Que vinho bebem?

Conhecia o vinho, mas nunca tinha bebido.
Uma boa surpresa. Um bom sabor a baunilha e fruta.



Já conhecia. Muito bom, fresco e mineral.
Talvez um pouco caro para o preço. E ainda há mais caro...



O já tradicional. Não é por acaso que ganhou os prémios que ganhou.
E a 11€ como se apanhava, não há muita concorrência.

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Este moscatel, acho que não precisa de apresentações.


Quando tiveres oportunidade, experimenta o Moscatel Roxo do Horácio Simões. É o vizinho deste! ;)
 
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Já parou de evoluir.
Turvo.
Mas ainda cheio de alma e corpo.

Cada vez mais penso que 10 anos é o máximo de crescimento destes vinhos.
 
Que tal?

Para desaparecido estás num andamento, vai lá vai

Costumo gostar de brancos mais frescos, mais cítricos. Mas bebeu-se (ainda sobra para amanhã, que o andamento não é assim tão acelerado - hoje tinha de ser porque o robalo merecia).
 
Costumo gostar de brancos mais frescos, mais cítricos. Mas bebeu-se (ainda sobra para amanhã, que o andamento não é assim tão acelerado - hoje tinha de ser porque o robalo merecia).

Muito bem.

Dentro dos brancos quais as tuas preferências?

Posso avançar algumas as minhas:

De La Rosa Reserva Douro
Quinta Cidrô Sauvignon Blanc Douro
Dona Maria Júlio Bastos Alentejo
Conde Alentejo
Ermelinda Verdelho e Sauvignon Blanc

O meu andamento não é maior, porque aqui em casa não acompanham e parece mal beber uma garrafa sozinho

Ao jantar um Grande Trinca Bolotas tinto acompanhar uma perna peru assada e queijo da serra.

 
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Já parou de evoluir.
Turvo.
Mas ainda cheio de alma e corpo.

Cada vez mais penso que 10 anos é o máximo de crescimento destes vinhos.

Quando uma vez mandei email para os produtores falaram-me em 20 anos, ou mais.
No próximo fim‑de‑semana vou experimentar também algo do Douro, próximo desse ano, mas a garrafa esteve com o produtor quase este tempo todo, só recentemente foi lançado no mercado, o que tem duas vantagens, confiança do produtor no vinho para o lançar no mercado tanto tempo depois e a conservação ideal do vinho durante tantos anos, o que vai fazer a grande diferença na altura de o abrir.
 
Um Alves de Sousa?

Não, o Reserva Pessoal geralmente sai para o mercado 7 anos depois da colheita.
O lançamento do vinho é para assinalar um aniversário especial e provar a longevidade dos seus vinhos:


Quando Rita Marques fez o seu primeiro vinho, o Conceito Tinto 2003, pôs de parte 1200 garrafas, para reserva da família. Agora, para assinalar os 15 anos da Conceito Vinhos, este lote vai ser relançado, celebrando uma das colheitas que ficou na memória do Douro.


Rita Marques, jovem enóloga da Conceito Vinhos, uma empresa familiar sediada em Cedovim, no concelho de Foz Côa, é uma das caras da nova geração do Douro. Irreverente e inconformada, tem desafiado a região em toda a sua plenitude, explorando o seu inesgotável potencial. É assim há 15 anos, altura em que decidiu criar a marca Conceito.

Os primeiros passos foram dados aos 21 anos, quando ainda era estudante de Enologia, em Vila Real, depois de se ter mudado de Coimbra para cuidar das vinhas da sua família. Estas ficam localizadas no Vale da Teja, na sub-região do Douro Superior, que, na altura, ainda se afirmava como berço de grandes vinhos.

Rapidamente enfrentou a sua primeira vindima, em 2003, um ano que ficaria marcado pelo tempo atipicamente quente e seco que se fez sentir em Portugal e em toda a Europa. Mas, apesar das baixas quantidades, as uvas surpreenderam pela qualidade excecional, anunciando um ano clássico para o Douro.

Nascia assim o Conceito Tinto 2003, o primeiro vinho de assinatura de Rita Marques. Elaborado a partir de uma mistura de castas tradicionais do Douro (mais de 20), incluindo Touriga Franca, Touriga Nacional, Tinta Roriz, Tinta Amarela e Rufete, provenientes de vinhas velhas com mais de 80 anos, estagia 20 meses em barricas usadas de carvalho francês, o que lhe confere grande equilíbrio, boa acidez e volume.

De regresso ao mercado, 15 anos depois, o Conceito Tinto 2003 tem duas missões. Além de assinalar o aniversário da empresa e o início da carreira de Rita Marques, este vinho “vem demonstrar um facto que para nós era claro, mas que na altura não tinha sustentação em provas: os nossos vinhos melhoram em garrafa por um grande período de tempo. Apesar de poderem ser bebidos jovens, estes vinhos aguentam e vencem a prova do tempo, e isso é importante para nós, é a demonstração cabal das nossas convicções e a confirmação do nosso caminho.”

Hoje o consumidor vai encontra-lo com taninos mais redondos e maior complexidade, sendo que o essencial permanece: “continua harmonioso, com boa acidez e a pedir lugar à mesa, ao lado de um bom cabrito no forno”, garante a enóloga. Ao mercado, chegam apenas 1200 garrafas do vinho que poderão ser encontradas em garrafeiras selecionadas. A distribuição é exclusiva da OnWine Distribuição Nacional.

Conceito Tinto é lançado todos os anos desde 2005. Fermentado em cubas de aço inoxidável, tem origem em vinhas muito velhas, com muita variedade de castas. Define-se como um Douro clássico, de grande sedução, muita precisão na definição aromática, uma frescura natural ímpar, textura sedosa, grande equilíbrio e suntuosidade contida. Melhora em garrafa com os anos, sendo assegurada uma longevidade de pelo menos 15 anos. Acompanha na perfeição assados no forno e cortes nobres de carne
 
Já agora, coloco aqui a resposta que a Quinta do Crasto me deu quando os questionei sobre o Reserva Vinhas Velhas:


Agradecemos, antes de mais, o interesse pela Quinta do Crasto.
Relativamente à questão que nos coloca, o Quinta do Crasto Reserva Vinhas Velhas é um vinho com grande potencial de guarda, que nas condições de armazenamento ideais, continuará a evoluir muito bem em garrafa por cerca de 20 ou mais anos. No entanto, não conseguimos aconselhar a altura ideal para beber este vinho, uma vez que o seu máximo potencial é sempre largamente influenciado pelo gosto pessoal de cada consumidor.
 
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Já parou de evoluir.
Turvo.
Mas ainda cheio de alma e corpo.

Cada vez mais penso que 10 anos é o máximo de crescimento destes vinhos.

10 anos para ficar óptimo para beber, porque ele aguenta-se mais do que isso...
Mesmo o teu, com cerca de 16 anos era para estar fabuloso... pode ter escapado alguma coisa no acondicionamento?... afinal, é um produto natural...
 
Quando uma vez mandei email para os produtores falaram-me em 20 anos, ou mais.
No próximo fim‑de‑semana vou experimentar também algo do Douro, próximo desse ano, mas a garrafa esteve com o produtor quase este tempo todo, só recentemente foi lançado no mercado, o que tem duas vantagens, confiança do produtor no vinho para o lançar no mercado tanto tempo depois e a conservação ideal do vinho durante tantos anos, o que vai fazer a grande diferença na altura de o abrir.


Pois... é mais ou menos isso que penso.
Estamos a aguardar as cenas dos próximos capítulos...
 
10 anos para ficar óptimo para beber, porque ele aguenta-se mais do que isso...
Mesmo o teu, com cerca de 16 anos era para estar fabuloso... pode ter escapado alguma coisa no acondicionamento?... afinal, é um produto natural...

O Vinho estava óptimo. Não há dúvida.
Se bem que como disse um pouco turvo.

Está bem acondicionado há mais de 10 anos na mesma garrafeira no mesmo local. Ok não é um local controlado Xpto, mas é um local fresco e longe da luz.

O que dizia é que não sei se os 16 anos lhe deram mais evolução que um com "apenas" 10 anos.
 
O Vinho estava óptimo. Não há dúvida.
Se bem que como disse um pouco turvo.

Está bem acondicionado há mais de 10 anos na mesma garrafeira no mesmo local. Ok não é um local controlado Xpto, mas é um local fresco e longe da luz.

O que dizia é que não sei se os 16 anos lhe deram mais evolução que um com "apenas" 10 anos.


Penso que terão dado... até porque creio que quanto menos novo, mais evolui.
Seriam borras? alguma sedimentação...? isso às vezes acontece...

Importante é que estivesse bom e, mais importante ainda, é que tenha sabido pela vida!
 
Muito bem.

Dentro dos brancos quais as tuas preferências?

Posso avançar algumas as minhas:

De La Rosa Reserva Douro
Quinta Cidrô Sauvignon Blanc Douro
Dona Maria Júlio Bastos Alentejo
Conde Alentejo
Ermelinda Verdelho e Sauvignon Blanc

O meu andamento não é maior, porque aqui em casa não acompanham e parece mal beber uma garrafa sozinho

Ao jantar um Grande Trinca Bolotas tinto acompanhar uma perna peru assada e queijo da serra.


Não tenho ainda um rol de preferências, já que me iniciei há pouco nos brancos.

Entretanto, ontem comprei umas tralhas, entre as quais um Character 2017 e um Omlet 2010. Curioso com ambos.
 
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