Quarto arrendado - Problemas...

Eh pá, o senhor não consegue mesmo ver os dois lados da questão. E quem tudo quer, tudo perde.

Se o quarto foi arrendado (atentando ao acordo verbal), o facto de estar em trajes menores nas zonas comuns assemelha-se a estar em trajes menores num elevador ou garagem de um prédio e, não é típico da moral e dos bons costumes.

Parece-me claro que existe uma pretensão à ocupação da casa e não ao usufruto (serventia) das partes comuns, ignorando o que foi acordado e querendo tirar partido de um direito (privacidade nas zonas comuns + aviso de visita) que não lhe assiste.

Parece-me óbvio que a senhoria quer alugar o último quarto e que a tal "falta de educação" por não tocar à campaínha é serventia da parte comum (que cessará quando o quarto for alugado). À sua namorada não lhe compete impedir nada, pois nada disso foi acordado.

Ora vejamos o comportamento da sua namorada:
1. Ofensa à moral e bons costumes, por andar em trajes impróprios (que poderá implicar que a senhoria não arranje novo cliente ao ver esta situação)
Como já disse antes, a minha namorada é que se sentiu incomodada na forma como estava vestida e não a senhoria ou as pessoas que lá foram. Vocês quando lêem "pijama curto" começam logo a fantasiar! [:D] Como já disse anteriormente, será certamente mais comprido que as vestes que muitas das vossas namoradas levam quando saem à noite [;)]

2. Pretensão de ocupação da casa, fora do acordo efectuado. É um abuso. Certamente o valor de renda seria outro. É um incumprimento do acordo.
Mas o acordo nunca contemplou visitas não agendadas da senhoria à casa.

3. Conluio da sua namorada com a ilegalidade contratual - efectuou pagamento sem contrato (afinal até dá jeito alugar um quarto sem contrato, devido à volátil situação profissional, pois se houvesse contrato e fosse tudo legal, provavelmente não arrendaria nada em lado nenhum dado as implicações da maior parte dos contratos, tais como, pré-aviso de 60 dias em caso de saída, cheque caução para reparações, prazo mínimo de permanência de 3 anos ( e paga na mesma se não completar o tempo), etc.
Está muito enganado sobre a duração dos contratos. Há contratos com diferentes validades e consequentes prazos de aviso para deixar a casa. Informe-se para não mandar postas de pescada erradas à boca cheia![8b]
Já agora, acha que haveria algum problema em ter feito um contrato de arrendamento do quarto por parte da minha namorada? Já lá vive desde 2008. Não creio que isso fosse algum tipo de problema. Pelo contrário até poderia ter recibos para o IRS.[;)]

Resumindo, ofensa à moral e bons costumes, incumprimento do acordo, abuso, impedimento de direito alheio e concluio.
Ainda acha que a sua namorada é que está bem?
A única coisa que pode apontar à senhoria é a situação contratual (que foi aceite pela inquilina, pelo menos inicialmente).

Posto isto (sendo advogado do diabo), acredite que em tribunal o jogo até se poderia virar contra a sua namorada. Deixe os tribunais para coisas sérias e não para quezílias próprias de quem não sabe o que acordou. Se não gosta do que foi acordado inicialmente, o melhor é mudar de casa.

Respostas a bold. E volto a referir: mas quem falou em tribunal??? Eu não falei e vocês estão fartos de bater na mesma tecla. E não acha que seria de boa educação tocar à campainha? Eu faria-o, mas se calhar a educação que eu recebi é diferente da que muitos de vocês receberam. :rolleyes:
 
Eh pá, o senhor não consegue mesmo ver os dois lados da questão. E quem tudo quer, tudo perde.

Se o quarto foi arrendado (atentando ao acordo verbal), o facto de estar em trajes menores nas zonas comuns assemelha-se a estar em trajes menores num elevador ou garagem de um prédio e, não é típico da moral e dos bons costumes.

Parece-me claro que existe uma pretensão à ocupação da casa e não ao usufruto (serventia) das partes comuns, ignorando o que foi acordado e querendo tirar partido de um direito (privacidade nas zonas comuns + aviso de visita) que não lhe assiste.

Parece-me óbvio que a senhoria quer alugar o último quarto e que a tal "falta de educação" por não tocar à campaínha é serventia da parte comum (que cessará quando o quarto for alugado). À sua namorada não lhe compete impedir nada, pois nada disso foi acordado.

Ora vejamos o comportamento da sua namorada:
1. Ofensa à moral e bons costumes, por andar em trajes impróprios (que poderá implicar que a senhoria não arranje novo cliente ao ver esta situação)
2. Pretensão de ocupação da casa, fora do acordo efectuado. É um abuso. Certamente o valor de renda seria outro. É um incumprimento do acordo.
3. Conluio da sua namorada com a ilegalidade contratual - efectuou pagamento sem contrato (afinal até dá jeito alugar um quarto sem contrato, devido à volátil situação profissional, pois se houvesse contrato e fosse tudo legal, provavelmente não arrendaria nada em lado nenhum dado as implicações da maior parte dos contratos, tais como, pré-aviso de 60 dias em caso de saída, cheque caução para reparações, prazo mínimo de permanência de 3 anos ( e paga na mesma se não completar o tempo), etc.

Resumindo, ofensa à moral e bons costumes, incumprimento do acordo, abuso, impedimento de direito alheio e concluio.
Ainda acha que a sua namorada é que está bem?
A única coisa que pode apontar à senhoria é a situação contratual (que foi aceite pela inquilina, pelo menos inicialmente).

Posto isto (sendo advogado do diabo), acredite que em tribunal o jogo até se poderia virar contra a sua namorada. Deixe os tribunais para coisas sérias e não para quezílias próprias de quem não sabe o que acordou. Se não gosta do que foi acordado inicialmente, o melhor é mudar de casa.

epa, excelente
 
Se fosse um caso único, em que senhoria entrasse de rompante casa a dentro, ainda compreendia a posição... neste caso, sendo (mau) hábito não.

As soluções são simples.

Ou os trajes menores ficam apenas dentro do quarto (que é a parte onde deve ser garantida a privacidade), ou então devem escolher um novo quarto onde as regras sejam outras.
 
Respostas a bold. E volto a referir: mas quem falou em tribunal??? Eu não falei e vocês estão fartos de bater na mesma tecla. E não acha que seria de boa educação tocar à campainha? Eu faria-o, mas se calhar a educação que eu recebi é diferente da que muitos de vocês receberam. :rolleyes:

A tua namorada é que se sentiu incomodada? E quem vos diz que a senhoria não se sentiu incomodada também? Lá por não ter dito nada, não significa que não ficou incomodada, aliás, pelo comportamento da senhoria (mantendo as visitas quando assim o entendia e sem tocar à campaínha) provavelmente ela sentiu-se incomodada de facto e retaliou (nunca tocou à campaínha como solicitado).

"Mas o acordo nunca contemplou visitas não agendadas da senhoria à casa." Estava subentendido, se ela simplesmente arrendou os quartos (e não a casa). Básico! Não tinham percebido? Temos pena.

"Está muito enganado sobre a duração dos contratos. Há contratos com diferentes validades e consequentes prazos de aviso para deixar a casa. Informe-se para não mandar postas de pescada erradas à boca cheia![8b]
Já agora, acha que haveria algum problema em ter feito um contrato de arrendamento do quarto por parte da minha namorada? Já lá vive desde 2008. Não creio que isso fosse algum tipo de problema. Pelo contrário até poderia ter recibos para o IRS
."
Dei apenas um exemplo quanto à duração de contrato e do pré-aviso. É um exemplo, pensei que estivesse subentendido que era um exemplo. Mas posso-te dizer que, num local com muita procura (perto de universidades, centros da cidade, por exemplo) dificilmente algum senhorio aceitará fazer contrato com prazo inferior a 3 anos (e com garantia$) se puder explorar sem pagar impostos. Em casos que conheço, quando fazem contrato, até é por 5 anos (pois pagam impostos, recebendo menos, mas não se chateiam durante 5 anos).

Isto não é uma questão de estar certo ou errado, ou de responder à boca cheia.
É uma questão de cumprir o acordado, de ter noção do nosso comportamento e perceber os outros. Responsabilidade, consciência e colocar-se na posição dos outros para os entendermos melhor e se chegar a uma solução compatível para todos os envolvidos (diplomacia).

Mesmo que não se tenha noção do que foi acordado (sois muito tenrinhos!!!), caso não se goste, é cessar o acordo. Simples (pois neste caso não há contrato)!

"Já agora, acha que haveria algum problema em ter feito um contrato de arrendamento do quarto por parte da minha namorada? Já lá vive desde 2008. Não creio que isso fosse algum tipo de problema. Pelo contrário até poderia ter recibos para o IRS." Duvido que algum senhorio faça um contrato de parte de uma casa. Seria um tiro no próprio pé do senhorio. Para isso arrendava a casa toda e aí, vocês ficavam a xuxar no dedo.

"E volto a referir: mas quem falou em tribunal??? Eu não falei e vocês estão fartos de bater na mesma tecla. Não foste tu, mas chegaste a sugerir que poderias entalar o senhorio com uma denúncia e, isso resolve-se em tribunal, certo? Ou seja, não começaste mas ponderaste.

E não acha que seria de boa educação tocar à campainha?" Repare, se o acordo implica arrendar quarto e serventia de partes comuns, estando um quarto por alugar (presume-se que a senhoria o pode utilizar tal e qual como qualquer habitante da casa), qual é a parte de "é um direito da senhoria" que não percebe? É apenas o exercício de um direito (que a sua namorada está a tentar condicionar).
Não confunda isso com falta de educação. Para que perceba melhor a insolência da sua namorada: Quando uma outra colega da casa chega a casa, toca à campaínha? Se não, porque razão a senhoria deveria tocar?

"Eu faria-o, mas se calhar a educação que eu recebi é diferente da que muitos de vocês receberam"

Por último, dispenso esse tipo de arrogância, até porque a sua educação não é a melhor para ter sublinhado errado e implicitamente chamar de mal educado quem não pensa ou age como o senhor:

Na minha óptica a sua namorada é uma abusadora, não respeita os bons costumes e não respeita os acordos feitos. Perante uma pessoa destas, porque razão iria alguém ser coagido a prescindir de um direito seu? E ser condicionado tocar à campaínha, na sua própria casa? Percebe? A senhoria pode achar que a sua namorada falhou primeiro e nada lhe deve.
Eu tocaria à porta se fosse delicadamente solicitado. Mas, se me fosse exigido, escarrapachava-lhe na cara o que ela tinha feito de mal.
 
O motivo pelo qual, penso que, a senhoria deva tocar à campainha já foi referido enumeras vezes. Uma questão de ler alguns posts. Mas respeito a sua opinião e a de várias pessoas que estão em desacordo comigo.
No entanto tudo farei para tentar saber quem tem razão baseado numa opinião mais fundamentado na legislação Portuguesa (que é complexa e ao mesmo tempo omissa como tudo).

Já agora, digo-lhe que eu fiz um contrato há bastante tempo para 5 anos (à cerca de 10 anos atrás e renovei) e estava explicito que ao fim de 4 meses poderia sair da casa, dando um aviso prévio de 60 dias. Portanto numa zona de estudantes, eles podem avisar que vão sair ao fim de x meses e está feito. Nada os obriga a ir até ao fim do contrato, caso este tenha uma duração superior.
 
Depende tambem da distancia a que se encontra a senhoria. Se a senhora estiver por perto é normal que va la ela mas se for distante é normal que sejam os inquilinos a mostrar a casa. Como referi, dos 3/4 casos que conheco de amigos/as que partilham casa aqui no porto em todos eles a senhoria telefonava a avisar que ia la a pessoa X ver a casa e que convinha terem tudo arrumado e serem simpaticos e prestaveis.

Quanto ao assunto do topico, custa muito telefonar a avisar? Imaginem que alguma delas estava com o namorado no quarto a fazer uma grande festança, com gemidos etc.. estava no quarto, portanto está no lugar correcto mas e a má imagem que ia causar ao suposto novo inquilino?

Como ja disseram, ela tem é de comecar a ter mais cuidado e andar de pijama so no quarto, fazer de conta que as partes comuns é como se estivesse na rua.

O ideal é juntarem-se as 3/4 e arrendarem uma casa, tendo tudo a que tem direito.. o pior é o €, deve ficar mais caro.
 
Já agora, digo-lhe que eu fiz um contrato há bastante tempo para 5 anos (à cerca de 10 anos atrás e renovei) e estava explicito que ao fim de 4 meses poderia sair da casa, dando um aviso prévio de 60 dias. Portanto numa zona de estudantes, eles podem avisar que vão sair ao fim de x meses e está feito. Nada os obriga a ir até ao fim do contrato, caso este tenha uma duração superior.

Exactamente, conheco um caso de um colega de curso que no inicio do 1 semestre teve de arranjar casa rapido e ficou numa casa relativamente boa, com boas condicoes mas com pessimos colegas, era festa todos os dias.. as vezes nem conseguia dormir. No inicio do 2 semestre, deu-se uma vaga em casa de outro colega de turma e foi para la.
 
O motivo pelo qual, penso que, a senhoria deva tocar à campainha já foi referido enumeras vezes. Uma questão de ler alguns posts. Mas respeito a sua opinião e a de várias pessoas que estão em desacordo comigo.
No entanto tudo farei para tentar saber quem tem razão baseado numa opinião mais fundamentado na legislação Portuguesa (que é complexa e ao mesmo tempo omissa como tudo).

Já agora, digo-lhe que eu fiz um contrato há bastante tempo para 5 anos (à cerca de 10 anos atrás e renovei) e estava explicito que ao fim de 4 meses poderia sair da casa, dando um aviso prévio de 60 dias. Portanto numa zona de estudantes, eles podem avisar que vão sair ao fim de x meses e está feito. Nada os obriga a ir até ao fim do contrato, caso este tenha uma duração superior.

Eu já tinha percebido que o pedido para avisar era por simples cortesia, já li o tópico inteiro. Quis apenas deixar claro que a senhoria pode pensar de forma diferente e enumerei uma série de razões, evidenciando que a senhoria tem razão para pensar diferente (é uma questão de perspectiva).

Força e depois elucida-nos por favor. Na minha opinião o resultado não vos será tão favorável quanto pareçe à primeira.

Quanto a esse contrato que refere, parece-me normal. Contudo, se eu fosse senhorio não o fazia sem um período mínimo de permanência de 3 anos (a pagar quer usufruisse ou não); ou se fizesse teria de cobrar muito mais para cobrir o risco. Nada os obriga a ir até ao fim do contrato, mas se tiver explícito no contrato, passa a obrigar (com as devidas exclusões legais, que existem).
 
Gosto do teu espírito patriota em escrever a vermelho e verde [:D] (Brincadeira!!!)


Já agora o tipo de contrato que tu "gostarias" de fazer como senhorio é, exactamente, o oposto daquilo que leva as pessoas a arrendarem casa, em vez de comprarem. É para não estarem presas a um local.
Já agora consulta o NRAU e verifica que existem bastantes exemplos de prazos e consequentes limites de pré-aviso do abandono da casa.
Senhorios como tu, comigo teriam a casa alugada a moscas, se é que me entendes [;)]
 
No entanto tudo farei para tentar saber quem tem razão baseado numa opinião mais fundamentado na legislação Portuguesa (que é complexa e ao mesmo tempo omissa como tudo).

Eu acho que é a melhor coisa a fazer.

Mas não te esqueças de antes lhe dizeres para pagar o IRS em falta desde 2008 que esse dinheiro é de todos nós.
 
Eu devo ser mesmo uma anormalidade, porque jamais iria para uma casa sem contratos e sem tudo preto no branco.[:D]

Quanto à situação em concreto, é demasiado simples (e ilegal) para já ir em 5 páginas...:sh)
 
Gosto do teu espírito patriota em escrever a vermelho e verde [:D] (Brincadeira!!!)


Já agorao tipo de contrato que tu "gostarias" de fazer como senhorio é, exactamente, o oposto daquilo que leva as pessoas a arrendarem casa, em vez de comprarem. É para não estarem presas a um local.
Já agora consulta o NRAU e verifica que existem bastantes exemplos de prazos e consequentes limites de pré-aviso do abandono da casa.
Senhorios como tu, comigo teriam a casa alugada a moscas, se é que me entendes [;)]

Eu percebo que não fosse um contrato aliciante pela razão de condicionar a mobilidade imediata ao pagamento dos meses restantes, mas se investigar o que se faz lá fora, vai perceber que nesses casos alugam-se quartos e não casas: quem não dá garantias (caução ou acordar um prazo mínimo) raramente acede a bons contratos de arrendamento de casa, apenas quartos e, não tem pretensão de mandar na casa dos outros.

Tenho a impressão que a lei portuguesa está um bocado incompleta, nem prevê caução de rendas, reposição imediata dos estragos feitos durante estadia (por caução ou impugnação/execução ou penhora de rendimentos/julgamento rápido) nem listagem de maus pagadores, nem recuperação de dívidas rápidas, nem expulsão rápida por falta de pagamento. Não é exemplo para ninguém. Mas irá mudar a face do arrendamento, isso é certo.

Entendo sim, o senhor não alugaria a minha casa, pois não lhe interessa o meu tipo de contrato. Não está a ter em conta que isso afastaria maus pagadores e, que o arrendamento é um negócio, se é que me entende (negoceiam-se prazos versus valor de renda)[:p].

No futuro, dado que a construção nova parou (agora e para as próximas décadas), é provável que as pessoas que pensam como o senhor não tenham acesso a bons contratos e possam alugar apenas quartos; ou então pagam o que lhes pedem. É um negócio, o preço a pagar depende sempre da procura e da oferta.
 
Eu percebo que não fosse um contrato aliciante pela razão de condicionar a mobilidade imediata ao pagamento dos meses restantes, mas se investigar o que se faz lá fora, vai perceber que nesses casos alugam-se quartos e não casas: quem não dá garantias (caução ou acordar um prazo mínimo) raramente acede a bons contratos de arrendamento de casa, apenas quartos e, não tem pretensão de mandar na casa dos outros.

Tenho a impressão que a lei portuguesa está um bocado incompleta, nem prevê caução de rendas, reposição imediata dos estragos feitos durante estadia (por caução ou impugnação/execução ou penhora de rendimentos/julgamento rápido) nem listagem de maus pagadores, nem recuperação de dívidas rápidas, nem expulsão rápida por falta de pagamento. Não é exemplo para ninguém. Mas irá mudar a face do arrendamento, isso é certo.

Entendo sim, o senhor não alugaria a minha casa, pois não lhe interessa o meu tipo de contrato. Não está a ter em conta que isso afastaria maus pagadores e, que o arrendamento é um negócio, se é que me entende (negoceiam-se prazos versus valor de renda)[:p].

No futuro, dado que a construção nova parou (agora e para as próximas décadas), é provável que as pessoas que pensam como o senhor não tenham acesso a bons contratos e possam alugar apenas quartos; ou então pagam o que lhes pedem. É um negócio, o preço a pagar depende sempre da procura e da oferta.

por acaso, e um bocado off-topic, uma coisa que seria bastante útil era haver um registo tanto com senhorios como com inquilinos com o histórico de arrendamentos e feedback de uns para os outros. era excelente para um senhorio não ter de arrendar a quem não interessa, assim como para um inquilino perceber com que tipo de senhorio se estava a meter
 
Olha que contratos com um ano de duração é do mais vulgar que existe na Suiça, em Espanha, etc. Estás em crer que o arrendamento vai aumentar e a oferta de casas diminuir? O que está feito, já não é destruído... Portanto as coisas, a meu ver vão-se manter mais ou menos como estão.
Não existe justiça célere em Portugal. Isso é o primeiro ponto. E tanto é mau para senhorios ou inquilinos cumpridores. Não te esqueças que essa demora também pode ser má caso exista, por exemplo, um senhorio que se recuse a fazer as obras necessárias de conservação (caso isso lhe esteja incutido no contrato).
Eu estou de ambos os lados da barricada...os meus pais são senhorios e eu numa cidade diferente sou inquilino. Por mim, tudo seria preto no branco e com o máximo de respeito e boa educação. No entanto, acho que neste caso não está a existir.
 
Olha que contratos com um ano de duração é do mais vulgar que existe na Suiça, em Espanha, etc. Estás em crer que o arrendamento vai aumentar e a oferta de casas diminuir? O que está feito, já não é destruído... Portanto as coisas, a meu ver vão-se manter mais ou menos como estão.
Não existe justiça célere em Portugal. Isso é o primeiro ponto. E tanto é mau para senhorios ou inquilinos cumpridores. Não te esqueças que essa demora também pode ser má caso exista, por exemplo, um senhorio que se recuse a fazer as obras necessárias de conservação (caso isso lhe esteja incutido no contrato).
Eu estou de ambos os lados da barricada...os meus pais são senhorios e eu numa cidade diferente sou inquilino. Por mim, tudo seria preto no branco e com o máximo de respeito e boa educação. No entanto, acho que neste caso não está a existir.

Se a tua crença é de facilidade no arrendamento, força, aconselha a tua namorada a partir para outra casa rapidamente (e até tem vantagem de não ter contrato prolongado, que porreiro...)

Contratos de arrendamento, principalmente em cidades universitárias, geralmente são bastante difíceis de fazer por menos do que um ano.
 
por acaso, e um bocado off-topic, uma coisa que seria bastante útil era haver um registo tanto com senhorios como com inquilinos com o histórico de arrendamentos e feedback de uns para os outros. era excelente para um senhorio não ter de arrendar a quem não interessa, assim como para um inquilino perceber com que tipo de senhorio se estava a meter

Excelente ideia!
 
por acaso, e um bocado off-topic, uma coisa que seria bastante útil era haver um registo tanto com senhorios como com inquilinos com o histórico de arrendamentos e feedback de uns para os outros. era excelente para um senhorio não ter de arrendar a quem não interessa, assim como para um inquilino perceber com que tipo de senhorio se estava a meter

Assim tipo homelidays, mas para arrendamentos mais longos. Não era mal pensado.apr:)
 
Se a tua crença é de facilidade no arrendamento, força, aconselha a tua namorada a partir para outra casa rapidamente (e até tem vantagem de não ter contrato prolongado, que porreiro...)

Contratos de arrendamento, principalmente em cidades universitárias, geralmente são bastante difíceis de fazer por menos do que um ano.

Conheço duas cidades universitárias bastante bem. Porto e Braga e em nenhuma delas é problema arrendar por menos de um ano...para não falar que Braga tem uma oferta enorme de casas, que faz com que o valor também seja mais baixo. Ainda assim, neste caso não estamos a falar numa zona universitária.
 
Conheço duas cidades universitárias bastante bem. Porto e Braga e em nenhuma delas é problema arrendar por menos de um ano...para não falar que Braga tem uma oferta enorme de casas, que faz com que o valor também seja mais baixo. Ainda assim, neste caso não estamos a falar numa zona universitária.

Com contrato?

É que sem contrato, aí já é normal, e os valores podem oscilar mais.
 
Olha que contratos com um ano de duração é do mais vulgar que existe na Suiça, em Espanha, etc. Estás em crer que o arrendamento vai aumentar e a oferta de casas diminuir? Sim O que está feito, já não é destruído...O cimento (dos anos 50, 60 e 70) não durará para sempre. A remodelação total destes prédios implicará subidas de rendas: que senhorio irá alugar por 1 ano apenas quando meteu muito dinheiro em remodelações?. Portanto as coisas, a meu ver vão-se manter mais ou menos como estão.
Não existe justiça célere em Portugal. Isso é o primeiro ponto. E tanto é mau para senhorios ou inquilinos cumpridores Certíssimo!. Não te esqueças que essa demora também pode ser má caso exista, por exemplo, um senhorio que se recuse a fazer as obras necessárias de conservação (caso isso lhe esteja incutido no contrato). Os senhorios em Portugal tenderam a não fazer obras de recuperação porque a lei protegia demasiado os inquilinos: A não actualização das rendas não permitiu a viabilidade económica para a recuperação. Para os senhorios, mais valia deixar cair o prédio e vender o lote para construção(esse sim, superinflacionado)
Eu estou de ambos os lados da barricada...os meus pais são senhorios e eu numa cidade diferente sou inquilino. Por mim, tudo seria preto no branco e com o máximo de respeito e boa educação Óbvio. No entanto, acho que neste caso não está a existir.Pois, assim é complicado. Aqui na net não nos apercebemos do tom das conversas que vocês tiveram. Apesar de achar que a senhorio tem razões de queixa, se faltou respeito e educação é de lamentar

Resposta a vermelho
 
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