[Economia] Programa IVAucher e AUTOvoucher

E a culpa disso é de quem? Mais razão me dás.. Tu a partir do momento em que tens benefícios fiscais e dedução de despesas relacionados às despesas que fazes com NIF, e nem isso te dás ao trabalho de pedir.. Além de ser uma responsabilidade social de todos, para assegurar uma economia mais limpa e transparente.

50% dos portugueses só precisa da faturas para utilizar na sanita uma vez que não paga IRS!
Quanto à economia mais limpa e transparente... é uma piada depois de 10mil milhões metidos nos bancos e agora mais 4 metidos na tap e de termos a mais alta taxa de impostos de sempre.
E imagina que não pedimos sempre fatura, se pedíssemos então ainda rebentava a escala!
Responsabilidade social deveria ser ter um governo sério (este ou qualquer outro), não ter 1ºministros a roubar por exemplo. Diria que apra os políticos que vamos tendo já muita responsabilidade têm as pessoas.
 
Nada disso. Estou a dizer é que tudo aquilo que não seja do mais básico possível, ou que requeira algum tempo que seja a por em prática, já é o cabo dos trabalhos. Preferem não ver sequer quanto têm a receber do que mexerem-se para isso. E não são apenas os info excluídos, é um mal geral. Somos comodistas por natureza neste tipo de coisas.

Independentemente do mérito da iniciativa, que o tem num âmbito muito estrito, a implementação é horrível.

Ponto 1, as regras mudaram a meio do jogo. Primeiro tinhas de dar os dados de cartões bancários, depois já não era necessário.
Ponto 2, eu gosto de decidir quando dou os meus dados a entidades terceiras e privadas. O "as pessoas dão os dados por toda a internet" não pode nem deve ser argumento. Se quiser usufruir disto, não tenho escolha. Além de que não entendo a razão de, neste âmbito, ter uma entidade terceira a mediar a minha relação com a autoridade tributária.
Ponto 3, 20% de malta que não adere, é preguiçosa; 50% é preguiçosa; 93%... algo está muito mal. O sistema não é simples (como deveria ter sido desenhado para ser, se existisse boa fé), e praticamente todas as pessoas à minha volta não estão inscritas. Tiveram um primeiro contacto com a coisa... e acharam demasiado complicado. E não falamos de infoexcluídos, nem de preguiçosos. O português até pode ser preguiçoso, mas arranha-se todo por benefícios financeiros. Se a malta não aderiu a dinheiro "de borla"... é fazer as contas.
Ponto 4, a medida nem igualitária é. Se o meu banco não for aderente... não posso usufruir da medida. Eu sei que a maioria dos bancos é... mas não são todos. E este tipo de medidas devem ser universais.
Ponto 5, a prova de que o sistema é obscuro e complexo é que ainda hoje, neste tópico, as pessoas não fazem ideia se o NIF interessa ou não no momento da transacção... incluindo os alegados infoiluminados.

É mau. E é mau nas duas hipóteses: se por incompetência (e não conseguiram fazer nada melhor), se por má-fé. E inclino-me tanto para esta última.
 
Independentemente do mérito da iniciativa, que o tem num âmbito muito estrito, a implementação é horrível.

Ponto 1, as regras mudaram a meio do jogo. Primeiro tinhas de dar os dados de cartões bancários, depois já não era necessário.
Ponto 2, eu gosto de decidir quando dou os meus dados a entidades terceiras e privadas. O "as pessoas dão os dados por toda a internet" não pode nem deve ser argumento. Se quiser usufruir disto, não tenho escolha. Além de que não entendo a razão de, neste âmbito, ter uma entidade terceira a mediar a minha relação com a autoridade tributária.
Ponto 3, 20% de malta que não adere, é preguiçosa; 50% é preguiçosa; 93%... algo está muito mal. O sistema não é simples (como deveria ter sido desenhado para ser, se existisse boa fé), e praticamente todas as pessoas à minha volta não estão inscritas. Tiveram um primeiro contacto com a coisa... e acharam demasiado complicado. E não falamos de infoexcluídos, nem de preguiçosos. O português até pode ser preguiçoso, mas arranha-se todo por benefícios financeiros. Se a malta não aderiu a dinheiro "de borla"... é fazer as contas.
Ponto 4, a medida nem igualitária é. Se o meu banco não for aderente... não posso usufruir da medida. Eu sei que a maioria dos bancos é... mas não são todos. E este tipo de medidas devem ser universais.
Ponto 5, a prova de que o sistema é obscuro e complexo é que ainda hoje, neste tópico, as pessoas não fazem ideia se o NIF interessa ou não no momento da transacção... incluindo os alegados infoiluminados.

É mau. E é mau nas duas hipóteses: se por incompetência (e não conseguiram fazer nada melhor), se por má-fé. E inclino-me tanto para esta última.

Ponto 1, e então, qual é o problema? Mudaram para melhor e para facilitar. Aplausos para quem reconhece um problema a meio do percurso e o rectifica atempadamente.

Ponto 2, não te percebo, no primeiro reclamas de não ter de fornecer os dados bancários, no segundo reclamas porque não gostas de fornecer dados a terceiros.

Ponto 3, é um não assunto. Não vais conseguir, nem tu nem eu, provar o porquê de não haver mais adesões.

Ponto 4, de novo a conversa dos bancos? Please, não acredito que haja um user sequer que aqui comente que não tenha conta bancária em nenhum dos muitos bancos aderentes.

Ponto 5, quem é que não faz ideia? O que não faltou por aqui foi malta a dizer, eu incluído, que NÃO precisas de dar o NIF na altura da transação, bastando pagar com um cartão bancário em teu nome. O NIF tinhas de o ter dado era no verão, para converter o valor do IVA em saldo IVAucher.

As regras não foram claras desde o início, é um facto e não o foram para ninguém, mas com o decorrer do tempo a generalidade das pessoas que aderiu acabou por perceber que isto não é complexo, e que o dinheiro acaba por cair na conta.

Entretanto, com o apontamento final foste só mais um a deixar bem claro que por detrás do ódio infundado ao IVAucher, está na verdade o ódio ao governo atual.
 
Não tem nada a ver com orientações políticas.

O IVaucher é uma aberração desde o primeiro minuto. Disse-o quando se tratava da restauração e volto aqui quando se fala em combustíveis.

A medida não é universal. Está longe de ser. Boa parte da população não tem capacidade de aderir.

Isto não pode ser encarado como um cartão do pingo doce. São os nossos impostos caramba.

Há muitas páginas atrás dei o exemplo dos meus pais, trabalhadores de muitos anos, fizeram a escolaridade obrigatória do seu tempo, cumpriram com todos os deveres de pagamento de impostos durante décadas.

Hoje são tratados assim com este desprezo de cidadãos de segunda.

E mais, custa me muito que andemos a pagar a gente para conceber estas aberrações e que as apresentem com pompa e circunstância.

Mas dou outro exemplo semelhante. Há um sistema de desconto nalgumas SCUT que é em função do número de passagens mensal. O sistema é tão complexo que eu quando passo na A13 nunca sei quanto vou pagar.

Agora imaginem como seria entrarem numa loja e dizerem que vos farão um desconto mas não conseguirem compreender bem qual. Isto era multa certa da ASAE [:D]

Aquelas alminhas do ministério da coesão andaram meses a desenvolver uma fórmula de descriminação positiva... Minha nossa!

São os nossos impostos, volto a repetir. Os valores a pagar e a receber têm de ser claros e universais.

Se eu fosse PR chumbava o IVaucher numa óptica constitucional de igualdade. Aliás o tribunal constitucional já chumbou coisas mais ridículas nessa base. Alguns são capazes de se lembrar.

Era interessante ter a opinião desse tribunal.
 
Eu não aderi e nem tão pouco vou aderir ao IVoucher.

1º, não concordo com o princípio do programa. É uma autêntica aberração;

2º, não sou propriamente um info excluído mas a complexidade é de tal ordem que dou graças pelo 1º ponto;


Posto isto, olho para esta palhaçada da mesma forma que olho para os programas de descontos das superfícies comerciais com as gasolineiras, desprezo.
 
É a minha opinião com base naquilo que vejo no dia a dia, que duvido seja muito diferente daquilo que tu também vês, seja lá onde vivas. Mais ainda trabalhando na área.
Não pretende ser uma verdade absoluta.
É preciso vermos que nos meios mais rurais e nem precisa de ser em Guadramil mas inclusive em capitais de concelho ou mesmo de distrito, há muitos velhotes que têm cartão MB mas diversas vezes nem são eles que fazem a transacção, mas sim o comerciante , eles conhecem e têm confiança.

Sim, uma boa parte da população como essa e não só, se não tiver um posto PAGAQUI perto, nunca vai aderir e mesmo assim....não é convidativo.

Trabalho na área sim, há pessoas mais desenrascadas, outras menos, no fundo, como nos carros em que há quem nem saiba atestar um veículo de diesel ou gasolina ( true story ) , ora, não quer dizer que as pessoas não consigam, por vezes não querem é aprender, tal como eu a passar a ferro.

Pessoas de 50 / 60 anos com alguma ajuda chegam lá.
É bem diferente de alguém com 80.

Mas tudo bem, só nos lembramos dos velhotes quando é para criticar alguma coisa, de resto, ninguém quer saber deles infelizmente ( generalizando vá ).
 
Não vale a pena ignorar o elefante na sala. 93,5% da população não ter aderido é demolidor e mostra o fracasso da medida.
Se calhar o problema vem mais de fundo : qualquer adesão a algo electrónico torna-se um desafio para a população mais idosa.
Resta saber como resolver isso.

Embora eu tambem ache que isto devia ser 1 procedimento mais facil e imediato mas é o que é.
 
Independentemente do mérito da iniciativa, que o tem num âmbito muito estrito, a implementação é horrível.

Ponto 1, as regras mudaram a meio do jogo. Primeiro tinhas de dar os dados de cartões bancários, depois já não era necessário.
Ponto 2, eu gosto de decidir quando dou os meus dados a entidades terceiras e privadas. O "as pessoas dão os dados por toda a internet" não pode nem deve ser argumento. Se quiser usufruir disto, não tenho escolha. Além de que não entendo a razão de, neste âmbito, ter uma entidade terceira a mediar a minha relação com a autoridade tributária.
Ponto 3, 20% de malta que não adere, é preguiçosa; 50% é preguiçosa; 93%... algo está muito mal. O sistema não é simples (como deveria ter sido desenhado para ser, se existisse boa fé), e praticamente todas as pessoas à minha volta não estão inscritas. Tiveram um primeiro contacto com a coisa... e acharam demasiado complicado. E não falamos de infoexcluídos, nem de preguiçosos. O português até pode ser preguiçoso, mas arranha-se todo por benefícios financeiros. Se a malta não aderiu a dinheiro "de borla"... é fazer as contas.
Ponto 4, a medida nem igualitária é. Se o meu banco não for aderente... não posso usufruir da medida. Eu sei que a maioria dos bancos é... mas não são todos. E este tipo de medidas devem ser universais.
Ponto 5, a prova de que o sistema é obscuro e complexo é que ainda hoje, neste tópico, as pessoas não fazem ideia se o NIF interessa ou não no momento da transacção... incluindo os alegados infoiluminados.

É mau. E é mau nas duas hipóteses: se por incompetência (e não conseguiram fazer nada melhor), se por má-fé. E inclino-me tanto para esta última.
Percebo isso, mas agora diz-me uma coisa: é novidade as pessoas em PT terem preguiça de fazer contas ou procurar algo mais barato?
É assim em tanta coisa....
Esta é só mais uma.

Não é não conseguir, é nem sequer tentar.
 
Dou-vos outro exemplo : via verde.

Quantas vezes vemos filas nas portagens....por algo que custa 40 cênt / mês !!!!!!

Conheço quem faça AE todos os dias e ...ticket todos os dias, épico, e há muitos casos desses.
 
[:D][:D][:D]Quanto às perguntas, o que te tenho visto a repetir até à exaustão desde o início é a questão da lista de restaurantes aderentes. Eu acho que isso é uma falha, mas em 3 meses acabas de certeza por gastar o saldo que lá tens, de uma ou outra forma. O meu durou pouco mais de 15 dias e nesse ponto subscrevo totalmente o que o Omega diz:

Questionei porque é que para acumular qualquer tasco serve, mas para usufruir tem de ser um que tenha aderido.

Além disso, qual o custo de adesão e porque é que a grande maioria não aderiu.

Quanto a gastar o saldo de uma forma ou de outra, dado que só apanhei ainda aderentes cadeias de fast food, não sei se vai ser assim tão fácil, mas nem que tenho de ir dia 31 de dezembro a uma FNAC...
 
Estás a querer dizer que a esmagora maioria da população vive acima da média e não se baixa para apanhar uma nota de 50 euros?

Não vives em Portugal.

Eu não sou comodista e ainda não tenho qualquer reembolso. Zero.

Não é só baixar. É baixar apoiado num só pé, com o braço oposto no ar, e entoando o hino da CGTP. E o processo só funciona se estiverem 22 graus de temperatura e em dias ímpares![:D]
 
Vocês estão é em crer que se a implementação fosse perfeita, iria ter adesão de alguns 70% da população....[:D]

Se a implementação fosse perfeita, não era necessária a “adesão” da parte de ninguém .

Volto a repetir, se para apurar o plafond a devolver, não foi necessária qualquer adesão, porque razão é necessária para a devolução?

Em vez de andarem com transferências, porque não abater esse valor num dos muitos impostos que pagamos anualmente/diariamente?

Podia ser tão simples…
 
Se a implementação fosse perfeita, não era necessária a “adesão” da parte de ninguém .

Volto a repetir, se para apurar o plafond a devolver, não foi necessária qualquer adesão, porque razão é necessária para a devolução?

Em vez de andarem com transferências, porque não abater esse valor num dos muitos impostos que pagamos anualmente/diariamente?

Podia ser tão simples…

Podia......se a intenção fosse essa!
Mas como é para propaganda, melhor que funcione mal e porcamente. Assim gasta- se menos.
 
Independentemente do mérito da iniciativa, que o tem num âmbito muito estrito, a implementação é horrível.

Ponto 1, as regras mudaram a meio do jogo. Primeiro tinhas de dar os dados de cartões bancários, depois já não era necessário.
Ponto 2, eu gosto de decidir quando dou os meus dados a entidades terceiras e privadas. O "as pessoas dão os dados por toda a internet" não pode nem deve ser argumento. Se quiser usufruir disto, não tenho escolha. Além de que não entendo a razão de, neste âmbito, ter uma entidade terceira a mediar a minha relação com a autoridade tributária.
Ponto 3, 20% de malta que não adere, é preguiçosa; 50% é preguiçosa; 93%... algo está muito mal. O sistema não é simples (como deveria ter sido desenhado para ser, se existisse boa fé), e praticamente todas as pessoas à minha volta não estão inscritas. Tiveram um primeiro contacto com a coisa... e acharam demasiado complicado. E não falamos de infoexcluídos, nem de preguiçosos. O português até pode ser preguiçoso, mas arranha-se todo por benefícios financeiros. Se a malta não aderiu a dinheiro "de borla"... é fazer as contas.
Ponto 4, a medida nem igualitária é. Se o meu banco não for aderente... não posso usufruir da medida. Eu sei que a maioria dos bancos é... mas não são todos. E este tipo de medidas devem ser universais.
Ponto 5, a prova de que o sistema é obscuro e complexo é que ainda hoje, neste tópico, as pessoas não fazem ideia se o NIF interessa ou não no momento da transacção... incluindo os alegados infoiluminados.

É mau. E é mau nas duas hipóteses: se por incompetência (e não conseguiram fazer nada melhor), se por má-fé. E inclino-me tanto para esta última.

em conclusão: o pessoal percebeu que o tempo despendido para conseguir obter o benefício não vale o benefício.

adiciono outra conclusão: o custo da medida só para funcionar: a plataforma não é grátis, exige backoffice e pessoal vário pago só para resolver os problemas de funcionamento.

termine-se com o factor do acesso desigual do cidadão: banco pode ou não aderir, estabelecimentos podem ou não aderir wue se traduz num uso do benefício discricionário.

eu não sei se é má fé, mas todo o programa mostra bem o desnorte de governação populista e do que é algo que só vale pela propaganda de si mesma, com muito pouca efectividade junto do cidadão comum.
 
Eu não aderi e nem tão pouco vou aderir ao IVoucher.

1º, não concordo com o princípio do programa. É uma autêntica aberração;

2º, não sou propriamente um info excluído mas a complexidade é de tal ordem que dou graças pelo 1º ponto;


Posto isto, olho para esta palhaçada da mesma forma que olho para os programas de descontos das superfícies comerciais com as gasolineiras, desprezo.

Os programas de desconto de superfícies comerciais são muito mais transparentes e inclusivos.
 
Percebo isso, mas agora diz-me uma coisa: é novidade as pessoas em PT terem preguiça de fazer contas ou procurar algo mais barato?
É assim em tanta coisa....
Esta é só mais uma.

Não é não conseguir, é nem sequer tentar.
3,5 milhões de pessoas procuram descontos do cartão continente.

2 milhões procuram descontos do poupa mais.

Isto mostra como um privado consegue um programa de fidelização muito mais fácil, sem grandes complexidades, e funcional. E melhor, ninguém é obrigado a deixar lá impostos.
 
em conclusão: o pessoal percebeu que o tempo despendido para conseguir obter o benefício não vale o benefício.

adiciono outra conclusão: o custo da medida só para funcionar: a plataforma não é grátis, exige backoffice e pessoal vário pago só para resolver os problemas de funcionamento.

termine-se com o factor do acesso desigual do cidadão: banco pode ou não aderir, estabelecimentos podem ou não aderir wue se traduz num uso do benefício discricionário.

eu não sei se é má fé, mas todo o programa mostra bem o desnorte de governação populista e do que é algo que só vale pela propaganda de si mesma, com muito pouca efectividade junto do cidadão comum.

O problema é que não é má fé, antes fosse.

Estas cabeças funcionam assim.

Basta ver o orgulho com que apresentaram a medida
 
Se a implementação fosse perfeita, não era necessária a “adesão” da parte de ninguém .

Volto a repetir, se para apurar o plafond a devolver, não foi necessária qualquer adesão, porque razão é necessária para a devolução?

Em vez de andarem com transferências, porque não abater esse valor num dos muitos impostos que pagamos anualmente/diariamente?

Podia ser tão simples…



Poder, podia... mas simples não dá ajustes directos, não dá negócios aos amigos, não cria postos de trabalho para funcionários públicos...
 
Vocês estão é em crer que se a implementação fosse perfeita, iria ter adesão de alguns 70% da população....[:D]
O irs tem implementação a 100%.

Metias 50% de todo o iva dedutível e a medida seria transversal.

E mais, mesmo para quem fosse isento de irs, existir um efectivo reembolso de valores acumulados se fosse o caso.

Simples, limpo, sem adesões, inclusivo, sem bancos pelo meio.
 
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