Já estive a ver que a malta aqui tratou-se bem no Natal.
O meu Natal teve uma história curiosa.
Começou assim:
O VV é óptimo, ainda bastante mineral, mas muito bem equilibrado pela madeira da barrica.
Já o Scala fopi a história curiosa. Para mim estava morto e já a meio caminho do estragado. Sem viovacidade nenhuma, sem notas de baunilha, apenas um aspero muito muito carregado da casta. As duas pessoas que também beberam acharam o mesmo. Acabou a temperar a carne... :sh)
Depois disso fiquei a pensar se não seria da casta 100% pinot gris e do seu cruzamento com madeira, então fui a uma garrafeira e comprei o mais parecido que havia em termos de casta e madeira, então a opção recaiu num Quinta de Rol Barrica.
A mesma casta, os mesmos 12m de barrica. Apenas mudou o ano, este de 2014, o Scala era de 2012.
E havia uma diferença abismal, ainda cheio de vida, as belas notas de madeira, e apenas o travo mais aspero da casta.
Nos tintos.
Abriu-se apenas o Pacheca. Já tinha bebido e aqui não há dúvidas nem problemas. 2011, Touriga Nacional. Um grande vinho.
O Esporão é capaz de ir agora no fim de ano.
Já depois no Natal, foi altura de ir a dois vinhos bem velhos.
Este Duas Quintas 2001 estava ainda muito bem, mas nota-se que deixar vinhos ter mais de 15 anos começam-se a correr demasiados riscos.
Curiosamente estava muito suave.
Segui-se:
Este na minha opinião estava melhor que o Duas Quintas, talvez por já ser um vinho mais encorpado na origem.
Entre novidades, velharias e surpresas negativas assim se passou o Natal Vínico.
Já o Fim de Ano, o jantar
vai ser sem apreciadores de vinho pelo que a selecção deverá ser mais pequena e simples.