Que interessante ver um Isabela assim. Por la, no Pico, faz parte da história e até do dia-a-dia deles.
O famoso vinho de cheiros. Aliás o cheiro da própria videira/ uva na altura certa é facilmente identificável pelos campos.
Tem alguma conotação de vinho menor mas o certo é que provei lá coisas mesmo muito boas feitas individualmente.
Estes vinhos são proibidos segundo as regras da UE. Daí o nome desse vinho
Porquê?Que interessante ver um Isabela assim. Por la, no Pico, faz parte da história e até do dia-a-dia deles.
O famoso vinho de cheiros. Aliás o cheiro da própria videira/ uva na altura certa é facilmente identificável pelos campos.
Tem alguma conotação de vinho menor mas o certo é que provei lá coisas mesmo muito boas feitas individualmente.
Estes vinhos são proibidos segundo as regras da UE. Daí o nome desse vinho
Porquê?
Por acaso nem sei como o pode comercializar como vinho.... Tenho de comprar uma garrafa, apesar de não gostar de vinho 'americano'
Tem escrito vinho, logo será um Vinho de Mesa e terá a aprovação do Instituto da Vinha e do Vinho. Só vendo o contra-rotulo. É isso que estranho, pois pensava que não fosse permitida a comercialização como vinho.
Ps: vendo bem não tem escrito Vinho.... Só a expressão 'Tinto', pelo menos em português...
Se bem que já o ouvi em tempos dizer que é quase contra natura um alvarinho produzido fora da região Monção/Melgaço...
Edit:Ou talvez tenha sido o Luis Cerdeira do Soalheiro...
Inicialmente o propósito era de saúde. Os vinhos com a uva americana produzirão metanois que facilmente cegam. Digo facilmente porque basta uma quantidade ínfima para cegar. Quantidades grandes podem ter desfechos piores.
Os últimos estudos já demonstraram que é a má vinificação que pode dar origem a esses compostos, daí que a razão maior será a protecção das nossas castas.
( isso dava uma conversa interessante, dantes até as castas europeias eram proibidas cá, ver o famoso "incógnito")
Seja como for, por lá produz-se, vende-se, bebe-se e celebra-se bastante com este vinho. Não presenciei grandes problemas visuais nos habitantes.
As vinhas do Pico são património mundial, aconselho a visita.
Importante ressaltar que os brancos deles são extraordinários. Os tintos que se comercializam lá (marcas no supermercado) são ásperos.
Tive uma viagem que dava um filme. A começar no voo que regressou a Lx e teve direito a aterragem de emergência passados minutos de estar no ar. Avião arranjado e voltamos a embarcar passadas horas...
Por lá fui convidado por alguém que conheci no momento para as bodas do Espírito Santo. Essa pessoa nem foi, portanto estivemos a almoçar com centenas de desconhecidos, muito vinho de cheiros se bebeu. No dia seguinte estava na adega de um Sr que conhecemos nesse almoço e por aí fora. Deu para conhecer os hábitos e práticas de lá, vinhos, licores, o famoso dos czares.
A ilha não tinha uma estrutura hoteleira muito capaz, tivemos a sorte de conhecer o melhor de tudo, as pessoas, a comida tradicional, etc, e ficamos amigos até hoje.

Inicialmente o propósito era de saúde. Os vinhos com a uva americana produzirão metanois que facilmente cegam. Digo facilmente porque basta uma quantidade ínfima para cegar. Quantidades grandes podem ter desfechos piores.
Os últimos estudos já demonstraram que é a má vinificação que pode dar origem a esses compostos, daí que a razão maior será a protecção das nossas castas.
( isso dava uma conversa interessante, dantes até as castas europeias eram proibidas cá, ver o famoso "incógnito")
Seja como for, por lá produz-se, vende-se, bebe-se e celebra-se bastante com este vinho. Não presenciei grandes problemas visuais nos habitantes.
As vinhas do Pico são património mundial, aconselho a visita.
Importante ressaltar que os brancos deles são extraordinários. Os tintos que se comercializam lá (marcas no supermercado) são ásperos.
Tive uma viagem que dava um filme. A começar no voo que regressou a Lx e teve direito a aterragem de emergência passados minutos de estar no ar. Avião arranjado e voltamos a embarcar passadas horas...
Por lá fui convidado por alguém que conheci no momento para as bodas do Espírito Santo. Essa pessoa nem foi, portanto estivemos a almoçar com centenas de desconhecidos, muito vinho de cheiros se bebeu. No dia seguinte estava na adega de um Sr que conhecemos nesse almoço e por aí fora. Deu para conhecer os hábitos e práticas de lá, vinhos, licores, o famoso dos czares.
A ilha não tinha uma estrutura hoteleira muito capaz, tivemos a sorte de conhecer o melhor de tudo, as pessoas, a comida tradicional, etc, e ficamos amigos até hoje.
As ilhas do canal, aliás aquele triângulo tem um fascínio difícil de descrever. São bastante diferentes umas das outras e bem próximas.
Mas na minha humilde opinião fico sempre na dúvida se devo recomendar ou se aquilo fica melhor intocado. Em especial São Jorge.
Sobre os "pelos no peito" dos tintos que o Rui falou, quando falei a um local que o tinto parecia que arranhava respondeu ele... É a lava! []
Impressiona muito os chamados currais de pedra. Muito tempo e muita resiliência, bastante astúcia. O ser humano a conquistar a natureza. São kms e kms de rendilhado.
Mas retomando os vinhos açorianos, recomendaram-me o Pedras Brancas, da Graciosa. Não conheço ainda.