas os rivais republicanos falam em "arrogância" e o seu candidato, John McCain, sobe nas sondagens. O impulso pode ser aproveitado para o partido anunciar a escolha para vice-presidente O candidato presidencial americano Barack Obama reconheceu ontem em Londres que o seu percurso europeu, onde foi saudado por multidões entusiásticas, pode ter um efeito negativo nas sondagens, na América. "Não ficaria surpreendido se em algumas sondagens isto não tivesse como consequência certa redução", disse Obama, numa conferência de imprensa à porta da residência do primeiro-ministro britânico, Gordon Brown.

A visita de Obama a Londres decorreu no meio de uma crise política britânica e o candidato democrata discutiu com Gordon Brown o futuro da presença militar no Iraque e Afeganistão. Mas o delírio europeu está a ser aproveitado pelos republicanos para um contra-ataque inesperado. A campanha de John McCain usou a viagem (que incluiu Afeganistão, Israel e Iraque) para tentar transmitir de Obama uma imagem de "arrogância".

Com Obama ausente do país, o Senado dos EUA votou o pacote imobiliário, o controverso plano que visa salvar a economia americana. Este é o tema que vai dominar a campanha e os republicanos acusam o senador de Illinois de não lhe prestar atenção. O pacote custará 3,9 mil milhões de dólares (2,5 mil milhões de euros) e permitirá aos devedores renegociar as hipotecas das suas casas. Há 400 mil proprietários em risco.

Se a eleição de Novembro dependesse dos europeus, McCain teria 10% na Alemanha e 4% em França. Mas a votação decorre nos EUA, onde a adulação europeia ao senador democrata terá caído mal a muitos eleitores. Todas as sondagens nos EUA dão vantagem para Obama, mas o fosso está a diminuir.

Um recente inquérito Gallup indicava quase um empate. Outros inquéritos dão seis confortáveis pontos percentuais de vantagem para Obama, enquanto a CNN referia apenas três. Números da NBC apontam para grande desconfiança dos eleitores: 55% pensam que Obama é uma escolha mais arriscada do que McCain; apenas 35% dizem o inverso.

Falta tempo para as eleições e ambas as campanhas vão cometer erros. Ainda não houve convenções e nenhum dos candidatos escolheu o seu vice-presidente. As maiores divergências em política externa são sobre a estratégia para o Iraque, mas a grande batalha será na economia. Obama terá de conquistar eleitores democratas que preferiam Hillary Clinton; McCain ainda não garantiu a base conservadora do partido e não se distanciou de George W. Bush.

Os republicanos podem usar a subida nas sondagens para anunciar brevemente o seu candidato a vice-presidente. Entre os nomes que circulam, destaque para Mitt Romney, que foi derrotado por McCain nas primárias republicanas. O anúncio deverá ser feito antes do início dos Jogos Olímpicos, ou seja, até dia 8.|
 
Isso é muito importante para dirigir uma Nação.

E liderar o mundo.

Porque isto de economia e essas tretas é para os Liberais. [:D] [:D]

Continua distraído ou é pura ingenuidade continental?, quanto ao liberalismo todos o são naquela Nação.[:D]

Guerra da Independência, Corrida para Oeste, Guerra da Sucessão, Guerra de Cuba, Filipinas, México, 1 e 2ª Grande Guerra, Indochina, mais recentemente Iraque e umas quantas incursões pela companhia CIA e seus recursos de modo algo irregular[:D] e estamos perante uma constante e permamente accção militar ou paramilitar por parte desta República na sua acção doméstica e externa.

McCain acusa Obama de preferir visitar líderes europeus


:rolleyes:
 
Isso é muito importante para dirigir uma Nação.

E liderar o mundo.

Porque isto de economia e essas tretas é para os Liberais. [:D] [:D]

Chega ao ponto do rídiculo que a maior nação do mundo faça guerra sem uma razão consistente. E é mais ridículo ainda que existam homens que apoiem a guerra como se não houvesse amanha. Por essas e outras razões é que eu acho que os Republicanos fervurosos, que só pensam em guerra, petróleo e religião, mais tarde ou mais cedo vão desaparecer. Mas isto só acontecerá quando as influências e os lobbies também desaparecerem.

Lembro-me que há 10 anos ninguém no mundo pensava que os EUA eram capazes de tais barbaridades. Era-me impensável, com tal desenvolvimento cultural, social e militar que os EUA pudessem sequer pensar em guerra.

Não tem lógica que a maior potência mundial entre em guerra. Não há qualquer lógica. Ninguém ganha com isso a não ser industrias como a do armamento. É vergonhoso e demonstra falta de classe. É um redneck que manda naquilo.

Se continuam a ir parar lá nabos como o Bush caminhamos para o fim do mundo a passos largos. Aliás, mais 8 anos com este grande deficiente e ia haver mais molho.
 
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