Não sabia que tal existia. Mas sim, Deco, tribunais, esse centro de arbitragem...
O que não me faltam são argumentos. A cada raciocínio que faço, surge-me mais um argumento.
Desde logo argumento mais importante é que no primeiro ano já o problema se tinha revelado, tenho registos disso (emails que recebi da Citroen), foi levado à marca (também tenho registos disso) e consideraram normal. Repetiu-se por mais uma vez, dentro da garantia, tudo normal. Assim que acabou a garantia, aí sim, já quiseram investigar, fizeram o tal procedimento da pesagem do óleo para o diagnóstico, mas o diagnóstico nunca me chegou a ser comunicado. Até que o motor ficou neste "estado", em que segundo eles tem que ser substituído.
Depois, qual é a justificação para assumirem 50% da responsabilidade? Ou são responsáveis, ou não são.
Por outro lado, não alegam nada que justifique os meus 50% de responsabilidade. Se me querem incutir 50% da responsabilidade, tem que haver algo palpável. Não há nada. O carro sempre foi à marca, a tempo e a horas, nunca foi intervencionado em nenhum outro local e dá sinal deste problema desde os 24 mil kms.
Não estou a ver o que me podem apontar de responsabilidade. E o próprio representante da marca me disse (e tenho registo disso mesmo) que não me preocupasse que a garantia de 2 anos neste caso, como é motor, a garantia não se limita a esse tempo e a marca tem que se responsabilizar.
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