Que vinho bebem?

E agora estou a lembrar-me do Poeira 2015 que abrimos sensivelmente na mesma altura (fins de 2018), foi um tiro ao lado, mas aposto que aquele vinho ainda está muito novo para abrir nos dias de hoje.

Não imaginas a pena que tenho de não ter comprado umas 3.

Provavelmente abria uma agora (just because.... [:D]) e guardava outra para daqui a uns anos.

Não existe é muita uniformidade no nosso mercado. Nas mesmas regiões há quem meta vinho no mercado pronto a beber e que se pode guardar uns 5 anos, e depois há quem faça o oposto, só no fim de 5 anos se podem abrir, na melhor das hipóteses. É preciso conhecer...

Tenho ali umas garrafas de Quanta Terra Tinto de 2015 e sei que não são de guardar. Só para comparar com vinhos do Douro relativamente caros.


Edit: Entretanto apareceram os posts do msantos: dois grandes vinhos, adoro esse Pacheca... E o Crasto de 2013 é mesmo espectacular
 
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E agora estou a lembrar-me do Poeira 2015 que abrimos sensivelmente na mesma altura (fins de 2018), foi um tiro ao lado, mas aposto que aquele vinho ainda está muito novo para abrir nos dias de hoje.



Sem discordar de ti, mas o Poeira até é um vinho especialmente elegante e mais afinado que os Leda's e companhia limitada..., isto é, mais pronto a beber...
 
Sinceramente Lausanne, das cidades maiores, é a que menos gosto. Demasiado internacional e com pouco charme Suíço. Felizmente as vilas/pequenas cidades que rodeiam a cidade (vivo numa delas) são muito mais atractivas.

Das cidades mais turistas recomendo Interlaken, Luzern, Montreux e Gruyères.

Em termos de natureza e cores o lago Blausee é simplesmente maravilhoso.
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Obrigado pelas dicas... até porque vou revisitar a Suiça e quero conhecer sítios diferentes... Genebra repetirei, mas só um dia, por causa dos relógios, Zermatt será obrigatório mas depois quero ver outras cidades...
 
Oh pá isso está com uma cor espectacular para 36 anos. [kiss]
Devia estar mesmo fixe.
Fizeste bem em abrir.
Daqui a uns bons anos podes dizer aos netos. "Em 2020 o avô esteve 2 meses fechado em casa, mas bebi um vinho de 1984 com 36 anos que estava uma obra prima". [:D]

... com um empurrãozinho de mais uns malucos que também estavam fechados.... [:D][:D]
 
Eu como ando fã dos vinhos do Douro hoje abri esta

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A acompanhar um belo cozido à portuguesa que fui buscar a um takeaway, já que tive que sair para ir às compras aproveitei para ir buscar uma refeição diferente.

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O cozido estava bom e o vinho só sobrou um copo da garrafa, deve ser por isso que me está a dar uma soneira... Ehehehehe


Vade retro, satanás...!
 
Não imaginas a pena que tenho de não ter comprado umas 3.

Provavelmente abria uma agora (just because.... [:D]) e guardava outra para daqui a uns anos.

Não existe é muita uniformidade no nosso mercado. Nas mesmas regiões há quem meta vinho no mercado pronto a beber e que se pode guardar uns 5 anos, e depois há quem faça o oposto, só no fim de 5 anos se podem abrir, na melhor das hipóteses. É preciso conhecer...

Tenho ali umas garrafas de Quanta Terra Tinto de 2015 e sei que não são de guardar. Só para comparar com vinhos do Douro relativamente caros.


Edit: Entretanto apareceram os posts do msantos: dois grandes vinhos, adoro esse Pacheca... E o Crasto de 2013 é mesmo espectacular

Este da Pacheca por acaso escorregou mesmo bem, a minha mulher até perguntou se tínhamos mais destas garrafas, mas já fui confirmar e era mesmo filha única. [s)]
O Crasto acho que vou guardar para uma refeição mais especial...

É engraçdo como os gostos vão mudando, eu dantes raramente saía dos vinhos alentejanos e agora quando vou escolher garrafas a minha tendência é sempre trazer os do Douro, que infelizmente neste momento já não tenho quase nada.
 
Sem discordar de ti, mas o Poeira até é um vinho especialmente elegante e mais afinado que os Leda's e companhia limitada..., isto é, mais pronto a beber...

Eu do Poeira 2013 achei isso, mas parece que eles mudaram um bocado o jogo no de 2015, é mais concentrado, mais pujante, não vislumbro a elegância que o de 2013 tinha por exemplo.
 
Não foram os únicos.

Não faço ideia se terá algo a ver com os anos em si. Até o Crasto Superior de 2015 precisava de tempo em garrafa enquanto o de 2013 era à prova de erro.
 
Algo que para mim é uma grande falha (já falei disso aqui) é meterem os vinhos demasiado cedo no mercado sem qualquer indicação.
Quem os produz tem uma boa noção do tempo necessário em garrafa para atingir a plenitude, a bem da própria imagem da marca deveriam ter essa informação em rótulo.

BTW, comprei há pouco tempo um Crasto Superior 2016 e fiquei bastante decepcionado. Precisa claramente de evoluir, não foi sequer uma boa experiência.
 
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Eu do Poeira 2013 achei isso, mas parece que eles mudaram um bocado o jogo no de 2015, é mais concentrado, mais pujante, não vislumbro a elegância que o de 2013 tinha por exemplo.


O último ano que bebi penso que foi o 2012. Perfeito.
Mas o que tenho lido é sempre muito na linha de ser um vinho alinhado com o estilo actual, afinado, frutado, elegante...
 
Eis algumas fotos:
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Foi uma muito agradável surpresa... não pensei que estivesse tão vivo.
Pouca fruta, não há que disfarçar... nem seria expectável que a tivesse ao fim de 36 anos... mas ainda com nervo, com tensão, muito longe de estar passado ou morto, com um aroma ainda rico, ainda que contido, tudo num registo que me pareceu mais vegetal do que floral ou frutado.
Moral da história: ainda bem que me decidi a bebê-lo!
Bom fim-de-semana para todos!


E não é que o que me sobrou de ontem, devidamente acondicionado (ficou no decantador para hoje, mas selado), estava ainda melhor... aquele bocadinho e oxigenação fez-lhe muito bem.
Foi, sem dúvida, uma excelente surpresa.
 
Algo que para mim é uma grande falha (já falei disso aqui) é meterem os vinhos demasiado cedo no mercado sem qualquer indicação.
Quem os produz tem uma boa noção do tempo necessário em garrafa para atingir a plenitude, a bem da própria imagem da marca deveriam ter essa informação em rótulo.

BTW, comprei há pouco tempo um Crasto Superior 2016 e fiquei bastante decepcionado. Precisa claramente de evoluir, não foi sequer uma boa experiência.

É precisamente isto.

Aqui há uns anos os Crasto à venda estavam prontissimos
 
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