Que vinho bebem?

Descoberto hoje, um branco meio doce (bem ao agrado feminino) duriense que casou muito bem com um peixe no forno

d96a7badde554cf26f67e0987d84c752.jpg

Já bebi o ainda mais doce colheita tardia.E gostei bastante.
 
Já estive a ver que a malta aqui tratou-se bem no Natal.
O meu Natal teve uma história curiosa.

Começou assim:

Branco01.jpg


O VV é óptimo, ainda bastante mineral, mas muito bem equilibrado pela madeira da barrica.

Já o Scala fopi a história curiosa. Para mim estava morto e já a meio caminho do estragado. Sem viovacidade nenhuma, sem notas de baunilha, apenas um aspero muito muito carregado da casta. As duas pessoas que também beberam acharam o mesmo. Acabou a temperar a carne... :sh)
Depois disso fiquei a pensar se não seria da casta 100% pinot gris e do seu cruzamento com madeira, então fui a uma garrafeira e comprei o mais parecido que havia em termos de casta e madeira, então a opção recaiu num Quinta de Rol Barrica.
A mesma casta, os mesmos 12m de barrica. Apenas mudou o ano, este de 2014, o Scala era de 2012.

Branco02.jpg


E havia uma diferença abismal, ainda cheio de vida, as belas notas de madeira, e apenas o travo mais aspero da casta.

Nos tintos.

Tinto01.jpg


Abriu-se apenas o Pacheca. Já tinha bebido e aqui não há dúvidas nem problemas. 2011, Touriga Nacional. Um grande vinho.
O Esporão é capaz de ir agora no fim de ano.

Tinto02.jpg


Já depois no Natal, foi altura de ir a dois vinhos bem velhos.
Este Duas Quintas 2001 estava ainda muito bem, mas nota-se que deixar vinhos ter mais de 15 anos começam-se a correr demasiados riscos.
Curiosamente estava muito suave.

Segui-se:

Tinto03.jpg


Este na minha opinião estava melhor que o Duas Quintas, talvez por já ser um vinho mais encorpado na origem.

Entre novidades, velharias e surpresas negativas assim se passou o Natal Vínico.

Já o Fim de Ano, o jantar vai ser sem apreciadores de vinho pelo que a selecção deverá ser mais pequena e simples.
 
Hoje deu-me para o Crochet, garrafa nº 1944 de 3400 por Sandra Tavares & Susana Esteban.
Belo vinho, já dá muito boa prova, com muita personalidade e diferenciador, não me lembro de ter provado sequer algo parecido. De nariz parece que estou a cheirar um bouquet de flores, tem ali algo de perfumado. Na boca bem macio, com frescura qb e depois tem aquele equilíbrio que tanto aprecio, fruta muito bem envolvida na barrica e tem um final bem vincado mas sem sair da elegância.
(Em relação ao nº de garrafas, na ficha técnica do vinho refere 3750 Garrafas 75CL e 50 Magnum, no rótulo traseiro do vinho refere 3400 garrafas)

IMG-0944.jpg

Tenho muita curiosidade em relação a este vinho.
 
Já estive a ver que a malta aqui tratou-se bem no Natal.
O meu Natal teve uma história curiosa.

Começou assim:

Branco01.jpg


O VV é óptimo, ainda bastante mineral, mas muito bem equilibrado pela madeira da barrica.

Já o Scala fopi a história curiosa. Para mim estava morto e já a meio caminho do estragado. Sem viovacidade nenhuma, sem notas de baunilha, apenas um aspero muito muito carregado da casta. As duas pessoas que também beberam acharam o mesmo. Acabou a temperar a carne... :sh)
Depois disso fiquei a pensar se não seria da casta 100% pinot gris e do seu cruzamento com madeira, então fui a uma garrafeira e comprei o mais parecido que havia em termos de casta e madeira, então a opção recaiu num Quinta de Rol Barrica.
A mesma casta, os mesmos 12m de barrica. Apenas mudou o ano, este de 2014, o Scala era de 2012.

Branco02.jpg


E havia uma diferença abismal, ainda cheio de vida, as belas notas de madeira, e apenas o travo mais aspero da casta.

Nos tintos.

Tinto01.jpg


Abriu-se apenas o Pacheca. Já tinha bebido e aqui não há dúvidas nem problemas. 2011, Touriga Nacional. Um grande vinho.
O Esporão é capaz de ir agora no fim de ano.

Tinto02.jpg


Já depois no Natal, foi altura de ir a dois vinhos bem velhos.
Este Duas Quintas 2001 estava ainda muito bem, mas nota-se que deixar vinhos ter mais de 15 anos começam-se a correr demasiados riscos.
Curiosamente estava muito suave.

Segui-se:

Tinto03.jpg


Este na minha opinião estava melhor que o Duas Quintas, talvez por já ser um vinho mais encorpado na origem.

Entre novidades, velharias e surpresas negativas assim se passou o Natal Vínico.

Já o Fim de Ano, o jantar vai ser sem apreciadores de vinho pelo que a selecção deverá ser mais pequena e simples.

Casal da Eira envelhecido em cascos de tetrapak.
 
Já estive a ver que a malta aqui tratou-se bem no Natal.


Nos tintos.

Tinto01.jpg


Abriu-se apenas o Pacheca. Já tinha bebido e aqui não há dúvidas nem problemas. 2011, Touriga Nacional. Um grande vinho.
O Esporão é capaz de ir agora no fim de ano.


O Pacheca grande reserva é daqueles que tenho curiosidade em provar, está na lista mas ainda não aconteceu, a ver se brevemente o provo.
Fico é na expectativa que abram o Esporão Syrah, esse como é de 2012 deve escapar ao terror que é o de 2011, encaixaram as barricas de carvalho francês com o americano, não permanecendo assim os 12 meses totais só em barricas de carvalho americano como o seu antecessor.
 
Não faço ideia, comprei há poucos meses e é de 2012. [s)]

Os vinhos caros têm sempre estas inquietudes:

Primeiro alguns são tão elaborados que têm uma janela temporal para se abrirem. Podem muito bem nem estar propriamente agradáveis no momento da compra... e aqui é preciso conhecer um pouco.

Depois comprando algo com uns anos e desse preço... há sempre alguma probabilidade de ter estado numa prateleira algures, mal acondicionado, etc... não se vendem facilmente.

(first world problems são o diabo!)
 
Eu,desde o Natal 2017.

IMG-20171225-140709.jpg


E em abr/2017,o de 2013 também estava muito bom.
No restaurante O Convite a acompanhar uma boa carne.

IMG-20170417-200015.jpg


Isto dos anos deve influênciar muito.
Estes dois estavam óptimos.
 
Voltar
Superior