Acompanhe o vídeo abaixo para ver como instalar o nosso website como uma aplicação web no seu ecrã inicial.
Nota: Esta funcionalidade pode não estar disponível em alguns navegadores.
Foste ao fim de semana do Esporão?
Há 3 anos que tenho convites para isso
Para o ano acho que que vou
Há uns dias tive a oportunidade de fazer uma prova de vinhos diferente e muito interessante.
![]()
Ver anexo 141333
Começando da direita para a esquerda:
- Esporão Reserva Branco 1987
- Esporão Reserva Branco 1994
- Esporão Reserva Branco 1998
- Esporão Private Selection Branco 2007
- Esporão Tinto 1987
- Esporão Reserva 1997
- Quatro Castas Reserva 1998
- Touriga Nacional 2007
- Esporão Private Selection 2008
O 1º vinho o Branco de 1987 estava morto. [] Pronto para ir para o lixo.
Curiosamente o 2º o de 1994 estava bebível e até interessante.
Ainda mais curioso é que o de 1998 estava em pior estado que o de 1994, e já caminhava para o lixo.
O Private estava excelente. Um vinho espectacular.
Nos Tintos também não houve grandes surpresas, sendo tintos estavam todos vivos.
Mas o de 87 e o de 97 estavam num patamar em que a evolução já tinha acabado há muito.
O Quatro Casta de 1998 surpreendeu-me, estava em condições apesar de já não ter um "punch" muito forte.
O Touriga Nacional de 2007 era a estrela, está óptimo, ainda aguenta mais anos. Mas por mim é beber até acabar. []
O Private 2008 também estava excelente. Estes vinhos com pelo menos 12 meses em carvalho ficam com umas notas tostadas e de baunilha muito interessantes.
No final foi interessante para tirar algumas ilações.
Primeiro, quando se provam vinhos verdadeiramente bons [br], os normais infelizmente tornam-se banais. [s)]
Depois esta coisa de deixar os vinhos guardados e guardados e guardados porque pode nascer o 1º filho ou o 1º neto ou Portugal ser campeão do mundo, é uma estupidez. Claro que há vinhos que aguentam bem garrafa, mas quando estiverem bons para beber, é beber. Ter vinhos com 20 anos, por norma significa que algum do poder já se foi.
Quinta do Crasto é mesmo top... sou um admirador do "Crasto Superior".
Aqui há tempos tive uns enófilos franceses em casa, daqueles que se dedicam mesmo a estes mundos. Ficaram muito surpreendidos com este vinho, foi mesmo uma aposta ganha.
Aliás, todos os vinhos que seleccionei (e respectivos casamentos) fizerem sucesso, ficaram encantados com a diversidade, mas o Crasto Superior levou-os a apontar o nome... []
Também desconhecia até alguém que também não pode beber álcool (toma medicamentos para a epilepsia) me falar disso, no entanto nessa altura o meu tio ainda não tinha este problema logo não lhe perguntei que vinhos ele bebia.Desconhecia que havia vinhos sem álcool. Na pesquisa, achei este interessante artigo. https://www.winerist.com/blog/entry/what-are-the-best-de-alcoholised-wines-a-review
E um vinho que eles analisam, com nota positiva, vende-se nas lojas Celeiro: Carl Jung