Que vinho bebem?

Da Bairrada, Outrora Baga Clássico 2013, 3ª e última garrafa deste vinho, cor rubi de média intensidade, no nariz fumo, tabaco, ameixa, madeira, na boca tanino vigoroso, fruta negra, boa acidez, a prova de nariz é superior à de boca, em que parece que não há um caminho definido.

É um bom vinho mas a sua evolução não está a ser a expectável, já não é o primeiro Bairrada em que acho que a evolução não vai no sentido positivo, já no Sidónio de Sousa Garrafeira 2011 achei o mesmo. Deram uma grande prova nos seus 7/8 anos, depois foram-se desenquadrando.

Nota: 18,0

Indicação de consumo: Beber ou guardar


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Eu bebi Sidónio de Sousa Garrafeira 2011 o ano passado, e estava perfeito.
Foi num jantar de prova cega, da bairrada e foi contra um aliás, um campolargo, um sidónio de 97 e um Pato Quinta do Moinho de 2000 e foi de longe o melhor da noite.
 
Eu bebi Sidónio de Sousa Garrafeira 2011 o ano passado, e estava perfeito.
Foi num jantar de prova cega, da bairrada e foi contra um aliás, um campolargo, um sidónio de 97 e um Pato Quinta do Moinho de 2000 e foi de longe o melhor da noite.

Eu acho que vai depender da perspectiva de provas anteriores, caso existam, se vais provar pela primeira vez noutro contexto a tua percepção vai ser diferente.

Curiosamente há um tipo que costumo seguir que abordou há um tempo a prova do Sidónio de Sousa Garrafeira 2011 da seguinte forma: "não o provem agora, está numa fase indefinida, aguardem mais um tempo". É "o último maçon".

Há coisas que batem certo nas minhas provas com as dele, outras nem tanto 😅, mas fica aqui a crítica dele (30 Dezembro 2021):

Sidónio de Sousa, Garrafeira Tinto 2011
(Portugal - Bairrada)
Lembro-me da minha primeira prova deste vinho, talvez há três anos atrás, e ele agora é outro, perdeu aquela presença intensa de fruta preta, tudo nele agora é mais terciário e parece estar numa fase de transição.
Uma vez na feira do Campo Pequeno um produtor também ele bairradino, comentou que no seu tinto fez por retirar a colheita de 2010 do mercado, disse que esta estava numa zona indefinida, "nem era carne, nem era peixe", foram estas as palavras, disse que preferia pagar o impacto dessa retirada do vinho porque preferia vê-lo existir no mercado num outro momento da sua evolução, e não naquele momento, indefinido, ainda a meio caminho.
Decisões como essa e provas como esta, fazem-me pensar naquele chavão de prova que define a vida de um vinho como crescimento, evolução positiva, seguida de um planalto, linearzinho, constante durante algum tempo, e depois decaimento, ou evolução negativa. Raramente, mas muito raramente vejo vinhos que encaixem nesta tentativa de definição da vida de um vinho.
Este Sidónio de Sousa Garrafeira Tinto 2011 assim que saiu estava num momento muito bom, acho que ele agora está a meio caminho, está na tal zona indefinida, acho que ainda estão para vir coisas boas para este vinho, ele ainda tem os atributos certos na intensidade certa para fazer mais caminho, para chegar a uma outra fase, para dar um outro tipo de prova, mas não acho que ele agora esteja num planalto... Indefinição não é planalto.
Esta é uma das garrafas onde tenho mais uma ou outra de reserva. Tenho mais provas preparadas para este vinho, vai ser interessante ver como ele depois responde.
Se o têm, na minha opinião, devem esperar mais um pouco... Já que esperaram até aqui, não custa nada dar-lhe mais garrafa.​
 
Eu acho que vai depender da perspectiva de provas anteriores, caso existam, se vais provar pela primeira vez noutro contexto a tua percepção vai ser diferente.

Curiosamente há um tipo que costumo seguir que abordou há um tempo a prova do Sidónio de Sousa Garrafeira 2011 da seguinte forma: "não o provem agora, está numa fase indefinida, aguardem mais um tempo". É "o último maçon".

Há coisas que batem certo nas minhas provas com as dele, outras nem tanto 😅, mas fica aqui a crítica dele (30 Dezembro 2021):

Também vou seguindo algumas das publicações dele.
 
Do Alentejo, Cartuxa Reserva 2014, o tempo passa rápido, esta é a 2ª de 3 garrafas que comprei da colheita de 2014, a primeira foi aberta no final de Outubro de 2021, na altura estava algo agressivo na prova de boca, não estava nada capaz para se beber, até destoava das colheitas anteriores que conhecia.

Esta aberta agora vem mudar completamente o paradigma, até é a prova viva de que se há vinhos que evoluem mantendo a sua originalidade, há outros que sofrem autênticas mutações, como é aqui o caso.

De cor rubi escura, aromaticamente assemelha-se àqueles vinhos que perderam já quase completamente a sua vertente frutada, mas a cor não corresponde (teria de ser acastanhada clara), e na boca também não corresponde, aliás, a prova de boca é a melhor parte, muito bom nível, frutada, requintada e bastante harmoniosa. É um vinho que mexe com os sentidos e neste momento apresenta-se bastante original.

Nota: 18,5

Indicação de consumo: Beber ou guardar


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Da Região dos Verdes, Vale dos Ares Alvarinho Limited Edition 2017, cor amarelo palha, aromaticamente profundo, lembra marmelo, notas minerais, silex, na boca boa frescura com excelente acidez, está no sweet spot para ser consumido.

Nota: 18,0

Indicação de consumo: Beber


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Da Bairrada, Quinta das Bágeiras Garrafeira 2017, já bebi a algum tempo e nem tive tempo de tirar foto com o copo, mas indo para as notas, cor rubi média intensidade, aroma a ameixa, fumados e aquela característica olfativa da videira, não sei se é provocada pela fermentação com o engaço, eu gosto particularmente, na boca já dá grande prova, afinado e bastante saboroso, um clássico da região.

Com mais este vinho que bebi fora do enquadramento do Douro, estou a contatar que a grande maioria dos vinhos estão aptos a poderem ser bebidos com 5/6 anos, o que não está a acontecer com os vinhos durienses, poucos afinados/redondos, "verdes", fechados; contudo a darem uma ideia de futuro risonho (a confirmar).


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Do Douro, Quinta da Boavista Vinha do Oratório 2014, cor rubi profunda, aroma pouco intenso mas elegante, fantástico e atraente, na boca fruta negra, com a barrica de luxo a amparar o conjunto, é um vinho cheio de detalhes, muito bem desenhado, não é um vinho para beber em provas (como todos os grande vinhos), para conhecê-lo convenientemente é preciso interioriza-lo, é como um livro, se lermos só o índice...

Nota: 19,0

Indicação de consumo: Beber ou guardar


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Vinho do Porto, Barão de Vilar 30 anos, cor âmbar, aroma a mel, avelã e laranja, na boca corresponde, parece mais novo do que a idade média anunciada, foge um pouco às características habituais dos vinhos do Porto dessa idade, não é tão envernizado, amadeirado, meloso, é mais fruto seco (particularmente avelã) e cítrico (laranja), é um Porto diferente.

Nota: 18,5


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Da Região dos Verdes, Quinta de Santiago Rascunho 2019, 7ª edição, casta Alvarinho, cor jovem amarelo palha, no nariz mineral, pólvora, maça verde, na boca acidez estonteante, faz lembrar toranja com apontamentos de maça, é um belíssimo vinho, seja qual for o ponto de vista.

Nota: 18,5

Indicação de consumo: Beber ou guardar


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Para celebrar o aniversário da minha filha mais velha, foi esta.
(só me lembrei de fotografar, quando a garrafa já estava vazia) 😄
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Antes de mais, não bebo bebidas alcoólicas e não percebo muito do assunto.
O meu pai gosta de vinho (às refeições) e uma aguardente com o café.

Pretendo oferecer uma garrafa pelo aniversário, e escrevo aqui no sentido de alguém, por favor, dar alguma dica.

Por vezes, com o café, pede Croft, Macieira, Ponte de Marante, etc.

Há tempos, ofereci uma garrafa de São Domingos.

Alguma sugestão? (Do género, oferece isto que vai gostar de certeza)

Obrigado​ 😉
 
Uma boa noitada! 😎

Nos brancos, destaque claro para o Vinyl. É um vinho distinto e surpreendente.
Nos tintos brilhou este Flor do Tua Grande Reserva.

Que vinhão!

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Uma duvida: por norma bebo um copo de 250ml de gin Bombay Mediterranean Lemon [br:)] (37.5% alcóol volume), sem nada.

Nem agua tonica nem gelo visto q está no frigorifico, então quantos graus de alcool terá esse copo? Serão os mesmos 37.5%?
 
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